Deprecated: Using null as an array offset is deprecated, use an empty string instead in /home/httpd/html/tenisbrasil.com.br/public_html/wp-content/plugins/advanced-ads/includes/abstracts/abstract-group.php on line 658
Matheus Dalcim
Especial, de São Paulo (SP)
Assim como nos últimos jogos que disputou no circuito, Beatriz Haddad Maia mais uma vez apresentou oscilações e acabou derrotada por Laura Siegemund com parciais de 6/4 e 6/2 na abertura do confronto diante da Alemanha pelo qualificatório da Billie Jean King Cup, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
Ciente da má fase que vive neste início de temporada, Bia afirmou que os altos e baixos que vem apresentando têm a ver principalmente com o aspecto mental. “Acho que aconteceu hoje um pouco do que vem acontecendo nos últimos jogos em que não consegui ser agressiva e sólida como eu gostaria. Não falaria de direita [forehand] ou esquerda [backhand], é mais uma questão mental comigo mesma. Em certos momentos estou me frustrando e me perdendo mentalmente”, admitiu a canhota de 27 anos.
“Quando você se coloca numa posição de estar entre as melhores do mundo, a expectativa vem naturalmente, e nas últimas partidas eu mesma acabei me pressionando em alguns momentos. E isso não é externo, não vem da minha equipe, da minha família ou das pessoas. É uma cobrança minha”, acrescentou.
+ Clique aqui e siga o Canal do TenisBrasil no WhatsApp
Bia citou ainda um momento específico do jogo em que sentiu a energia baixar, justamente no início do segundo set, em que perdeu quatro games consecutivos logo de cara. “Logo depois de perder o meu saque [no primeiro game da parcial], eu tive um 15-30 [a favor] que ela me deu um lobby, e o meu semblante baixou, o meu estado de espírito baixou. Eu já aprendi que cada ponto que eu perco ou ganho vale um, e eu tenho que buscar esse equilíbrio”, frisou.
As falas de Bia após a derrota para Laura Siegemund na abertura do confronto com a Alemanha em São Paulo. pic.twitter.com/g38fDMTRA7
— TenisBrasil (@sitetenisbrasil) April 13, 2024
Outro aspecto que chamou a atenção na partida desta sexta-feira foi o alto número de erros não-forçados da brasileira. Dos 64 pontos que Siegemund venceu no jogo, 31 foram a partir de equívocos de Bia, que também não ganhou um único ponto nas suas 15 subidas à rede e ganhou apenas 24% dos pontos com o segundo saque. Diante desses números, a número 1 do país comentou sua performance de forma mais analítica.
“O problema não são os erros não forçados, mas como estou errando. Se eu começo o jogo mais disciplinada e jogando da forma certa, eu levo o jogo para um cenário. A partir do momento que eu fico mais acuada e perco o meu padrão, ele vai para outro cenário. Hoje, mais uma vez, eu fui me perdendo, fiquei um pouco desconcentrada nos momentos difíceis. A maioria dos pontos, fui eu que fiz, tanto para ela, quanto para mim”, destacou.
Com mais um jogo de simples pela frente e um possível duelo de duplas ao lado de Luisa Stefani caso o confronto fique empatado, Bia explicou como pode tentar dar a volta por cima. “As coisas não estão acontecendo como eu gostaria e a única forma de eu reverter isso é eu ter uma atitude melhor, jogar com mais energia e enfrentar essa situação com coragem. Foi assim que eu conquistei todos as coisas grandes da minha carreira.”











Troca o treinador e o psicólogo. Não tá dando certo,muda. O treinador do Djokovic deve estar disponível!
Bia, troca de técnico pelo amor de Deus.
Difícil descrever o momento atual de BIA. As expectativas sobre ela aumentaram, tornou-se uma tenista mais conhecida das adversárias, e inegavelmente, vem vivendo um momento de muita inconsistência técnica a mental. O jogo de BIA no normal, já é bem previsível, e para funcionar, tem que estar com a confiança lá em cima. Não tem plano B e falta muita variação de jogo. Só quem pode reverter este cenário é ela mesma. ainda acho que deveria requalificar a equipe técnica.
Avalanche de erros não forçados não parece causado apenas pelo mental, a técnica anda muito em baixa esse ano. Se apenas passa a bola a adversária faz a fez, daí quando tenta forçar joga na rede, daí fica difícil. Se o mental não ajuda, a técnica também está um fiasco.
Escrevi isso em outro post. Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega. Não sabia dessa entrevista dela. Eu se fosse técnico tirava ela , não seria demérito, e colocava a Carol, teríamos raça e nenhuma alemã está preparada para jogar com a Carol. E depois esperar um milagre da Laurinha. E nas duplas ia de Ingrid e Luiza, caso empatasse. Perdido por perdido, arrisca… tem que pensar no melhor pro time.
Uma mulher deste tamanho não sabe nem sacar
Na minha opinião, o que faz o atleta evoluir é o treinamento constante e a capacidade de execução na hora da competição. Desde Roland Garros, Bia não evoluiu em nenhum fundamento, seja saque, forehand, backhand, subidas as redes….. se ela está treinando, de duas, uma: ou não está sendo orientada da forma correta, ou seus treinamentos não estão surtindo efeitos, aí sim, é um caso psicológico. Mas se for a primeira opção, é um caso técnico e só resolve com a mudança de treinador.
Com algum de vocês nem desenhando, né?
Não tem nada de mental, é falta de jogo mesmo. Sem voleio, sem slice, sem saque e sem consistência.
Esse comentário não é possível… Vão assistir futebol e parem de encher as paciências com Papinho de quem não entende nada…. Fala sério
Desde que começou a dar entrevista a veículos e jornalistas rasos foi ladeira abaixo. Hora de voltar aos treinos
Nunca, em toda a minha vida, eu vi um jogador de tenis tão abatido e derrotado muito antes do final da partida. E ainda vi uns sorrisinhos estranhos de quem sabe o final da história. Deu até pena, achei q fosse chorar. Mas mudei de canal.
Eh aquilo, pior doq esse momento é a completa paralisia da mesma a ele, toda a entrevista é isso: “é normal na vida do tenista, não precisa fazer/mudar nada, vai passar”.. se vai mesmo ficar esperando sem fazer nada, o meu conselho é q espere sentada e numa cadeira bem confortável..
Como eu sempre digo: quando os pontos daqueles lampejos do ano passado caírem, a verdade do ranking se restabelecerá.
Eu acho que um treinador do Leste Europeu seria o ideal. Estes caras trabalham muito também o mental, veja como as tenistas desta região são focadas e equilibradas. Sem dúvidas, confiança dela é nenhuma, deste jeito não ganha de ninguém. Sugiro aperfeiçoar saques e jogo defensivo, e chegando em RL joga com sangue nos olhos, vai pra dentro delas, seja agressiva, isso é tudo pra recuperar confiança
Infelizmente jogar em casa colocou mais pressao na Bia em um momento que ela nao esta conseguindo administrar a pressao interna. Talvez ela saindo dos holofotes, jogando sem tanta responsabilidade, mais solta, sem se cobrar, esquecer o ranking, se divertir mais e com ajuda de suporte psicológico, ela encontre o caminho. Ela sabe o que precisa fazer.
A última vez que algo do gênero aconteceu comigo, tirei férias. Um mês na fazenda só pescando, andando a cavalo, boiando no rio, lendo um livro deitado numa rede. Comendo e dormindo muito. Nada de mundo externo. Só descanso para mente e corpo! Você nas entrevistas é sempre muito educada e gentil! E nas quadras você é craque, joga muito! Tudo de bom para você!
Verdade! Na partida de ontem, parecia que tinha só uma tenista em quadra. A Bia marcava os pontos pra ela e pra adversária. A alemã nem precisava se esforçar, só esperava a brasileira errar
Bem que Bia poderia pedir a psicóloga da Iga emprestada por algum tempo, rs vamos em frente Bia, creio que ” consertando” esse aspecto seu jogo irá fluir.
Creio que a Bia esteja com depressão. Os sintomas são claros. As reações no jogo e na torcida por Laura deixam claro que ela atende os critérios para o diagnóstico. Sou psicólogo (atuo em clínica) e para mim, ficou claro que está depressiva.
Se for depressão ou síndrome de burnout, ela vai precisar de uma pausa para tratamento.
Tá difícil assistir, depois do que ela fez no final de 2023.
Volta Cé
Quando a parte mental não funciona da forma correta, as demais partes ficam comprometidas. Sob tensão e sem confiança não se consegue alcançar o nosso melhor nível. Provavelmente um profissional da área deve conseguir ajudar. Pode fazer um teste, começar fazendo uma consultoria com um(a) psicólogo(a) e depois, conforme o resultado, pode decidir se incorpora ou não o profissional na equipe.