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Phoenix (EUA) – Pela quarta vez em sua jovem carreira, o carioca João Fonseca disputará o título de um evento de nível challenger. Neste sábado, enfrentando um ex-número 4 do mundo, o tenista de 18 anos foi superior do início ao fim e superou o japonês Kei Nishikori na semifinal do torneio de Phoenix, disputado em quadras duras nos Estados Unidos, marcando um duplo 6/3 em apenas 67 minutos de partida.
Agora, o brasileiro vai em busca do quarto troféu como profissional e o terceiro no circuito challenger. Campeão do ATP 250 de Buenos Aires, em fevereiro, naquela que é sua maior conquista até aqui, Fonseca também triunfou nos pisos duros de Lexington, em 2024, e Camberra, no início da atual temporada. Ele ainda tem outro vice-campeonato no saibro de Assunção, no ano passado, quando caiu para o paulista Gustavo Heide.
A ótima semana em Phoenix já garante a Fonseca o seu novo recorde pessoal no ranking da ATP. Atual 80º do mundo, ele tem como melhor marca o 68º lugar, alcançado logo após o título na capital argentina no mês passado. Com a vaga na final nos Estados Unidos, ele deverá subir para o 64º posto, mas pode até fazer sua estreia no top 60 em caso de título no domingo.
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Na decisão, João Fonseca terá pela frente o cazaque Alexander Bublik, ex-top 20 e atual 82º do mundo, que superou na outra semifinal o português Nuno Borges, 36º colocado e principal cabeça de chave do torneio, por 6/3 e 6/4. O duelo será inédito no circuito.
Por sua vez, Nishikori também ganhará terreno no ranking, saindo do 76º para 63º lugar. Dono de 12 títulos de ATP, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio-2016 e vice-campeão do US Open em 2014, o japonês de 35 anos chegou à quarta colocação em 2015. Nas últimas temporadas, no entanto, ele vem convivendo com diversas lesões e chegou a ficar sem ranking entre outubro de 2022 e junho de 2023.
João não dá chances a Nishikori
Firme nas trocas de fundo e, principalmente, nos games de saque, Fonseca não cedeu um único break-point ao japonês durante toda a partida, marcando seis aces contra nenhum do adversário. A eficiência no serviço foi fundamental para que o brasileiro controlasse o jogo, já que do outro lado Nishikori oferecia algumas oportunidades.
No primeiro set, João aproveitou um dos dois break-points a seu favor no sexto game e manteve a vantagem até o fim para abrir 1 a 0. Na segunda parcial, a história foi bem parecida, e o tenista carioca teve duas chances de quebra no quinto game, aproveitando a segunda delas. A partir daí, ele se manteve sempre à frente até fechar o jogo com uma nova quebra, desta vez de zero, no nono game.












Jogo super tranquilo pro João Fonseca.
Nishikori em fim de carreira.
Treino leve!
Agora vai pegar o Bublik na final.
Este é perigoso. Às vezes saca por baixo.
Mas dá pra ganhar!
O Bublik é grandalhão e meio desengonçado.
É só jogar ele de um lado pra outro na quadra, que ele entrega…
Só lembrando que o Draper hoje levou um pneu do Alcaraz apesar de vencer a semi de IW!
Segundo o espectador ilustre do jogo,Willander,em até dois anos JF será top 5!
Ele vai para número 64 do mundo sem contar se ganhar o título. Supondo que ganhe eu não minha modesta opinião ainda disputaria mais alguns Challengers para ganhar casca. Quando ele chegar a 40 do mundo se chegar aí sim eu iria para torneios maiores como master séries. Se eu sou ele disputo Challengers até o final do ano para ganhar mais experiência.
Garoto de ouro. Sua 3° final do ano. A 4° final de Challenger na carreira, em busca do 3° título de Challenger, todos no hard. Indo pra 69 do mundo com a final e podendo bater melhor ranking com o título, pulando pra 61. Fantástico. Final promete ser de belos lances contra o habilidoso, irreverente e maluco Bublik, ex TOP 20, com 11 finais e 4 títulos de ATP e que nunca perdeu uma final de Challenger, vencendo as 6 que disputou. Mas acho que essa invencibilidade em finais de Challenger acaba amanhã pro cazaque. João vai levar mais essa. Bora garoto
Contrariando as estatísticas e mostrando novamente que o Brasil pode formar tenistas fortes além do saibro.
Ia falar um negócio, mas vou deixar pra depois da final, pra ficar completo.
É isso ai tem que jogar esses torneios CHALLENGER, ITF, que ai ele vai pegando casca e mais tempo de quadra…Não adianta jogar esses torneios top da ATP…Ainda não está preparado pra encarar esses torneios…Se jogar é no máximo 2° rodada…
Alguém sabe informar se os pontos dos Challengers contam para o ATP Finals?
Sim.
Será que alguém consegue ganhar um raly pesado de direita com ele na cruzada?
João dominou a partida contra o Nishikori! O japones, ótimo na devolução de saque, não teve nenhum BP no jogo todo!!!!
O ruído do pessoal que está começando a acompanhar tênis agora e já quer dar opinião de especialista atrapalha bastante. A derrota do João para o Draper, por exemplo, fez esses “especialistas” decretarem que João estava no caminho errado, que tinha que mudar de técnico e um monte de asneiras, como se perder para o Draper fosse um resultado inesperado. Uma semana depois, João está na final desse fortíssimo Challenger e o Draper acaba de ganhar a semifinal de IW contra o Alcaraz e entrou para o top 10.
Dalcim e amigos, é uma coisa de outro mundo esse garoto, não só pelo jogo em si mas pela atitude – um veterano de 18 anos! Não sou expert, mas vejam se concordam: o golpe-novidade do Fonseca é essa devolução firme, alta e funda – mas funda mesmo, na linha! – que ele acerta no mínimo uma meia dúzia de vezes por set. É o tipo de bola que mina totalmente o coitado do outro lado. Já vimos esse bola antes, mas com essa constância e percentual de acerto, me parece que nunca antes! Abraços efusivos fonsequianos, “vamos Brasil”
A única derrota até aqui na temporada que deixa realmente gosto amargo foi ante Sonego.
Draper doeu pelo pneu, mas o revés era previsível.
Fonseca na prática já é um Top 30, quiçá um Top 25.
Draper surrou o Alcaraz!!
Boa, Fonseca!
Agora fica esperto que o Bublik é bom, habilidoso e maluco. Ele quebra o ritmo, coisa e tal. Mas vamoa que Vamos!!!
Nunca iria me imaginar sempre fã do tênis nacional, e um dos primeiros aqui do Facebook tênis Brasil e que ha um tempo virou site, sempre fui um dos primórdios a falar que que o garoto tinha futuro.
Muitos aqui, inclusive o cabelo de boneca na época do Facebook não acreditava nele.
Porém eu e o Realista ( Léo ), depositamos todas as nossas fichas.
Porque quem brilha de verdade sabemos que são.
Impressionante a forma como JF jogou hoje, muito sólido no saque e nas devoluções. Contra o Bublik amanhã, será outra pedreira, mas se jogar como hoje, com certeza sairá vencedor. No momento, o Bublik está melhor que o Nishikori, principalmente no serviço. Mas, sem dúvida, será um jogo imperdível. VQV.
Próxima meta top 50 do ranking da atp
Seria o quinto troféu do Fonseca como profissional, vocês não estão contando o ATP Next Gen Finals!
O Next Gen não entra nas conquistas oficiais. Basta checar nos sites da ATP e ITF.
Torneio juvenil não é profissional, do mesmo jeito que campeonato de base no futebol não conta pro profissional
Não é juvenil e sim Sub 21. Ele era o caçula da galera e não podia mais disputar o circuito juvenil. Quatro dos oito participantes eram Top 50.
O Next Gen não entra nas estatísticas de título de ATP, mas na prática vale como um, só que bem mais lucrativo (tirando eventuais cachês que ele ainda não recebe) – o rapaz ganhou 530 mil dólares.
Não tem o que falar, esse JF a cada partida evolui mais, baita fenômeno, regular com bolas profundas, completo, agora adicionando defesas a lá Djokovic, meu Nishikori que foi top 4, não conseguiu aguentar nosso Big João.
Hj JF fez com que a partida se tornasse fácil, engano pois o japonês não jogou mal, mas sucumbiu diante da regularidade e golpes potentes do JF.
Creio que em breve teremos um top 20 ainda esse ano.
Realmente acredito , sendo que esse fenômeno é brasileiro, uau…
Parabéns João Fonseca, foi dominante no jogo e mereceu a vitória. Grande preparação para o Master 1000 de Miami. Na final deste Challenger, pelo que está jogando, acho até que entra como favorito, embora seja bem menos experiente. Força, Fonseca! Estamos na torcida por mais um título.