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Lorenzo Musetti foi o melhor tenista em quadra por dois sets, Novak Djokovic se esforçou ao máximo e exigiu total empenho, mas nada impediu que Carlos Alcaraz e Jannik Sinner confirmassem as previsões e chegassem a um inédito duelo direto em final de Grand Slam, uma tendência que tende a se estender no circuito. Às 10 horas de domingo, no entanto, um deles irá perder pela primeira vez uma decisão desse porte e outro marcará tremendos feitos.
O espanhol de 22 anos completados há 34 dias já concorre a seu quinto troféu de Slam e pode se transformar em bicampeão tanto de Roland Garros como de Wimbledon, um feito apenas superado pelo sueco Bjorn Borg em 1977, quando tinha 21 anos. Carlitos já é o quinto mais jovem com cinco finais Slam, junto a Borg, Mats Wilander, Boris Becker e Rafael Nadal, mas nenhum deles faturou todos esses primeiros títulos.
Um ano mais velho, Sinner faz a terceira final consecutiva de Slam, a primeira fora da quadra dura, e pode realizar uma façanha bem pouco usual na Era Aberta que é ganhar três campeonatos consecutivos, já que ele é o atual detentor dos troféus do US Open e do Australian Open. Essa façanha só coube até agora a Rod Laver, Pete Sampras e ao Big 3. O italiano também pode chegar ao título de Paris sem set perdido, como só fizeram Borg e Nadal (Ilie Nastase também, mas as duas primeiras rodadas de então eram em melhor de três sets).
Embora ambos já tenham liderado o ranking e feito 12 confrontos, Sinner e Alcaraz só se cruzaram três vezes em Slam, a principal delas a semi do ano passado em Paris, em que o espanhol levou no quinto set depois de ver
Sinner abrir 2 a 1. Até mesmo finais foram poucas, agora quatro e a terceira consecutiva. A primeira aconteceu no 250 de Umag, em 2022, única vencida pelo italiano, enquanto o espanhol ganhou as duas mais recentes, em Pequim e Roma, esta fresca na memória de quatro semanas.
É certo que a capacidade de variação de ritmos e velocidades de Alcaraz explicam essa vantagem de 8 a 4 (o primeiro duelo foi em nível challenger lá em 2019) e por isso lhe dão certo favoritismo para a decisão, ainda mais por ser um tenista já com todos os grandes títulos possíveis no saibro. No entanto, olhando-se as campanhas deste Roland Garros e ainda mais depois das semifinais desta sexta-feira, me atrevo a dizer que Sinner me parece mais preparado para a conquista.
Alcaraz sofreu nas mãos de Musetti. Optou como se esperava por ser agressivo, mas não apenas falhou na execução como se mostrou afoito em diversos momentos importantes. O italiano parecia mais concentrado e confiante, sabendo explorar a abertura do lado direito proporcionada pelo adversário e com um saque muito preciso quando era fundamental, como nos dois únicos break-points que permitiu no primeiro set.
Depois, Alcaraz se assentou, diminuiu o grau de risco e passou a incomodar mais. Teve quebra, mas não sustentou. Desperdiçou break-point antes de obter nova vantagem, porém de novo falhou com o saque no 6/5. O tiebreak era muito importante para Musetti e então ele perdeu a intensidade, talvez já sentindo o problema na coxa que o levaria a perder também os oito games seguintes e declarar o triste abandono. Situação aliás muito parecida com o que aconteceu em abril na final de Monte Carlo, em que também faltou físico no terceiro set.
Sinner por seu lado precisou tirar o máximo de seus magníficos golpes de base porque raramente o primeiro saque o ajudou a encurtar pontos e a quadra estava lenta pela umidade natural da noite parisiense. Jogou os dois primeiros sets com índice de acerto abaixo dos 50% de primeiro serviço e isso o obrigou a buscar winners – finalizou com 44 – e a locomover muito lá atrás da linha, porque Novak Djokovic nunca se entregou e variava bem as direções.
O sérvio cometeu 53 erros no total, mas ele tinha de correr riscos. Obteve a primeira quebra ainda no final do segundo set, quando Sinner parecia imbatível e sacava para 2 a 0, e faltou muito pouco para ganhar a terceira série e enlouquecer o estádio, que claramente estava a seu favor. Mas louve-se a firmeza com que o número 1 encarou os três set-points. Nole jogou então mal o começo do tiebreak e jamais se recuperou.
Os perdedores também têm a comemorar. Musetti deu salto de qualidade na carreira com postura mais sóbria em quadra e pode até sonhar com um Slam se cuidar melhor do corpo. Já Nole fez dois excelentes jogos na reta final do torneio, mostrando que o físico já não é um grande fantasma e que a precisão dos golpes permanece lá. O 25º Slam, apesar do jovem dueto que pontua o ranking, ainda não é impossível.
A classificação dos números 1 e 2 tanto para a final masculina como na feminina, entre Aryna Sabalenka e Coco Gauff, não se via há 41 anos em Roland Garros, desde que Martina Navratilova enfrentou e venceu Chris Evert e John McEnroe levou uma das mais históricas viradas do tênis diante de Ivan Lendl.










Uma coisa que o Carlo VW falou faz sentido (milagre): Federer com sua esquerda atrofiada seria no máximo um Musetti hoje em dia e teria h2h de 0x10 tanto contra Sinner como contra Alcaraz. É um buraco inadmissível no jogo, sem falar na devolução, lob, cobertura de quadra e falta de controle da bola (madeiradas). Tudo medíocre (mediano).
Na boa , caríssimo Piloto. Como consegues explicar Novak Djokovic ficar de 2007 a 2011 , como Top 3 ???. E o Rei das madeiradas de 2004 a 2008 ( Nadal N 2 em 2005 ) , Como N 1 e recuperar em 2009 o N 1 , quebrando o Recorde de Slam de Pistol Pete Sampras???. Aja madeiradas !!! . Rsrsrs, Abs !
Você está falando do passado e eu do presente. Rsrs, abs!
Pera aí, deixa eu ver se eu li direito (rs)
Vc afirma que o Federer, no seus bons dias, teria 0/10 contra Alcaraz e Sinner. Foi isso daí mesmo?
Ué, vocês não pegaram no pé dos pontos fracos do Djoko? Rs.
Há um exagero aí, mas acho que dificilmente o suíço se daria bem contra esses caras leves e que batem pesado na bola com as deficiências apontadas. Aliás, acho que ninguém com esquerda de uma mão, nem o melhor Wawrinka. É a evolução do tênis.
Sim, claro.
Pode sim pegar no pé dele o quanto vc quiser, pois como já disse, eu não morro de amores por tenista nenhum. Mas me permita discordar:
1. Cobertura de quadra: o Federer quando tinha pernas foi considerado um dos melhores nesse quesito. Acho que só o Djoko e o Nadal foram superiores.
2. Lob, devolução: todos excelentes golpes do suíço. Não é porque a devolução do Djoko é fora da curva que a do Federer deixa de ser muito boa. Lob eu sequer entendi, porque o cara era um artista da raquete. Ele fazia o que queria com a bola. Portanto: lobs, slices, voleio, etc, em tudo isso ele foi melhor que o Djokovic, na minha opinião.
3. Backhand: a versão desse golpe em 2017 foi um dos mais eficientes. Fora que parecia coisa de cinema de tão bonito.
Conclusão:
É até provável que o Alcaraz levasse a melhor sobre o Federer em RG e no saibro em geral. Mas não do jeito que o Nadal fazia. E o Sinner é menos provável ainda, já que nem título em RG ele tem.
Quanto as outras superfícies: hard ou grama, sou mais o Federer.
Eu queria abrir uma discussão sem envolver ego, preferencias, eu vejo esportes desde 88, 89, comecei vendo olimpiada de Seul e as lutas de Tyson, vi Maradona, Romário (o que eu considero o melhor jogador de todos os tempos, e quem tem a minha idade 40 e poucos geralmente é fanática pelo Rei da camisa 11, e não fica emocionado vendo Messi e nem CR7 porque o padrão tecnico do Romário só Ronaldinho Gaucho consegue emular), vi Ronaldo, vi Jordan (pra mim o maior da NBA), vi Sampras, Agassi, Tyson, meu pai acompanhava Senna, mas eu não, eu comecei a ver mais com o episodio da morte dele em 94, e coinciedentemente virei fã do Schumacher, obcecado mesmo após ele largar a equipe campeã pra correr na Ferrari, isso me deixou admirado, a equipe era fraca, acompanhava cada detalhe da F1, anuario e tudo o mais, geralmente eu sou fanático pelos esportistas mais polemicos, e Schumy é sem duvida (tirando a paixão de lado, o melhor de todos da F1, a telemetria dele era de extraterrestre, assim como Senna tambem era impressionante).
Depois veio Guga, fim da carreira do Pete, e então o fim da carreira do Schumy, do Romário e do Guga, isso me deixou meio órfão, eu voltei a ver NBA com Kobe, mas a minha alegria era ver Romário, tenis (guga, agassi e sampras) e F1 com Schumacher, parei de ver tenis, apareceu um suiço que ganhava facil de todo mundo, e não havia outro tenista do tamanho do Sampras pra bater de frentre, Safin era muito instavel, Nalbandian não era ganhador, então Federer passeou porque tava mais facil a coisa pra ele do que está hoje pro Sinner, isso é um fato, os fãs do Federer não aceitam isso, mas era assim que as coisas estavam, até Nadal começar a mostrar os dentes, então tivemos o evento 2008 que me fez voltar a assistir tenis e sim, aquela partida de tenis é a maior de todos os tempos, Novak tem partidas lendarias com varios tenistas, mas WB 2008 Fedal acabou realmente sendo um novo marco na historia do tenis e, pelo efeito borboleta, gerou o maior atleta de todos os tempos de todos os esportes, eu não vi nenhum atleta até hoje ser tão infinito, inesgotavel, imortal (até quando morre) como Novak Djokovic, não tem, de todos os esportes o tenis é disparado o mais completo e complexo, e Djokovic é o que pegou a fase de ouro, estabelecida pelo confronto Fedal e atravessou gerações.
Tem video que rola nas redes sociais do Gustavo Borges dizendo o porquê Phelps é o maior atleta de todos, mas natação é muito mais sobre a genetica do sujeito do que sobre atributos mais amplos, no tenis você precisa desenvolver muitas habilidades, você lida com muitas variantes, com estilos de jogo diferentes, até pequenas alterações no vento, na pressão atmosferica fazem uma mudança colossal no resultado. Sem contar todo o xadrez mental de uma partida, de uma rivalidade. Então, no meu entender, mesmo que eu não fosse um torcedor do Djoko ainda sim eu consideraria ele o maior atleta de todos os tempos.
A minha lista é:
1 Novak
2 Schumacher
3 Nadal
4 Jordan
5 Romário
Entendam, eu estou falando como eu vejo, eu acompanhei de perto, cada detalhe, tem gente que opina porque ouviu falar, ou viu alguns eventos: eu torcia contra Nadal e Jordan, são motivos diferentes, Romário é o meu genio preferido (e maximo) e acho que ele não é um atleta exemplar, mas uma mentalidade objetiva, de confiança, de autoridade no que faz, muito, mas muito acima da média, sujeito saido da favela carioca, estrutura nenhuma, boca suja, sem modos, mas um Van Gogh da bola, toda a falta de elegancia que ele tinha com as falas ele compensava com a chuteira. Schumacher, por exemplo, eu chorava vendo as corridas dificeis, como eu choro vendo os comebacks do Djoko, mas Schumy tinha atitudes (humanas) bem erradas mesmo, e por isso recebe tanto hate de moralistas, porém eu não misturo o talento, dedicação e mentalidade competitiva com comportamento. Seres humanos são imperfeitos, eu sou determinista, não julgo e não condeno comportamento de ninguem, eu tento entender. Eu detesto julgamento moral de atletas, pra definir quem era melhor ou não, julgamento moral sempre depende da perspectiva de cada um, de cada cultura e etc.
Detesto posar de paladino dos bons costumes, eu aponto o erro e espero que a pessoa reflita, porque é essa a atitude que eu tenho comigo mesmo, se eu erro, eu paro pra refletir, eu não me condeno, eu tendo entender. E é por isso que acho uma bobagem diminuirem Djokovic por causa das suas superstições e crendices, fica parecendo que cientificismo enobrece as pessoas e as crenças pessoais de cada um, se não forem corroboradas pela ciência, apequenam elas, e não, são só as incontigencias da maquina biologica humana, muito mal forjada pela seleção natural, mas que tambem é o que torna o ser humano tão interessante. Como eu disse: tentem entender, e não julgar. A posição de julgador moral é puro presuncionismo (de presunçoso). E por qual motivo não coloquei Federer, Phelps, Pelé, Zico, Tiger, Messi, Cr7, Bolt e etc. Eu não gosto de “bons exemplos”, eu gosto justamente de humanidade, os que eu citei são extremamente humanos, salvo jordan e Nadal um tanto, eu gosto da verdade, o mundo do esporte é bem influenciado pelo dinheiro, inventa um monte de personalidade humilde: “exemplo de humildade”, não, eu gosto de ver o humano, feio, com a suas mazelas, assim eu vejo o que ele teve de fazer pra ser o que é ou o que foi… Senna é um exemplo de bom mocismo forjado pelo dinheiro com aquele bonezinho da Nacional (seninha fofinho), ao contrario de Guga e Ronaldo, que genuinamente são, nem por isso são pessoas melhores que Senna, não confundir, a virtude, para mim, está na verdade.
nao me atreveria. a escola do saibro espanhol ainda impera, no meu entender
Amanhã vou torcer pelo Alcaraz. E os demais colegas nolistas?
Sinner!
Não tem como torcer pro Alcaraz por causa da torcida que ele herdou.
Acho perigoso Sinner vencer e pegar mais confiança contra o único adversário que ele tem no momento atual. Tenho medo dele completar o career slam nesse ano ou mesmo o Sinner slam se ganhar WB.
Tênis pra ti , é coisa de Torcidinhas mesmo . Como se fosse futebol, ou seja , que se dane o Talento. Se Sinner ( dois anos mais velho) , disparar em conquistas , Kombi vai toda abraca-lo, com os penetras inclusive. Carlos Alcaraz, mesmo com o enorme arsenal, ficará em segundo plano. Típico do Sr P.F. e sua trupe . A conferir. Rsrsrs, Abs !
Jamais vou torcer para Sinner ou Alcaraz.
PS : Cravei , ou 4 x 4 ou 5 x 3 em Slam para Carlitos, desde o início. Antes dos 24 , lá se vão 8 Slam com os garotos. E vem mais por aí…
Não dá pra torcer pra nenhum dos dois, mas o menos pior é o Alcaraz vencer mesmo.
Alcaraz e Sinner são os GOATS se considerarmos apenas o nível de tênis apresentado desde a criação da atp (não há nenhum jogador que chegue próximo do nível que eles hoje apresentam e talvez apenas Nadal faça frente a eles no saibro),.
Se vocé não gosta de vê-los talvez também não goste de tênis, tendo relegado sua paixão apenas a assistir o “seu goat”… que se considerarmos apenas nível de jogo, já foi superado e deixou de sê-lo…
Mas ok… é válido também.
Então, Carlo VW, quando esses dois jogadores ultrapassarem os números do Djokovic, aí você poderá falar em GOAT.
Falar de um veterano de 38 anos que perdeu para um de 23 é fácil. Queria ver se a diferença fosse mais próxima. Mesmo assim, Djoko só foi perder a liderança no h2h agora e ainda tem 5×3 contra Alcaraz.
Não é questão de ver, mas de torcer. Mais uma vez com dificuldade de interpretação, mas nada supera não ter entendido as 3 finais.
Ué, auto-likes man. Federer era um veterano de 38 anos, voces falavam a mesma groselha e estava tudo certo, mas agora ela dói????…. rs
Quase 38 anos contra 32 é bem diferente de mais de 38 contra 23 pra 24.
Que argumento tosco, Carlo troca nick, o Federer está velho desde 2011 (29 anos), não era o que Federistas repetiam aqui? Curioso caso do tenista velho antes dos 30, mas que jogou até 40 anos, essa conta não fecha.
Ainda quer comparar com o Djokovic, que dominou o circuito até 2023 (36 anos). O Sinner estava lá e Alcaraz era número 1 já com 2 Slams. Meio óbvio que um tenista sente efeitos da idade um dia, mas antes dos 30 chega a ser algo cômico, abs.
Então.. o argumento da idade serve para justificar o Federer que sofria com a idade, mas não vale para o Alcaraz e Sinner que ainda não estavam no auge?
rss
Tá na hora de sair da barriga daquele grande mamífero (= Caverna de Platão) caro amigo
Diferença de 5 anos e 9 meses é a mesma de 15 anos?
Puxa, que interpretação de texto genial você nos apresenta, fiquei até emocionado. Leia com calma: a idade chega para todos, meu caro, exceção feita a quem para cedo (caso do Borg).
Cada tenista é diferente, mas o Big 3 conseguiu manter um altíssimo nível mesmo após os 30 anos. Desenhando: Federer venceu Slam em 2018 e foi número 1, Nadal venceu Slam em 2022, Djoko venceu em 2023 e terminou o ano na ponta.
O Djoko está com 38 anos, esticando a corda para ver se belisca o último Slam. O Federer em 2011 tinha menos de 30 anos e já sofria com o Djokovic. Conseguiu entender ou precisa de setinhas?
Quanto aos “federistas” que vc menciona, a única diferença é que vivem em outra caverna.
Prefiro o Sinner vencendo, porque o Alcaraz com 5 slams aos 21 começa a assustar em termos de recordes, não vamos mentir. Mas torcer torcer não dá, pela falta de carisma do italiano. Tendo a assistir os jogos entre eles neutro, porque Alcaraz tem muito mais apelo, mas também não gosto do jogo por vezes desfocado dele.
Meus caros, desapeguem dos recordes… cedo ou tarde serão batidos, achavamos que não seria com Sampras, nem com Roger, nem com Fangio… não existem deuses eternos para serem adorados.
Talvez os federistas que supostamente vocês odeiam nem estejam mais na terra quando eles forem batidos… esqueçam isso porque só vai trazer problemas para saúde.
Abs
Até hoje ninguém no masculino chegou a 24 slam.
“cedo ou tarde”
abs
E vai demorar para chegar. Os ansiosos que esperem rs.
Sinner.
Ô meus queridos da ESPN, a gente sabe que vocês gostam da sabalenka, mas por favor façam com que esse RG seja uma vitória da coco e não uma derrota da sabalenka pq não foi
O 3o set entre Djokovic e Sinner, no meu entender, caracteriza o que entendo que quando um tenista está para fechar um set estando em vantagem e não consegue, se desestrutura mentalmente e perde o set e o jogo
Dalcim, uma dúvida: depois da afirmação de Alcaraz e Sinner, a percepção é que o Djokovic consegue encontrar mais alternativas diante do espanhol, haja visto os confrontos nas Olimpíadas e no AO. Já diante do italiano, são algumas derrotas em sequência.
Qual sua percepção a respeito disso? Abraço.
É mesmo uma questão de estilos. O segundo saque do espanhol não é tão bom quanto o do italiano e propicia o sérvio a entrar mais nos pontos. A paralela de backhand também faz mais estragos em cima do Alcaraz do que no Sinner.
Dalcim , vendo a Gauff hoje levando Paris , me lembrei de que aos 17 era promessa e hoje se tornou realidade , posso até me enganar mas vejo joão fonseca percorrendo a mesma trajetória dela.
Tomara!
Final merecidamente vencida por Gauff, q soube superar o início arrasador de Aryna. Num esporte de pontos frequentes como o tênis, nenhuma vitoria é casual, sempre é, e muito, merecida. Alem disso, claro q soube ajustar sua tática e venceu de forma inquestionável. Torci por Aryna mas não fiquei nem um pouco triste pelo titulo da americana.
Sabalenka começou do jeito q ela gosta, agredindo, mas indiscutivelmente sentiu, e muito, a responsabilidade e a vontade imensa q tinha de vencer a partir de um determinado momento. Muitos erros, que eu creio q não podem ser atribuídos ao vento, pois ele existiu pras duas. Bola pra frente, esse titulo virá em algum momento, tenho certeza…
E realmente Coco Gauff estava longe de ser Zebra. Foi galgando posições, com melhoria nítida dos seus golpes ( ainda falha no Serviço) , até atingir o TOP 2 , aos 21. A N 1 no seu Auge aos 27, tirou somente a Tetra Campeã na Semi . Intimidou a menina que foi comendo pelas beiradas? . Mesmo ganhando fortuna com patrocinadores, a queridinha da Mídia Norte-Americana , deu banana para comentaristas de ocasião, é a nova Campeã de Roland Garros 2025. Algo para se refletir muito por aqui . Abs !
Supervalorizados e superestimados.
Dalcim,
Se você tivesse que escolher na grama um jogador,Djokovic ou Sampras, você escolheria quem? E por qual razão?
Obrigado.
Minha opinião é que depende da época em que cada jogador jogar.
Abs
Até Aryna sente a pressão, incrível. Apos dominar a primeira metade do set1, ter matchpoints, agora vai p um imprevisível tiebreak…
Parece que agora sim esta chegando o momento de parar para o GOAT do tenis, não pq não consegue mais jogar, mas sim pq há pelo menos 2 jogadores que em condiçoes normais de temperatura e pressão dificilmente ele conseguirá vencer, mas conforme os meses forem andando logo apareceram mais 2 ou 3, como já vimos em Miami. Ontem foram mais de 50 erros, algo incomum pra um jogador conhecido por errar muito pouco. Honestamente acho que Wimbledon será sua ultima chance de um trofeu de GS, pois a grama é muito peculiar e o jogo é rapido, nesse quesito Sinner será favorito mas acho que Djoko ainda poderá ser competitivo. Mas cada vez mais esta chegando o momento de vermos o ultimo dos “3 tenores” jogar e apenas apreciar, será estranho quando ele parar, mas vamos nos acostumar. Espero que nosso JF possa amadurecer a ponto de se equiparar a Sinner e Alcaraz (os dois fora da curva do restante da turma) e quem sabe criar um novo BIG 3, quem sabe. Vida longa ao Tenis, um dos melhores esportes do mundo.
Dalcim, qual seu palpite p amanhã? Sinner 3×1? Eu adoraria postar vitoria do espanhol mas depois do q eu vi ontem a tarde me desanimei…
Eu acho que vai decidir no quinto set e aí acredito que Sinner tenha pequena vantagem.
Arrisco a dizer que se Djoko ganhar Wimbledon ele aposenta ali mesmo na quadra, bem como Dalcim disse ele vai tentar 0 25° GS até no máximo no AO/26.
Ele tem duas últimas chances mesmo, vai esticar a corda em Wimbledon e no Australian Open. Deve jogar US Open deste ano, mas não espero muito dele e o Finals eu acho que pula.
Acho que o Pecador vai destruir o Tévez. 3 a 0 fora o baile.
Abs
kkkkkk
Vc não muda nunca, Pessanha?
Essas tuas previsões sempre foram desastrosas rs
Vejo o Alcaraz como grande favorito. As condições de quadra e clima o favorecem, além de saber jogar contra o italiano.
Djokovic pode vencer Wimbledon, mas precisa evitar os dois e um outro punhado de jogadores bons na grama.
A verdade é que Sinner e Alcaraz são muito superiores a Federer e Djoko de qualquer época que se compare. O tênis mudou e se ambos surgissem hj no tênis, não ganhariam quase nada, estando relegados a um segundo plano (como um Ruud ou um Musetti.
O tênis que eles praticam (ou praticavam) envelheceu e já pertencem a outra época e já podemos até mesmo questinar a posição de ambos cimo candidatos a GOAT.
E em 2023?
Boa, conta outra kkkkkkkkkkkkkkkk. Aqui é diversão garantida kkkkkkkkkkkkkk…
Discordo totalmente. Sinner e o Alca estão no prime físico e técnico e a meu ver não devem nada ao big 3 em termos de nível de jogo, considerando ainda que são jovens e fazem ajustes a cada torneio.
No entanto, você diz “muito superiores” a Federer e Djoko, aqui temos que pegar a versão dominante deles: o Federer de 2017, o Nadal de 2010/2013, Djokovic de 2011/2015/2023.
A pergunta é: eles são muito superiores a essas versões? Tenho certeza que não são e os fatos estão aí. Sinner chegou a uma final de Finals e foi atropelado pelo Djoko +36. Alcaraz vem de duas derrotas para o sérvio. Haveria equilíbrio, acredito eu.
Sinner é favorito, porém o fator psicológico dos últimos embates pesa a favor de Carlitos! Promessa de um jogo surreal de bom!!!!