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Buenos Aires (Argentina) – Três brasileiros disputam a partir deste sábado o qualificatório para o ATP 250 de Buenos Aires. Thiago Wild, Thiago Monteiro e Felipe Meligeni precisam de duas vitórias cada um para entrar na chave principal, que já contará com João Fonseca.
Wild, de 25 anos e 198º do ranking, estreia contra o argentino Andrea Collarini, 229º colocado. O paranaense tem quatro vitórias em cinco jogos contra o rival. Se vencer novamente, pode enfrentar o italiano Andrea Pellegrino, cabeça 1 do quali, ou o convidado local Juan Manuel La Serna.
Monteiro, de 31 anos e 210º do mundo, enfrenta o italiano Franco Agamenone, 264º colocado. O cearense já venceu o rival neste ano, em Itajaí. Em caso de vitória, os possíveis rivais seriam o boliviano Hugo Dellien ou o argentino Genaro Olivieri.
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Já Meligeni, de 27 anos e 226º do ranking, joga contra o argentino Lautaro Midon, 231º colocado. O paulista levou a melhor no único duelo entre eles, disputado em 2024. Se vencer mais uma, jogará contra quem passar da partida entre o colombiano Daniel Galan e o argentino Juan Bautista Torres.
Já o veterano Daniel Dutra da Silva, 325º do mundo aos 37 anos, conseguiu vaga e vai se arriscar no quali do forte ATP 500 de Dallas, sobre piso sintético. Ele enfrenta pela primeira vez o britânico Jack Jones, 173º. O vencedor pode enfrentar o norte-americano Patrick Kypson, cabeça 1 do quali, ou o espanhol Carlos Sanchez.












E o Sakamoto acabou entrando de última hora no qualy de Dallas também. Perdeu pro cabeça 1 do qualy, mas embolsou uns bons dólares.
Boa sorte aos brasileiros! Mas vejo a situação deles complicada para chegar a chave principal. O Wild é quem tem mais chance, mas vai precisar suar. O Felipe ainda não está pronto, e o Monteiro dá poucas esperanças. E parabéns pro Danielzinho, o eterno.
wild deu sorte em dose dupla pelo convite do rio e põe conseguir jogar buenos Aires
Escolha esdrúxula a do Daniel, jogar um qualy de um ATP 500 em quadra dura.
esdrúxulo é seu comentário. deixa o menino jogar. ATP500 é sonho de qualquer um que transita em ITF e Chalenger. deixa ele curtir a vida!!!! está com 37 anos. tem direito de estar lá. tem um cheque de USD6.500 só por pisar na quadra. e se der um pouco de sorte vencer um jogo já soma 13 pontos (mais que quartas de final de chalenger) e mais de USD12.000.
O que o Daniel foi fazer em Dallas??
tem um cheque lá de 6.500 dólares só por pisar em quadra! e se passar uma rodada já são 13 pontos (mais que quartas de final de chalengers) e quase 12.000 dólares! gostei de ver!!! coragem!!!! atitude!!!!!
Ah ,que ele tem coragem, não tem dúvida disso. Só achei estranha a escolha. Mas devemos valorizar a resiliência e persistência do Daniel. Vai fazer 38 anos e gosta de estar dentro da quadra. Está sempre jogando. Não faz longas pausas. Serve de exemplo para vários brasileiros da nova geração que não tentam o suficiente. Bellucci já disse isso. O brasileiro precisa insistir mais. Agora tem essa moda de ir para o college. Até o João pensou isso, que seria uma tremenda barbaridade. Jovens com algum potencial hoje nem tentam o circuito. Lucas Andrade, Gustavo Ribeiro de Almeida, Pedro Rodrigues, estão no universitário. E o Bonini?? Cadê ele. Parabéns ao Daniel por resistir e estar sendo se desafiando.
Que role aleatório do Daniel rsrs
Boscardin n tava inscrito ou n foi pra chave do qualy por ter jogo por fazer em Rosário? Pq, pelo ranking, ele poderia ter entrado como alternate no lugar do Kicker..
O tênis brasileiro é uma vergonha. Um país com 230 milhoes de pessoas e essa penúria. Meligeni, Monteiro e wild disputando qualidade. São tenistas sem foco e pouca resiliência.
Quantos praticantes tem no brasil? Nao devemos ser nem um milhao. E na argentina? Provavelmente o dobro
Que seja o dobro.. quantas vezes mais jogadores eles tem no top 100 q a gente? E no top 200? A discrepância de resultados n é percentualmente compativel com o n° de praticantes aqui nao..
O problema é o trabalho ruim q é feito aqui dentro sim e a mentalidade nos nossos atletas médios?