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Acapulco (México) – O alemão Alexander Zverev está de volta ao concorrido ATP 500 de Acapulco. O campeão do torneio em 2021 diz que quer aproveitar a chance de se reaproximar do terceiro lugar do ranking, hoje ocupado pelo sérvio Novak Djokovic, e frisou seu compromisso com o combate à diabetes infantil. O alemão convive com a condição desde criança.
“É espetacular como o tênis é vivenciado aqui, a paixão dos fãs. Sinto que eles são loucos por tênis, até mais do que eu”, comentou sobre os mexicanos.
Para além de conquistas profissionais, nos últimos anos, o número 4 do mundo vem cada vez mais enfatizando sua missão ao combate à diabetes infantil, trabalho realizado pela Alexander Zverev Foundation. “Desde criança, tenho que conciliar o controle do meu diabetes com a prática de esportes. Por muitos anos, preferi não falar muito sobre isso, mas depois da minha lesão em Roland Garros, tive tempo para refletir e percebi que era importante ajudar outras pessoas através do meu exemplo. Nada dura para sempre na vida, nem mesmo o tênis, então estou determinado a aproveitar ao máximo o que faço”, comentou o alemão.
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O tenista de 28 anos segue firme no sonho de conquistar o seu primeiro Grand Slam da carreira, mas Zverev também gostaria que esse marco tivesse um detalhe especial. “Desde criança, a diabetes não me impediu de sonhar em ser o primeiro tenista da história a vencer um Grand Slam com essa doença”, revelou.
Em Acapulco, o alemão disputará as duplas com o mineiro Marcelo Melo. Os dois estreiam na terça-feira contra o mexicano Santiago Gonzalez e o holandês David Pel. Nas simples, o primeiro confronto será contra o francês Corentin Moutet.












Infelizmente as chances de um slam vai ser cada vez menor. Sua grande chance foi na final do US open, em 2020. Mas permitiu a virada de Thiem.
Uma boa atitude por parte, mas isso não muda o fato de ser o cara bastante controverso com todas as alegações de agressões as ex namoradas.
Muito legal esse projeto do Zverev. Muito bacana ele assumir publicamente a Diabetes, num ambiente tão agressivo e disputado como o mundo do tênis (onde qualquer fragilidade é explorada pelos adversários).
A Diabetes é uma comorbidade séria, e afeta a disposição das pessoas. Zverev não tem tênis pra ser n.1 do mundo. Seu jogo parece ser “cansado”, e sua própria personalidade muitas vezes é abatida. Não sei se isso é consequência dele ser diabético. Mas só ele assumir isso publicamente, já ganha pontos.
Tem tenis pra ganhar um Slam, não tem o mental para isso.
Numero realmente o conjunto fica abaixo. Principalmente pelo mental e postura. Em técnicas e golpes somente, teria a possibilidade com um asterisco no forehand atrasado sobre pressão, que é bem abaixo do resto.
Outro vacilão
Falou bobagem
Toppp
Vacilão