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Paris (França) – A quarta-feira foi péssima para o tênis brasileiro no quali de Roland Garros, com os quatro representantes nacionais em ação pela segunda rodada sendo eliminados. Depois de Pedro Boscardin e Gustavo Heide, foi a vez do paranaense Thiago Wild e do pernambucano João Lucas Reis serem eliminados.
Reis foi o último deles a cair, levando a virada do lituano Vilius Gaubas, cabeça de chave 12, com o placar final de 4/6, 6/3 e 6/3, depois de 2h22 de partida. Na última rodada, o algoz do pernambucano medirá forças com o espanhol Pablo Llamas, que bateu o francês Ugo Blanchet por 6/4 e 6/2.
O jogo não começou bom para Reis, que perdeu os dois primeiros games, mas depois se recuperou vencendo quatro segundos e então administrou a vantagem até o fim do primeiro set. Na segunda parcial, Gaubas perdeu o saque no primeiro game, mas depois anotou duas quebras seguidas e com elas garantiu o empate.
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No terceiro e decisivo set, o pernambucano chegou a abrir 3/1, mas então sofreu duas quebras consecutivas e se complicou. Gaubas não deu chances de recuperação para Reis, passou sem enfrentar break-points até o fim da partida e garantiu a vitória.
Um pouco mais cedo, o paranaense Thiago Wild não foi páreo para terceiro mais bem cotado, o norte-americano Emilio Nava, que controlou bem o rival brasileiro e não enfrentou um break-point sequer em todo o jogo, selando o triunfo em apenas 67 minutos, com o placar final de 6/2 e 6/3.
Nava conseguiu quebras logo no início dos dois sets, no segundo game da primeira parcial e no quarto da segunda, mantendo a vantagem até o final. Atual número 97 do mundo, o norte-americano vai em busca da chave principal contra o espanhol Pedro Martinez, que bateu o britânico Arthur Fery por 7/6(7-3), 4/6 e 6/3, em 3h06 de batalha.











Wild é foguete molhado…nunca me enganou
Os caras são ruins demais. Sem palavras pra comentar.
Tava bom demais pra ser verdade!
Quarta-feira tétrica!!! Misericórdia!
Deu dó do Boscardin que lutou muito (conseguiu a quebra pra voltar no 3 set, mas em seguida relaxou e perdeu o serviço, 4/5).
Heide tinha 4/3 e sacava em 40-0 no segundo set, perdeu de 4/6. A cara de desânimo dele no banco, após não confirmar o saque, indicava que o jogo já era.
Reis tinha 3/1 no set decisivo e levou a virada (mas não era mesmo favorito).
Já Wild ficou atrás o tempo todo e seria muiiita surpresa se ganhasse.
Vamos aguardar o que o João vai fazer na chave principal…
Eu fico bastante triste pelo Joao Lucas. Gostaria muito que ele tivesse a chance de jogar na chave principal de um GS. Quanto ao rapaz do Parana’, ja’ desisti dele tem alguns anos. O rapaz nao se encontra. Que desperdicio de talento. A cabeca dele e’ de passarinho, e, daqueles bem miudinhos.
Ele é muito fraco e jamais jogará um dos quatro grandes torneios.
Vejo os challengers como o teto do Reis…
Ja não é um menino e sempre patinando…
Fiquei surpreso com o desempenho positivo na primeira rodada… Nos outros quali que jogou de GS, ficou evidente que estava satisfeito só de participar…
Tomara que eu esteja errado e ainda tenha margem para melhorar e conseguir uma subida de ranking…
O Wild está travado, não troca mais que duas bolas. Movimentação pfia, antes tinha a direita hj em dia nem isso mais. Nossa base em termos de Movimentação é ruim demais, acho que só ensinam bater na bolinha esquecem que tem que chegar bem nela pra bater bem
Era nítida a diferença de vontade no jogo do Nava x Wild…
Se o Wild ainda quiser voltar ao top 100, creio que ele vai ter que tomar alguma atitude para voltar a ter gana de ganhar jogos como o de hoje.
Alguém sabe se ele ainda vai jogar mais algum challenger na Europa nas próximas semanas? Se nao jogar, vai despencar ainda mais no ranking…
Proximo torneio que jogará será um Challenger 50 – Tucuman (ARG) daqui 3 semanas
Ambos tinham adversários difíceis e bons saibristas. Derrotas normais e esperadas. Pelo menos o Reis conseguiu impor alguma dificuldade e equilibrou contra o Gaubas
Concordo totalmente com você!!!
Bom, minha esperança neste RG2026 é termos dois brasileiros campeões de simples masculina. Um bem Improvável, meio que azarao, é verdade
Mas o outro, é meio que pule de dez .
Veremos!!!
João Fonseca e o Guto Miguel
Essa é boa, depois dos quatro terem passado da primeira fase eu esperava que pelo menos dois chegassem a chave principal.
Poucas vezes um jogador me enganou tanto quanto o Wild , o cara é talentoso , deveria estar no top 100 no mínimo, mas tem alguma coisa que trava….
Se você acha que ele deveria estar no mínimo no top 100, ele ainda está te enganando
Em uma parte eu concordo, eu tb acreditava que ele chegaria no top 50. Por outro lado,discordo quanto ao talento. Ele tem uma boa direita, anda bem. De resto, saque normal, não tem slice, toque ou curta…ainda assim daria para se manter se trabalhasse duro, se defendesse bem e tivesse garra.
Não há engano. Nenhum jogador ganha atp ou ganha de adversários tops como ele já ganhou por acaso. Veja o caso do Monteiro por exemplo, rodando e rodando com bom ranking e sequer conseguiu jogar uma final de atp.
Tem que desenhar pra eles entenderem isso.
Martin Verkerk jogou final de Roland Garros, deve ser um genio
Esse argumento de que Wild merece mais por ter vencido um ATP 250, é mais uma falácia dos seus defensores. Igual a ideia de que “ele pode fazer mais por ser jovem” (como se juventude fosse sinônimo de garantia de sucesso).
Wild é um bom tenista descompromissado. Só isso. Ser jovem ou ter vencido um 250 não muda muito isso.
De novo essa comparação esdrúxula de sempre. Quem citou Monteiro aqui? O foco da discussão é o Wild.
Wild é sim bom jogador. Tem sim talento pra ter mais resultados. Mas não tem e nunca teve profissionalismo. Ele se comporta como amador em quadra.
Tênis não é só talento. É compromisso também. Querer não é poder. É preciso pôr a mão na massa.
Eu citei o Monteiro como exemplo, pois foi o único tenista brasileiro que teve ranking para jogar e talvez vencer atp e nunca chegou numa final. Ninguém vence um atp por acaso, é preciso ter talento.
Boscardim pelo menos luta. O resto, como Heide, parece que nao queria nem sair da cama.
Esses dois eu já tinha menos confiança para o Q2 e, infelizmente cumpriram minha espectativa negativa..
Reis e Boscardin ao menos podem comemorar suas 1°s vitórias em Qualys de Slam(e o maior cheque de suas respectivas carreiras ate aqui) a despeito de ambos terem perdido boas oportunidades de levarem seus 3°s sets..
Heide e Wild não tem muito a comemorar: ambos eliminados sem resistência p/ o 1° rival minimamente qualificado no saibro, ambos estão aquém doq já produziram anteriormente na carreira(sobretudo o paranaense)..
Reis abriu 3 x 1 no 3º set ? No 2º set ele começou quebrando o serviço do cara, mas foi quebrado de volta imediatamente.
O Reis deu a famosa amarelada brasileira.
falta de confiança! A CBT deveria contratar o Bernardinho para técnico (ou psicólogo) de todos.
Reis ganhando com quebra a favor no terceiro e tomou o pontaço, fica dificil demais.
Terrível,o último que sair apaga a luz
… E feche a porta, por favor.
essas lesões não deixa os cara evoluir vide o que aconteceu com menezes que encerrou a carreira antes do esperado por causa de lesões …. ficam travados no rankin e quando pega um quali é isso ai que acontece !!!!
Volta Gugaaaaaa