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O tênis de elite está de volta ao saibro europeu, uma das fases mais interessantes da temporada, e o circuito masculino reserva muitas dúvidas, completamente ao contrário das meninas, em que só se espera que o domínio de Iga Swiatek siga firme e forte.
Novak Djokovic enfim está de volta às quadras, após longa pausa desde a inesperada e inquietante derrota em Indian Wells, e é o favorito natural sobre a terra, já que a nova geração e os velhos adversários ainda não mostraram toda sua potencialidade na superfície. A falta de um treinador e a pouca atividade competitiva desde janeiro são barreiras e por isso a lentidão de Monte Carlo pode ser o trampolim para recuperar a confiança e a majestade. De forma sábia, o mais velho número 1 da história chega com o discurso de que não sabe o que esperar neste começo e por isso a expectativa é baixa.
Claro que todos os olhares estão em cima da sensação de momento, o italiano Jannik Sinner. que até agora se mostrou muito mais um tenista de quadras duras. Em toda sua jovem carreira, o melhor que conseguiu nos grandes torneios do saibro europeu foram as semifinais do ano passado em Monte Carlo. Aliás, de seus 13 títulos de ATP, só um veio na terra, em Umag de 2022, que também foi sua única final até agora. O saque mais pesado e os golpes de base pesados que adquiriu no seu arranque serão compatíveis com a lentidão de Mônaco, a rapidez de Madri ou se encaixarão melhor em Roma e Paris? Vale lembrar que ele jamais passou das quartas em Roland Garros e isso aconteceu lá no anômalo ano de 2020.
Bem ao contrário, Carlos Alcaraz tem currículo já relevante na terra. Defenderá nesta cruzada os bicampeonatos de Barcelona e Madri, o que lhe confere favoritismo nesses eventos caseiros. Curiosamente, só disputou uma vez Roma e ganhou uma única partida no ano passado. Em Paris, marca progressos ano a ano, tendo sido quartas e depois semi, ainda que a memória de 2023 seja aquele desastre emocional contra Djokovic. O fato de chegar à sombra de Sinner talvez o ajude.
Não se pode descartar boas campanhas de Alexander Zverev, Andrey Rublev ou Holger Rune em algum momento do saibro. O russo já ganhou e foi vice em Monte Carlo, em campanhas que bateu Rafael Nadal, Casper Ruud e Rune, e esse é o lugar ideal para ele reagir numa temporada um tanto apagada. Zverev é uma incógnita e um tenista perigoso em dia inspirado, tal qual o dinamarquês. Daniil Medvedev, ainda que campeão de Roma, ainda precisa mostrar que realmente não teme mais o saibro.
Há candidatos a surpresas? Duas vezes finalista de Roland Garros, Ruud nunca pode ser ignorado nesta fase da temporada, ainda que jamais tenha erguido um troféu maior do que 250 na carreira. No entanto, já fez três semis em Roma, uma em Monte Carlo e outra em Madri e assim qualquer adversário provavelmente gostaria de ficar o mais longe possível do norueguês numa chave.
Por falar nisso, Monte Carlo promete disputa intensa. Djokovic tende a cruzar com Rublev nas quartas e o vencedor faria semi com Alcaraz ou Ruud. Não dá para ter uma panorama mais interessante. Na parte inferior, Sinner aguarda Rune ou Grigor Dimitrov nas quartas e tem Medvedev e Zverev como maiores cabeças numa possível semi, embora nesse setor possam pintar Tsitsipas, Karen Khachanov ou novidades como Francisco Cerúndolo e, por que não, Gael Monfils.
Monte Carlo é o mais lento de todos os torneios de saibro e por isso geralmente não serve como parâmetro para Roland Garros. Mas ninguém duvida que erguer um troféu no Principado é extremamente valioso para dar um empurrão.
Como a semana é de rodadas importantes na BJK Cup, incluindo para o Brasil, vamos analisar a expectativa do saibro feminino mais para a frente.











“CASAIS DO MESMO SEXO poderão ficar juntos no WTA Finals em Riad”. Isto, com certeza, é bom, já que se configura como algo democrático e enseja ainda mais o sentido de inclusão. Obviamente, trata-se de algo paliativo, mas já é uma boa evolução, se atentarmos para o fato de que a referida decisão ocorre numa região em que o conservadorismo é muito grande. Só espero que isto sirva de lição para que outros países ampliem sua visão esportiva para além do fator sexualidade, e toda uma gentinha homofóbica feche o bico, ou o teclado, antes de falar merda sobre a orientação sexual dos tenistas e das tenistas, incluindo os preconceituosos desta confraria…
Dalcim, tenho uma dúvida: minha impressão é que a quadra lenta de Monte Carlo favorece o backhand de uma mão do grego, já que este movimento precisa de mais tempo de preparação. Com isso, o jogo dele fica muito mais competitivo. Faz sentido? Sei que podem dizer que se fosse assim, RF teria vencido por lá, mas na época tinha o fator Nadal. Aí não dava mesmo, rsrs.
Abs
Sim, a meu ver é exatamente isso. Combina bem com ele, apesar de Stef também ter se saído muito bem em saibros mais velozes, como aquele quase título em Roland Garros.
Dalcim. Vai falar do confronto Brasil e Alemanha?
Claro!
Que atuação patética do Ruud neste set1, uma verdadeira piada. O pior é como está medíocre em todos os itens como fará em poucos minutos no set2?
Achei o Djokovic pouco motivado neste ATP de Monte Carlo.
Se fizer uma média, ele deve ter jogado 70% da sua capacidade.
Contra o rápido e errático De Minaur estava até soltando o pulmão pela boca.
Cansaço ou falta de vontade.(?).
Desconfio que ele não tem muita simpatia por esse torneio.
Focado, focado mesmo, eu só o vi na estreia contra o estabanado Safiullin. Nas outras partidas, foi isso aí mesmo: meio apático e pouco a fim de jogo
Mas contra o Ruud, não demonstrou cansaço, mostrou vontade, quando empatou o jogo no set 3, mas infelizmente vacilou no 4×5.
E ninguém tava falando do bicampeão do torneio o grego Stefanos, colocaram um monte de candidatos a surpresas que se quer fizeram final em Montecarlo, sem título grandes no saibro, experiência e retrospecto não podem ser descartados jamais independente da fase, substimaram o grego.
Porque ele vinha jogando mal há meses. Ainda assim não creio que esteja entre os principais favoritos pra Roland Garros.
Leia meu comentário novamente, pois vc não entendeu nada do que falei
“ninguém tava falando do bicampeão do torneio o grego Stefanos, colocaram um monte de candidatos a surpresas que se quer fizeram final em Montecarlo”
Ninguém tava falando nada porque ele não estava jogando nada, quer que desenhe?
Vou traduzir, mesmo não jogando nada retrospecto não se joga fora, colocaram Dimitrov, Khachanov, Sinner como possíveis surpresas sem nunca terem ganhado nada no saibro, o mínimo era colocar ele no mesmo pote desses aí, é o mesmo que Chegar na quadra dura e colocar Ruud na frente do Medvedev caso Medvedev estivesse numa fase horrível.
Concordo. Eu mesmo vivo elogiando o grego. Mas a verdade é que tinha tempo q não aparecia no circuito e pouca gente falava dele justamente por isso.
Também não colocaria Dimitrov e o Russo acima dele no piso, incluindo Medvedev, mas não duvido que fizeram isso rs…
Bizarro o saibro não ter desafio.
Naquele saque fora do grego o Sinner abriria 4-1 no terceiro set e encaminharia a vitória. Torço pro Djoko então essa derrota do italiano foi boa em termos de ranking, mas não vejo sentido nessa insistência em não ter desafio, sabendo da velocidade da bolinha no circuito atual.
É que desafio envolve despesa. Tudo tem custo.
Como descrevi pouco mais acima, uma marca no saibro é mais segura que o desafio. Nao existe essa precisao absoluta na rápida e no saibro menos ainda pela variaçao do terreno.
Abs
Putz… vc deveria rever o lance que indiquei então. Se houvesse um simples desafio, isso mudaria o rumo do jogo e do torneio.
******Djokovic: copo meio cheio ou meio vazio?*****
Depende. Pros ‘haters’ dele, meio vazio. E pros seguidores, meio cheio.
Tem gente dizendo que ele está acabado e que não ganha mais nada, que a idade está pesando, etc. E tem os fãs dizendo que ele fez campanha melhor em Monte Carlo do que no ano passado, o que é animador pra Roland Garros.
A verdade é que torcedor algum gosta de dar o braço a torcer. Então destaca aquilo que melhor lhe convém. É por isso que vemos aqui um desfile de números de lado a lado… tipo um jogando na cara do outro.
Pessoalmente, acho que não adianta… mas talvez sirva de passatempo pra quem gosta de estatísticas.
Vi algo q nunca imaginei ver: Djoko se arrastando na quadra fisicamente. E a final de MC será uma manada de zebras, pois os vencedores das semis foram inesperados. Isso sugere equilíbrio amanha.
E o Big3 definitivamente se aproxima do fim…
Conseguiu errar nas quatro frases que escreveu, kkkk. Djoko demonstrou problemas físicos contra Musetti e De Minaur também. Como zebras, se Tsitsipas é bicampeão em MC e Ruud recordista de vitórias no saibro de 2020 pra cá? Tsitsipas é favorito amanhã. Djoko ainda tem lenha pra queimar, foi melhor em MC do que vinha sendo em muito tempo…
Concordo.
Hoje, ele estava mais forte que ontem. Inclusive jogou melhor hoje. Uma pena não ter conseguido vencer. Fez um segundo set impecável, sem nenhum erro não -forçado.
Seu grande vacilo foi sacar em 4×5 do terceiro e já sair de 0x40.
Vc está parecendo aquele rapaz pseudo-humilde que não consegue ficar quieto mesmo quando não tem nada p postar kkk. Vamos aos fatos: 1) se vc não notou, eu postei “vi”, ou seja, traduzindo, “eu assisti”, enquanto eu não assisti contra os outros dois, captou kkkk???? 2) não vi ninguém postando que a provável final seria o grego vs Ruud, será q vc viu? Acho q não; 3) “sugere” não significa q não há, captou kkkk???? 4) se aproxima não significa q chegou, captou kkkk?????
O GOATaço infelizmente perdeu a chance do Triple Golden Masters. Oscilou demais pra variar, mas até teve alguns bons momentos no jogo. Começou melhor do que o esperado a gira de saibro pelo menos.
E o Sinner vai ter que melhorar muito na superfície se quiser ganhar RG.
Djoko vai ter que ser menos errático em RG. Muito precipitado nas trocas de bola.
É isso goat. Tem que trabalhar os pontos. Muita água para rolar ainda. Na torcida.
Como o Djoko está displicente. Quer dar madeirada toda hora ao invés de trabalhar melhor cada ponto. Isso causou uma quebra contra no terceiro set. Vamos ver se consegue empatar.
Vc deveria abordar que não tem mais cabimento torneios importantes com juizes de linha, pós advento da marcação eletrônica. Não dá mais!
Esse Monte Carlo foi ridículo, Medvedev tinha razão! culminando com a dupla falta do Tsipas que seria quebra pro Sinner na semi. Se R Garros não mudar vai ficar superado.
A marcação eletrônica tem um custo…e acho que não é barato não.
O custo realmente é altíssimo.
Interessante é que quando Djokovic sugeriu que todos os torneios deveriam adotar juízes eletrônicos, em 2021, para variar, caíram de pau nele, sugerindo que ele empregasse todos esses profissionais que ficariam sem empregos.
O sistema nao é 100% seguro, uma marca no saibro é mais confiável.
Além disso o solo do saibro varia, junto com a altura da linha.
Abs
Mas é mais seguro que o olho humano.
O problema é que um juiz no saibro, mesmo vendo uma marca apontada por um jogador, nitidamente fora (ou boa) e mesmo vendo o adversário calado – o que demonstra que o reclamante tem razão – jamais volta atrás. Já vimos tanto isso.
Palavra de rei não se volta atrás – deve ser o lema para os juízes.
Teve um ano, ali mesmo em MC, de uma contenda enorme entre David Goffin e o juiz que semana passada era o diretor do torneio, num jogo contra Rafael Nadal, que permaneceu o tempo todo sentado e calado.
Gosto muito do Sinner, mas especialmente no saibro, vai precisar acrescentar mais no se jogo, como drops e slices.
Tem dias que só espancar a amarelinha e tentar ficar tentando winners, não é o bastante.
Apenas winners não ganham campeonatos, como bem sabem os adeptos da seita alpina.
Mas RF estava longe de ser um cara que só dava winners, pelo contrário.
Assim como Djoko está longe de ser um cara que “só passa bolinhas”.
Penso que Sinner defende muito bem aliás.
Não se ganha 20 slams ficando nos extremos
Abs
É MUITO TRISTE VER AS UCRANIANAS Elina Svitolina, Lesia Tsurenko, Yuliia Starodubtseva e as irmãs Lyudmyla Kichenok e Nadiia Kichenok, sem casa própria para defender seu país na Billie Jean King Cup/2024. Como se sabe, a Rússia invadiu seu país há mais de dois anos, e não há como vários profissionais do esporte em geral desenvolver suas práticas, bem como a maioria dos cidadãos ucranianos. Por conta disso, as tenistas ucranianas estão tendo que fazer valer seu mando de jogo nos Estados Unidos, justamente o proprietário do ocidente e amigo da onça dos países miseráveis. Obviamente, uma coisa não tem nada a ver com outra, apenas aproveitei o ensejo, para exercitar meu senso de analogia. Voltando à Ucrânia, tomara que suas meninas consigam ao menos a classificação para a próxima fase dessa competição por países, afinal, seria um alento mediante a escrotice russa que as quer sem pátria…
Muito triste Valmir!
Sinner irreconhecível no início da partida. E a bem da verdade o grego bem mais regular e preciso…
Dalcim , o que você está achando da evolução do João Fonseca ?
Acho que está tudo normal. Primeiros passos no profissional são lentos e ele já está fazendo bons jogos
Infelizmente penso que não será desta vez que enfim derrotaremos a Alemanha na BJK Cup. Somos totalmente dependentes da Bia que se encontra em fase ruim e isso derruba nossas chances. Infelizmente…
Legal q finalmente Rafa voltará a jogar. Vi q terá uma primeira rodada contra um desconhecido, mas se vencer vai encarar possivelmente o Di Menor, aí terá muita dificuldade pela falta de ritmo. Vamos aguardar…