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A lamentável ausência de Jannik Sinner enfraqueceu o torneio olímpico masculino e colocou Carlos Alcaraz e Novak Djokovic nas extremidades da chave e no favoritismo para decidir o título de Paris. Se o espanhol chega como maior estrela, dono de dois troféus consecutivos de Grand Slam, incluindo um inédito Roland Garros, o sérvio tenta pela provável última vez a tão sonhada conquista que ainda falta em seu invejável currículo.
O sorteio da chave colocou Rafael Nadal no caminho de Djokovic, o que aconteceria já na segunda rodada, algo que jamais aconteceu nos 59 duelos que os dois fizeram, onde sempre se cruzaram de quartas em diante nos torneios regulares. Se Nole reagiu numa temporada atípica e fez final em Wimbledon, o ‘rei do saibro’ mostrou evolução e decidiu Bastad, mas há incerteza crescente se ele irá mesmo competir. O técnico Carlos Moyá reforçou essa dúvida em entrevista ao Eurosport, depois de Rafa cancelar os treinos de sexta. Para chegar em Nole, teria antes de superar o regular Marton Fucsovics no domingo, algo bem mais difícil do que Matthew Ebden, o inédito adversário de Nole.
O fato é que o sobrevivente tem tudo para encarar a torcida francesa por Arthur Fils, ainda que o campeão de Hamburgo tenha primeiro jogo delicado contra Matteo Arnaldi. Por fim, chegaria em Stefanos Tsitsipas ou Sebastian Baez, dois nomes fortes no saibro e perigosos em jogos mais curtos, de três sets, como serão todas as partidas olímpicas.
O atual campeão olímpico Alexander Zverev desponta como o grande adversário do sérvio. relembrando Tóquio. O alemão pode pegar Nicolas Jarry, Taylor Fritz ou Lorenzo Musetti.
A sequência de Alcaraz parece menos exigente, mesmo que pegue Cameron Norrie na segunda rodada e Alejandro Tabilo nas oitavas. É muito provável que reencontre Tommy Paul ou Alex de Minaur nas quartas e talvez a única coisa que venha a atrapalhar seja mesmo seu natural favoritismo. A lógica coloca o espanhol contra Casper Ruud na semi, ainda que Daniil Medvedev não possa ser descartado.
É ainda importante olhar o calendário, que exigirá que o finalista dispute seis partidas em nove dias, já que a chave masculina começa neste sábado e termina no outro domingo. Haja preparo.
O feminino não tem segredo. Iga Swiatek é a grande candidata ao ouro, numa caminhada que deve ter testes interessantes contra Diana Shnaider, Danielle Collins ou Jelena Ostapenko e quem sabe reencontrar Naomi Osaka, já que o quadrante de Elena Rybakina abriu um buraco com mais um abandono da cazaque. Ali podem pintar Qinwen Zheng ou Emma Navarro.
A metade de Coco Gauff ficou bem mais interessante, ainda que não veja riscos contra Donna Vekic, Maria Sakkari ou Marta Kostyuk. O bom mesmo é se Jasmine Paolini mostrar a mesma qualidade que a levou à final de Roland Garros. A italiana precisa tomar cuidado com Mirra Andreeva e Bia Haddad antes de chegar em Barbora Krejcikova, Jessica Pegula ou Elina Svitolina, o quadrante certamente mais forte de todas as chaves de simples.
Bia pega a russa-francesa Varvara Gracheva e pode rever Katie Boulter antes de chegar em Paolini. A chance de sucesso vai depender de como andam cabeça e corpo. Laura Pigossi jogará de franco-atiradora contra Dayana Yastremska e quem sabe desafie Ostapenko. Os rapazes pegaram argentinos: Wild contra Tomas Etcheverry e Monteiro frente Baez, estreias nada fáceis. Se avançar, Wild teria Tabilo e depois Alcaraz. Já o canhoto cearense vislumbra boa segunda rodada e então Tsitsipas, a quem venceu em Madri meses atrás. Dá para sonhar.
As chaves de duplas ficaram bem diversificadas e divertidas. Há parcerias de ofício, como Kravietz/Puetz, Mektic/Pavic, Bolelli/Vavassori e Austin/Ram, o que torna duríssima a missão de Alcaraz/Nadal e de Monteiro/Wild. Entre as meninas, o mesmo acontece com Gauff/Pegula, Krejcikova/Siniakova e Errani/Paolini e coube a Bia/Luísa Stefani ficar na parte de cima, onde estão os duetos italiano e americano.
E mais
– Esta é a sétima vez que o torneio olímpico acontece sobre o saibro, mas apenas a segunda na Era Aberta, repetindo Barcelona-92.
– A disputa do ouro acontecerá no sábado para o feminino e duplas masculinas e no dia seguinte para masculino e duplas femininas. A final de mistas será na sexta.
– O número total de tenistas é de 181, com 40 nações representadas.
– As desistências desde o dia 19 só podem ser preenchidas por tenistas já presentes nos Jogos, sem possibilidade de inclusão de jogadores que não foram a Paris. Foi o caso de Vavassori, que substituiu Sinner.
– Alcaraz e Swiatek tentam ser campeões de Roland Garros e olímpicos no mesmo ano e assim repetir Nadal (2008) e Graf (1988).
– Djokovic busca se tornar o quinto tenista a vencer todos os Slam e também ter o ouro olímpico de simples, ao lado de Graf, Nadal, Agassi e Serena.
– Em duplas, Krejcikova/Siniakova, que voltam a jogar juntas, já completaram o chamado ‘Golden Slam’.
– Com a desistência de Sinner, o torneio olímpico masculino continuará sem ver o número 1 vigente ganhar o ouro, como acontece desde 1988. No feminino, Graf (1988) e Henin (2004) o fizeram.
– Zverev tenta repetir Murray e se tornar campeão em dois Jogos consecutivos. O mesmo acontece com Mektic/Pavic e Krejcikova/Siniakova.
– Nenhum francês ganhou ouro desde que o tênis profissional entrou nos Jogos, em qualquer especialidade.
– Venus é e continuará sendo a única tenista a subir ao pódio em quatro Olimpíadas diferentes.
– Alcaraz (21), Fils (20) e Mensik (18) poderão se tornar o mais jovem campeão olímpico da história. Já o recorde de Capriati (16 anos e 132 dias) não poderá ser alcançado.
– Djokovic, Murray, Nishikori, Errani e Vesnina jogam suas quintas Olimpíadas, mas o recorde é de Leander Paes, com sete.
– Quatro tenistas irão carregar bandeiras na cerimônia de abertura: Gauff, Jarry, Kovinic e Svitolina.
– Murray e Kerber anunciaram que irão encerrar suas carreiras nestes Jogos. O escocês só vai jogar duplas ao lado de Evans e a mamãe alemã encerra o curto retorno e entrou nas duas especialidades.










Dalcim, genericamente falando, vc acha q Medalhas de ouro são superestimadas, q Mais vale a quantidade de medalhas? Vc trocaria uma de ouro por duas medalhas de prata?
Eu, não. Prezo pela qualidade e não pela quantidade. Então prefiro uma de ouro (em que sou melhor que todo mundo) a duas de prata (em que sou “bom” em duas).
Existem várias formas de contabilizar, mas acho que a contagem pelo ouro é a mais adequada.
eu sonho pra ver um dia esse país maldito investir fortemente na educação e nos esportes
o Brasil não tem NENHUMA conscientização em formar atletas de alto rendimento, a maioria dos atletas olímpicos se tornaram por conta própria, por incentivo familiar ou algo do tipo, nunca é algo estrutural, infelizmente essa realidade está muito distante, muito mesmo
Ficamos agora nas mãos da irregular e pouco confiável Bia Maia e das duplas.
Derrotas nada surpreendentes dos Thiagos. Lamento pelo Monteiro. O Ceará é gente muito fina. Já o outro, não merece sequer menção da minha parte.
Nenhuma combinação possível entre dois tenistas consegue somar 46 majors, 76 masters 1000, 7 atp finals e 1 ouro olímpico (total = 130 Big Titles). Isso é o que representa a maior rivalidade do tênis mundial em toda a história. Não importa o momento atual de ambos, pois essa partida tem muito peso. Idemo!
Amanhã Djokovic jogará mais um capítulo de sua trajetória de enfrentamento contra grandes torcidas em grandes jogos. Talvez haja mais barulho do que nas famosas finais de Wimbledon contra o Federer. A conferir como o yogui sérvio irá lidar com isso e com a pressão de não ter o ouro olímpico, pois, jogo por jogo, é bem claro que hoje ele tem mais a apresentar do que o Nadal mesmo no saibro.
Djokovic x Nadal amanhã é mais que uma partida, é pessoal.
Bom, Nadal não fugiu coisa nenhuma e o clássico vai acontecer. O componente emocional/mental da rivalidade e o apoio da torcida vão contar muito. Vejo Djoko favorito, mas vai ser difícil. No primeiro set, o espanhol com mais energia deve tentar ir pra cima com tudo, como fez em 2020, 2021 e 2022.
É + fácil surpreender um favorito numa melhor de 3 do que melhor de 5. Mas dadas as circunstâncias, o favoritismo do seu ídolo acho que passa dos 95%.
Parece que Nadal não conseguiu tudo do seu jeito! Ele consegue seu horário diurno preferido, mas a partida é amanhã e não na terça-feira!
Não dá pra ficar adiando partida, porque não é um torneio de 2 semanas como os Slams.
Mas o Nadal tenta dar as carteiradas dele kkk
Djokovic x Nadal deveria ter sido disputado amanhã, mas Nadal, requereu um dia extra de recuperação, significa que a partida será disputada na terça-feira.
Provavelmente será disputada durante o dia, pois é o horário preferido de Nadal.
Ronildo que te pedir um favor: diga q Djoko vencerá fácil amanha kkk
Com o Ronildão na torcida pro Cotonete, o Pouca Telha passa o rodo: 6/0 6/0. É ‘batata’.
O bivice de Wimbledon sai de bicicleta e perde o rumo do aeroporto.
Murray é penta vice de Djoko em slam.
Era obvio q se Rafa estivesse com um mínimo de condições físicas ele venceria, foi legal, não jogou mal, mas tive a clara impressão de falta movimentação no final. E parece q ja vai enfrentar Djoko amanha, ai não vejo como ele consiga passar. Talvez se fosse Federer teria alguma chance, mesmo nessa condição atual…
Grande Vitória da Bia maia. Com direito a pneu
O jogo de amanhã é mais importante do que parece. Para Djokovic significa ter uma grande vitória que ainda não teve esse ano, o que pode dar a confiança que ele precisa para engrenar em 2024. Significa, além do mais, estender o seu já impressionante cartel de vitórias sobre Nadal na Philippe Chattier, algo que pesará ainda mais no seu currículo já insuperável. Para Nadal, significaria empatar o confronto direto com Djokovic e, ousaria, se colocar de novo no grande jogo do circuito – afinal, o sérvio é o número 2 e recém finalista de Wimbledon.
Eis mais um capítulo da Maior e Melhor Rivalidade do Tênis de todos os tempos para já brilhas cedo esta Olimpíada.
COMO GOSTO DE OBSERVAR o que muitos que dizem gostar de tênis não o fazem, por conta de ficarem presos às obviedades da modalidade, eis o quê impactante fora da curva normalista: Qinwen Zheng dois versus Sara Errani zero, com parciais de 6/0 e 6/0, e María Lourdes Carlé dois versus Tatjana Maria zero, com parciais de 6/0 e 6/0. É esplêndido, não, meus amigos?
Sou fã da jovem Qinwen.
ACREDITO EM VOCÊ, LUIZ FABRICIANO…
Vários membros da equipe dos EUA decidiram desocupar as acomodações da Vila Olímpica devido às instalações precárias e inadequadas. Muitas delegações estão reclamando da falta de proteína, comida e desorganização geral.
Djokovic definitivamente tomou a decisão certa ao não ficar nas acomodações da Vila Olímpica este ano.
Páris não se preparou para fazer as olimpíadas…?
Caro Ando, daqui de longe não sei dizer…mas alguém que foi e está por lá, fez uma postagem sobre alguns detalhes. Seu desabafo, deu o que falar, sabe?
Abaixo, a repercussão do que ele disse…
https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2024/07/28/brasileiro-relata-medo-de-sair-na-rua-apos-viralizar-ao-detonar-abertura-das-olimpiadas-franceses-nao-gostaram.ghtml
Outra desistência tardia .. todos do lado de Alcaraz no sorteio, incluindo Alex De Minaur hoje cedo também.
De qualquer forma, o ouro é quase certo para Alcaraz, nenhum destes jogadores conseguiria derrotá-lo, mas pelo menos fariam-no suar ehehehr
Se Djokovic agisse da mesma maneira que Nadal, todos sabemos que ele seria criticado pela mídia por todo o seu histrionismo.
NOS ANOS NOVENTA, A RÁDIO 89, com sede em São Paulo, tinha uma sessão de humor chamada “Os Sobrinhos do Ataíde”, cujo teor era provido de vários esquetes curtos que entremeavam os programas da emissora. Num deles tinha um locutor que narrava uma partida de tênis entre dois jogadores com sobrenomes japoneses, que se chamavam Cláudio Mijaro e Rogério Nomuro. Ao narrar a partida, enquanto a bolinha ia de um lado a outro da quadra, o locutor o fazia pronunciando os sobrenomes dos tenistas em questão, com Mijaro no saque e Nomuro na devolução, é claro. Era por volta de 1995/96, e lembro que ri pra caramba quando ouvi a tal partida de tênis…
Sérgio Ribeiro vive o auge de seu momento (pró-federer), ao enaltecer cada vitória do Touro Miúra q antes sempre desprezava e agora precisa apreciá-lo voando em quadra. O seguimento de apreciar Carlos Alcaraz em cada um de seus feitos será a diversão de seu dia-a-dia.
Desprezar Federer, Nadal e Djokovic, é não gostar do Esporte. Hoje vistes pela milésima vez , o que representa Rafael Nadal para o Mundo. Dito isto, volte para o teu Nick , pois pega mal declarações tão se noção. Não se esconda. Abs!
Nossa, td mundo tem direito a dar sua opinião, mas chamar de louco e delirante é pesado demais. Sérgio tem todo meu apoio contra esse post ofensivo.