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Justiça foi feita, ainda que com algum suspense.
Os dois jogadores que tiveram desempenho mais destacado ao longo destes agora 15 dias de Australian Open acabaram com os troféus em suas mãos. Jannik Sinner chegou a seu primeiro título de Grand Slam com vitórias sucessivas sobre três dos top 5 do ranking, quase o tempo todo mostrando um tênis muito maduro, e Aryna Sabalenka jamais sentiu o peso de defender a conquista do ano passado e atingiu o bi um tanto raro até com facilidade, sem perder um set sequer.
Há detalhes essenciais a ser observados na confirmação de Sinner como um dos grandes nomes do tênis pós-Big 3. Nunca houve dúvidas sobre seu potencial técnico, mas o físico era um ponto de interrogação, muitas vezes tirando suas chances de ir longe em torneios de peso. E num Slam de cinco sets, era ponto mais do que fundamental, já que seu próprio estilo, sempre postado atrás e disparando bolas pesadas, exigia fortalecimento muscular e resistência.
A chegada de Darren Cahill em junho do ano passado também deu novas armas ao italiano, ao mesmo tempo que o ensinou a administrar melhor o andamento da partida. O primeiro saque passou a ser elemento-chave para que pudesse comandar o ponto logo na segunda bola e hoje o vemos sacando muito perto dos 200 km/h o tempo todo. O treinador australiano também parece ter tirado o medo de Sinner de se arriscar na rede. Os voleios ainda são raros, mas firmes.
Sem esse conjunto de habilidades aprimoradas, muito provavelmente ele não teria vencido tanta gente importante nos últimos meses e é certo que ganhar duas vezes de Novak Djokovic e ainda por cima ajudar a Itália a recuperar a Copa Davis na reta final da temporada tenham sido essenciais para o sonho do primeiro Slam se concretizar. O que vimos em Melbourne foi um Sinner confiante e sereno, com plano preestabelecido e ajuste fino em todos os golpes.
A final deste domingo contra o ‘ironman’ Daniil Medvedev explicitou um pouco de tudo. O russo fez um início espetacular de partida, optando outra vez por tirar o tempo do adversário, ao jogar mais perto da linha de base, e com isso se tornou agressivo o tempo todo. Aquele Sinner que acuou Djokovic desta vez era o que corria e se defendia. É um tanto provável que Medvedev sabia que não podia atuar como nas três derrotas anteriores para o italiano, assim como era ciente de que o cansaço jogava contra ele. E foi o que aconteceu.
Sinner jamais abdicou da ideia de forçar ralis, mas a consistência que mostrara diante de Djokovic só começou a aparecer no terceiro set. Foi aliás a parcial mais equilibrada e definitiva da partida, em que o italiano aproveitou o único break-point no último e longo derradeiro game. Dai em diante, mesmo com Medvedev ainda sacando com qualidade, Sinner já tinha leitura adequada e conseguia entrar na maioria dos pontos. Era uma questão de trabalhar com paciência e trocas de direção na hora certa, porém ainda assim esteve contra a parede quando cedeu chance de quebra no sétimo game. Foi a hora de mostrar outro aspecto notável desta campanha: o sangue frio.
Apesar das pernas cada vez mais lentas, Medvedev – que se torna o tenista com mais sets disputados num Slam, com 31 – lutou bravamente na quinta série e ainda suportou pontos muito longos. A diferença física era nítida e Sinner construiu sua conquista espetacular sem pressa, mas com empenho. Jogou-se ao chão, recebeu carinhoso cumprimento do russo e foi dividir a alegria com sua competente equipe. O discurso, com seu jeito sempre contido, teve como ponto alto o agradecimento à família que jamais o pressionou.
Como se vê, um campeão é a soma de muitas coisas sóbrias, suadas e bem feitas.
Sabalenka esbanja felicidade
Personalidade muito distinta, Aryna Sabalenka não escondeu o que sentia ao conquistar de maneira incontestável o segundo troféu de Slam da ainda jovem carreira. Soltou largos sorrisos, fez dancinha, brincou com as palavras e ousou até tomar champanhe durante a entrevista oficial, toda descontraída.
Como se viu ao longo de toda a semana, a bielorrussa foi a mistura ímpar entre impetuosidade e controle emocional. Ao melhor estilo Serena Williams, começou cada partida se impondo desde a primeira bola, não deixou a adversária respirar com devoluções arriscadas e trocas de bola muito curtas. Contou sempre com o primeiro serviço para fechar portas e desmotivar reações. Seu único jogo realmente duro foi diante de Coco Gauff, onde havia o aspecto emotivo da derrota recente no US Open, mas até nessa hora Sabalenka mostrou estar com a cabeça em ordem.
Qinzen Zheng também é uma jogadora de bom primeiro saque e preferência por forçar o forehand, mas não conseguiu competir com a número 2 do ranking. O começo de jogo tenso de um lado e fluído do outro ajudou muito no placar tranquilo, ainda que a chinesa de 21 anos tenha somado três break-points. Quem olha winners (19 a 14 para Zheng) e falhas (14 de Sabalenka contra 16) pode não entender o placar tão elástico. Daí a importância dos chamados ‘erros forçados’, ou seja, quando uma tenista induz a outra ao erro por conta de uma bola muito profunda ou à correria pela quadra.
Mais tarde, Aryna contou que o plano de seu falecido pai era de que somasse dois Slam na faixa dos 25 anos, o que acaba de cumprir. Também se acha uma tenista muito versátil, já que tem também semis na grama de Wimbledon e no saibro de Paris, pisos onde acha que pode progredir. E não está com pressa de recuperar a ponta do ranking. “Com dois títulos de Slam, acredito cada vez mais em mim mesma”.
Duplas premiam veteranos
O indiano Rohan Bopanna enfim conseguiu seu inédito troféu de Slam, o que coroa de vez a liderança do ranking de duplas a partir desta segunda-feira. Aos 43 anos, ele se tornou o mais velho duplista a vencer um Slam, o de maior idade a chegar ao número 1 e o que mais Slam disputou até enfim ganhar um troféu (61). Seu ótimo parceiro, o local Matthew Ebden, será o vice-líder – tem mesma pontuação, porém três torneios a mais disputados – e repete o sucesso de Wimbledon de 2022, quando jogou ao lado de Max Purcell.
Um pouco mais jovem, aos 38, a taiwanesa Su-Wei Hsieh mostrou toda sua vitalidade ao ganhar as mistas e as duplas femininas, esta ao lado de Elise Mertens, como fizeram em Wimbledon de 2021. Hsieh tem agora oito troféus desse quilate, sendo sete em duplas femininas. Já Merten chega ao bi da Austrália e o quarto da carreira.
Público recorde
O dia adicional ao torneio principal cumpriu seu objetivo e o Australian Open se tornou o primeiro torneio em todos os tempos a superar a marca de 1 milhão de visitantes, computando-se desde o qualificatório.
Vencedor do Desafio
Nove leitores acertaram que o título de Sinner neste domingo seria em cinco sets. Mas nenhum deles imaginou sequer que o italiano iria perder o primeiro set, quanto mais os dois primeiros. Dessa forma, foi preciso ver quem chegou mais perto dos placares e do tempo de jogo e assim o vencedor foi Ulysses Koba, que receberá em casa a camiseta TenisBrasil 25 Anos. Ele deve enviar no email [email protected] seu endereço completo. Parabéns!










Quando se fala na imaturidade de Alcaraz , o que dizer de Rune e sua mamãe “ empresária “ rs ??? . Apenas dois meses pra dispensar um dos Ex – Treinadores de Federer e desde 2005, Capitão da Suíça na Davis , Severin Luth . O mais engraçado é que o principal da equipe ( Boris Becker) não ficou na quadra no AOPEN e sim comentando pra TV … E acaba de ser eliminado novamente em ATP 250 ( por lesão…) . As entrevistas de Ex – Tenistas e Treinadores continuam uma comédia. Titio Toni : “ agora tenho certeza que SINNER vai ser terrível rival pra Carlitos nos próximos anos … rs “ ) . Somente agora ?? . Abs!
Dalcim, coloquei uma pergunta sobre a estabilidade do Medvedev, não vi a matéria que postei e nem a resposta
Uai, como não? A resposta está lá.
Cearense e a dupla deram conta do recado. Parabéns. Só não entendi por que o Thiago Wild não deu as caras.
Dalcin, oq achou dos jogos do 1° dia no Brasil na Davis? Abraço
O resultado final foi bem dentro do esperado, mas eu diria que o sueco que enfrentou Monteiro jogou mais do que eu imaginava – esteve bem perto de levar ao terceiro set – e que Heide fez um excelente começo de partida e não aproveitou o evidente nervosismo do Ymer.
Não dá nem pra acreditar: finalmente ficaremos livres do multimediocre Sainz, q será trocado pelo multicampeão Hamilton. Que upgrade espetacular. Estamos voltando ao caminho correto, rumo a competitvidade perdida na Ferrari, de onde nunca deveríamos ter saído…
Dalcim, tava vendo um negócio, de fato Zverev, Rublev, Fritz, Shapovalov, Auger Aliassime, Rune, e mais algusn outros, já ganharam Slam juvenil, porém a maioria dos que ganharam são completos desconhecidos que provavelmente não devem nem ter sido top 100 depois do Slam.
Minha pergunta é, serve de parâmetro pra que ser campeão de Slam juvenil?
Serve de parâmetro, com certeza, Duda, mas não é qualquer garantia. Há inúmeros juvenis que ganharam Slam ou chegaram ao número 1 que não embalaram como profissional e os motivos são diversos: falta de oportunidade, lesão grave, cobrança excessiva, pouco comprometimento…
Dalcim,
Krueger 5×1 sacando e com mach point
Perde o jogo ,tem sacanagem aí
Vc viu isso?
Não vi, Bruno. Será?
Dalcim, vendo a virada do Simmer em cima do Medvedev lembrei-me de um torneio, acho que USOPEN há algum tempo no qual Madvedev estava com uma grande vantagem sobre o Nadal e no fim perdeu o jogo; o que achas o que falta a ele para concretizar suas vitórias?
Foi lá na Austrália mesmo, em 2022. Ou seja, perdeu duas finais lá de virada, incrível isso. Acho que naquela época faltou cabeça, administrou mal a partida e o Nadal cresceu demais na reta final da partida. Já contra o Sinner, faltou mesmo gás. Era nítida sua lentidão no quinto set.
https://tenisbrasil.uol.com.br/troicki-djokovic-nao-vai-ganhar-todos-os-grand-slam.html. Que raciocínio brilhante, como não pensei nisso antes????
Depois de findado o AO, até os esquimós do outro lado do Ártico sabem que não vai dar pra fechar o Grand Slam.
Maurício e ao Luiz Fernando também, é óbvio que não.
O GS do próximo ano, será mais difícil ainda.
Mas o Troicki quis dizer que não é possível seu compatriota vencer todos os GS, como sugerem as pessoas, após uma derrota como nessa semi, exclamarem: ohhh, ele perdeu… é o fim…
Foi isso.
Ah, sim. Também acho que ele ainda tem muita lenha pra queimar. Teve o problema do cotovelo e me parece que uma virose também.
Luiz, o Djoko ainda é muito competitivo, sem duvida, mas algumas declarações dos caras são risíveis…
Dalcim, o Thiem agora deverá trocar de técnico. O Vajda que treinou por tanto tempo o Djokovic seria uma boa opção para recuperá-lo (caso estivesse disponível)?
Me parece uma ótima opção, Robson, até porque o Thiem tem alguma semelhança na forma de jogar. O austríaco precisa mais de um ‘analista’ porque me parece ter muito de cabeça nessa dificuldade toda. Claro que a troca de forehand tirou muito de sua confiança, mas isso só se resolve com muito, muito treino.
Salve Dalcin,
Espero que tudo esteja bem e mais uma vez parabens pela grande cobertura do AO. Parabenizo vcs tambem pela nova diagramacao do site, mas confesso que tenho saudades do modo antigo!! Estava mais acostumado!!
Fiquei com uma impressao meio melancolica da passagem do tenis brasileiro pelo AO. Nada foi a contento e, especialmente em relacao a Bia, achei que dava para ter feito bem mais – A Zheng que me diga!!! As duplas tambem nao foram nada bem e mesmo a Luisa ainda tem um bocado de trabalho pela frente, isto se a parceira for mais definitiva.
O que voce achou da participacao brasileira e como pensa que sera a evolucao dos nossos tenistas?
Um grande abraco e muitas felicidades a todos.
Isso é normal, Alexandre, sempre demoramos um pouco a nos habituar com mudanças, ainda mais quando se trata de Internet. Mas tenho certeza que o novo design é muito mais prático. Quanto aos brasileiros, realmente não foi o começo de ano esperado. Bia pegou chave boa e não aproveitou, Luísa não conseguiu se preparar com a nova parceria e a dupla da Bia com a Townsend teve um daqueles dias tenebrosos. O Wild no entanto foi uma grande surpresa e ficou bem perto de derrotar o top 5 Rublev, o que talvez tenha sido nosso melhor momento por lá. Enfim, ainda há muito chão e acredito que vitórias importantes virão. Abs!
É mais do que evidente que, a partir de 2017, desde quando as premiações têm subido incorretamente em seu benefício, escoradas nos lucros do tênis profissional masculino, o circuito da WTA tem atingido o ápice do insosso.
A ausência de Kerber, Williams, Kvitova, Sharapova, Clijsters, Henin, Davenport e Hingis transformou o circuito profissional de tênis feminino em um verdadeiro suplício.
Meninas – algumas robôs com corpo de homem – que conseguem ser mais mimadas e choronas do que Titsipás, alternam-se em derrotas dantescas para ninguém menos do que NINGUÉM: alguma adversária vinda de qualificatório que, após a vitória , assume o posto de número 5 do mundo durante seis meses e depois some para todo o sempre, indo parar nos confins do universo, sem que ninguém sequer consiga lembrar seu nome.
Agora eis que Djokovic tem um desempenho pifio, aparentando doença ou sinal da idade, e Alcaraz joga de forma estranha, e já tecem loas ao sem gracíssimo jogo de “Sinner”.
Parece que o bizarro circuito feminino de 2004 poderá aterrorizar todo o tênis profissional.
Isso poderá, quem sabe, animar Federer e Serena Williams a desaposentarem aos quase 70 anos.
Difícil me lembrar de ter visto um conteúdo tão preconceituoso e com visão tão distorcida quanto este. Mas partindo da sua pessoa, não é de se estranhar.
Só peço pra se lembrar que se não fosse uma mulher – sua mãe – você não estaria escrevendo essas coisas. Aliás… ela lê o que você escreve? Se lê, como se sente?
Affe, quanto fel
O que eu acho estranho é que ele sempre escreve coisas deste tipo e nunca vi nenhuma mulher aqui do blog se contrapor.
Podemos decretar o fim do revez com uma mão, o jogo não está só mais rápido, ele está mais dinâmico, a final é a prova, não foram só as mudanças de direção, foram a velocidade e intensidade delas, e é muito difícil ver alguém batendo com uma mão ter tempo de executar o golpe e fazer o swing para o próximo, principalmente se tiver que girar a raquete pra bater de direita.
O único top 10 que ainda usa esse recurso é o grego, e ele deu um festival de slices, pois, precisava sempre de tempo. Antes dos profetas do óbvio, terão tenistas que terão êxito em torneios, mas com o tempo, serão cada vez menos esses sucessos, o tênis está rápido como nunca esteve, mesmo em pisos lentos, que estão assim pra poder haver trocas, se fossem rápidos mesmo, era saque e primeira bola.
Meu velho revez que aprendi lá na década de 90 está com os dias contados
“o tênis está rápido como nunca esteve, mesmo em pisos lentos…”
Finalmente!
É a obviedade que só não enxerga quem não quer.
Tendo a discordar. A meu ver, é menos uma questão de velocidade do jogo do que qualidade do golpe. Não vejo o Gasquet e o Wawrinka darem muito slice de revés por falta de tempo para bater com topspin. E olha que eles já não têm a velocidade de pernas que tinham. A grama de Wimbledon e o cimento do US Open eram ainda mais rápidos quando o Federer reinava por lá com o seu belo revés de uma mão. O que o Tsisipas precisa é melhorar o seu jogo, incluindo o backhand.
Não, não eram. A diminuição da velocidade de Wimbledon ocorreu em 2002, antes do reinado do Federer e no USO até antes, visto um pusher como o Hewitt ter vencido o torneio em 2001.
“Belo revés de uma mão” que sempre foi o maior buraco no jogo do Federer, castigado sem dó por Nadal e Djokovic. Somente em 2017, o Ljubicic conseguiu consertar aquela atrofia, mas só fez efeito contra o espanhol.
Abs!
Não prestastes atenção nas aulas do Professor Saretta , e como não acompanhavas o Esporte, tome de asneiras rs . Federer bateu Sampras quando este tentava o Octa em WIMBLEDON 2001 . O excepcional contra -golpeador Lleyton Hewitt, conseguiu como Topo 506 , vencer seu primeiro ATP aos 16 anos e dez meses ( recorde ) e assumiu o N 1 em 2001 ( o mais jovem da história ( superado apenas agora por Alcaraz ) com uma cobertura de quadra que inspirou Rafa Nadal. O “ empurrador” e’ o NONO em Semanas como N 1 . Venceu Halle e Queen’s ( 3 vezes ) , e todos sabemos o que o “ goat “ arrumou por lá… Títulos em todos os pisos com direito a surras no Saibro lentíssimo de Floripa em GUGA e Fino pela Copa Davis em Sets diretos . Retrospecto de 5 x 4 Sampras , 4 x 4 Agassi e 4 x 7 Nadal. A genialidade e magia de Roger Federer com “ esquerda atrofiada “ , os 103 ATPs , não atoa Novak esquentou o banquinho como N 3 de 2007 a 2011 , bem antes de 2017 . Bateu o “ goat “ 23 vezes e mantem a supremacia em WIMBLEDON e USOPEN até hoje em conquistas com direito a série de 40 Vitórias Consecutivas em ambos os Torneios. O Backhand batido com Ljubicic que anulou o forehand de Nadal fora do Saibro , o colocou com o melhor Backhand de uma mão da história pra muitos embora não seja unamidade devido a STANIMAL. Haja recalque e desconhecimento da matéria , desesperado Piloto . Rsrsrs , Abs!
Realidade: o pusher Hewitt de golpes pouco contundentes jamais teria vencido Sampras num piso ultrarrápido que favorecesse o jogo de saque-voleio deste. Papai Saretta falou apenas de Wimbledon naquele Ace Band Sports; na quadra dura vários exemplos mostram que a coisa aconteceu antes.
Nadal colocou 23×10 no Terceirão em 2014, mantendo a paternidade até na quadra dura, com 9×6 e 3×0 no Australian Open. Machucou pouco o back atrofiado? Rsrs.
O Craque começou a virada no h2h em 2011 e, mesmo com Ljubicic dando um jeitinho, ficou 4×1 de 2018 a 2020.
Rsrsrs, abs!
Hewitt venceu antes e depois da padronização, caso tenha lido direito o comentário. Federer ficou com retrospecto positivo contra Nadal em TODOS os pisos fora o Saibro. Acompanhas um circuito Paralelo , desinformado Piloto… Rsrsrs,Abs!
Primeiro você diz que h2h não serve para nada.
Depois diz que alguém acompanha um circuito paralelo, mesmo enaltecendo que Federer tem h2h positivo contra Nadal fora do saibro.
Então, devo entender que h2h serve e que o saibro é o circuito paralelo?
Entendas o que quiser, ou seja , tudo pra ti é confuso. Quem vence em número maior um oponente em TODAS as superfícies fora o Saibro, está longe de ser freguês. O Sérvio foi outro surrado no Saibro e também perdeu TODAS as FINAIS em RG para o Miura . Simples assim. Abs!
30×29 é bem diferente de 16×24. Matemática .
Rsrsrs, abs!
Matemática no número de partidas jogadas fora do Saibro. Federer levou Nadal a loucura no AOPEN e WIMBLEDON depois de 2015 . Ele e Djokovic jogaram muito mais partidas nas demais superfícies . Simples assim. Abs!
O sérvio compensou no hard a freguesia no saibro, diferentemente do suíço.
Eu e o resto do blog é que confundimos tudo.
A exceção é você!
qdo convém, para o SR vale h2h. Qdo nao convém, nao.
Sempre a espreita sem acrescentar nada. h2h não serve pra nada , vence o melhor no momento. Federer provou isto ao ficar de 2015 até o final sem perder em nenhuma superfície ( hard , indoor , Grama ) para o Rei do Saibro. Inverteu pois ao mexer no Backhand, passou a pegar tudo na subida pra cima do forehand do Touro. Continuou apanhando no Saibro pois ali Nadal é praticamente imbatível principalmente em FINAIS. Em RG ele e o ” goat ” perderam TODAS. Abs!
Com esforço, eu consegui ler sua confusão e Hewitt só venceu títulos a partir de 2001, graças a pisos mais lentos.
Os pisos só são 3 e ele terminou com vantagem mínima em 2 e uma grande freguesia no saibro, diferentemente do GOAT Djoko, que compensou no hard. 24×16 continua sendo uma freguesia vexatória.
Sem choro e abs!
E outra . Ele venceu na rapidíssima Halle pra cima de Federer que possui 10 Títulos no local . Não tens ideia do que era a devolução de Hewitt daí tanta bobagem …Abs !
Hewitt, segundo Federer, foi o responsável por ele entender que tinha que subir menos à rede e ficar mais plantado na linha de base para ter mais sucesso.
Fora Djokovic, outras devoluções lembradas pelo seu “amigo” Venâncio são apenas as de Agassi e Nalbandian. O australiano jamais foi referência.
Forçando como sempre pra negar a era fraca.
Rsrsrs, abs!
Hewitt batia em Sampras, Agassi , GUGA , Safin , Federer e por Venâncio não te-lo citado vens com era fraca ? . Ao menos vá ao YouTube e veja o porque do cara virar mais jovem N 1 até então em 2001 . Sampras levou o USOPEN 2002 e Agassi retomou o N 1 vencendo o AOPEN 2003 . Fraco é o comentarista … Rsrsrs. Abs!
A quadra estava tão rápida no USOPEN 2001 , que Sampras veio atropelando . Nas quartas contra Agassi, 4 Tiebreaks. Ninguém teve seu Serviço quebrado . Hewitt foi criado na grama rapidíssima Australiana . Meteram 5 x 0 no Brasil na Davis com GUGA e tudo. Abs!
Um detalhe que poucos consideram: é bem mais complicado o backhand de uma mão, e Federer provavelmente foi o que obteve maior êxito devido a sua genialidade.
Não aconselho ninguém a adotar esse tipo de golpe, difícil de executar, e acredito que esteja em extinção.
Veja como você me dá razão, stan e Gasguet está em fim de carreira, e recentemente tivemos Alcaraz e Gasquet foi uma vitória fácil.
Não vou cair na cilada de tentar adivinhar se federer venceria hoje, seria puro exercício de conjectura, mas nos últimos 10 anos de wb o troféu foi pra quem batia com duas mãos.
E o grego tem que ajustar a batida justamente pela velocidade do revez, mais curto o swimg, mais dentro da linha de base, o que deixa o golpe com uma mão quase ineficaz independente de quem executa.
Por coincidência, a Patrícia Medrado abordou esse tema em seu bem-vindo blog aqui no TB. Ela deu a pista, que julgo certa, para o quase desaparecimento do revés de uma mão: a cada vez maior precocidade da iniciação ao esporte. Segundo a nossa ex-top 50, o aprendizado do backhand de uma criança de 4 anos é naturalmente facilitado com a ajuda do outro braço. Na minha opinião, isso faz mais sentido do que atribuir ou decretar o lamentável desaparecimento da obra de arte em forma de backhand a uma nova dinâmica do jogo, cujo aumento, por sinal, eu não nego.
Vou aproveitar a presença do Wawrinka no Rio Open para, se tiver oportunidade, perguntar-lhe a sua opinião sobre o assunto.
Isso é fato, mas não foi esse meu ponto, a amplitude do swing e do back swing, o encaixe da perna a frente, o joelho mais dobrado, tornam esse golpe lento no rápido tênis de hoje.
Mas se é mais fácil ensinar com duas mãos, é menos prejudicial aos jovens só ajuda a corroborar o que eu disse, o golpe com uma mão está em desuso, tecnicamente e fisicamente
Nos últimos 10 anos ? . Onde o parceiro estava em WIMBLEDON 2017 quando o Craque Suíço atingiu o OCTACAMPEONATO sem ceder Sets durante todo o Torneio ( nem pra Berdych que tirou Novak nas quartas ) ? . Abs!
Era exatamente por essa razão que eu não queria trazer esse passado, esse papo já foi debatido tantas vezes que eu não tenho paciência pra ficar discutindo.
O suíço foi gênio mas o verbo está no passado, o futuro a meu modo de ver os outros gênios que virão irão bater o revez com aa duas mãos.
Desculpe mas não é discussão. Postastes que nos últimos 10 anos somente Tenistas com Backhand de duas mãos levaram Wimbledon. Não procede e quem citou Federer se venceria ou não, foi o parceiro. Abs!
Novak SE retirou…
Berdych até continuou o torneio usando um tênis Adidas com a cara de Djokovic nele.
O mesmo Papinho de sempre. Se resolveu se retirar depois de perder o primeiro Set , problema dele ( fez isto N vezes ) . Berdych não venceu por WO. Federer jamais se retirou em quase 1300 partidas . Mesmo lesionado na sua última partida lá mesmo, tomou Pneu mas foi até o FINAL. O Mundo do Tênis reconhece seu imenso LEGADO. Abs!
Problema dele – lógico. Quantos jogos ele virou perdendo um primeiro set?
Mas não foi o Berdych que o tirou.
Se Federer resolveu tomar um pneu ficando até o fim, problema dele também.
Dalcim,
Como de costume, um belo compêndio sobre o torneio e sobre o resultado final.
Esta temporada começou muito bem e promete muitas emoções.
Saúde e paz.
Tomara mesmo, André!
Dalcim, algo interessante, daquela galera Nishikori, Raonic, Dimitrov, Goffin, Carreno Busta, a geração 89/90/91 só Raonic e Nishikori chegaram em final de Grand Slam, e quando chegaram perderam por 3×0, já a galera 96/97/98, ou seja, Medvedev, Zverev, Tsitsipas, Ruud, chegaram em mais finais de GS, porém só o russo ganhou, e mesmo assim perdeu outras 5 finais, o resto chegou até a abrir 2×0, mas depois perderam a partida, e o russo aconteceu isso 2x, inclusive em uma onde claramente estava superior ao adversário, no caso, o AO22, mas mesmo assim perdeu.
O que me faz refletir o seguinte, a geração 90-92 é uma geração com tênis fraco, já a geração 96-98 é uma geração com bom tênis, mas com mental fraco, e me parece que a geração 01-03 é uma geração que tem um bom tênis e um bom mental, oq me faz acreditar que de agora em diante Sinner, Alcaraz e Rune vão engolir Zverev, Medvedev, etc
Eu ainda incluiria o Thiem nessa lista do final dos anos 90 e ainda teríamos um Slam e finais a mais. Mas acho que existe o fator Big 4 que precisa ser considerado. A primeira geração mencionada por você pegou todos eles no auge ou chegando lá e isso dificultou demais a tarefa.
Verdade que eles pegaram todos no auge ou chegando lá, mas ainda assim, a vantagem é muito grande entre o Big 4 e Raonic, Nishikori, etc, se não tivesse existido os êxitos de Wawrinka em cima do Big 4, talvez eu acreditasse que não teria como eles serem batidos, mas foram algumas vezes, porém nunca pelo 90-92
Excelente análise!
Tem um GAP de 12 anos +- em qualidade tenística na ATP dos nascidos ali entre 1988 e 2000. Se não estou enganado tem 2 títulos de GS pra tenistas desses anos, uma merreca absurda. Já tem mais títulos nos nascidos na década seguinte.
E o pior, se Federer não tivesse sido tão negligente naquele US 2009, seriam 3 jogadores entre pós 87 e pré 2001 que teriam ganho Slam, e pós 90 apenas 2. De fato é mais ou menos quando os países começam a se preocupar com crise populacional, é um hiato absurdo.
E Sinner já começa a diminuir a distância para o Beiçola Media Boy.
Ainda bem e melhor ainda para o tênis.
E nítido qual o teu problema com Alcaraz . Em pouquíssimo tempo ele tem a torcida a seu favor em 99 % dos jogos . Contra SINNER provavelmente teremos meio a meio . Enquanto isso o ” goat ” … Deve ser culpa da mídia . Abs!
Leia o relato do Miguel BsB na parte superior deste tópico.
Agora há pouco fui ver o site da ATP e na aba dos rankings não achei o ranking de simples por países. Parece que houve uma reformulação no site. Quem conseguir localizar o mesmo por lá, ficaria grato se me desse uma dica por aqui. Agradeço de antemão!
Mudou para pior. Tiraram os filtros de pesquisa do ranking (países e data).
======= Big 3 da queda de cabelo=====
1) Adrian Mannarino ………… zero fio (medalha de ouro)
2) Nadal ……………………………. 14 fios (prata) – 1 fio pra cada RG
3) Medvedev Malvadão …….. 22 fios (medalha de bronze) – mas pela pouca idade, aspira subir no ranking.
Ia me esquecendo. Independentemente deste dia mais , 1 milhão de espectadores no AOPEN 2024 , derruba todas as teorias daquelas figuras carimbadas quanto a ausência do Big 3 . Tivemos uma FINAL com um público excepcional sem eles no masculino , e grande na FINAL da WTA sem a presença de duas TOP 10 . Aryna e’ uma atleta extremamente carismática, e Iga ( ausente ) uma N 1 com 82 Semanas no TOPO, e segundo a Forbes , a ATLETA mais bem paga de 2023 com 23 , 9 milhões de dólares. A WTA está mesmo falida ? rs . Abs!
Concordo. O esporte tênis é maior do que qualquer atleta.
Karamba terceira vez que concordo contigo….. Vou pedir música
Assim como as eras Federer e Nadal chegaram ao fim, parece que a era Djokovic também chegou.
Vida longa aos novos protagonistas
Caraca!
Ano passado, nos 4 GS, o cara fez final.
Começa o ano, apenas no primeiro, perde na semi e a era Djokovic já terminou?
A era Djokovic já acabou várias vezes, a última em Wimbledon 2023. Aí vieram Cincinnati, USO, Paris, Finals, 8 temporadas e 412 semanas #1.
Os caras nunca aprendem a não duvidar jamais do Djokovic.
O legal é que ela vai realmente acabar, mas os que tanto torcem para isso, acabam com ela na primeira derrota.
É para rir mesmo.
Depois de Wimbledon ano passado, o cara somou apenas quase 6 mil pontos.
Espero que ele perca todos os jogos esse ano, para enfim, acertarem.
SQN
Kkkkkkkk
Acabou não. O comedor de fígado está só descansando das últimas refeições.