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Fonseca brilha em Paris com repertório técnico, muito físico e cabeça fria

Foto: Pierre Froger/FFT

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João Fonseca respondeu nesta sexta-feira, em plena Philipp Chatrier, por que é um dos grandes talentos da nova geração. Teve excepcional preparo físico, cabeça fria, completos recursos técnicos e táticos, além é claro de um gigantesco coração. Caso contrário, não teria protagonizado as duas espetaculares viradas que conseguiu diante do todo poderoso Novak Djokovic. A primeira, atrás por dois sets, a outra quando perdia por 1/3 lá no quinto set.

Claro que, aos 39 anos, Djokovic não tem mais a mesma destreza física de outrora, porém isso não o impediu de competir o tempo inteiro e mostrar capacidade de brigar por pontos longos depois de quatro horas de batalha. Sua entrevista mostra análise simples e direta: “Joguei muito bem, mas ele foi melhor que eu”. Ou então, “Fonseca mostrou por que existe tanta expectativa em cima dele”.

João demorou a reagir. Quase levou 6/1 no primeiro set, com Nole impondo um ritmo pesado e suas ótimas devoluções, mas a partir do momento que diminuiu o placar, com quebra, o brasileiro achou melhor ritmo. Mas não se vacila contra Djokovic e isso custou também o segundo set, principalmente porque o sérvio jogava com maestria os pontos importantes. Sua especialidade, aliás.

A reação começou quando o número 4 do mundo jogou muito com o segundo serviço. O brasileiro enfim aprofundou a bola com qualidade e daí em diante ganhou confiança. Chegou a acertar 81% do primeiro saque, um número assombroso e essencial diante da pressão que Nole coloca no segundo serviço. O game duríssimo para fechar o terceiro set foi sinal de que Fonseca podia mais.

Isso se veria na tensa final do quarto set. Os dois haviam trocado quebras no começo da parcial, e eis que no oitavo game Djokovic mostra toda sua solidez da base e chega ao break-point, praticamente um match-point. João se safou com segundo saque a mais de 180 km/h e uma saraivada de forehands, a mesma força e precisão que lhe dariam pouco depois a quebra mágica e o passe para o quinto set.

Vira e mexe, o sérvio fazia expressões corporais de exaustão. Mas quem o conhece sabe que ele não iria entregar nada. Ao contrário, voltou a acelerar o jogo, colocou o jovem adversário para correr e abriu 3/1. Não deu tempo de respirar, porque o carioca apostou no ataque ao backhand, reagiu e daí em diante sempre pareceu que estava mais perto da vaga. Competidor exemplar, Djoko lutava com todas as forças que lhe restavam e fazia pontos incríveis, no fundo ou na rede. Só não contava com um game nobre do brasileiro, cobrindo toda a quadra e escolhendo bolas corretas, o que valeu a quebra definitiva e uma explosão no estádio Philippe Chatrier.

O game final foi um capítulo à parte e repetiu algo que o circuito está se acostumando a ver: a frieza e a coragem de Fonseca. Apertado por um break-point, disparou três aces consecutivos para adiar novamente o sonho do 25º troféu de Slam de seu gigante oponente e para recolocar o tênis masculino brasileiro nas oitavas de Paris, o que não acontecia desde Thomaz Bellucci, em 2010. De quebra, enfim derrotou um top 5 do ranking e um campeão de Slam.

Há boas e más notícias para o próximo desafio, no domingo. Vem agora o saibrista e duas vezes finalista Casper Ruud, adversário inédito. No entanto, o norueguês também gastou quase cinco horas e saiu de dois sets abaixo para superar Tommy Paul, salvando dois match-points. Sufoco semelhante aconteceu a ele na estreia, quando se sentiu mal e admitiu ter pensado no abandono. Vamos ver quem está mais inteiro e quer mais.

Resumão

– A queda de Djokovic faz com que nenhum campeão de Slam esteja ao menos nas oitavas de um Slam em toda a história do tênis. Ou seja, Roland Garros terá um novo herói daqui a nove dias.
– Esta foi apenas a segunda derrota de Djokovic com virada de 2 sets a 0. A outra foi também em Paris, contra Jurgen Melzer, em 2010.
– Fonseca é o primeiro tenista com menos de 20 anos a ganhar de Djokovic em um Slam.
– Quem passar de Fonseca-Ruud terá Andrey Rublev ou Jakub Mensik. O russo fez jogo duro contra Nuno Borges, com algumas oscilações no saque, e o tcheco levou um ‘pneu’ de Alex de Minaur antes de atropelar. E olha que vinha daquele jogo sufocante que o deixou cheio de cãibras.
– Outro adolescente a avançar foi Rafael Jódar, que se enrolou todo com Alex Michelsen e só levou no quinto set. Ele terá duelo espanhol contra Pablo Carreño, 34 anos, que volta às oitavas de Paris depois de cinco anos.
– Alexander Zverev deu a famosa ‘viajada’ no terceiro set, mas é muito mais jogador do que Quentin Halys e chega à 41ª vitória no torneio. Será superfavorito contra o lucky-loser Jesper de Jong, 106º do ranking, que tirou Wawrinka e agora Khachanov.
– Iga Swiatek teve pequenas oscilações antes de vencer duelo polonês contra Magda Linette e pega a perigosa Marta Kostyuk, campeã em Madri e invicta no saibro há 15 jogos.
– E fica mais perto o eventual reencontro de Iga e Elina Svitolina. A vencedora de Roma será favorita contra Belinda Bencic, que não tem o saibro como preferência.
– Mirra Andreeva segue reclamando da vida, mas vencendo. Passou bem por Marie Bouzkova e terá pela frente Jil Teichmann, que brecou a instável Karolina Muchova, vice de 2023.
– E a romena Sorana Cirstea segue sua mágica turnê de despedida, com direito a ‘bicicleta’ em cima de Solana Sierra, tornando-se a de maior idade a fazer isso num Slam, aos 36 anos. Enfrenta a 148ª do mundo, a chinesa Xiyu Wang, e tenta repetir quartas que atingiu 17 anos atrás.

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Eduardo Braga
Eduardo Braga
1 hora atrás

Fonseca se colocou em outra prateleira: ganhou com menos winners e mais erros, ou seja, jogando melhor os pontos importantes – justamente uma característica marcante dos grande campeões, especialmente o próprio Djoko (vide vitória sobre o Sinner na semi do último AO)

Kario
Kario
2 horas atrás

Acho q uma vitória sobre o Djoko, em Roland Garros, do jeito q foi, vai dar um bom empurrão na carreira do João. Ontem foi dia de aprender muito com ótimas lições.

Rafael Azevedo
Rafael Azevedo
3 horas atrás

Benditos sejam os Grand Slams. O auge do tênis.

Nas duas últimas partidas, o Fonseca teria voltado para casa, fosse um M1000. Mas, aqui é Grand Slam!

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
6 horas atrás

Wimbledon, final de 2019: Federer faz mais “winners”, mas não leva o caneco.
Roland Garros 2026: Nole faz mais “winners”, mas perde o jogo.
O mundo dá voltas…

Marcos RJ
Marcos RJ
7 horas atrás

O Zé tava caminhando na sombra do Sinner, o que era ótimo para não chamar atençao ao herdar a 2a cabeça de chave – que aliás pertence ao usurpado Príncipe Carlitos.
Mas com a queda do número 1, o Zé se torna imediatamente o favorito ao título – que foi negado ao Rei Cenoura!
E isso é terrível pro Zé, porque agora os holofotes vão ficar focados nele e a chapa vai esquentar muito. É nessas horas que a cabeça do alemão derrete que nem picolé na quadra central de Rolanga da sessão diurna.

E na 4a de final, o Zé Picolé tem tudo para encarar o Jodar…

Tom França
Tom França
7 horas atrás

Caro Dalcim, lembro bem do entusiasmo exacerbado que se criou, depois da vitória do Wild sobre o Medvedev e do próprio João Fonseca sobre o Rublev. Ambos os jogos contra russos, e em primeira rodada. Só que em seguida, essa performance não teve continuidade, pelos dois tenistas brasileiros. Tendo até uma “alfinetada” do malvadão, dizendo esperar que o Wild fizesse valer a pena tê-lo derrotado! Vencer o GOAT em uma terceira rodada, pode fazer com que esse outrora otimismo exacerbado, se torne em uma realidade mais concreta?

Paulo A.
Paulo A.
2 horas atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Nunca duvidei das chances do João diante do Djoko, ainda que este fosse o favorito, por óbvio. A previsão do Dalcim de 60X40 para o sérvio já contemplava bem isso.
Ainda assim, foi um jogo memorável e emocionante demais para quem ama esse esporte. Se o nosso Joãozinho tiver físico, penso que ele pode sonhar alto neste RG, ainda que ele seja um azarão ainda…
A exemplo do Guga, a fortaleza mental do João é o grande diferencial que ele tem e elogio a reação dele após o jogo: nada de choradeira nem chiliques apesar de um resultado estupendo.
Que tremenda sorte a nossa ter um excepcional tenista como o JF nascido aqui nesse país, tão castigado pelas suas muitas mazelas. Ave, Joãozinho!

Andre Borges
Andre Borges
6 horas atrás
Responder para  Tom França

Fonseca e Wild nem cabem na mesma frase em nenhum capítulo de nenhum livro de nenhum tema.

CARLOS DA SILVA
CARLOS DA SILVA
8 horas atrás

Parabéns ao João mas irrita algumas escolhas que ele faz, falta um pouco de QI. Tem bolas para definir que ele não olha onde está o adversário, aí joga na mão, não se pode perder a oportunidade de definir um ponto com a quadra aberta. Essas chances podem não voltar

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
6 horas atrás
Responder para  CARLOS DA SILVA

Como é fácil assistir o jogo do sofá, né! As escolhas ficam bem mais fáceis.

Kario
Kario
3 horas atrás
Responder para  CARLOS DA SILVA

Só discordo do QI, mas eu falei exatamente a mesma coisa pra um amigo ontem. Escolhas erradas, erros de leitura. Mas acho q ele vai melhorar em todos esses quesitos – ontem ele teve boas lições.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
8 horas atrás

Uma das melhores partidas dos últimos tempos.

Abatido e visivelmente triste, o sérvio mencionou na coletiva que ficou sem gás a partir de um dado momento. Coisa que o João também disse ter percebido, e explorou.

Como eu havia predito na pasta anterior, eu observei que o Djoko estava tentando encurtar os pontos e evitava a correria. E um dos recursos táticos que usava para isso eram os drop-shots.

O problema é que depois de encaixar bem alguns, o sérvio passou a repetir meio que na marra, por falta de energia, e sem o elemento surpresa.

O João que não é bobo começou a se antecipar ao golpe. Aliás um dos lances mais bonitos do jogo foi uma contra-deixada desconcertante do brasileiro.

No geral, eu achei que o Djoko jogou muito bem, mas a direita do Fonseca acabou com o dia dele. Nossa, foi cada bomba que deu até pena do Djoko.

E quanta tenacidade do João em fechar o jogo com simplesmente 3 aces seguidos! Uau, de tirar o chapéu.

Enfim, um jogo memorável e que me encheu de orgulho do João. Acho que dá até pra gente começar a sonhar com um título. Não custa rs

Última edição 8 horas atrás by Rodrigo S. Cruz
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 horas atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Somente lembrando tua postura no mês de março, caro Rodrigo. Parecia a das figuras do Site , questionando JF , inclusive fisicamente e nos resultados. A lesão na Lombar, que o fez pular os preparatórios para AOPEN, e o deixou completamente sem ritmo, passou batida . Esquecestes das conquistas que o levaram ao Top 24 em Nov /2025 . Deves lembrar o que te disse na Época. Apenas 8 semanas depois, JF ( tinha caído para Top 40 ) , recupera ritmo de jogo , bate Djokovic, e hoje já é Top 29 . Teu entusiasmo é de quem nunca deixou de acreditar, que Brasileiro nunca foi produto de mídia. Hoje a Internacional, chamando atenção para a coincidência com Federer aos 19 , quando bateu o então Rei da Grama , Pistol Pete Sampras, também na terceira rodada de Wimbledon 2021 , para assumir o N 2 já em 2023 . Aguardemos. Abs !

Andre Borges
Andre Borges
8 horas atrás

Como falei em um outro post, desde aquele Guga x Ferrero de 2000 que eu nao torcia tanto e nao me emocionava tanto com uma partida de tênis

Manuca
Manuca
8 horas atrás

Parabens ao JF… no caminho certo… eu so nao entendo essas estatisticas que nao servem para nada… so para encher linguiça… necessidade de criar conteudo… tenista mais jovem a vencer GOAT… é claro q ele agora vai perder muito para jovens se quiser continuar… informaçao totalmente desnecessaria… isso banaliza o esporte

Marcos RJ
Marcos RJ
6 horas atrás
Responder para  Manuca

Estatística pode ajudar muito a explicar a história e dinâmica da partida. Nao é por acaso que jogadores no topo do ranking tambem lideram os índices estatísticos.

Maurício Sabbag
Maurício Sabbag
9 horas atrás

Acho redundância dizer – uma vez que outros já o fizeram até melhor – mas o João foi formidável, surreal. Tem maturidade, tem golpes, e agora provou que tem físico também.
O sérvio também é digno de elogio. Tem jogadores mais novos que ele e que já se aposentaram faz tempo. Continua em alto nível e é muito difícil ganhar dele.
Esta queda precoce vai acarretar ao Djokovic algumas consequências. Vai sair do quarto lugar pra no mínimo sexto. Ou seja, em Wimbledon, talvez tenha que enfrentar o Sinner já nas quartas-de-final.
Alguns aqui diziam que o que impedia o Slam 25 do Nole era a dupla Alcaraz/Sinner. Mas Alcaraz está ausente e Sinner eliminado. Agora acho que mudam o discurso.
Mas nem tudo é má notícia pra ele. A sogra já avisou que vai visitá-lo e vai ficar 3 meses ajudando a cuidar das crianças!
E eu tinha dado 70% a 30% a favor do Djokovic. Felizmente, errei.

Jorge
Jorge
9 horas atrás

Vitória com m maiúsculo do João Fonseca ,eu mesmo não acreditava mas torci por ele .
Dalcim ,uma vitória deste calibre pode mudar o patamar mental do João não acha ?

AKC
AKC
9 horas atrás

Sem desmerecer o norueguês, acho que o estilo mais defensivo e regular dele não casa com o do Fonseca. Acho que o brasileiro vai mandar nos pontos e sua qualidade técnica prevalecerá. Fonseca tem mais dificuldades contra adversários que são agressivos e se defendem bem. Tipo Mensik e Jodar. E, claro, os top 5, que tem jogo completo. Mas se passar por Ruud, vai ganhar ainda mais confiança e crescer. Dá pra sonhar.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
8 horas atrás
Responder para  AKC

Não acredito que li isso . JF para levar ATP Finals Next Gen, bateu Mensik e Tien na sequência. Sua partida espetacular nos dois Tiebreaks contra Jannik Sinner, acabam com sua teoria , meu caro . No momento o duas vezes Finalista Casper Ruud, ainda leva ligeiro favoritismo. Aguardemos. Abs !

AKC
AKC
7 horas atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Calma, leia de novo. O que vc disse corrobora a minha análise. Tien tem perfil mais defensivo e perdeu todas para o João. Mensik é agressivo e daria um jogo parelho (João ganhou apertado aquele jogo no Next Gen). E Sinner é um jogador completo, ataque e defesa (assim como Alcaraz, Djoko e Zverev). A minha opinião é que o jogo do João casa com o jogo de jogadores de perfil defensivo, mesmo que sólidos, como o Ruud.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
6 horas atrás
Responder para  AKC

A atuação contra Sinner , altamente ofensivo, foi excelente. Já aí não existe este papo de encaixar com defensivos , pois Rublev e o croata de quarta feira , também não o são. Rudd atual defende e ataca com muito Spin , jogador perigoso. Abs !

Danilo
Danilo
9 horas atrás

Fico imaginando os fanáticos pelo sérvio chiliquento, ao ver o Sinner ser eliminado, começando a esfregar as mãos já pensando no título de RG, para no dia seguinte o João tirar o docinho na boca das crianças kkkkkkkk.

Mas é preciso reconhecer: a estratégia do Djokovic de ir se mantendo no circuito, esperando por alguma chave esvaziada ou lesão / vacilo dos favoritos, quase deu certo desta vez. Como o circuito ainda anda bem fraco, tirando Alcaraz e Sinner, pode ser que ainda dê certo. E acho que ele ainda vai apostar nisso por um tempo, afinal empilhou muitos GS entre 2018-23/24 aproveitando uma gigantesca entressafra, na qual gente como Zverev, Ruud, Fritz, Berretini, Tsitsipas e afins eram as principais ameaças kkkkkkk.

Agora é torcer para o Sinner fazer um bom trabalho físico e voltar com a faca nos dentes nos últimos 2 GS. Seria uma vergonha pro circuito esse cara vencer outro GS, já basta ter números incompatíveis com o “talento” dele. Mas como ele sabe que na hora que se aposentar, vai cair no ostracismo (principalmente se tiver os recordes superados), quer a todo custo buscar recordes que não sejam batidos

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 horas atrás
Responder para  Danilo

Ô Daniel C, você já se esqueceu do título de duas pastas atrás e da própria declaração do João Fonseca? Pois é, ele ganhou do maior e melhor da história, conhecido como GOAT.

Nesse período mencionado, Federer ficou na ativa até 2021 e Nadal até 2024. O recorde de Slams foi decidido entre o primeiro (Djoko) e o segundo da história (Nadal) apenas em 2023, quando Alcaraz já era dono de Slam. Enfim, não houve vácuo.

Na verdade, hoje você ficou embasbacado com todo o talento do sérvio mesmo, com mais bolas vencedoras e aproveitamento na rede superior ao do brasileiro. Porém, o que conta pra vitória é o total de sets vencidos, que você não consegue aceitar até hoje tendo em vista Wimbledon 2019.

Tulio
Tulio
7 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Paulo, vc está igual a turma do detergente rsrs, o Djokovic é o melhor da história, nao o maior, mas até as pedras sabem que ele foi beneficiado pela geração de 90. O Nadal já não tinha muito físico depois de 20 e o Federer a idade pesou! Se tivesse surgido um Alcaraz (pai) nascido em 90 ele nao teria mais de 20 e se não fosse o Sinner e o Alcaraz ele ja teria 30.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
5 horas atrás
Responder para  Tulio

Ele é os dois, você gostando ou não.

Como Nadal não tinha mais físico depois de 2020 se ganhou 2 Slams em 2022? Perdeu pro Djoko em RG 2021 em outra partida memorável, sendo que começou tratorando por 5-0 no primeiro set. Só foi se lesionar no AO 2023.

Federer jogou em alto nível até o AO 2020, sendo que foi beneficiado antes do crescimento do Djoko e do Nadal fora do saibro até 2008.

Não existe “se”, existem fatos. Djoko detém todos os principais recordes e é o GOAT pra esmagadora maioria de jogadores, ex-jogadores e analistas. O resto é choro de torcedor amargurado que fica esperneando no chão contra a realidade.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
7 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Agora escreveu duas bobagens para variar. Em Wimbledon 2019 Federer jogou mais que Djokovic e sabes disso . Hoje poderia ter ido pra qualquer lado , houve total equilíbrio inclusive nas estatísticas. Teu fanatismo fez esquecer várias delas a favor do Brasileiro. E repetes estas lorotas desmentidas pelo próprio Djokovic. Basta ver a sua entrevista na íntegra. E de maneira sem noção, bota um cara com Zero Finals e muito menos semanas Consecutivas ou não, no Topo do Ranking , como segundo da história. Na verdade és um eterno fanático fanfarrão… Rsrsrs,Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
5 horas atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não jogou mais nos 3 tiebreaks nem na hora de fechar o jogo no 40-15. Poderia ter ido pra qualquer lado também, mas acabou indo pra quem foi melhor nos momentos importantes.

Ontem Djoko foi melhor mesmo nas estatísticas mencionadas, mas não foi melhor na reta final, pois JF o superou com aquelas 3 curtas no 5-5 e depois 3 aces no 6-5. Fez mais sets e levou. Simples.

Ah, Djoko fez mais winners do que o Sinner no AO 2024, mesmo sem conseguir break. Não adiantou e perdeu de 3×1, mas só foi fácil nos 2 primeiros sets. Jogo molezinha pro italiano foi só em Wimbledon com GOAT com lesão no adutor (errei ao falar posterior) devido ao escorregão no MP contra o Cobolli.

Rsrsrs, abs!

Ronildo
Ronildo
8 horas atrás
Responder para  Danilo

Até Nadal se aproveitou para vencer o AO em 2022!

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
7 horas atrás
Responder para  Danilo

Em finais de slam:

4 contra Federer; 4 contra Nadal; 5 contra Murray. Ou seja, mais da metade dos títulos (13 de 24) contra o Big 3 em decisões.

Em finais de atp finals:

3 contra Federer; 1 contra Nadal; 1 contra Sinner.

Carlos Alberto Ribeiro da Silv
Carlos Alberto Ribeiro da Silv
5 horas atrás
Responder para  Danilo

Os seus cotovelos desincharam um pouco com a derrota do Djokovic? O Federer caiu nas quartas de final de Wimbledn 2018 para o Kevin Anderson. Em Wimbledon 2019, eu esqueci, não me lembro, o que aconteceu com o suiço mesmo? O Nadal foi tetracampeão de Roland Garros entre 2017 e 2020, depois ganhou também em 2022. O Federer, coitadinho, tão mais velho que o Djokovic, né? Foi por isso que ele ficou em desvantagem. O Nadal é um ano mais velho que o Djokovic. Se ele se lesionou mais, uma parte da culpa foi pelo seu estilo de jogo. Então, o seu comentário mostra o quão ressentido e despeitado você está, pelo fato do seu ídolo ter sido superado. Que vergonha! Reclamar que os números do Djokovic são incompatíveis com o talento dele foi a melhor que eu li aqui neste Portal. Sugiro que você faça uma reclamação formal para a ATP. Como um cara sem talento ousa ganhar todos os títulos possíveis disputados no circuito. Isso é um absurdo. E pelo seu comentário, você deve ser adepto da Teoria da Conspiração e imagina que muitos outros têm a mesma filosofia que você, né? Já pensou! Quanta criatividade e imaginação. Chave esvaziada, lesão ou vacilo dos favoritos. Quanto medo do GOAT aumentar os seus recordes, principalmente os secundários que agora são os mais possíveis. E os resultados do Djokovic não vão deixá-lo cair no ostracismo. São eles que ficam para a história, então é impossível que o Nole caia no ostracismo.

Mateus
Mateus
9 horas atrás

O Djokovic acertou 71% dos 1ºs saques, fez 70 winners e teve 39 erros não forçados. Jogou BEM, como ele mesmo disse. Mérito total do João.
Me parece que os jogos longos têm dado a oportunidade do João encontrar o melhor encaixe para as suas devoluções (aspecto do jogo que ainda me parece aquém do restante). A partir do momento que as devoluções começam a neutralizar a posição ofensiva dos adversários, fica muito difícil competir contra o brasileiro – a facilidade de gerar potência e mudar a bola de direção em situações neutras são muito atípicas.
Tomara que na próxima rodada a confiança se sobreponha ao cansaço físico!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
8 horas atrás
Responder para  Mateus

Exato. Difícil lembrar de uma carreira tão longa, mas esse deve ser o principal jogo em que o Djoko jogou bem (e muito) e perdeu.

MARCOS
MARCOS
7 horas atrás
Responder para  Paulo Almeida

Verdade Paulo. Os primeiros dois sets foi uma exibição de gala dele.

Berg
Berg
9 horas atrás

Que partida! Acho que desde Guga e Ferrero na trajetória do Bi, não sentia tanta emoção em uma partida de um brasileiro no tênis. Agora, por favor João, não vá amolecer contra o Ruud, agora é jogar com tudo até chegar pelo menos no Zverev e aí vê no que vai dá. Dalcim, pela primeira vez vi o João com um vasto repertório: slice, curtas, vôlei… Seria um novo João?

MARCOS
MARCOS
7 horas atrás
Responder para  Berg

Olha Berg, sempre falei que, apenas com 18 anos, o João já era mais completo nos fundamentos do que Djokovik

Última edição 7 horas atrás by MARCOS
Evandro
Evandro
9 horas atrás

Não há dúvidas de que estamos num RG diferente em relação aos protagonistas. Claro que tem a ver com a ausência de Alcaraz e as quedas de Sinner e, agora, Djokovic. Mas, sobretudo, porque os jovens ascendentes invadiram as chaves com uma força ainda não vista antes. E, depois de quase una semana de torneio, ainda tem jogador de 17 anos vivo, outros dois de 19 anos, Mensik, Tien e Landaluce de 20 anos, e Jaime Faria de 22. Eu, particularmente, acredito que não será o Slam de Zverev ou de Ruud ou de Rublev, ou mesmo de Aliassime, que mereciam. Muito menos de Tiafoe, Cerundolo ou Berretini. Esse RG reserva o estrelato a um daqueles jovenzinhos.

Última edição 9 horas atrás by Evandro
Sandra
Sandra
9 horas atrás

Dalcim , para ser sincera estava torcendo para o Djokovic pois ele com 39 anos dificilmente vai ganha mais alguma coisa , agora quero muito que o Fonseca seja campeão , resta saber se essa não vai ser a hora do Zverev ou do Ruud , tomara que não . Ainda tem aquele espanhol , o que vc acha e qdo Fonseca joga novamente ?

Tulio
Tulio
9 horas atrás

Achei que o Djokovic ia levar o caneco, acho que a última chance será Wimbledon, e como sempre vou torcer muito contra.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
9 horas atrás
Responder para  Tulio

Normal, é o que sobrou para torcedores dos antigos rivais.

Lá o Sinner estará de volta, além de outros qualificados. Os dois primeiros do ranking deram a esperança mínima no Slam mais exigente fisicamente para o vovô GOAT por um dia, mas ainda acho que não daria, não com 12 horas em quadra em apenas 3 rodadas e os adversários que ainda viriam.

Gustavo Luis
Gustavo Luis
9 horas atrás

Os astros estão se alinhando para que Zverev conquiste seu primeiro Slam.
Tô torcendo pra isso
Aguardamos…

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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