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O aguardado duelo entre João Fonseca e Novak Djokovic ficou mais próximo. O carioca somou sua terceira vitória em Roland Garros com uma estreia sem grande brilho e o tricampeão entrou em quadra não apenas para bater o recorde masculino de Grand Slam disputados na carreira, mas também para aumentar sua incrível marca em primeiras rodadas de Grand Slam, agora na casa das 77.
Como se esperava, os dois sofreram com a falta de ritmo ideal sobre o saibro. Fonseca só fez dois jogos em mais de um mês e, mesmo diante do qualificado Luka Pavlovic, 240º do mundo, demorou para se impor. Quase perdeu o primeiro set – o francês teve 5-4 e saque no tiebreak inicial -, mas a partir da quebra na segunda série o saque passou a funcionar melhor, os erros de forehand caíram e o adversário ficou um tanto sem pernas.
Para repetir a campanha do ano passado e ter a chance de enfrentar Nole na sexta-feira, Fonseca precisará dentro de três dias superar o perigoso Dino Prizmic, um ano mais velho, que ganhou em Roma justamente de Djokovic. “Sempre achei ele um jogador incrível, está subindo no ranking após algumas lesões”, avaliou o cabeça 28, certo de que precisará jogar bem mais do que fez hoje.
Aos 39 anos, Djokovic se tornou neste domingo o único homem com 82 Slam disputados e perdeu uma incrível sequência que vinha desde 2010 ao perder o primeiro set de uma estreia em Paris para o super-sacador Giovanni Perricard. O sérvio precisou de 10 break-points antes de enfim obter a primeira quebra e daí em diante se agigantou.
Será amplo favorito diante de Valentin Royer, 73º do ranking, a quem nunca enfrentou. Mas vejam que estatística curiosa: Perricard foi o 14º francês a quem ele cruzou em Roland Garros, sem jamais perder. Só para recordar, Royer perdeu rapidamente de Prizmic em Monte Carlo de semanas atrás.
Bia amarga sua dura realidade
Mesmo sem sacar tão bem, Bia Haddad fez 6/1 e 4/2 em cima de Francesca Jones, tirando o máximo de seu forehand, e tudo indicava uma primeira rodada tranquila em Roland Garros. No entanto, os bloqueios voltaram. Desperdiçou a vantagem e foi superada num tiebreak errático. Ainda abriu 2/0 no terceiro set, dando nova impressão de que iria dominar. Qual nada. Colocou a adversária no jogo de novo e, cada vez mais frágil no saque e no backhand, perdeu os seis games seguintes.
Para a ESPN, a canhota explicou que não se sentiu bem na reta final do segundo set, diante do calor de 33 graus, mas também reconheceu suas falhas. Vai enfim voltar a jogar duplas, porém não irá voltar ao top 100 de simples, de onde saiu neste domingo. Mesmo tendo jogo para bem mais, o momento reflete exatamente o tênis que vem jogando. Basta lembrar que sua última vitória em chave de torneio de primeira linha foi em setembro, em Seul. Perdeu todas as 11 desde então.
Destaques do domingo
– Dois cabeças já caíram no masculino: Taylor Fritz foi batido pelo 156º colocado Nishesh Basavareddy, que o encheu de curtinhas bem aplicadas, e Tomas Etcheverry parou no jogo consistente de Nuno Borges.
– Duas partidas superaram as quatro horas de batalha. A diferença é que Alejandro Davidovich fez isso nos 33 graus de início de tarde. Lorenzo Sonego, pelo menos, jogou à noite. O espanhol tirou Damir Dzumhur, que esteve muito perto da vitória, e o italiano calou a torcida contra Pierre Herbert.
– Se Etcheverry decepcionou. Thiago Tirante, Marco Trungeliti e Solana Sierra fizeram a festa argentina. Tirante desafia Davidovich, Trungeliti encara Karen Khachanov e Sierra, depois de tirar Raducanu, pode ter Paolini pela frente.
– Sascha Zverev teve um começo protocolar, mas tem que cuidar bem do saque diante do imprevisível Tomas Machac.
– O grande jogo feminino viu a grande virada de Hailey Baptiste, semifinalista em Madri, em cima de Barbora Krejcikova. A campeã de 2021 teve dois match-points no tiebreak do segundo set e depois caiu muito.
– Mirra Andreeva, Sorana Cirstea, Marie Bouzkova e Marta Kostyuk confirmaram. Na entrevista oficial, Kostyuk revelou que poucas horas antes um míssil russo quase atingiu a casa dos pais na Ucrânia. E mostrou a foto.
– Pela primeira vez em duas décadas, dois jogadores com menos de 20 anos são cabeças em Roland Garros: Fonseca e Rafael Jodar repetem Rafa Nadal e Gael Monfils de 2006.









Pra mim o problema atual do Fonseca é pior que a falta de ritmo. Ele está com algum desconforto físico. Só isso justifica o saque tão lento, o jogo tão cauteloso. Que não seja grave…
Stan Wawrinka perdeu logo na estréia. Mas as arquibancadas estavam cheias para celebrar a carreira deste jogador espetacular. Como vai fazer falta aquele icônico one-handed backhand… Vamos aproveitar o que resta de sua carreira nos próximos torneios.
Esporte é também sobre isto. A nobreza em competir mesmo com o corpo combalido para um esporte que exige tanto da máquina biológica, que exige tanta inteligência e dedicação.
Isto é uma metáfora válida em todas as esferas: alguns se despedem da quadra, outros se despedem de alguém, de uma casa ou de um emprego. Outros se despedem de sua própria vida.
Toda vez que vejo um tenista deste calibre se despedindo das quadras me vem à lembrança alguém da minha família que já se foi. Uma mistura de melancolia, saudade, mas também a satisfação e serenidade do dever cumprido.
Honremos sempre o legado das pessoas de valor!
Belo texto Davi. Mais um.
De fato, imaginar alguém com 41 anos, desafiando um garoto de vinte e poucos, a pleno sol, onde jogar tênis profissional exige tanto do corpo quanto da mente, é para muito poucos.
Sábado estava ao lado do filho que é flamenguista (quase) doente e vi o Pedro, atacante do rubro-negro em campo e faço uma analogia ao que você escreveu sobre o Stan Wawrinka.
Não é possível que o desgaste mental dele (Pedro) chegue ao menos a 10% do que se desgasta um tenista que precisa encontrar soluções para vencer um desafio, onde só pode contar consigo mesmo.
Grande abraço.
Pois é caro Luiz… Algumas coisas ficam invisíveis para a maioria das pessoas. Caras como o Wawrinka já tem patrimônio o suficiente para viver de renda pelo resto da vida, ficar de boa curtindo uma praia.
Mas o atleta está lá treinando, tendo que lidar com dores, com um corpo que não responde mais. A razão é que os caras verdadeiramente tem amor e dedicação ao tênis. Espetáculo de se ver, mesmo no amargo da derrota e da despedida.
Sempre vai ter alguns zombando da idade dos outros e insistindo para que o cara se aposente. Decisão sempre difícil para qualquer um. A verdade é que o tempo escorre pelas mãos e a idade chega para todos. O deus Cronos é implacável então tem que aproveitar para fazer algo de valor enquanto é tempo.
No post onde Dalcim trouxe as perspectivas para o tênis feminino em Roland Garros, senti falta dos “politicamente corretos” que não aceitam que tênis feminino está muito longe da audiência do masculino. E os motivos – da falta de audiência – todos sabemos.
Pois bem, dois dias e meio após a postagem, há parcos 13 comentários lá e nenhum feito pelos que se dizem insatisfeitos por não ver o tênis feminino tratado com a mesma parcialidade do masculino, desejada por eles.
Fica uma dica: isso não pode ser enfiado goela abaixo.
Tens mesmo um impressionante déficit de atenção. O Tênis feminino atingiu em 2025 , 1,1 Bilhão de espectadores nas várias plataformas num crescimento de 10 % ao ano. E ao contrário de politicamente correto , isto é uma realidade. A imprevisibilidade do Circuito atrai cada vez mais jovens seguidores. A reportagem foi em Abril de 2025 aqui mesmo em TênisBrasil . E falas em enfiado goela abaixo ??? . A nível de patrocinadores, Coco Gauff ficou somente atrás de Sinner e Alcaraz e a frente de Djokovic em 2025 . Inacreditável tuas colocações sem noção. O “está muito longe” fica para os Torcedores de ” goats” lá do Site . Basta ver também as premiações. Abs !
Parabéns ao Wawrinka pela brilhante carreira. Acredito que ele vá encerrar em Basel, mas se despediu hoje de Roland Garros. Grande “Cara de Cachorro”. Stan, the man.
Imagina se Stan, The Man, fosse Brasileiro ? . Não vence um simples ATP 250 desde 2017. Ele e Monfils vão se aposentar sem conseguir ao menos as 600 Vitórias . E o Mundo não esquece os espetáculos proporcionados por ambos … Abs !
Sobre a Bia, Importante lembrar que mesmo nessa vitória em torneio de primeira linha em Seul foi contra uma top300, jogadora de w35. Ela não vence uma top100 desde o Us open.
Prezado Dalcim, acompanhei praticamente todo o jogo da Bia e 2 coisas me chamaram a atenção: a primeira foi a movimentação. Ela nunca foi muito rápida, mas a movimentação dela está horrível. Muito lenta tanto na movimentação lateral e na corrida para frente. Várias vezes ela chegava atrasada lateralmente e já tinha que se defender. O segundo ponto é a total falta de confiança. Em momentos de tensão ela duvidava e aí adversária crescia. Sinceramente, fiquei com pena da situação dela, pois para mim, o problema é claramente psicológico. Ninguém desaprende a jogar.
A dúvida que fica é se ela deveria dar uma parada estratégica, investir em melhorias técnicas e físicas, ou se outra parada prolongada causaria ainda mais estragos, já que acaba de trocar de treinador. Ela segue esperando uma campanha salvadora, mas está cada vez mais difícil.
Ela não merecia uma fase tão ruim como essa. Mas sair dela está bem improvável…
O problema foi q ela optou por usar a última “parada técnica” q fez em Setembro de 2025 para rigorosamente nada em termos técnicos..
Dificil de entender, como que para, e nesse período não pensou em nada? Nem preparação fisica a longo prazo, e nem ajustes técnicos, dificil de acreditar…
Mas espero que BHM volte aos velhos tempos de outrora, tudo bem que trocou de trenador, vi a entrevista doi Larri Passos, ele disse que o treinador é bom, eque BHD, se preparasse paraas mudanças.
Exatamente! O curioso é ela mesma finalmente admitir que seu saque tá muito deficiente, porém, até onde sabemos e podemos ver, nada fez para aprimorá-lo. Estranho demais. Pelo jeito, aproveitou a parada para apenas isso: parar. E não parece boa prática para um(a) esportista de alto nível parar com tudo. Parar pra arejar a cabeça não deveria impedi-la de seguir treinando e se aperfeiçoando técnica e fisicamente, pois não há como a cabeça se recuperar sem a expectativa de poder exibir algo novo em seu jogo no retorno ao circuito.
Até tu , meu caro ? . Demorou mas trocou de Treinador que a levou para a Europa onde treina atualmente. Achas mesmo que em menos de dois meses o cara ia fazer milagre ? . Brasileiro é impressionante, pois o caso é sério e não procuram nem saber quem assumiu o Posto. Vai voltar para as duplas e ao final da Temporada é que teremos idéia de se ainda dá. Abs !
Jogo sofrível do João. Se antes eu estava pessimista, agora a confiança foi a zero contra o Prizmic . Já o Djokovic é isso aí, o cara tá em fim de carreira, não dá pra esperar que ele venha em Roland Garros, onde o físico é exigido ao máximo e atropele os jovens. O Perricard parace uma mula sacando, e tome coice. Mas me parece o backhand mais ridiculo do circuito. Enfim, ao menos que o João jogue o melhor dele, não teremos a terceira rodada dos sonhos.
Treino de luxo ontem, tomara que tenha errado tudo que tinha que errar, como disse o sábio Dalcim, se jogar como ontem, não passa… A realidade é triste, mas é a verdade e não podemos fugir (L) dela…
Ta difícil a Bia ! E mais fácil o Bangú ser campeão carioca do que a Bia conseguir alguma coisa !! rssss .a propósito o Bangú ainda existe ? Meu avô era Bangú
Que desdém é esse ??? Como assim Bangu ainda existe??? Mais nada a ver ainda é comparar Beatriz Haddad com o Bangu… O problema da Bia é nuito “emocional”, mas muito mesmo, até porque Via dava toda a ounta que venceria esta partida, mas quando perdeu o controle emocional foi para o fundo do poço… A Bia tem que teabalhar urgentemente o emocional, a confiança e, principalmente, a autoconfiança!!! Pra quem já ganhou da Iga e tem potencial para ganhar de qualquer uma, Bia tem se mostrado muito instável emocio9…
Demorou barbaridade, mas arrumou um Treinador muito experiente que de cara , a tirou da Zona de conforto e a levou para treinar na Espanha . Devido a grande dificuldade inicial ( mental no fundo do poço) , vai voltar às Duplas . Em 7 meses poderemos ter noção se ainda dá. Bangu cara Sandra , consegue se manter sempre na primeira divisão do Carioca, ao contrário do América, mas não é mais bancado pelos herdeiros de Castor de Andrade . Abs !
KKKKKKKKKKKKKKKKK
Olha Dalcin, estou surpreso com sua confiança pra esse R2 do Fonseca, tratando como praticamente protocolar a passagem pro R3 e o encontro com o Djoko.. pelo q não mostrou o Joao e com o Croata se mostrando nos cascos.. eu sinceramente estou longe de esbanjar essa confiança toda para esse confronto(sobretudo pela perspectiva de declínio fisico do BR com um jogo mais longo contra o atlético Prizmic..)
Não sei onde você leu esse meu otimismo todo. Ao contrário, escrevi que Fonseca precisará jogar muito mais do que fez hoje.
De toda forma, se ele quer se posicionar como um dos grandes nomes da nova geração precisar ajustar o físico e o emocional e passar tranquilo não só pelo Croata como pelo Sérvio. Perdeu jogando bem de Alcaraz e Sinner, mas depois enfrentou outras duas promessas e ficou atrás. Tem tênis, preparo, time e suporte para isso…
“Pela primeira vez em duas décadas, dois jogadores com menos de 20 anos são cabeças em Roland Garros: Fonseca e Rafael Jodar repetem Rafa Nadal e Gael Monfils de 2006″…
Guardar esse post para daqui há uns anos para vermos quem estará seguindo os passos de Nadal e quem se contentará em ser um showman, tal qual o francês..
Nada a ver uma coisa com a outra!!!
Concordo contigo Maurício, muito nada a ver mesmo o comentário sobre o Jodar…
Uai, então vc não viu o Jodar ???? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Desmerecendo o espanhol, que provou muito mais em curto tempo, do que JF, e não é sou que estou falando disso, kkkk
Boa!
Quatro ex-campeãs de GS derrotadas: Krejcikova, Stephens, Kenin e Raducanu.
Não existem “ex-casmpeões”, Lisandro. Um título é eterno. Abs!
Sem a menor dúvida! E o esporte é dinâmico.
Verdade, caro Dalcim.
Matei a linda língua portuguesa.
Abs!
Ex-Campeãs é dose pra leão, não é mesmo? Quem revogou os títulos delas???
Só mostra a mania de vários brasileiros de querer desmerecer as conquistas das pessoas. Pensei que era só em relação aos jogadores brasileiros, mas percebo que é geral. Campeões não deixam de ser campeões porque perdem um jogo ou vários jogos; mesmo aposentados, em final de carreira ou em má fase, continuam sendo campeões de Grand Slams: Wawrinka (3 Slams), Krejcikova (2 Slams), Stephens (1 Slam), Kenin (1 Slam) e Raducanu (1 Slam), todos derrotados na primeira rodada, e ainda teve a Andreescu (1 Slam), que perdeu na segunda rodada do quali.
Sim, um erro crasso em português mostra um pensamento…
Queria dar ênfase ao fato de grandes campeãs terem caído na primeira rodada no mesmo dia, não estava desvalorizando ninguém.
Admitiu o erro de português, está desculpado.
Vou adiantar uma “bomba” aqui, João Fonseca passará da terceira rodada, e depois que ele passar voltarei aqui comentando, e todos sabem que não sou nem um pouco fã do JF, mas é o que vai acontecer.
O único jogador que tem condições técnicas (as físicas pesam) de tirar o título do Sinner é o Djoko mesmo, daí sua torcida pra ele rodar o mais cedo possível.
Até concordaria, se fosse na quadra rápida ou grama, mas se o Sinner não se desgastar nos primeiros jogos, não tem ninguém na chave capaz de tirar o título dele, e não é demérito do Djokovic, ainda mais no saibro, onde o físico conta muito mais. Djokovic vai ter a sua chance em Wimbledon, se ainda quiser muito os 25 Slams em perfeitas condições. Djokovic mostrou no Australian Open que, se estiver bem, ainda pode vencer em uma quadra mais rápida.
Eu citei as condições físicas em parênteses. Sinner recebeu a chave dos sonhos e talvez chegue à final sem perder sets ou um no máximo, enquanto Djoko pegou uma chave encardida e, se chegar, vai estar o pó da rabiola. De qualquer forma, uma grande campanha em RG nessa idade seria mais um feito extraordinário do sérvio.
E olhando por esse até concordo, Paulo, mas vai ser dose pra Leão, ele chegar as meias -finais, vamos aguardar.
Então , é dois, kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Perri-card estava jogando muito bem, à caminho da vitória. Porém aconteceu algum fenômeno com seu dedo e à partir daí sua programação ficou alterada ocasionando débito no confronto direto contra Djokovic. Infelizmente o crédito não foi possível hoje para Perri-card. Agora é torcer para que não aconteça uma forte baixa em seu jogo senão haverá desaceleração em suas ações por tempo indeterminado, elevando sobremaneira o nível de desconfiança. O bom é que vai pagar mais nas apostas, o que pode ser bem rentável para o investidor. Ainda mais se tratando de um sacador.
Reduziu-se o número de sets em RG?
Porque ele ganhou apenas o primeiro e já estava a caminho da vitória?
Vinha acompanhando o calvário de Bia pelos seus textos, mas hoje assisti seu jogo e foi muito angustiante. Mesmo com 6×1 e sobrando, ela nunca ficou confortável e parece que sabia que iria perder. Afinal, o que está acontecendo com ela?
Muito triste o bloqueio que vem sofrendo a Bia desde setembro. O momento ruim parece que não quer passar mais e todos (incluindo ela) nos acostumamos ao novo normal do seu tênis…
Se os dois passarem de fase (o que eu duvido), vai ser um jogo mais feio do que bater na própria mãe. Péssimo desempenho de ambos na 1a rodada, deram sorte que pegaram adversários desqualificados.
Eu assisti atentamente ao jogo da bia ,ela perdeu a mecânica do saque ,tempo de devolução,a movimentação lateral não existe mas o que mais me preocupa é a falta de leitura de jogo ,qualquer um já sabe onde e quando a bia vai errar ,e sinceramente a bia tá encaminhando pra aposentadoria .
Qual nada. Não é “Que nada” ?
As expressões se equivalem.
Esse Dalcim é um monge…
Foi uma pergunta simples, sem segundas intenções. Pensei que pudesse ter sido o corretor automático. Não tenho culpa de você não gostar de nolistas.
Qual também pode ser usada.
O mundo do tênis quer ver esse confronto, mas o Prizmic é muito perigoso. Se Djoko foi testado hoje, JF será na próxima rodada.