Deprecated: Using null as an array offset is deprecated, use an empty string instead in /home/httpd/html/tenisbrasil.com.br/public_html/wp-content/plugins/advanced-ads/includes/abstracts/abstract-group.php on line 658
Não, mais uma vez não foi ainda a hora de Novak Djokovic comemorar o tão aguardado 100º título da carreira. Assim como aconteceu há cinco meses em Xangai diante de Jannik Sinner, a festa acabou adiada por um membro da nova geração: o surpreendente Jakub Mensik, de apenas 19 anos e na busca pelo primeiro título de qualquer nível ATP.
O tcheco, que nasceu dois anos depois de Nole iniciar sua trajetória no circuito, teve a incrível frieza de ganhar tiebreaks idênticos de 7-4 em cima do homem que o inspirou a jogar tênis. Claro que o primeiro saque foi elemento-chave, mas o garoto também conseguiu levar o adversário ao esgotamento físico nas inúmeras duras trocas de bola e mostrou a frieza que já havia surpreendido muita gente contra Taylor Fritz, contra quem também ganhou os dois tiebreaks disputados, um deles em pleno terceiro set.
“Não há tarefa mais difícil no tênis do que ganhar de Novak numa final”, repetiu algumas vezes Mensik, que precisou segurar as lágrimas na hora que a última devolução de Djokovic não aguentou a força do seu saque. E olha que Nole fez uma partida muito decente, a ponto de vencer 23% dos pontos contra o primeiro serviço bombástico, quebrando uma vez na série inicial para empatar o placar.
Tenista da novíssima geração, onde também se destacam João Fonseca e Learner Tien, Mensik tinha por meta atingir o top 30 até o fim da temporada. O objetivo já está cumprido com muita antecedência, uma vez que será o 24º do mundo nesta segunda-feira. Fica portanto candidato a cabeça de chave nos próximos Grand Slam, embora seu estilo seja uma incógnita para as quadras de saibro, superfície onde só ganhou seis de 10 jogos de nível ATP até hoje.
Djokovic amanheceu com aparente infecção viral na pálpebra, algo que já o acometeu antes, mas seu desempenho não pareceu limitado em qualquer momento, exceto na reta final da partida, em que mais uma vez faltaram pernas e sabidamente isso compromete a precisão e a confiança. Ele já deve reaparecer em Monte Carlo, dentro de oito dias, e está inscrito em Madri. A princípio, suas únicas preparações para Roland Garros.
Sabalenka amplia domínio
Mesmo sem jogar o melhor tênis, Aryna Sabalenka soube controlar bem as difíceis condições de umidade e vento, acrescentando Miami entre seus grandes títulos no circuito. A bielorrussa tem agora 19 títulos em 35 finais, sendo oito em 12 em decisões de nível WTA 1000. Isso é claro sem mencionar os três Grand Slam.
De qualquer forma, ninguém jogou um tênis mais competitivo do que ela nestas duas semanas, numa campanha que incluiu vitórias sobre três top 10 e a então campeã sem perder um único set. Um troféu erguido em boa hora, já que a número 1 havia perdido duas finais importantes seguidas, no Australian Open e em Indian Wells.
Sabalenka dispara na ponta do ranking, agora com 3.075 pontos à frente de Iga Swiatek, e unifica as lideranças ao superar Madison Keys na classificação da temporada. Vai ser difícil tirar sua soberania, já que Swiatek terá agora 4.195 pontos a defender no saibro europeu, onde ganhou Madri e Roma em cima de Sabalenka e ainda faturou Roland Garros. A bielorrussa tem somente 1.838 a repetir no mesmo período.
Esta foi a terceira final seguida que Sabalenka barra Pegula, todas elas nos EUA e na quadra dura, repetindo Cincinnati e US Open. Deu até impressão que Jessica poderia reverter a situação e não faltaram chances, tendo sacado com 3/2 no primeiro set e 1/0 no segundo. Mas o serviço falhou, justamente quando ela vinha tão feliz por estar ganhando mais pontos com seu saque.
O fato é que vimos nove quebras de serviço nos 14 primeiros games. Estava claro que as condições climáticas atrapalhavam a eficiência do saque e permitiam que a devolvedora saísse mandando nos pontos. Até que Aryna se estabilizou. As palavras de Pegula caem como uma luva para explicar a diferença: “Ela sobe o nível nas horas importantes”. Mesmo com 36 erros, Sabalenka ainda fez 31 winners contra apenas 12 da norte-americana.
O Brasil apareceu na final feminina. Sabalenka teve direito a torcida e bandeira na arquibancada, dando “obrigado” na cerimônia de premiação e afirmando na entrevista oficial que planeja conhecer o Brasil o mais breve possível, ao lado do namorado, o empresário Georgius Frangulis, o Grego. Estaremos de portas abertas.











Saber que Pegula derrotou Collins não tem preco…!
Na década de 1990, Sampras e Agassi eram protagonistas da principal rivalidade da época. Como se sabe, Sampras desenvolveu uma carreira superior à obtida por Agassi. Por outro lado, Agassi era muito mais carismático que o rival, de certa forma, mais ou menos, equivalente ao que vemos atualmente com o big three.
Pergunto ao Dalcim e demais participantes deste espaço: como os fãs se comportavam em relação à rivalidade. Existia uma guerra como hoje ou a mentalidade era diferente???
É difícil medir essa idolatria, ainda mais sendo compatriotas e o tênis americano dominando o mercado de então.
Ok
Tem o fator comunicação e mídias sociais também, inexistentes à época Samuel.
Hoje fala-se que Federer, Nadal e Djokovic têm x milhões de seguidores, respectivamente.
Com a dupla americana, não sabíamos se tinham mais que os próprios familiares.
Rss.
Que eu me lembre, naquela época não havia Internet, ou talvez não estivesse massificada. Portanto não havia meios de discussões como atualmente. Acho que apenas durante e após Roger Federer houve este fenômeno.
Ok
Cuidado para não queimar a sardinha Ronildo.
Oi Luiz, não entendi kkkk
Explico:
puxas tanto a sardinha para sua brasa (Roger Federer) que pode queima-la.
Rsss.
Lembro que quando Sampras se aposentou era meio indiscutível que ele era o melhor de todos os tempos, principalmente por conta da quantidade de slams, ainda que não tivesse nenhum RG. Entretanto havia gente que apontava que Agassi deveria entrar na briga por conta de como fazia diferença para o tênis, pelo público que ele atraía, seu carisma, sua história de superação, sua maior versatilidade e seu estilo de jogo mais atrativo e bonito de assistir. Eu nunca questionei que Sampas tinha melhores números e seria considerado o melhor, mas sempre gostei mais de assitir jogos do Agassi, então eu achava esse tipo de discussão interessante.
Obrigado!!! Te agradeço.
Já eu, achava o jogo de Sampras mais bonito.
E eu o achava bonito kkkk
Feio, de fato, ele não é.
Jamais vi outros smashes como aqueles.
Teve um Finals (antiga Masters Cup), com os dois fazendo a final, em Hannover Alemanha), que Sampras simplesmente voava. E foram vários no jogo.
E de longe a direita na corrida mais devastadora da época. Seus voleios e bate-prontos geniais junto a rede, eram de uma plástica e eficiência, de deixar Boris Becker falando sozinho . Pistol Pete Sampras se dava ao luxo de cometer duplas faltas para não dar ritmo a jogadores como Agassi…rs. Abs !
Sempre foi e sempre será assim, rivalidades que envolvem mais que os títulos. A discussão sempre será entre as preferências dos torcedores, cada um enxergando o que quer e jamais concordando com o outro lado.
A diferença é que o Big 3 durou muito mais que o resto (com certeza por causa da tecnologia) e a interatividade entre os torcedores também (com certeza por causa da tecnologia).
Por isso gosto tanto de Black Mirror.
Abs
Como todo respeito que nutro por você, acho de mal gosto atribuir sempre, e em primeira mão, à tecnologia a responsabilidade pela duração do domínio do Big 3, como se não fossem caras extremamentes diferenciados.
Roger Federer com uma técnica para executar golpes que nasceu com ele, Rafael Nadal com uma vontade além dos limites para tudo e Novak Djokovic com uma capacidade de leitura do jogo e de evolução constante como ninguém.
Alcaraz e Sinner são os atuais responsáveis pela ponta da geração atual.
Se chegarem a 10 GS cada um, atribuo um êxito enorme a eles, pois não acredito passarem disso, mesmo tendo tecnologia mais avançada ainda, em favor de ambos.
Sem dúvida a ténica deles e o domínio sempre foi algo sobrenatural. Mérito total do esforço e resistência à dor de cada um.
O único ponto onde acredito fazer diferença é a longevidade, e o que me leva a pensar isso é o fato de terem conseguido tantos títulos e slams após os 30 anos, coisa que nunca ocorreu na história do tênis e de outros esportes também.
Abs
Vejam como a ciranda do tênis é interessante, em pouco tempo aconteceu o seguinte:
Bencic venceu Gauff por um placar razoável;
Kenin perdeu para Gauff de forma vexatória;
Como seria um encontro entre Bencic e Kenin. Considerando os dois jogos acima, uma vitória da suíça seria mais do que esperado. Pois é, elas se enfrentaram e o resultado foi constrangedor para favoritissima Belinda.
Está aí uma das belezas do esporte, a imprevisilidade.
“Dê poder a um homem e descobrirás quem ele é” – pensamento atribuído ao filósofo italiano Nicolau Maquiavel…
Mensik revelou que “teve sorte”, pois no dia da estreia em Miami ia até o escritório do juíz pra formalizar sua desistência do torneio por conta de uma inflamação no joelho…mas o responsável estava almoçando.
Ele ia entrar em quadra 30 minutos mais tarde, falou com o fisioterapeuta e acabou ganhando o jogo…teve 1 dia de folga e acabou indo a Final e ganhando o Título do Master 1000…!!!
Notícia velha
Já me ocorreu algo bem semelhante em minha vida.
Óbvio que não foi na minha carreira de tenista, rsss.
É mais ou menos como no poquer. As oportunidades estao aí. Vc pode perder bastante, mas se nunca apostar é certeza que nunca vai ganhar.
Abs
Levi, isso daí foi notícia no domingo
Quem sabe se Djokovic não está pensando em fazer uma despedida do circuito no ATP de Belgrado.
Quem sabe Federer não retorna ao circuito profissional?
Em Monte Carlo ou em Roma?
São inúmeras as possibilidades futuras heim Paulo, mas essa aí achei mais difícil kkkk
Em 2021 ( ainda Pandemia) fizeram duas edições do Belgradao. Djokovic venceu uma delas pra cima de Alex Moldan ( atual 645 ) . Em 2022 , Rublev aplicou um Pneu na FINAL pra cima do Sérvio. A partir daí, mesmo o Irmão sendo diretor do Serbian OPEN , ” goat ” não mais participou …rs. Abs !
2022 foi o ano em que ganhou WB e o atp finals?
Mas cadê a moleza que Paulinho diz dos ATPs 250 ? . Como foi agora em Brisbane ? . Me diga um que Nadal tenha vencido depois dos 36 ? . Vives de bigtitles que nem existia antes de 1990…Abs !
É a Atp que fala dos Big Titles.
Mestre Dalcim,
Não sei se Djokovic ainda terá uma oportunidade tão propícia para ganhar um grande título como em Miami. A cada dia vai ficando mais difícil. O que achas?
Eu ao menos gostei de ver que ele recuperou bem seu tênis em Miami, fazendo algumas ótimas partidas. Então acho que ainda permanece competitivo e talvez Monte Carlo seja um lugar onde possa ir longe. Com chave boa, também Roma.
Pois é, Dalcim. Os tempos mudaram. Antes era o homem a ser batido. Agora, depende de chave boa.
Pois é, Maurício. Não que eu duvide de sua capacidade em Roland Garros ou Wimbledon, mas os jogos de cinco sets podem ser um problema para sua resistência física. Djokovic deu outro sinal em Miami que os jogos longos o desgastam muito.
Pera aí não é Maurício. Até quando você queria que Djokovic fosse o cara a ser batido?
O único que teve essa alcunha foi Borg, porque teve a coragem ou sei lá o que, para se retirar aos 26 anos de idade.
A ” coragem” foi perder 3 FINAIS consecutivas de SLAM para Big Mac. No USOPEN ficou Zerado. Perdeu duas para Connors e duas para McEnroe. Os problemas extra quadra ? , pesquise L F 2 . Abs !
O pesquisador é você.
Minha alusão foi ao fato de um tenista se aposentar no auge da idade (não da técnica), por isso, só ele saiu antes de deixar de ser o cara a ser batido, naturalmente.
Borg perdeu 3 finais de GS para o McEnroe e arregou. Borg não sabia perder e com a ascensão do americano e ainda apareceu o Lendl ele foi e se aposentou. Não tenho nenhuma dúvida que Lendl iria conseguir vitórias contra Borg em Roland Garros se o sueco tivesse continuado no circuito.
Comentei um pouco mais acima.
Como seria se continuasse, como saberemos, não é?
E pensar que Carlos Alcaraz pode ser tricampeão de Wimbledon com tão pouca idade. Ele pode estar em qualquer posição no top 10 para disputar Wimbledon, até em 9° e mesmo assim aparecerá como favorito nas casas de apostas.
Mestre, incrível como alguns aqui não conseguem comentar sem citar direta ou indiretamente o Federer.
O cara está aposentado há anos, mas o amor de alguns frequentadores daqui por ele, transcendeu…isso porque supostamente não torciam por ele. Mas sempre que falam algo, não esquecem o Federer hahahaha.
Pra você, qual a explicação pra isso?
Verdade… rsrs… eu até brinquei um tempo atrás com algum internauta, não lembro exatamente quem foi, que o Federer não consegue ser esquecido, tanto pelos fãs como pelos torcedores dos outros Big 3. Isso só demonstra, a meu ver, o quão importante Roger se tornou. Abs!
Sempre foi um grande campeão e sempre será importante, é o terceiro maior ganhador de grandes títulos, o de técnica mais apurada, sempre comentamos isso aqui. Diferente de um grupinho q atribuía as vitorias de Rafa e Djoko a expoentes ilícitos…
O ódio por ele ou por seus torcedores também é um grande motivo dele ser citado aqui, Omar…
Mas se reparar bem, sao alguns poucos que insistem no assunto GOAT. Porém repetem até o infinito e além.
Abs
Curioso q o ódio dos torcedores do federer pelo Djoko e/ou pelos seus torcedores tb é repetido ao infinito e além mas daí não te incomoda…
Por q será?
Reparação histórica?
Tá mais para reparação histérica.
Incomoda tanto quanto caro Gustavo… Vc nao sabe o que é ficar lendo mais da metade dos comentários que vcs fazem sobre GOAT… desanima.
Saiba que nao odeio o Djoko, inclusive se vc me acompanha já teci muitos elogios a respeito de sua técnica e do mental. Só nao curto seus pitis e milongas, e acho que a maioria nao curte tb.
Abs
Grato pela coerência.
Nem o Federer nem o Djoko sao perfeitos.
Assim como nenhum de nós é.
Todos temos nossas ambivalências
Você só citou os torcedores de Djoko aqui e em outras notícias. Não me parece que lhe incomoda “tanto quanto”.
Outra coisa: lembre da milonga do suíço contra Wawrinka na semifinal do AO 2017 e também das vezes em que quebrou a raquete.
Na boa , Paulinho. Não dá pra comparar o Craque Suíço , que venceu o Prêmio Stefan Edberg , por 12 vezes consecutivas ( votação dos próprios Tênistas ) , com Sérvio mimisento. Que tal perguntar ao Dalcim o significado da premiação ? … rs. Ps: Dimitrov levou em 2024 . Abs !
Ele ganhou 24 slam por causa de milongas?
Alegre por prêmio de esportividade? É sério isso
?
” vc só citou os torcedores de Djoko. Não me parece que incomoda tanto quanto”.
Brincadeira viu. Quanto mi mi mi desse cara. Até quando alguém cede no argumento, ele arruma um jeito de militar pelo Djokinho dele.
É muita paixão viu rs
Falou “militar” já entendo como você pensa. No entanto, não vou abrir discussão sobre política.
E o fiasco que Federer fez quando perdeu o AO de 2009 que constrangeu Rafa de comemorar sua conquista?
Constrangeu pra Turma da Kombi. Rafa Nadal tirou de boa . E já disse em entrevista. Leia mais, e fale menos groselhas caríssimo P.F. rs. Abs!
E o Djoko chorou de soluçar quando perdeu nas olimpíadas para o Del Potro. Qual o problema em chorar por derrota?
A tua “isenção” é sempre linda rs
Não foi em final e não impediu Del Potro de comemorar nada.
E em final ele teve uma derrota daquelas pro Stanimal na final de RG de 2015.
Chorou muito, de soluçar.
Mas não constrangeu o Stan a ponto de impedí-lo de erguer o troféu.
Como Federer fez com seu papai Rafa no AO de 2009.
Bom mocismo seletivo, pra um pode, pro outro não…
Bom mocismo seletivo é o que mais se vê dos fanáticos fãs do Novak…
E você um fanático torcedor de quem? Quer pagar de isentão?
Isentão. Taí outra palavra que mostra o quanto ser equilibrado virou algo ofensivo, de alguém covarde. Mas a verdade é que o covarde é o extremista que só consegue ser valente por trás de um teclado.
Não é sobre vc caro Paulo, só queria lembrar algo que escrevi em um post anterior.
Abs
Jose Yoh,
Sim parace-se mais um rancor do que uma rivalidade (Lembre-se que para haver rivalidade, são necessários apenas dois).
Já para haver rancor, é necessário adicionar fanatismo a essa conta. Acho que os torcedores do Federer disseram tanta asneira entre 2008 e 2021 – as mais absurdas possíveis – que não me admiro ao ver a torcida do Djoko retribuindo cim puro ódio.
Mas a cartilha de ambas as torcidas é parecida:
– inclui agredir moralmente ao torcedor do outro, que ao ver o objeto de sua devoção ser esculachado, perde a linha e solta os maiores absurdos possíveis para rebater.
Algumas pérolas:
– Sobre federer: “não faz esforço para jogar e ganhará ao menos 40 GS durente a carreira” (sic), “terá ao menos 14 Wimbledom ao final da carreira” (sic), “jogará até os 50 anos” (sic)
– Sobre Djoko: “24>22>20. Portanto o meu é maior que o seu”, “Meu tenista é golden goat” em alusão a alterarem o significado da frase, mesmo Djoko nao tendo ganho os 4 gs e olimpíadas dentro do mesmo ano.
– sobre Nadal: “aos 21 anos sua carreira terá acabado por conta dss lesões”, “siri-bombado”
…rs
Enfim, quem lembrar da sua “pérola favorita” que ouviu nestes últimos anos sobre os ídolos e seus minions, por favor poste aqui.
O octágono está montado!
Ayrton, imagine 15 anos escutando as mesmas histórias, com os mesmos absurdos… só inverteu o lado como vc bem apontou. E tem os Nadalistas tb que eram igualmente fanáticos aqui.
Eu mesmo já entrei nessa onda, mas saí faz um tempo.
Alguns bons colaboradores saíram do blog pq nao valia a pena conversar sobre algo que sempre será um monólogo.
Abs
Puxa vida Yoh, mas num esporte centenário como o tennis, que ainda vive o final de um período de 15-20 anos, de um domínio assombroso de 3 caras e todo analista acha o mesmo, seja aqui ou nas TV’s do Brasil ou de fora, tu queria que o assunto fosse o que?
Moda, culinária, economia?
Forte abraço.
Daqui 10 anos isso passa.
O assunto é o Tênis e não o fanatismo exacerbado por um homem ou ‘ goat ‘ . Um cara como ti que diz que vai dormir, quando joga JF ? . E desaparece nos Posts do garoto ?. Pra Tua Turminha o Esporte é Djokovic. Sinner e Alcaraz são meros coadjuvantes…rs. Abs !
Certo Dalcim, de onde partem as provocações?
O Big 3 é tênis ou bolinha de gude? Não foi um membro do Big 3 que fez a melhor partida de Wimbledon aos 38?
Sobre eu dormir ou desaparecer, pode tranquilizar-se que nas próximas vezes, lhe enviarei os pedidos de permissão.
Era só o que me faltava, ter que dar conta de minhas vontades há um nobre e impertinente desconhecido.
Respeito quem queira falar sobre isso e de vez em quando falo tb. Só acho que falta criatividade e empatia para alguns. E toda opiniao sobre esse assunto parece inegociável.
Abs
Mas ainda é inesgotável mesmo.
Ontem saiu uma notícia nova onde Nadal diz qual foi o pior momento de sua carreira.
Ou seja, aposentado, que traz esse assunto de volta e que ainda vai participar de uma homenagem para ele, daqui uns meses ainda.
Felizmente, não são os internautas do Blog que mantêm as chamas do Big3 acesas meu caro.
E antes que SR venha me atacar de novo, aqui não tem nada de fanatismo exacerbado por um homem.
Sim é possivel que uma boa quantidade saiu porque nao valia a pena conversar por monólogos. Mas tenho a impressao que a imensa maioria dos fanáticos que saiu, foi porque nao aguentou ver seu ídolo perder para o ídolo do outro.
Tem razao, mas falando por mim, por diversas vezes pensei em sair por achar que nao faria diferença o que eu falasse aqui.
Se vc quiser um bom exemplo sobre o que estou falando, é só ver umas linhas acima. Se eu nao respondo é pq eu nao vejo diálogo nisso.
Uma simples opiniao vira uma conversa interminável que dura anos, e com os mesmos argumentos – alguns sem o mínimo sentido como comparar as quebras de raquete do Federer com as dezenas do sérvio.
Abs
Acho difícil sair pois o conteúdo postado pelo “digital influencer” @Jose Nilton dalcim é muito bem feito e bem redigido. E postamos comentários pois aqui é um blog, que em tese possui um modelo mais informal do que em notícias, por exemolo, e mais apropriado a receber comentários diversoos, num gormato mais “hater”.
Sendo um espaço “mais hater” do que sensato, num blog a diversao é garantida.
Uma vez escrevi aqui (já nem me lembro bem) que antigamente escrevíamos algumas poucas cartas ou e-mails para pessoas que conheciamos e gostavamos. Hoje escrevemos muito, mas para pessoas que nao conhecemos e nao gostamos.
E sobre assuntos que nao deveriamos gostar. Acho que continuo pensando assim.
Infelizmente nossa carencia é algo que tem muita fome e pior, come qualquer porcaria.
Abs
Mas ler ou não e responder ou nao… continua sendo uma opçâo de cada um.
P.s.: eu já rasguei e joguei fora sem ler ou responder cartas que recebi. Arranquei páginas da agenda para “esquecer” endereços e pessoas. Escrevi (e recebi) outras tantas. Já esperei pelo correio anciosamente. E Atualmente, o carteiro me visita muito mais que antes (dia sim, dia nao ouço ele gritar do portao: “ENTREGA!!!!”
E nada da carta selada chegar….(não mais)
Como se conversa por monólogos?
“Conversar por monólogos” foi uma metáfora. Eu quis dizer que cada um expõe o seu próprio ponto de vista (ou “a sua “verdade)o que acresita ser ‘a sua própria verdade”), mas não se discute o tema verdadeiramente, nem dá-se ouvidos ao contraditório.
Mas ao final… “não se conversa”, se é neste ponto que você quer chegar.
Então você acha e assina embaixo que uma ala de torcedores que comentam sobre o fato de um tenista ser o maior vencedor de tudo o que se pode vencer no esporte: mais torneios maiores, maior tempo como o maior do ranking etc e têm que lidar com argumentos do tipo: sorte, chaves babas, o adversário principal era velho, o adversário principal estava doente etc é expor o próprio ponto de vista e não discutir verdadeiramente o tema?
O maior problema é que quando havia uma supremacia de um tenista, tudo isso era argumento para carimbar a superioridade de tal tenista, como já aconteceu com Pete Sampras.
Aí, a história mudou, com outro, superando tudo e colocando vantagem.
Os argumentos teriam que mudar também, pois, não valem mais.
O que consola é que a parte superada, inventa pérolas que teriam vergonha de falar se fosse um debate pessoalmente.
Basta escrever, inventar um nome qualquer e soltar na rede…
Saudações para você.
Então eu acho que não tenho nada a ver com o fanatismo de vocês.
Não são fanatismos, são constatações de fatos.
Roger Federer superou Sampras (que era o rei dos Slams), e foi superado.
Não há nada de fanatismo nisso.
Você tem que mencionar também os torcedores de Federer que comentam qualquer notícia relacionada a Djoko. Por exemplo: Gilvan, Realista, entre outros.
Sem dúvida é bem chato também. É que o assunto inicial era sobre Federer ser muito mencionado aqui e isso já seria outro contexto: os haters do sérvio.
Abs
Muitos falam sobre o cansaço de Djokovic, mas eu acredito mais em dores.
Seu jogo é economico suficiente, e um bom trabalho de condicionamento – que eu tenho certeza que ele faz – faria ele aguentar jogos de 3 sets como sempre aguentou.
Abs
Eu acho que não. E acho que se ele insistir aos 38 – opiniao apenas – passará mais tempo curando lesões do que pronto para jogar.
Boa tarde, Dalcim.
Uma pergunta: por que a ATP/WTA não permitem que um Top 20, por ex., dispute challengers? Porque teoricamente, pode acontecer de no fim do ano um 9 do mundo esteja a poucos pontos do oitavo pra se classificar pro Finals, e se interesse por um challenger.
Para dar oportunidade par as demais jogadoras. Acho bem correto. Até acho que deveria ser mais rígido, tipo top 50.
Também acho, devia mesmo impedir que um Top 50 consolidado tirasse a oportunidade e grana de um jogador nível challenger apenas.
Eu iria mais longe, Dalcim, e impediria os Tops jogarem nas duplas também nos grandes palcos, sabe? Deixar apenas os duplistas que já ganham tão menos e acabou…!
Os promotores até pagam os simplistas para jogarem a chave de duplas, Indian Wells fez isso por anos a fio. Concordo com você, a menos que o simplista seja duplista naturalmente, casos de Tsitsipas e Zverev.
Muito obrigado.
Este capcha para a gente conseguir comentar tá cada pior.
Bom dia, Dalcim.
Acabei de ler que após a dispensa do treinador chegou a vez da psicóloga que acompanha a Beatriz Haddad há 10 anos.
Até que ponto você acredita que uma renovação de profissionais dessas áreas será benéfico para os resultados da Bia?
Ainsa não sabemos como se deram essas saídas. Sempre é bom renovar, mas acho que o treinador francês teve muito pouco tempo para mostrar trabalho. Psicólogo demandam tempo, então ralvez ela comece do zero. Tomara que tudo dê certo.
Para o padrão GOAT de qualidade, perder uma final é complicado, mas olhando pelo lado humano, chegar à final de um M1000 é excelente. Ainda mais perder para um garoto que jogou tão bem e seguro.
O importante para mim é que Djoko parece ter se sentido bem fisicamente, podendo lutar por mais conquistas futuras.
O participante Jonas, na pasta anterior, afirmou que eu chamei de “vexame” o Djoko, com 38 anos, perder do Berretini.
Uai, e quando foi que você me viu escrever tal disparate?
Eu nem sequer assisti esse confronto entre o sérvio e o Berretini. Eu hein. É cada uma…
Rodrigo, meu caro, entendeste errado rsrs. Eu me referia ao SR (Sérgio Ribeiro), que desconsidera (por fanatismo), vexames do suíço contra Robredo, Donskoy, pneu em Wb pro Polonês etc… e enche a boca para falar do Holandês em IW, sendo que esse mesmo tenista atropelou o Alcaraz no US Open, recentemente.
E só dando minha opinião, eu não considero a derrota para o Berrettini um vexame não, isso aconteceria se fosse em um Grand Slam, tipo Roland Garros. Seria bizarro, uma vergonha.
Agora, todo o Big 3 ou Big 4 (se quiser incluir o Murray), já deu vexame ou perdeu para tenistas limitados, isso acontece e às vezes esquecemos que do outro lado da quadra tem um profissional que treina todos os dias pra fazer aquilo, não tem mais bobo no circuito.
Mas concluindo, a meu ver o Djokovic, em que pese estar claramente longe do auge, vem fazendo uma temporada melhor, em termos de nível técnico. Em 2023 ele foi absurdo, fez um 2024 ruim mas levou o Ouro Olímpico sobre o Alcaraz, e em 2025 é o quarto na corrida para o Finals, mesmo caindo em duas estreias. Se o cara chega em uma final de masters 1000 ou SF de Grand Slam, eu não posso, até por uma questão lógica, considerá-lo um ex-jogador em atividade, pra mim é simples assim. Acho que algumas análises partem muito da torcida para que as coisas não funcionem para determinado tenista, o que no fim das contas acaba lembrando o futebol, rsrs, abs.
Discordo que seria vexame no saibro, Jonas. Lembre-se daquele jogo de RG 2021 decidido no 7-5 do quarto set e com Djoko extravasando forte após a partida. Berrettini joga bem em todos pisos.
Realmente, agora que você falou eu lembrei desse jogo. Aquele foi o auge do italiano e esse jogo foi duríssimo, até acho que ele está voltando a jogar naquele padrão, inclusive melhorou o backhand.
Está desesperado também, caríssimo Hater Júnior ? rs . Pulei o comentário sem noção incluindo o Pneu. Não falei em Holandês algum . ” goat ” faz um 2025 decepcionante e vai sobrar para Murray. Começou já falando no 100 , e caiu em TODOS os Torneios ,desde ATP 250 até 500 , sem chegar a FINAL. Depois de cair na primeira rodada em Indian Wells, pegou uma chave baba e fez FINAL em Miami. Parabéns por se enrolar com o jovem Talentoso Mensik. Que desde os 16 Treinou com ele em Belgrado, ou seja , conhece bem suas milongas…rsrs. Abs !
Eu? Negativo, sou realista apenas.
Bom, se você achou o jogo do Berrettini um vexame, tenho que discordar. Em uma quadra rápida como Doha o italiano é perigosíssimo.
O jogo do Djoko contra o Botic em IW podemos discutir, mas lembre-se de que ele atropelou o Alcaraz em um Grand Slam onde o espanhol já foi campeão, o vexame do Carlitos é bem maior.
Não acho um 2025 decepcionante, o Djokovic tem 37 anos e está jogando melhor que em 2024. O ano está começando. Claro, eu não espero que um tenista dessa idade ganhe tudo, mas o Djoko tem um pacto especial com o tênis: já venceu tudo, pode perder outros torneios… mas se vencer um Slam ou grande título tá tudo ótimo rsrs, abs!!
Ah tá, Jonas. Agora tá explicado (rs)
Como passei a acompanhar bem pouco o blog, eu não sabia que o termo “SR” se referisse ao Sérgio kkkkk
Quanto aos vexames também concordo contigo.
Acho que todo tenista consagrado algum dia já deu vexame pontual sim: Guga, Sampras, Federer, Djokovic, Nadal. Enfim, todos.
Pior que quando postei o comentário até pensei nisso… rs, mas foi assim mesmo kkk…
E eu me esqueci de patentear o SR.
Rsss
Só um lembrete para os haters que acham que os 103 títulos de Federer significam alguma coisa…
Federer: 54 grandes títulos em 103 (52,4)
Djokovic: 72 grandes títulos de 99 (72,7 %)
O contexto é importante.
Dalcim e a própria Bia que está passsndo a vassoura na equipe dela rsss ? Ou é o técnico dela ? Aliás os patrocinadores podem apitar alguma coisa ?
Ou quem sabe foram os dois que decidiram deixar a equipe…
Pensei exatamente isso kkk
CLARO, NÉ?
Sandra, se fosse a própria Bia “passando o rodo”, como você diz, era capaz de demitir até ela mesma, da equipe…!
Se assim fosse ela se aposentaria ou tiraria um ano sabático
Ela bem que merecia isso, com certeza. Quiçá seu melhor lance não seja mesmo atuar como empregada e empregadora a um só tempo, ao invés de ser tenista. Jean-Paul Sartre disse: “O inferno são os outros”. Ele estava errado, é ela…
Após essa final de Miami, lembrei-me de um comentário recente da “alemã sérvia” Andrea Petkovic, contemporânea de Djoko, que se tornou conhecida um tempo atrás por fazer a “Petiko dance” quando ganhava jogos.
Ela avalia que Alcaraz é brilhante em seu melhor dia, talvez o melhor da atualidade, mas num mal dia, não tem plano B e pode perder para um jogador padrão, dando como exemplo de padrão o Mensik. Já Djoko, Pecador e Zverev poderiam jogar de modos diferentes de acordo com o “feeling”…. e conclui dizendo que Sinner provavelmente jamais perderia para Mensik. Já Alcaraz num dia não muito bom, poderia perder.
Dalcim, concorda em termos gerais com essa impressão da Petkovic? Questiono isso por que não me parece que o espanhol está melhorando no quesito consistência…alguns pontos ele parece ser displicente até chegando a pensar “vou marretar e que se dane, vamos ver”…. e o João, bastante ofensivo como Alcaraz, parece mais consistente com uso de boas bolas neutras, ainda que precisemos de mais rodagem para confirmar… Seria isso Dalcim? Abs.
Pois é:
E a BHM está passando o facão. Mandou oelo menos dois passarem no RH levando a carteira profissional.
O que vou escrever é apenas uma opiniao, mas caso ela passe a jogar melhor após os cortes, pra mim ela poderia estar de saco cheio de gerir a BHM S.A.:
– Compromissos demais, inclusive financeiros (sim, funcionários!). E funcionários caros.
Ou pode nao ser nada disso, ja que nao tenho acesso. Vamos aguardar e assistir cenas dos proximos capitulos!
Ta mais que na hora dos organizadores dad ATP e WTA, investirem pesados o seu “rico dinheirinho, em tetos retrateis, pelo menos a partir dos 500. Tá ficando chato e desrespeitoso para o público que paga caríssimo por esses jogos, esses constantes adiamentos por causa das chuvas. Cria mais quadras índors, ou coisa parecida.
No caso de Miami, o Hard Rock Stadium é um estádio para futebol americano e outros esportes, sendo montada uma arquibancada e a quadra dentro dele, e nao deve ser simples a ATP solicitar ou mesmo bancar a cobertura dele.
Abs