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Melbourne (Austrália) – Eliminado na estreia do Australian Open, João Fonseca avaliou seu desempenho na derrota desta terça-feira contra o norte-americano Eliot Spizzirri. Depois de ficar fora dos dois primeiros torneios da temporada, em Brisbane e Adelaide, por lesão nas costas, o carioca de 19 anos e número 1 do Brasil diz que está em melhores condições físicas, mas sentiu a ausência de ritmo competitivo.
“Eu diria que precisava de mais tempo”, afirmou Fonseca após a derrota por 6/4, 2/6, 6/1 e 6/2 para Spizzirri, atual 85º do ranking. “Desde o início de Brisbane eu não estava jogando, depois voltei, mas de forma lenta. Em seguida parei de novo. Fiquei quase 15 dias sem treinar a 100%, sem intensidade máxima”.
Apesar das limitações, o brasileiro destacou o esforço feito em quadra e a importância do aprendizado. “Tentei dar o meu melhor hoje. E isso me dá maturidade para seguir em frente, entender meu corpo e meus limites. Hoje não era o dia, mas continuo confiante. Estou jogando bem, tendo bons treinos. Só preciso de ritmo. Acho que esta temporada vai ser muito boa para mim”.
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Fonseca também reforçou que não se arrepende das escolhas de seu calendário. “Não me arrependo de nada. Acho que na vida precisamos tirar coisas positivas das situações. Minhas costas estão 100%, estou saudável de novo. Só precisava de tempo”, explicou. “Foi bom ver como lidar com uma partida em cinco sets sem estar fisicamente no melhor nível. Eu me cansei mais cedo, faltou ritmo, mas foi uma experiência importante para conhecer meus limites. Não me arrependo de nada”.
“Ele manteve a intensidade e não consegui acompanhar”, avaliou o carioca
Pela primeira vez, Fonseca perdeu na rodada de estreia em um Grand Slam. E ele fez questão de elogiar a atuação de Spizzirri, especialmente nos momentos decisivos. “Acho que ele sacou muito bem e colocou muita pressão nas devoluções, como os grandes jogadores fazem”, comentou. “Ele também combinou muito bem o saque com a primeira bola e foi muito forte mentalmente. No primeiro game do terceiro set, eu tive 0-40, mas ele fechou a porta. Depois disso, manteve a intensidade e eu não consegui acompanhar”.
O carioca reconheceu que pequenas oportunidades podem mudar o rumo de um jogo, mas evitou lamentações. “Talvez, se eu tivesse vencido aquele game, as coisas pudessem ter mudado. Mas é um talvez. O tênis é cheio de ‘talvez’”.
Fonseca agora volta suas atenções para a sequência de torneios sul-americanos no saibro, onde pretende recuperar ritmo de jogo. Ele tentará defender o título do ATP 250 de Buenos Aires e disputará o Rio Open (ATP 500), jogando em casa.












Enquanto isso o Cerundolo mais velho,o melhor tenista da America do Sul,derrota rapidamente o Dzumhur e atinge mais uma vez a terceira rodada do AO e deve pegar o Rublev a quem derrotou em 3 dos 4 jogos que se enfrentaram
Pode parar heim, o calendário do AO é sabido desde sempre; se preparar é o óbvio de qualquer jogador participante, inclusive, alguns jogadores estão falando da estreia com boa forma, e aqui diz-se que faltou?! Ora, o João já não é o favorito, obviamente, então tem que correr por fora com a preparação que lhe cabe, e no modo insano, se não acontece essa vergonha aí. Nem pro “cheiro” deu.
Jogador grande entra para ganhar e jogador mediano entra para ver se ganha
Vejo isso no João
Olha, sobre a questão física… se ele tivesse ganhado os dois primeiros sets e depois afundado fisicamente, perdendo o jogo, até faria sentido.
Mas, tirando o segundo set, esse estadunidense zé ninguém dominou o jogo. João continua parecendo, algumas vezes, um jogador que quer ganhar sempre do mesmo jeito, batendo forte e jogando o adversário para fora da quadra. Quando não funciona, perde. Até para quem não deveria perder (ou pelo menos não do jeito que deveria perder).
É um ótimo jogador, mas não vejo nele a estrela do Guga. Pode até ganhar mais, embora não pareça que vá ser o caso… entretanto, não há nele a genialidade do Kuerten. Enquanto a baliza for sempre o Guga (que era pra ter ganhado no mínimo uns 6-7 majors sem a lesão), nenhum tenista brasileiro vai prestar.
Nossa baliza tem de ser os Meligeni, Mattar, Bellucci da vida (ótimos jogadores, mas longe do Guga). Até o Koch é de outra turma comparado a esses caras.
De qualquer jeito, calma. Só tem 19 anos. Pessoal crucifica ele em qualquer derrota e chama de novo Guga se ganha 3 ou 4 partidas seguidas.
Eu gostaria de ver o João com o Larri.
Mas se não for, vai chegar sem ritmo ao Rio. Não é melhor umas partidas antes, no mesmo piso, pra chegar no Rio embalado? A ver.
Alguém arrisca adivinhar qual será o próximo torneio que o JF irá disputar? Arrisco que será apenas no Rio por pressão dos patrocinadores e não precisar viajar para participar.
O João quer ser e se manter como número 1. Ele sabe que as costas precisa ser levada em conta. Gosto quando as pessoas respeitam a maturação e cura natural das coisas, coisa que o capitalismo não permite,
Só consegui assistir ao primeiro set, já imaginava que se ficasse iria dormir com raiva
Acertei na mosca.
Se não estava bem fisicamente, pra que foi?
Se é verdade que as costas estão boas e que faltou apenas ritmo de jogo, deveria entrar na chave de Montpellier, que começa no dia 02/02. Ritmo só se adquire com jogos. Infelizmente, não creio que o problema seja apenas esse. Durante todo o ano passado, ocultou a lesão crônica nas costas e nós ficávamos sem saber por que pulava tantos torneios. Só soubemos o que de fato acontecia no início deste ano. Infelizmente, desconfio de que haja mais coisas ocultas além da falta de ritmo. Na partida de hoje de madrugada, nos dois últimos sets, perderia até do 500 do mundo, tal era a completa impotência dentro de quadra.
A verdade nua e crua, é que desde de 2002, nada relacionado ao esporte brasileiro, seja coletivo ou individual, vai pra frente. A não ser em casos pontuais, como em uma olimpíada. Em 2002 conquistamos a última copa do mundo de futebol, e Gustavo Kuerten teve o seu último ano de grandes conquistas e liderança da ATP, em 2001. Não pode ser mera coincidência. É bom lembrar também, que Novak Djokovic já deu “uma cutucada” sobre a precoce aparição de João Fonseca, dizendo que não entendia como que um país tão grande, tem poucos ou quase nenhum jogador de destaque no cenário mundial.
Bia Hadad na versão masculina, cheio de desculpas por não ter jogado bem. Guga foi nota 10, esse séria um nota 3.75
Esta com lesão e vai arriscar uma viagem longa em um torneio de 5 sets… melhor ter se recuperado e focar no Rio Open que é no saibro, totalmente diferente do piso do AO.
Ele terá muitas escolhas envolvendo dinheiro, media, marketing, etc. a dica é se espelhar em jogadores que fazem boas escolhas de calendário.
Independente do problema físico, foi tudo muito mal planejado pela equipe. Então nem deveria ter ido para a Austrália. Ficaria treinando aqui para o saibro sul americano e melhorando a forma física, que por sinal e péssima para um tenista que se propõe a entrar para o top tem esse ano. Prá mim foi mico…
O técnico foi muito importante na fase juvenil. Agora precisa de uma equipe técnica acostumada com o circuito profissional.
E um bom preparador físico.
Ainda tem os defeitos de quando começou .
Tem potencial mas o tempo passa rápido
Está participação de Fonseca no WO, comprova que na idade dele,
é importante jogar os torneios que antecedem o Grand slam.
Torcemos que o Joao nosso melhor tenista desde Gustavo Kuerten, se recupere, na minha opinião, espero estar errado, ontem ele mudou o jeito de sacar e a direita, provavelmente por causa de alguma lesão, espero muito estar errado, torcemos.
E esse shape aí? Não tem porte de atleta de esporte de alta performance!
O “Fenômeno” precisa levar o esporte a sério…
pois é… sempre falta alguma coisinha…. não consegue manter o brilho, não sai do ponto de largada (se é que existe uma meta realista… ou trata-se de um caso de “maionesse que desandou”…?)
Vamos torcer para melhorar.
E para os torcedores ensandecidos: o atleta não precisa ser ‘o melhor de todos’, precisa ser o melhor que ele possa, só, sem pressão de necessidades patrióticas descabidas.
Tem muito tênis. A o w jogar inteiro ano vai ser top 5 com tranquilidade
Nosso sansão perdeu a força. Qdo o cabelo voltar a crescer pode ter certeza as vitorias virão!!
Kkkkkk
e porque não….rsrssrrsrs
Falta de ritmo, ok. Mas sacar a 150 km/h não é falta de ritmo. É lesão. Ou, na melhor das hipóteses, contenção dos movimentos motivada pelo medo de voltar a senti-la.
Em Adelaide, há uma semana, ele disse que as dores na lombar aparecem principalmente no saque e nos movimentos de rotação.