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Madri não terá Novak Djokovic outra vez e ainda não há absoluta certeza se Carlos Alcaraz e Jannik Sinner estão totalmente recuperados de suas contusões musculares. Mas nada disso impedirá o público brasileiro de viver emoções e gastar os dedos cruzados.
Certamente, o pensamento positivo começa com João Fonseca e Thiago Wild. Conforme o Podcast de TenisBrasil havia antecipado em fevereiro, a sensação carioca recebeu convite para disputar seu primeiro 1000 e, num universo tão categorizado de adversários, tudo que se espera é que aproveite bem a experiência.
Numa chave de 128 lugares mas com ‘bye’ para os 32 cabeças de chave, dá para torcer por um bom sorteio tanto para Fonseca como para Wild, que herdou vaga de última hora e com isso disputará o terceiro 1000 da temporada. Em Indian Wells e Miami, passou o quali e mais duas rodadas, derrubando Karen Khachanov e Taylor Fritz.
Muita torcida também cabe a Bia Haddad Maia, que só jogará no terceiro ou quarto dia do torneio, disputado em duas semanas desde o ano passado e assim dando mais fôlego aos tenistas. O saibro veloz, onde a brasileira caiu logo de cara em 2023, pode ser um aliado, mas a chave é dura, com sequência provável de Carol Wozniacki, Emma Navarro, Maria Sakkari (ou Elise Mertens) e Iga Swiatek.
No entanto, tudo o que Bia precisa no momento é jogar com menor favoritismo e poucos holofotes. Quem sabe, chegue até à ‘freguesa’ grega, ainda que Sakkari tenha recuperado por parte de seu melhor tênis, e reencontre então a número 1. Ainda que a polonesa seja um bicho-papão em qualquer saibro, uma boa atuação, como aquela da semi de Roland Garros, pode ser a chave de virada no momento de baixa da canhota paulistana.
Favoritos e sorteios
A chave masculina sairá nesta segunda-feira e haverá natural atenção em cima de Casper Ruud e Stefanos Tsitsipas, que dominaram a lentidão de Monte Carlo e o piso bem mais veloz de Barcelona, dividindo títulos. A velocidade do piso de Madri também dá chances a Alexander Zverev, Hubert Hurkacz, Grigor Dimitrov e Alex de Minaur. E pode ser momento de reação para Andrey Rublev e Holger Rune, que estão muito abaixo de seus potenciais. Daniil Medvedev? É capaz de qualquer coisa. Inclusive, nada.
Finalistas em Stuttgart, Elena Rybakina e Marta Kostyuk podem se reencontrar incrivelmente na terceira rodada. Quem passar, tem grande chance de semi. Aí pode duelar com Aryna Sabalenka ou Marketa Vondrousova. A parte de cima tem um quadrante com Coco Gauff, Ons Jabeur, Jelena Ostapenko e Veronika Kudemetova. Eu colocaria fichas na americana.
O adeus de Muguruza
Conforme deixou escapar em entrevistas recentes, Garbiñe Muguruza não estava mesmo animada para voltar ao circuito e assim, neste sábado, ainda aos 30 anos, oficializou aposentadoria e deve receber justas homenagens em Madri.
Nascida na Venezuela mas de alma espanhola, Muguruza foi por muito tempo aquelas jogadoras diferenciadas e admiráveis de se assistir. Depois de ganhar Roland Garros em 2016 de forma inesperada, trabalhou duro para ficar ainda mais agressiva e isso lhe rendeu Wimbledon no ano seguinte e a liderança do ranking. Em ambos, venceu uma das Williams, o que aumenta o gabarito dos troféus.
Mas encarou muitos altos e baixos a partir daí. Teve alguns momentos de recuperação, com o vice na Austrália de 2020 e ainda fez um ótimo 2021, que culminou com o título no Finals. Os hiatos se alongaram, veio o noivado em maio do ano passado e isso parece ter sido definitivo para que a espanhola entendesse o outro lado da vida. Felizmente, ainda planeja se manter ligada ao esporte e ao tênis.
https://www.youtube.com/watch?v=QQ2NFYQj0hE
E mais
– Rybakina obteve outro grande título no saibro. A campeã de Roma agora faturou no coberto de Stuttgart, deixando Swiatek no caminho. Ela se acha aliás prontinha para tentar ir longe neste Roland Garros.
– Ruud chegou ao 11º título, porém o primeiro acima dos 250, ainda que já tenha feito três finais de Slam, duas de Masters e uma no Finals. Destacou a mudança tática e a opção por ser mais ofensivo do que em Monte Carlo.
– Tsitsipas amargou o quarto vice em Barcelona e a 10ª final de nível 500 perdida. Inegável, voltou a jogar um tênis competitivo.
– Os argentinos somaram grandes campanhas na semana do saibro, mas ficaram sem títulos. A maior chance coube a Mariano Navone em Bucareste, derrotado por Marton Fucsovics, que ganhou seu segundo ATP seis anos depois do primeiro.
– Incrível mesmo foi a conquista inédita de Jan-Lennard Struff. Aos 33 anos, ganhou Munique em cima de Taylor Fritz, uma final decididamente inesperada.
– Sloane Stephens também encerrou jejum e ganhou seu primeiro WTA desde 2022 no novo torneio de Rouen, no saibro coberto.
– Monteiro, Meligeni e Pigossi tentam o qualificatório de Madri. Felipe enfrentará Thiem, Thiago cruza com Pouille e Laura terá pela frente Pera. Nada fácil.











Rodrigo Lightman:
Para mim, o GOAT é Gaston Gaudio.
Concordo contigo, números de Grand Slams não querem dizer nada.
Quem seria Novak Djokovic perto de Pete Sampras, não é mesmo? “Apenas” possui a mesma quantidade de Wimbledons do americano.
Realmente, uma boa semana para torcida.
Até agora, uma semana perfeita.
Vamos, Brasil!
José Nilton, em razão das muitas promessas não vingadas no tênis, sou refratário a qq tipo de oba-oba com nossos prodígios. Preciso ver p crer. Mas, cá entre nós, é impossível n se animar com o João Fonseca, não? Com seus míseros 17 anos, o carioca já desfila um tênis superlativo. Incrível imaginar o que esse garoto pode vir a fazer quando adquirir mais rodagem. Espero que se mantenha saudável e com a cabeça no lugar. Dia feliz p o tênis brasileiro. Saudações, meu amigo.
Olha, Joaquim, eu sou um dos mais reticentes nesse campo, porque já vi acontecer de tudo. No entanto, não é apenas empolgação. Os resultados estão aí e o nível técnico é evidente. Está jogando contra tenistas superiores em experiência e ranking e está fazendo excelente atuações. Então fiquemos mesmo felizes e aproveitemos para curtir, porque o tênis do João é muito gostoso de se assistir, não achas? Abração!
Sem sombra de dúvidas, José Nilton!
Dalcim, vi q Rafa venceu com tranquilidade, algo esperado. Gostaria avaliasse a qualidade do serviço, acho q esta melhor do q em Barcelona? Creio q esse detalhe é algo essencial nesse momento.
SERIA MUITO PROVÁVEL que com as mesmas altas de Federer, de Nadal e de Djokovic, Pete Sampras conquistasse os mesmos números de slans do suíço, do espanhol e do sérvio, já que encerrou a carreira aos 31 anos, ou seja, com dez anos menos que Federer, sete menos que Nadal e seis menos que Djokovic. Fazendo uma simulação sobre o tempo a mais que Sampras poderia ter atuado, tendo como referência o tempo mínimo de distância etária, que são os seis anos em relação ao sérvio, com um slam por temporada o americano chegaria aos 20 de Federer, já que pôs fim à sua brilhante carreira com 14 troféus de nível 2000. A partir destes mesmos seis anos, consideremos que Sampras conquistasse mais de um slam em um ou dois anos isoladamente, ele chegaria, muito provavelmente, aos mesmos 22 de Nadal. Quanto aos 24 de Djokovic, ou seja, dez a mais do que Sampras, basta que se considere a mesma distância etária entre ambos, somada à média anual de slans do americano( algo em torno de dois ), e teríamos, ao final dos anos 90/início dos 2000, um tenista com ao menos os mesmos 24 de Djokovic e de Margareth. Tendo sempre como base o fator etário inferior de Sampras, e principalmente seu inegável talento para jogar bola, teríamos, enfim, o maior recordista de todos os tempos, com suas mais de 24 taças de nível 2000…
Falou muito e nada aproveitável.
Se, se, se, se….
Sampras já estava com o jogo obsoleto, velho para a época e dificilmente teria ganhado outro Slam depois de 2003, muito menos Roland Garros. Terminou sem Career Slam e com míseros 11 Masters 1000.
*depois de 2002
PAULO ALMEIDA, se você tivesse prestado atenção direito no teor do meu comentário, teria percebido que o que fiz foi uma simulação, fazendo uso do próprio termo, o que ajuda bastante no entendimento de quem lê e não manja coisa nenhuma de semântica. De resto, você já viu um tenista “com o jogo obsoleto” ganhar um grand slam sobre seu maior adversário? Pois foi isso que Sampras fez no US Open de 2002, para, posteriormente, encerrar sua brilhante carreira, sem disputar mais nenhum torneio após o slam novaiorquino. Fê-lo porque já estava cansado da rotina exaustiva da ATP e sobretudo por sentir falta de estar mais tempo com a sua família. Ele não ostentava um jogo ultrapassado coisa nenhuma, e se você tivesse um pouco mais de memória, ou se se dignasse a pesquisar a respeito do que não sabe, passaria a saber que Sampras jogou os dois últimos anos de sua carreira apenas de forma sazonal, justamente pelo motivo que acima citei. Entendeu agora o que é simulação e o que é semântica? Entendeu porque Sampras ofereceu “apenas” o que tinha para oferecer no princípio dos anos 2000, mas não pelo “jogo obsoleto” que você atribuiu ele? Pois é…
Jogo obsoleto facilmente marcado pelo pusher Hewitt. Sampras deu sorte no chaveamento do USO 2002.
Sua simulação é fraca, nada convincente e digna de risadas.
Sem choro.
VITÓRIA HISTÓRICA de Thiago Monteiro sobre o sérvio…
O aguardado romance “Rivais” chegou hoje nos cinemas. No novo filme do diretor Luca Guadagnino, Zendaya divide a tela com Josh O’Connor e Mike Faist ao dar vida a um triângulo amoroso entre três tenistas unidos pela sede por vitórias e por uma paixão fulminante.
Dalcim sobre a declaração do nadal dizendo que se RG fosse hj, ele não jogaria porém tem aí intenção de jogar as olimpíadas.
Claro que tem o aspecto físico aqui, porém na sua opinião, é mais sobre legado ou patriotismo essa declaração do nadal?
Pq eu consigo ver dos 2 jeitos, ele não quer jogar RG como está agora pq tem receio de performar mal e ser uma última lembrança ruim em RG, ele prefere ter como título de 2022 ou tentar algo ano que vem se puder, e também consigo ver como patriotismo de ele se importar mais com as olimpíadas, pq assim o aspecto físico pode ser um fator mas eu sinto que o nadal não vai para Paris só para jogar simples, acho que ele joga duplas ou mistas, a não ser que ele queira se aposentar jogando nas olimpíadas, aí eu entenderia ele jogar só simples, mas a sensação que eu tenho é que pode ser às 2 versões que eu trouxe, na sua visão e experiência, o que vc acha que é?
Acho que a questão são mesmo os possíveis 5 sets, Vinicius. Aparentemente, ele parece certo de que não aguenta. Sem falar, é claro, que perder cedo em Barcelona é muito diferente do que perder numa estreia de Roland Garros, pensando é claro com o que ele provavelmente pensa.
No masculino que me lembre só Roger Federer com 41 anos .jimbo com 42 anos .rosewall com 45 anos jogaram em alto nível.se não estou enganado.
Desculpe mas comparar o tênis masculino atual com a época do Connors e, pior ainda, do Rosewall, é um disparate! São praticamente esportes distintos. A evolução foi brutal, não há termo algum de comparação, penso eu…
Realmente como você diz penso eu …esta enganado
Dalcim. O que acontece que mulheres com 36/37 anos conseguem jogar em alto nível como kerber,Tatyana Maria,Laura siegeumd,Sara errani,talvez tenha esquecida alguma. E no caso do masculino param com 33/34 anos.vemos o caso do Nadal que quer fazer uma temporada de despedida mas esta com muita dificuldade. Com 37 anos.Arevane rezai voltou a jogar com 34 anos e elena vesnina voltou a jogar duplas com 37 anos
Você está esquecendo da idade de Wawrinka, Monfils, Djokovic e Murray, não? São todos além dos 36 anos e ainda jogando um tênis digno. Então acho que cada caso é um caso. Mas evidentemente o componente físico do tênis masculino é muito mais exigente que o feminino.
Sim.obrigado dalcim
Rafa deve ter feito um curso de como se portar em entrevistas coletivas com o Rogério Ceni (como técnico, claro), só diz coisas depressivas…
O Nadal deveria ter encerrado a carreira ano passado. Voltar para ficar tomando paulada dessa galera. Está parecendo o Schumacher quando voltou a correr para detonar o currículo dele. Por isso, para mim, o maior de todos é Pete Sampras, foi lá, venceu o US Open e saiu por cima. O último jogo dele, simplesmente, foi a vitória de uma final de Slam. Djokovic ainda pode conseguir isso , mas está cada vez mais difícil. Agora,em termos de rendimento financeiro, o Federer está anos luz à frente de qualquer tenista. Isso mostra que seu nome é o maior de todos.
Senão me engano o Gulbis é filho de banqueiro, sendo assim mais rico e pelo seu pensamento seria o goat.
E Sharapova e suas balas ganhou muito mais dinheiro que Serena, novamente pelo seu racional ela é maior que a americana
Dizem que a Jessica Pegula tem família bilionária, indo nessa toada.
E Gulbis realmente é muito rico. Viajava de jatinho particular, inclusive levando alguns colegas de carona.
Então Pegula é goat junto do gulbis, caso encerrado.
O tenista mais rico é o romeno Ion Țiriac, que depois do tênis virou um megaempresário, inclusive já foi proprietário do Master de Madri.
E a interpretação de texto? Federer ganhou esse dinheiro jogando tênis e modelando muito bem seu nome e sua marca. Esses são ricos por procuração. O nome Federer é maior que o do Djokovic mas os recordes incontestavelmente são do Djokovic. E a interpretação de texto?
Encerrar a carreira ganhando um Slam e batendo todos os recordes não é para qualquer um. Depois vieram e bateram seus recordes, mas Pistol Pete é único.
71 Big Titles renderam muito mais dinheiro do que “apenas” os 54 de Federer.
Se for pelo número de títulos Jimmy connors teve 109.número que não deve ser alcançado por nenhum dos 3.se não me engano
Sim Rodrigo. Sampras saiu por cima
Interpretei seu texto corretamente, apenas fiz um adendo ao comentário do Marcelo Costa, que como eu, discordamos de você quanto a Roger Federer estar a anos luz dos outros, porque ganhou mais dinheiro, mesmo que dentro de quadra, ele não ganhou mais que Djokovic, por exemplo.
E Sampras realmente é único, como os outros dois citados aqui, são.
De qualquer forma, o sérvio ainda não encerrou a carreira, o que pode acontecer até esse ano mesmo, depois de levantar mais um Wimbledon, ou RG ou US Open, quiçá o próximo AUS Open.
Forte abraço.
Sim, um cara que se aposenta com 14 Slams é maior do que um que tem 24 ainda número 1 do mundo. Tá serto.
Meu critério financeiro é outro: o maior é quem faturou 182 milhões de dólares dentro de quadra.
Quando esse tal serviozinho que não joga nada ( !?! ), não ganhava nada, tudo o que era mais no tênis era o parâmetro para se definir os melhores.
Hoje, que ele virou a mesa, os parâmetros também fora parar debaixo dela.
Haja apelação.
Com exceção das semanas consecutivas e do dinheiro ganho com patrocínios, rsrsrs.
O de tênis número 1 mais velho da história também não vale mais kkkkk
*tenista
Até outro dia valia muito esse daí.
Certo e com c .e não com s
Negativo, é com s mesmo.
Tá “serto” entre aspas e com “S” significa ironia, ou seja, ele achou graça no texto de quem escreveu, e realmente é engraçado.
Então ele tá ‘serto”, acho que agora está certo.
Kkkkkkkkk
Dalcim, sei que é muito cedo, mas projetando pelo que você está vendo agora, em que nível você vê Fonseca chegando?
Nível um Taylor Fritz? Nível um Zverev? Nível um Federer?
Puxa, Nando, seria um chute muito alto a se dar neste momento. Acho que, pelo conjunto do que vemos em termos técnicos, emocionais e físicos, ele tem potencial claro de ser um top 50. Mas daí em diante é outra situação. O favoritismo muda de lado, os torneios serão sempre fortes, todo mundo sabe como todo mundo joga. Então será uma outra etapa a ser cumprida. Mas devo ressaltar que me agrada demais o fato de ele ter um estilo adaptável a qualquer piso e isso certamente o faz candidato a ir bem mais acima do ranking.
Preciso e lúcido como sempre.
Brilhante resposta! Torcedor brasileiro é de uma imaturidade impressionante. Tem uns achando que ele já vai ser um novo Guga e o garoto nem fez uma temporada inteira ainda…
Boa noite meu caro.
Uma pergunta: o quanto ser patrocinado pelo Federer ajuda o Fonseca no cenário do tênis? Ganhou o convite pra Madri e agora RG tbm está avaliando um convite ao brasileiro. Será que nos bastidores há uma mãozinha indireta do suíço?
Não acho que o fato de ele ser patrocinado pela On, marca que tem o suíço como um dos principais investidores, seja o fator mais relevante. Acho que a questão técnica e o potencial demonstrados falam mais alto que isso. Seu nível de tênis sem idade tão baixa e o que tem feito diante de adversários de alta categoria me parecem fazer a real diferença.
Dalcim, 3 jogadores na chave de um M1000, quando foi a última vez?
Monteiro furou o qualy, espero que defenda a segunda rodada do ano passado.
Fizemos a apuração neste link: https://tenisbrasil.uol.com.br/brasil-nao-tinha-tres-jogadores-em-masters-desde-2010.html
Vejo Rafa passando pela primeira rodada e fazendo uma partida mais equilibrada contra o Di Menor. Pensar em grandes voos não seria realista, mas quem sabe fazer 3 jogos…
Madri, hora de tirar o foco da Bia e assistir o desempenho de dois tenistas brasileiros que podem nos trazer alegria e orgulho no decorrer das próximas semanas. Avante, Wild e Fonseca, nossa torcida está com vocês!
Esperando ansioso os comentários do Sr. Ribeiro sobre o Prêmio Laureus. A conferir rsrs
Ele falou que vai dar um tempo.
Sério?
Mais uma boa notícia!
A conferir kkk…
E não deu outra: GOAT Djoko PENTA do Laureus!!! Ninguém merecia mais!!!
Boa sorte pro Fonseca em Madri.
rsrsrsrsrsrs Abs!
Dalcim, o convite ao João em Madrid surpreendeu-me bastante! Houve lobby da IMG ou foram méritos próprios do João?
Eu já havia anunciado isso no podcast que fiz depois do Rio Open, Paulo. Acho que foi mérito mesmo, mas obviamente um mecanismo de atrair o João para a IMG.
Os convites q o Fonseca têm recebido de vários torneios são por causa da qualidade de seu jogo e seu potencial ou sua equipe q tem bons contatos?