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Monte Carlo (Mônaco) – Campeão do Masters 1000 de Monte Carlo e de volta à liderança do ranking da ATP, Jannik Sinner admitiu a surpresa com o bom desempenho no início da temporada de saibro. Ainda mais depois de ter sido campeão nas quadras duras de Indian Wells e Miami em março e ter pouco tempo de adaptação.
Sinner se torna apenas o terceiro jogador da história a conquistar quatro Masters 1000 consecutivos, igualando feitos de Novak Djokovic e Rafael Nadal, além de repetir a marca do sérvio, em 2016, como único a vencer os três primeiros Masters 1000 de uma mesma temporada.
“Vencer Indian Wells e Miami é muito difícil. Tive apenas dois dias livres e já comecei a me preparar. Estou, sim, surpreso. Estaria mentindo se te dissesse que não. Mas aprendi coisas nesse torneio que vão me ajudar nos próximos”, disse Sinner na coletiva de imprensa, após a vitória sobre Carlos Alcaraz na final por 7/6 (7-5) e 6/3.
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A conquista em Monte Carlo também é especial por ser a mais expressiva de sua carreira no saibro. Agora com 27 títulos na ATP e oito Masters 1000, o italiano só havia vencido neste piso o 250 de Umag, embora tenha disputado as finais de Roma e Roland Garros no ano passado.
“Foi uma semana incrível. Joguei ótimas partidas e tentei melhorar meu nível a cada dia. Ganhar meu primeiro grande título nesta superfície e voltar ao número 1 também significa muito para mim”, explicou o jogador de 24 anos.
Enquanto Alcaraz já segue para o ATP 500 de Barcelona, que acontece na próxima semana, Sinner só volta ao circuito no Masters 1000 de Madri no fim do mês. “Tive um bom feedback em cinco partidas contra adversários muito diferentes. Todos os dias eu acordo e tento me tornar um jogador melhor e aqui realmente fizemos isso dia após dia, tentando entender qual o melhor estilo de jogo contra cada adversário, porque eu não joguei o mesmo tipo de tênis contra todos. Mudamos pequenas coisas. Também era o primeiro torneio no saibro para o Carlos, que certamente também vai melhorar”.
“Vai ser bom ter alguns dias de folga agora, longe das quadras”, avaliou o italiano. “Foi tudo muito corrido, de um torneio para o outro. E agora vamos ver o que vem a seguir. Viemos aqui tentando jogar o máximo de partidas possível e ter um bom feedback antes de outros grandes torneios que estão por vir. Madri é um torneio um pouco diferente, por causa da altitude, é muito difícil jogar lá, mas Roma e Paris são mais próximos”, acrescentou.
Final com muito vento e virada no segundo set
A equilibrada final em Monte Carlo teve outro componente relevante, o vento que atrapalhou os sacadores e a trajetória da bola nos ralis. Ainda assim, o italiano saiu satisfeito com o nível de tênis apresentado. “Hoje foi um jogo de alto nível para nós dois. Estava ventando um pouco. Condições diferentes das que o torneio trouxe”.
Em ambos os sets, Sinner esteve com uma quebra atrás no placar. E depois de estar perdendo a segunda parcial por 3/1, fez cinco games seguidos. “Senti que estava perto de vencer nos games de devolução e que as bolas novas me ajudaram. A troca de bolas foi quando o placar estava 2/1 e eu só tentei manter a concentração. Tentei continuar pressionando. Me senti um pouco cansado, então tentei manter a mentalidade certa”.
De volta ao topo do ranking, o tenista também valou sobre o grande momento da Itália no esporte e o apoio da torcida. “Senti muito o apoio dos italianos, mais do que normalmente sinto nos torneios americanos. Somos um bom grupo de jogadores, temos muitos nomes fortíssimos. A cada semana tem um jogando bem e creio que esse momento é muito bonito para o tênis e para o povo italiano”.
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Sinner é muito humilde ele sabe que é o jogador mais dominante do tour, mas mesmo assim age com surpresa tamanha a dominância que ele impõe.
Humilde, maduro e sério, diferente do Risadinha metido, fanfarrão e crianção.
É dominante, mas também sabe que tem 3 Slams a menos que Alcaraz. Espero que ganhe Roland Garros para realmente “coroar” a temporada de saibro.
O número 1 legítimo de volta ao trono.
O número 1 mais fake da História chutado de volta para o seu devido lugar. E com uma derrota direta, por 2 a 0.
Grande dia!
Número 1 mais fake da história com 7 Grand Slams aos 22 anos. Ou melhor, com 3 dos últimos 4 Grand Slams. Os haters (seja do Alcaraz, Sinner, Fonseca, Djokovic, Federer, Nadal, etc) estão sempre nos brindando com pérolas.
O ranking é matemático e se baseia em pontos, não em títulos de Slam.
Bom exemplo disso foi a temporada de 2024: Alcaraz ganhou metade dos Slams e Zverev não ganhou nenhum, mas mesmo assim o alemão ficou na frente no ranking.
Um feito difícil de igualado, ganhar 7 Slams aos 22 anos. Concordo plenamente contigo, torcer para um não significa que os outros não sejam bons. E o que torna o esporte legal é justamente ter vários jogadores de alto nível, que nos premiam com jogos memoráveis. Salve Alcaraz, Sinner, Zverev, Fonseca e demais tenistas,e que venham outros brigarem pelo topo.