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Toronto (Canadá) – A preparação de João Fonseca para o US Open começou com uma derrota na estreia do Masters 1000 de Toronto. O carioca de 18 anos e número 1 do Brasil foi superado nesta segunda-feira pelo australiano Tristan Schoolkate, vindo do quali e 103º do ranking, com parciais de 7/6 (7-5) e 6/4 em 1h31 de partida.
Fonseca estava sem jogar desde a queda na terceira rodada de Wimbledon, diante do chileno Nicolas Jarry. Ele ocupa atualmente o 49º lugar do ranking, duas posições abaixo da melhor marca da carreira. Seu próximo compromisso será o Masters 1000 de Cincinnati, a partir de 7 de agosto.
Na temporada, Fonseca acumula 15 vitórias e 12 derrotas no circuito da ATP, com um título no saibro de Buenos Aires. Ele venceu quatro dos nove jogos que disputou em Masters 1000. Além disso, venceu os challengers de Camberra e Phoenix no piso duro.
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Algoz de Fonseca na estreia em Toronto, Schoolkate está com 24 anos e atingiu seu melhor ranking em junho, quando ocupou o 102º lugar. O australiano só precisou vencer um jogo no quali, contra o norte-americano Govind Nanda, 344º do mundo. Ele enfrenta na segunda rodada o italiano Matteo Arnaldi, 41º do ranking. E se vencer, pode desafiar o alemão Alexander Zverev, número 3 do mundo, que estreia contra o australiano Adam Walton.
Breaking new ground 🔥
Tristan Schoolkate gets his first top 50 win as he beats Joao Fonseca 7-6 6-4 💪#NBO25 pic.twitter.com/oZjqIJwwY7
— Tennis TV (@TennisTV) July 28, 2025
Ao longo da partida desta segunda-feira, Fonseca teve dificuldade com as devoluções. Ele não teve nenhum break-point e só conseguiu fazer 14 pontos nos games de saque do australiano, que venceu 91% dos pontos jogados com seu primeiro serviço.
Em um primeiro set com 52 minutos de duração e inteiramente sem quebras, Schoolkate só perdeu seis pontos no saque, sendo quatro deles em duplas faltas. Fonseca não encontrava o tempo de bola ideal nas devoluções e vinha mantendo seus serviços. No tiebreak, um forehand errado pelo carioca no 5-4 foi determinante para o set. Fonseca tinha 14 a 12 nos winners e 13 erros contra 11.
Apesar de conseguir se impor do fundo de quadra, graças à potência de seus golpes, o brasileiro permitiu a única quebra da partida no início do segundo set. Depois disso, o australiano foi sustentando a vantagem para definir a disputa em sets diretos. Schoolkate liderou a estatística de winners da partida por 22 a 20 e cada jogador cometeu 26 erros não-forçados.











Muitos comentários bons e realistas e outros nem tantos. Mas alguém sabe responder qual é a projeção dele pra este ano? Ele falou algo em dezembro ou janeiro? Tipo chegar no top 100,70, 50 ,20… ou foi só ” será um ano de aprendizado “. Pois acho que expectativas nós é que criamos.
Ele declarou que a meta é ser cabeça de chave no Australian Open, o que exige que esteja entre os 32 melhores no ranking que será divulgado em 12 de janeiro.
o tempo vai passando e ele continua sendo um rapaz promissor…. quando é que ele deixará de ser só isso?
Baixemos às expectativas, ele não será um novo Sinner ou Alcaraz, pode vir a vencer grandes torneios, mas irá amargar muitas derrotas como esta. Poderia mudar tudo, se fosse embora do Brasil, contratar um grande técnico (Moya) por exemplo, aí poderia virar a chave e saltar de qualidade, mas, duvido que ouse fazer isso. Então vamos sofrer torcendo.
É a sindrome da Portuguesa. A Portuguesa, embora fosse um time pequeno, era tratada e cobrada como um time grande pela imprensa e, assim, era muito prejudicada.
O João é tratado como um fenômeno pela imprensa, que vive dizendo que todo mundo lá fora só fala dele, do tal e chatissimo fonsequismo etc. Ocorre que ele não está a altura de tanto hype. É um bom jogador que, se evoluir muito, poderá com sorte chegar ao nível de um top 15, figurando as vezes no top 10.
Se, no futuro, ele for bem mais longe e eu queimar minha língua, ficarei muito feliz por ter me enganado.
Júlio Botelho, Djalma Santos, Felix, Bradãozinho, Dener, Dinamite, Basílio, Zé Maria, Pinga, Rodolfo Rodriguez, Muller, Luis Pereira, Ivair, Enéas, Marinho Perez, Zagallo, Oswaldo Brandão, Oto Glória, Dicá, Leivinha, Zé Roberto, Jair da Costa…
Todos eles discordam de vc…
A Portuguesa sempre foi grande.
Lamentavelmente, o nível de comentários repletos de ironias e críticas desconstrutivas, impera como sempre. Pessoas que se alimentam do “pseudo-fracasso” alheio. João Fonseca fez uma partida abaixo do que pode jogar, simples assim. Não cometeu nenhum crime, não fez mal a ninguém, não desrespeitou quem quer que seja. Sejamos mais honestos e mais justos com o que expomos gratuitamente negativando as pessoas. Impressionante, como as pessoas se valem de julgamentos negativos, para se auto-afirmarem como donas da verdade…
Na maioria das entrevistas João Fonseca diz que quer ser número “1” do mundo… Se ele afirma que quer ser número “1” e é eliminado nas primeiras rodadas dos torneios, ele só está colhendo críticas do que ele mesmo disse…
E qual o problema de ter ambição? Ele disse que quer ser, não que vai ser.
Então você acha que ter o alvo de ser número 1 do mundo não é salutar para o desenvolvimento da carreira de um tenista? Ele deveria afirmar que o objetivo dele é ser top 10? Top 20? Roger Federer, Djokovic, Del Potro, Zverev, Tsitsipas, Orlando Luz, todos estes afirmaram ter o sonho de ser número 1 quando jovens. Isso que eu lembro de vê-los afirmar. Qual o problema de João Fonseca falar a mesma coisa? Ben Shelton afirmou até mesmo que desejava ser mais que um número 1, mas um fator de mudança para condições melhores.
Aguardo os comentários dos analistas do site., sem pachequismo…
Sugiro que dêem uma olhada no vídeo do canal tênis além do óbvio do youtube onde é explicado porque o João precisa dar essa paradas nessa idade.
O menino tem talento, mas quer fazer uma agenda igual a do Roger Federer quando tinha 36 anos… aí não dá…
Pela imprensa ele já estava com a taça na mão,vamos deixar ele evoluir e ver no que vai dar,muita pressa atrapalha,deixem o menino jogar e crescer
Eu acho que foi um jogo para ganhar experiência, o Tristan montou uma tática de não dar ritmo pro João que caiu na armadilha. Merito do Tristan que sacou muito e definiu os pontos rapidamente inclusive perdendo pontos. Jogo pra ser estudado e desenvolver saídas para este tipo de situação. O que vc acha Dalcim?
Acho que faltou ritmo, Marcos Antonio. A devolução estava claramente desajustada e olha que o australiano nem é um super-sacador. Por vezes, achei que o João estava fora do tempo da quadra, como se tivesse treinado em pisos mais lentos e de repente se viu numa outra situação, porque era evidente o atraso em muitos de seus golpes de base.
Incompreensível mais esse interim.
24 dias sem jogar, que agora geram mais 12, ou seja, 1h30m de quadra em 36 dias, para entrar em Cincy, em cima do US Open.
Ou há algo desconhecido pro público para justificar mais esse longo intervalo, ou cabe reconhecimento da falha de estratégia por parte da equipe.
João claramente frustrado, com postura ruim, por simplesmente não conseguir jogar, devido a falta de ritmo.
Tinha que ter jogado ao menos na semana passada.
Pega um sacador, com ritmo, que não dá ritmo, numa quadra rapidíssima.
Receita completa, que pode acontecer, para endossar as semanas sem competir.
Além da falta de ritmo, a impressão é de que as evoluções técnica e física também deram uma freada.
Esses interins sequer serviram para aprimorar o físico? Qual a razão do garoto não estar ficando mais leve, mais rápido?
João recebe orientação para jogar mais e falar menos?
Para não ficar trazendo para si, como tornou a fazer recentemente, desnecessária carga, desnecessária pressão?
Os objetivos dele são ótimos, porém mostrá-los na prática, pode ser bem mais longevo pra carreira dele, do que ficar colando no internacional hype criado.
Como no tênis tudo é muito tênue, sigo na torcida por permanentes boas reflexões daqueles que conduzem a trajetória desse extraordinário potencial.
Bora pra frente, João e equipe.
E tudo desmoronou e a vida como ela é apareceu. E olha que no tênis nada vem de graça. Que pena, ser 49 do mundo ou talvez 29 não serve. É pouco. E agora a torcida tornou-se incrédula pois o sucesso não vingou e não poderão comer pipocas felizes, no sofá, assistindo um mach point, no domingo. O tênis perdeu sua graça mesmo e provavelmente muitos fãs instantâneos.
Olhem só a manchete do domingo antes do jogo: ” João Fonseca brilha no Masters 1000 de Toronto…” Infelizmente, quando vejo isso ou um monte de mal educados na arquibancada, desrespeitanto a todos, só me resta torcer contra, é um instinto. https://www.mixvale.com.br/2025/07/27/joao-fonseca-brilha-na-estreia-do-masters-1000-de-toronto-em-busca-do-top-40-neste-domingo/
depois de muitas palavras só fica uma constatação:
continua sendo um rapaz promissor (só… por enquanto)
(um pouvo cadeirudo, mas …. “vamo q’ vamo” … é o q temos)
Kkkkk esse seu comentário foi o melhor
Secaram o fonsequismo? Ganhou um 250 na Argentina e a imprensa já tratava o moleque como número 1. Taí no que deu…
Se almeja algo mais precisa sair dessa zona de conforto. Parece muito acomodado e letárgico.
Irreonhecível nas devoluções. Faltou ritmo? Não entendo por qual razão dispensou torneios no saibro..
Pesa sim quase um mês sem jogar. Pode ser que eles entendam que é muito tempo fora das quadras. Ser top 50 também da direito a todos os atps isso gera “tranquilidade” no atleta. “Zona de conforto”. Mas enfim. Nada absurdo por enquanto. Sem chiliques moçada.
Acabei de fazer uma leitura dinâmica da maioria dos comentários na página…
Pelo que pude perceber, a maioria concorda que João não teve hoje seu melhor momento em quadra desde que se profissionalizou.
PORÉM, o placar foi 7/6 (7-5) e 6/4, e não um duplo 6 x 0 !! Pelas colocações aqui, parece que foi uma derrota para um jogador de clube, amador. Lembro-me do Guga afirmando que “entre os top 100 não exista zebra. Bastava estar num dia ruim para se perder uma partida…”
O garoto perdeu um tie-break por dois pontos! Não foi uma “lavada” humilhante!
Winners: 22 a 20 Erros não-forçados: 26 a 26
Em nenhum momento, eu esperei que fosse surgir um novo gênio capaz de rivalizar de forma IMEDIATA com as duas sensações do momento, Sinner e Alacaraz. Pode até ser que, no futuro, nosso João tenha condições de encará-los de igual para igual.
Calma, minha gente…
Concordo plenamente, amigo. Meu comentário, um pouco acima, mostra que acredito no nosso João Fonseca.