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O tênis brasileiro é sério candidato a causar grandes emoções neste Australian Open. E tudo começa com João Fonseca. Com outra série notável de atuações impecáveis, sem perder set nem game de serviço, o carioca de 18 anos confirmou a expectativa geral, furou o qualificatório com sobras e vai jogar seu primeiro Grand Slam. Não será o mais jovem tenista nacional a fazê-lo, ao contrário do que se fala por aí, já que Thomaz Koch entrou em Roland Garros aos 17 anos (e fez quartas do US Open aos 18), porém é algo extraordinário e animador. Basta ver que o último adolescente sul-americano a entrar num Slam foi Juan Martin del Potro, em 2006, e que Guga Kuerten fez estreia aos 19 anos.
Fonseca acabou sorteado para enfrentar Andrey Rublev logo de cara, em seu primeiro desafio diante de um top 10 e de uma melhor de cinco sets. O russo fez quartas em Melbourne nos dois últimos anos, joga definitivamente pesado, mas conhecemos bem sua parte mental instável. Entre os grandes nomes do tênis atual, talvez seja o menos difícil de se tirar de estabilidade. Vale lembrar que no ano passado Thiago Wild – cujo estilo é bem próximo ao de Fonseca – levou Rublev ao ‘tiebreakão’ do quinto set.
Caso apronte de novo, João pegaria o vencedor de Stan Wawrinka e Lorenzo Sonego, outro jogo muito duro, e nada nos impede de sonhar com um confronto direto com Wild lá na terceira rodada. O paranaense faz seu primeiro jogo desde outubro contra o húngaro Fabian Marozsan, para quem perdeu em Indian Wells do ano passado em sets diretos. Se avançar, teria Frances Tiafoe ou Arthur Rinderknach, ou seja, nada fácil.
Também com atuações muito firmes no quali, onde não perdeu set, o canhoto Thiago Monteiro ganhou o direito de disputar o Australian Open pela sexta vez. Vai tentar apenas a segunda vitória – a outra foi em 2021 – contra o recuperado Kei Nishikori, que acaba de chegar à final de Hong Kong e de voltar ao top 100. Uma partida longa pode ser favorável ao cearense. Em caso de vitória, deverá cruzar com o cabeça 12 Tommy Paul.
Por fim, para completar a melhor marca brasileira no Australian Open desde 2003, quando tivemos cinco nomes nas chaves de simples, Bia tenta se recuperar. Em que pese atuações neste começo de temporada muito abaixo do seu padrão, tem chance de somar vitórias em Melbourne. A quali argentina Julia Riera é ideal para dar ritmo e confiança para encarar Saisai Zheng ou Erika Andreeva antes de Katie Boulter ou Veronika Kudermetova. A britânica vinha sendo carne de pescoço, mas Bia enfim a derrotou em Ningbu há dois meses. Se tudo der mesmo muito certo, as oitavas seriam contra Jasmine Paolini ou Elina Svitolina.
Sinner se dá melhor
O atual campeão Jannik Sinner não tem do que reclamar. O sorteio da chave colocou todos seus grandes concorrentes do outro lado e, apesar de ele ter um ou outro jogo teoricamente mais exigente, deve passar sem sustos para a segunda semana. Talvez encontre algum trabalho nas oitavas contra Hubert Hurkacz e parece pouco provável que Alex de Minaur ou Stefanos Tsitsipas o barrem nas quartas. O australiano perdeu todas as nove batalhas e só tirou um set do italiano lá em 2020.
Fica assim expectativa sobre quem vai vingar no segundo quadrante. Taylor Fritz definitivamente parece outro jogador depois do vice no US Open, mas tem o bombástico Giovanni Perricard logo na terceira rodada. O outro grande nome do setor é o três vezes vice Daniil Medvedev e fica certa expectativa para ver se Alexei Popyrin, seu provável adversário de terceira rodada, manterá o progresso mostrado em 2024.
O lado inferior ficou muito mais interessante e já se faz contagem regressiva para o reencontro entre Carlos Alcaraz e Novak Djokovic nas quartas. O espanhol tem Jordan Thompson e Jack Draper como nomes mais perigosos, enquanto o decacampeão pode ser testado por Tomas Machac (ou rever Reilly Opelka) e Grigor Dimitrov ou Tomas Machac. Se estiver em plena forma, Nole é obviamente favorito.
O eventual duelo Alcaraz-Djokovic ganha ainda mais peso porque não se sabe exatamente se Alexander Zverev está totalmente recuperado. O alemão tem nomes fortes no caminho, mas não dá para apostar em Nick Kyrgios. Quem sabe, Ugo Humbert ou Tommy Paul herdem lugar na semi.
A primeira rodada masculina tem jogos interessantes: Hurkacz-Griekspoor, Berrettini-Norrie, Zhang-Rune, Monfils-Perricard, Wawrinka-Sonego, Shelton-Nakashima, Bautista-Shapovalov, Arnaldi-Musetti e Fognini-Dimitrov.
Sabalenka e as jovens
Outra número 1 que também defende título, Aryna Sabalenka pode cruzar com nomes jovens e destemidos na sua tentativa de tricampeonato. Começa com a experiente Sloane Stephens, tendo na sequência Linda Noskova e Mirra Andreeva. A aposta mais aceitável é que reencontre a ‘freguesa’ Qinwen Zheng nas quartas, mas a chinesa ainda não jogou na temporada 2025.
Coco Gauff também ficou em cima da chave e me parece favorita à outra vaga na semi, já que sua trajetória tem Jessica Pegula, Paula Badosa e Jelena Ostapenko. Curiosamente, estreia contra uma campeã de Melbourne, Sofia Kenin, e tem chance de encontrar outra nas oitavas, Naomi Osaka.
Com chance nada desprezível de recuperar a liderança, Iga Swiatek não tem uma chave fácil, já que estão por ali Ekaterina Alexandrova, Amanda Anisimova e Anna Kalinskaya, porém leva o favoritismo natural, já que fez boas apresentações na United Cup. Espera-se que a polonesa encare Emma Navarro ou Daria Kasatkina nas quartas.
Elena Rybakina lidera o outro quadrante e me parece uma incógnita. Terá certamente de estar bem se cruzar com Dayane Yastremska, Danielle Collins ou Madison Keys. Embalada, dificilmente será barrada por Jasmine Paolini.
Ótimos confrontos desde a primeira rodada: Sabalenka-Stephens, Bouzkova-Mirra, Gauff-Kenin, Osaka-Garcia, Bencic-Ostapenko, Svitolina-Cirstea, Alexandrova-Raducanu e Siniakova-Swiatek.










Djokovic lança seu primeiro long play…
Aryna manteve sua rotina usual: pancadaria pura, variação praticamente inexistente. Só q esse estilo é muito eficiente, em especial numa quadra bem rápida como aparenta estar a Rod Laver. E é claro q com a confiança nas alturas, é talvez a maior favorita ao título desse ano…
Vi agora q Monteiro teve dois match points e não conseguiu a vitória. Uma pena. O japa claramente não é o mesmo craque do passado e o brazuca jogou demais no set 1. Mas se me perguntarem se a derrota foi surpreendente, creio q qualquer um diria q não. Outra surpresa: Kei, q sempre teve problemas físicos, virar um jogo saindo de 02 aos 35,aninhos.
No momento Aryna em quadra…
Pra minha agradável surpresa, Monteiro vai fazendo um set1 incrível. Está superior ao japa na potência, na movimentação e, pasmem, na qualidade das jogadas. Por enquanto o brazuca vence 53 e o adversário vai sacar…
Para quem tiver interesse, procure no youtube Gustavo Kuerten x Max Mirnyi US Open 2021, tem o jogo na íntegra. Esse foi um jogo épico válido pela terceira rodada com vitória de Guga por 6/7, 5/7, 7/6, 7/6, 6/2. Mad Max ou The Beast sacou e voleou muito durante 4 sets. Guga obteve mais de 100 winners e 13 erros não forçados, sendo quatro nos últimos dois sets. É interessante ler os comentários dos gringos sobre esse jogo.
“There’s a reason why he’s No. 1. He’s won many matches of this type over the last couple of years. If he wouldn’t be doing this, he wouldn’t be No. 1.” Palavras do Mirnyi após a maratona.
2021????
2001 João, obrigado pelo toque.
Eu vi o jogo na íntegra (tv), ao vivo.
Quando Mirnyi ia sacar, a torcida brasileira, com braços ao alto e sacodindo as mãos, emanava vibrações para uma boa devolução.
Mas pera aí, isso existe?
Vejo isso na NBA, talvez por ter sido nos USA, eles imitaram. Isso não surtiu muito efeito pois Max sacau muito.
E perdeu, logo, fez efeito.
Mas, aproveitei para provocar sobre outro tema.
A quadra central do US Open é conhecida por ser barulhenta e ter uma torcida agitada, não acho que esse tenha sido um fator determinante para a vitória.
Sobre o outro tema não posso te responder. Mas posso te adiantar que a energia de Schumann do planeta está aumentando.
Mas não disse que foi o determinante para vitória.
O que de fato determinou, foi o empenho e a performance de Gustavo Kuerten.
Perfeito!
Pessoal, eu tenho uma notícia triste para lhes comunicar. O Valmir da Silva Batista escreveu o seguinte: “Deve achar que o tênis brasileiro é de nível universal… .” Está incorreto e o certo seria escrever: deve achar que o tênis brasileiro é em nível universal. Ah Valmir, logo você, que erro grosseiro! O Valmir, como corretor oficial desta confraria, está despedido. Não está à altura do cargo que ele mesmo se concedeu. Depois dessa, não te respondo mais. Cuspiu tanto para cima que molhou seu rosto, embaçou a vista e deu no que deu. Que presepada! Agora, nada mais de ficar bancando o bobo da corte aqui, hein Vamir. Bom pessoal, voltemos ao tênis e deixemos essa farsa de lado.
Esse ChatGPT é uma maravilha. Não fico do lado do Djoko sobre a questão vacinal e da suposta contaminação, mas na do suposto doping na Davis, ele é claramente inocente. Fiz uma pergunta e obtive a seguinte resposta:
” Substâncias dopantes conseguem ser 100% eliminadas do corpo durante uma partida de tênis?
O ChatGPT disse:
ChatGPT
Não é possível eliminar 100% de substâncias dopantes do corpo durante uma partida de tênis ou qualquer outra atividade física. O tempo que uma substância leva para ser metabolizada e eliminada depende de vários fatores, incluindo:
1. Tipo de substância dopante
Cada substância tem uma meia-vida (tempo necessário para que metade da substância seja eliminada do corpo).
Eritropoetina (EPO): Pode levar dias a semanas para ser eliminada.
Esteroides anabolizantes: Alguns podem permanecer detectáveis por meses dependendo da formulação (ex.: esteroides injetáveis têm um tempo de eliminação maior que os orais).
Estimulantes (ex.: anfetaminas): Geralmente eliminados em horas ou poucos dias, mas seus metabólitos podem ser detectáveis por mais tempo.
2. Fatores fisiológicos
Metabolismo individual: A velocidade de eliminação varia entre as pessoas devido à genética, idade, sexo, peso e função hepática/renal.
Hidratação e sudorese: Durante a atividade física, o corpo elimina alguns compostos através do suor, mas isso raramente é suficiente para reduzir os níveis de substâncias dopantes de maneira significativa.
Duração da partida: Mesmo em partidas longas, não há tempo suficiente para eliminar completamente substâncias com meia-vida prolongada.
3. Detecção em testes antidoping
Mesmo que uma substância seja eliminada do sangue rapidamente, seus metabólitos podem ser detectáveis em amostras de urina ou sangue por períodos prolongados, dependendo da substância.
Exemplo: Esteroides anabolizantes podem deixar metabólitos detectáveis semanas ou meses após o uso.
Algumas substâncias, como hormônios de crescimento, são eliminadas rapidamente, mas métodos avançados podem detectá-las por marcadores indiretos.
Conclusão
Durante uma partida de tênis, é impossível eliminar completamente substâncias dopantes que já estão no corpo. Embora a atividade física possa acelerar o metabolismo em algum grau, a presença de metabólitos detectáveis nos fluidos corporais ainda será possível por dias ou até semanas, dependendo da substância. Por isso, controles antidoping realizados logo após a partida ou em períodos aleatórios são eficazes para detectar o uso de substâncias proibidas.”
O Davi Poiani já havia lecionado sobre o assunto, mas está aí mais um argumento fortíssimo para enterrar a fake news espalhada, imaginem por quem?
Gilvan, Ma Long, Rockton e outros. Prestaste atenção aos nomes?
Rockton é outra figura, antigo do Facebook, que gosta de falar só de antivax. Gilvan e Ma Long, além de insistirem na história da Davis, escrevem “anti-doping”. Baita coincidência.
https://tenisbrasil.uol.com.br/alcaraz-traca-objetivos-para-2025-vencer-os-slam-e-masters-1000.html
Finalmente Carlos Alcaraz iniciará a nova etapa de sua carreira.
Ih, Ronildo, isso aí em nada me impressiona. Tô careca de ver tenista traçando objetivos e na prática sai tudo diferente.
E não só tenista. Eu mesmo tracei o objetivo de ficar milionário ano passado e continuo pobre.
Estou muito confiante Maurício Luís. Agora acabaram-se todos os resquícios de adolescência e ao que parece ele está tomando as rédeas da carreira. Veremos um Alcaraz muito mais vencedor de agora em diante.
Fonseca sobre o elogio de Djoko:
“Tem elogios, tem algumas pessoas que até fazem comparações. Eu não gosto tanto de comparações, até o pessoal fazendo comparações, acho que cada um tem seu tempo e cada um tem seu momento, cada um tem sua história. Mas uma coisa que eu senti muito legal, que deu uma repercussão muito grande ano passado, foi quando o Djokovic falou de mim, uma honra inexplicável. Passar por ele assim no vestiário é uma aura que até dá uma tremida assim e você meio que trava: ‘Caraca, o Djokovic aqui'”, disse, recordando que o sérvio disse que “o jogo dele lembra o meu”.
Além das excelentes performances de João Fonseca e Thiago Monteiro na fase qualificatória, outra ótima notícia desse período que antecede o começo dos confrontos nas chaves principais do Australian Open foi a campanha vitoriosa de Gael Monfils em Auckland.
Repetindo o que eu disse lá nos comentários do site, é simplesmente fantástico termos o privilégio de acompanhar grande parte da carreira deste atleta excepcional. O francês, além de ser um jogador fora de série e de um carisma tremendo, consegue transmitir uma leveza e ludicidade em quadra como raramente se vê nos competidores do tênis de alto nível. Deixará um vazio imenso ao aposentar-se. Que bom que abocanhou mais um título nessa reta final!
Que me perdoe a nação goatista, mas não posso ficar do lado do Djoko na polêmica do envenenamento, pra delírio da turminha do ódio. Presença de mercúrio e chumbo? Um país desenvolvido como a Austrália coloca metais pesados na comida de quem é detido na imigração? Duvido que isso ocorra até mesmo com quem está nos presídios. Lembrando que Djokovic não foi preso e nem deportado: ele teve seu visto cancelado e não pôde permanecer no país.
Infelizmente perdeu uma boa chance de ficar calado.
Concordo
Esses metais atacam principalmente o sistema nervoso central e os rins e em níveis altos, como ele disse, as consequências podem ser gravíssimas, resultando até em coma e morte. Não bate com sintomas de gripe. É só dar um Google ou perguntar pro GPT, não precisa ser médico.
Eu não fiquei do lado do sérvio e achei desnecessária a declaração.
Nem dá né, PS?
Ainda há a questão cronológica. Li mais um pouco sobre o assunto e com doses elevadas desses metais ele já teria apresentado os primeiros sintomas em algumas horas ou poucos dias depois no máximo. Djoko saiu do hotel “abacaxi” liberado pelo juiz, foi para um melhor, treinou na Rod Laver quase uma semana (se me recordo bem) e só foi ter algum quadro duas ou três semanas depois na Sérvia?
Muito ruinzinha a história do GOAT, uma pena mesmo.
Até porque, Djokovic não provou nada do que disse…
Guga era um saibrista nato e revolucionou o jeito de se jogar no barro vermelho. Enquanto a grande maioria que se sobressaía nesse piso, jogava defendendo se muito bem e trocando bolas com consistência, Guga jogava com agressividade e sempre procurando as finalizações. Também era adepto do swing volley que fazia com maestria.
Foi o quinto jogador da história a fechar o Grand Slam do saibro, vencendo Roland Garros, Monte Carlo, Hamburgo e Roma. Mas também brilhou fora dele.
Na quadra sintética e coberta do finals de Lisboa em 2000, tinha a chance de terminar o ano como número 1, mas para isso teria que ganhar o torneio. Marat Safin era o número 1 e Guga em segundo, e os dois estavam em briga direta para fechar o ano no topo. Logo no primeiro jogo, veio o balde de água fria. Guga perdeu para Agassi. Nos dois jogos seguintes ele teria que vencer, e foi isso que aconteceu diante de Magnus Norman e depois Yevgeny Kafelnikov. Na semi final, ele teve nada menos que Pete Sampras como adversário, GOAT da época. Venceu em três sets de virada. O curioso foi Sampras falando algumas palavras para Guga no aperto de mão, que não era sua característica quando perdia o jogo. Na grande final Agassi estava de volta, mas não foi páreo para Guga que o venceu em três sets diretos. Isso também nos mostra como Guga era forte mentalmente. O curioso que no finals de 1999, em Hannover, Guga caiu no grupo de Sampras e Agassi e perdeu para os dois em sets diretos, ganhando apenas de Lapenti.
Infelizmente, em fevereiro de 2002, aos 25 anos precisou realizar uma cirurgia no quadril, e depois disso nunca mais foi o mesmo, assim como Murray e Norman, contemporâneo de Guga. Apesar disso, não deixou de vencer Federer em 2004 em Roland Garros, o que seria a única derrota dele no ano em Grand Slams. Guga venceu 22 finais e perdeu apenas 9, mostrando sua força mental em jogos decisivos.
Temos que ter em mente que nessa época havia muitos pisos diferentes, como as quadras cobertas de carpete e a grama rapidíssima de wimbledon, e duas formas distintas de se jogar, fundo de quadro e saque e voleio, as variáveis eram muito maiores. Guga acabou tendo uma carreia curta mas com muitas e importantes conquistas. Esse foi o Guga. Venceu na quadra sintética aberta, sintética fechada, carpete coberto e saibro, só não venceu na grama.
E que venha o Fonseca!
A força mental de Gustavo Kuerten era enorme. Está no nível do Big Four. Porém poucos tenistas tiveram tanta habilidade como ele tinha. Um enorme desastre foi essa lesão no quadril
Ronildo, Guga também foi o único tenista da história a vencer Sampras e Agassi em um mesmo torneio. Teve um tenista que mencionou o quão difícil era
enfrentar Sampras pois ele tinha dois primeiros saques. Agassi é considerado um dos melhores devolvedores de todos os tempos.
Vilas foi um grande saibrista
Outro que incomodou bastante o Pete Sampras porque tinha um jogo muito completo (base, saque, devolução) foi o Marat Safin.
Mais um pouco, e o julgamento do Sinner será apenas ao fim da carreira…
Se tem algo fora do comum, é a forma como foi conduzido esse caso de falha no anti doping do italiano.
Depois, se diz que a situação foi exatamente conforme o padrão em casos de falhar nos testes…sei, sei, sei…!!!
Acredito que 99% dos que tem pressa no julgamento, não por acaso, são torcedores do sérvio. Porque o Sinner seria um obstáculo a menos pro Slam 25.
De novo a polarização.
Parece: fez ou disse x, hummm já sei em quem votou
Se nolista falar de chuva, nas entrelinhas tá uma torcida pro Djoko pq o Federer é o dono de uma loja de guarda-chuva
(Olhinhos para cima)
De jeito nenhum, acredito que ele será suspenso mas torço que seja pelo menor tempo possível. Eu torço pelo sérvio mas é ele que deve se virar contra os garotos, já que decidiu continuar jogando.
Quem torceu pela deportação do sérvio em 2022 foram os seus haters para que ele não alcançasse todos os recordes do tênis. Nolistas torcem apenas para que ele volte ao nível de 2023 para ter alguma chance contra os garotos, pois está com idade avançada. Eu gosto do jogo limpo.
Quando digo que não se deve levar muito a sério o que diz Ex – Tenistas , vou de Wilander hoje ao Eurosport : ” Alcaraz não deveria vencer o AOPEN. Levar os 4 SLAM com apenas 21 anos , pode tirar precocemente sua motivação. Nunca houve um jogador mais completo que Carlos Alcaraz. Nem Roger Federer foi tão completo ” . Não foi o próprio que afirmou em 2023 , que Djokovic era o ” goat ” indiscutível ????. Rsrsrs, Abs !
Mas Pete Sampras também já foi, uai!
“Nem Roger Federer foi tão completo” kkkkk
Então, o padrão dele não era Djokovic?
Eles sabem quem foi o melhor tenista da história e mesmo que neguem uma hora ou outra se entregam.
Eu sempre acreditei que Wilander tinha muito ranço de Federer por causa dos elogios dele à Edberg e depois pela amizade entre os dois.
VOU DAR UMA olhada nas matérias da Revista Caras…
Teriam que ser revistas correspondentes suecas.
Nesse caso, deixa pra lá a seção de fofocas, por você inaugurada nesta confraria…
Ronildo,
Opinião de atletas não é mais importante do que os títulos e recordes alcançados em quadra.
Acho que pro Wilander, ser completo é diferente de ser o Goat. Talvez para ele ser Roger é ser completo. Mas o Nole é considerado o melhor nao por ser um tenista completo. E sim pela sua eficiencia e consistencia. Podem ser coisas diferentes.
Ao ver no site a repetição de tantos ataques maldosos e sem fundamento aos tenistas Thiago Monteiro, Beatriz Haddad Maia, Carol e Felipe Meligeni, Laura Pigossi e Gustavo Heide, provenientes de pessoas que praticam tênis de forma amadora, resolvi parafrasear o bardo e dramaturgo inglês autor de “Sonho de uma noite de verão”:
Há quem acredite que jogar tênis amador e profissional é a mesma coisa. Mas há também quem garanta que nem sempre, só às vezes. No fundo, isso não tem importância. O que interessa mesmo não é a diferença de técnica, de talento, de preparo ou de pressão de um nível para o outro, são os sonhos. Os sonhos que quase todos eles sonharam sempre, dormindo ou acordados, e poucos, muito poucos mesmo, só os profissionais, tornaram realidade.
Claro que muitos desses comentários dizem mais sobre a intolerância, os preconceitos e as frustrações de seus autores que qualquer outra coisa. Por isso, um abraço àqueles e àquelas que conseguem interagir aqui, lá no site ou onde for sem atacar a carreira, a vida pessoal e a reputação de quem quer que seja.
Ronildo, não seja leviano, eu não contestei que “Gustavo Kuerten era um super campeão no tênis”. O que houve foi que você utilizou a expressão “multi-campeão” e a atribuiu a ele. Há diferença entre ser um “super campeão”, que é uma expressão até vaga, e ser “multi-campeão”, expressão por você utilizada e que denota variedade ou variação, como queira. Portanto, Gustavo Kuerten era, ao contrário do que você atribuiu a mim, um “super campeão”. Não era, porém, um “multi-campeão”, como disse você outro dia. No que se refere a grandes torneios, Gustavo conquistou “apenas” três slams no saibro de Roland Garros e cinco torneios nível 1000, sendo somente um fora do saibro, além de um ATP Finals, também fora do saibro, no caso, não há aí histórico de “multi-campeão”, ok? Ah, eu uso “uma régua muito alta em” minhas “avaliações sobre esportistas”? O que você queria? Que eu fizesse uso de um parâmetro rasteiro e aceitasse de bom grado essa coisinha retinha, chatinha e pobrinha da maioria anti-rodriguiana como mensuração? Sinto em dizer, mas não estou nesta confraria a passeio…
Bem, dependendo de como se vê, Gustavo Kuerten foi campeão de challenger, atps 250,500,1000, finals e slans nos pisos de saibro e quadra rápida. De alguma forma tudo isto é multi, não é? Porém sua explicação tem lógica nesta forma de ver que apresentou Valmir. Mas ainda continuo entendendo que você tem a tendência de desmerecer excelentes tenistas ignorando os enormes esforços que fazem para se manterem entre os 100 melhores da profissão, como no caso dos tenistas.
Ronildo, se você fizer uma carreira, ganhando um 250, subindo para 500, 1000 e GS, todos no saibro, não terá uma classificação multi aí, ou não?
Infelizmente, Guga não sabia nem andar na grama.
Guga fez quartas em Wimbledon, não me parece pouca coisa.
Você é um monge, Dalcim!
Monge tibetano…..faz parte dos sócios honorários do all england Club o grande Guga Kuerten
Com todo respeito, para mim, me parece.
Para um tenista mediano eu considero que realmente não seria pouca coisa. Já para um lider de ranking dominante como foi o Guga, eu acho pouco.
ESTAMOS DISCORRENDO sobre ser ou não ser “multi-campeão” e sobre conquista de títulos variados, e não de uma campanha isolada em determinado tipo de piso. Para quem foi alcunhado de “multi-campeão” pelo colaborador RONILDO, ter feito “quartas em Wimbledon” é “pouca coisa”, sim senhor…
Tire o hífen de “multicampeão”, caro revisor.
José Nilton, você deve ter percebido que “multi-campeão” está entre aspas, né? Pois bem, trata-se de uma transcrição da barbeiragem do colaborador Ronildo…
Talvez você devesse aprender um pouco com o José Nilton a ser mais gentil nas respostas. Ele lhe corrigiu com todo o respeito, com carinho, como um pai faria. Muito diferente do que você faz com os outros na hora de lhes fazer a correção aplicando “truculentamente” o AI-5.
LUAN SARTORIO, não sei se você percebeu, mas “multi-campeão” está grafado entre aspas nos meus comentários, ou seja, JOSÉ NILTON se equivocou ao me corrigir, já que não notou que transcrevi “multi-campeão” a partir da barbeiragem do colaborador RONILDO…
Se tu moras “nas quebrada”, deverias saber que ser um “xis 9” é imperdoável …
Cara, como assim eu delatei o colaborador Ronildo? Será possível que você e os demais colaboradores desta confraria não leram a postagem em que ele faz uso da expressão “multi-campeão”? Se você e os outros se dignaram a ler a referida postagem, logo, não me cabe a alcunha de “xis 9”, atribuída por você à minha pessoa, posto que o objeto da causa já estava à disposição há mais ou menos dois ou três dias, configurando assim a não delação, ou seja, não foi eu quem expôs o colaborador Ronildo, fê-lo ele próprio, ao optar pela famigerada “multi-campeão”…
leve tombo adornado com gentil clemência
BALOSTRÓFICO, eu não tenho essa bobice, esse sangue nos olhos, a ponto de fazer da minha discordância em relação ao meu interlocutor um “tombo” no mesmo, com ou sem adorno, ok? No caso do recorte que direcionei a JOSÉ NILTON, foi “apenas” com o propósito de me defender, por conta de um equívoco que ele cometeu comigo, ou seja, eu não disse nada que o desabone, mesmo porque, além de ele ser um puta expert em tênis, eu não tenho nada contra a sua pessoa…
Infelizmente Guga não se esforçou o suficiente para também jogar bem na grama desde o início da carreira. E quando começou a se sentir bem no piso já estava bem próximo das sérias contusões que encerrariam sua carreira.
Mas dizer que ele não se esforçou o suficiente, está para uma forçação de barras de sua parte, não?
Quem pagaria ingressos para seguir a carreira de um cara que não se esforça?
Eu hein…
Se você pesquisar a carreira de Gustavo Kuerten vai ver que ele tinha declarações bem negativas com respeito à grama no início. E chegou a simplesmente não jogar certos torneios para descansar. Mas dá uma procurada nas notícias e você verá a dimensão de tudo isso. Guga chegou a afirmar que não gostava de jogar em Wimbledom.
BOM, ENTÃO ele não gostava de jogar também no piso duro, afinal, só tem dois títulos relevantes na referida superfície. Deixa de onda, RONILDO, quem é que não conhece a história de Gustavo em sua inteireza?
Entonces, o “multi-campeão” é de araque.
RONILDO, deixa eu desenhar pra você: o que Gustavo Kuerten fez de importante na vida foi no saibro, e dentre os três slams, os cinco nível 1000 e o ATP Finals de 2000, apenas um master série e o Finals não foram no saibro, ou seja, são somente duas conquistas relevantes em quadra dura, enquanto a grama pareceu a ele a alimento para caprinos e bovinos. Juntando os cacos da sua péssima argumentação, RO, entenda de uma vez por todas que “multi-campeão” não é Gustavo, multi-campeões são Nadal, Federer, Seles, Connors, Navratilova, Graff, Sampras, Serena etc etc etc…
Ok Valmir. Pelo menos, depois desta vã discussão e com a inferência do Dalcim, aprendemos que não é multi-campeão e sim multicampeão.
Ronildo, eu já sabia muito bem que multicampeão grafa-se sem hífen. Grafei com hífen por tratar-se de transcrição ao que você escreveu, mas fi-lo entre aspas todas as vezes que transcrevi…
a(x)*
Para realidade do “tênis brasileiro” ganhar mais de 2 MASTERS MIL já é considerado “multi-campeão” já que nenhum tenista brasileiro tem ganhado MASTERS MIL ultimamente … Então, no ponto de vista do tênis brasileiro, GUSTAVO KUERTEN pode sim ser considerado um multi-campeão … Kkkkkkkkk
OUTRO COM IDEINHA provinciana, meu Deus. Ô conversinha fiada…
Eu desconcordo. Guga é um multi-campeão sim: só RG ele ganhou 3 vezes e portanto multi lhe cai perfeitmente.
Mais um erro básico de interpretação ou de desconhecimento (ou da linguagem ou da carreira do Guga).
“Mais um erro básico de interpretação”…
Dentre todas as possibilidades no sorteio, Fonseca vai defrontar um dos piores adversários (se não o pior), com grande risco de cair na primeira rodada.
Mas, por outro lado, esse confronto pode acelerar as coisas para o brasileiro, pois se ele vence um jogador como o Rublev (e nunca houve melhor momento para tal), definitivamente o seu nome entrará no Hall dos melhores tenistas do momento.
Ou seja, foi ruim, mas pode ser bom.
Vamos Brasil!!
Em primeiro lugar, não tem tenista ruim no AO. Pra entrar na chave principal tem que ser fera. No caso do João Fonseca, pegar o Rublev se mostra um desafio à altura. Eu lembro de assistir o Fonseca passar o carro no Wild , em Floripa. E , pouquíssimo tempo depois, o Wild venceu o Medvedev em Roland Garros. No tênis, assim como em outros esportes, não prevalece a lógica matemática. Mas, pode ter certeza que o Rublev deve estar mais preocupado que o João com o que vem pela frente. Pela sua experiência, ele é o favorito, mas ,se João estiver num bom dia de saque, tchau Rublev na primeira rodada. E essa possibilidade é muito real.. Os dois batem forte ,então tem tudo pra ser um jogaço de tênis. Mesmo tentando me despir da brasilidade, eu aposto no João Fonseca .
Meu caro, no tênis prevalece a lógica matemática sim.
Se pegarmos apenas casos isolados, sua afirmativa se sustenta, vide Wild x Medvedev, mas se analisarmos o que ambos têm de curriculum, não dá nem para iniciar o assunto.
Duvido que apostarias seu dindin no Wild naquele ano, antes do jogo.
Onde está escrito: “não prevalesce:, leia-se: “nem sempre” prevalece
Tudo bem, atenuou.
Dalcim, independente se o João Fonseca vai adiante ou não , depois do qualy ele subirá quantas posições ?
Ainda é impossível saber com certeza, Sandra, porque há muita gente perto dele que também vai jogar.
Sonhar não custa nada já dizia o samba … mas não eh sonho … eh realidade temos 4 grandes jogadores (a) nas chaves !!! Avante Brasil ! Vcs merecem meninos ! Atitude , postura , e comprometimento de vencedores ! Quem planta colhe ! Eu acredito na colheita !
Feliz 2025 ao tênis brasileiro , voltamos a sonhar e pensar grande no masculino, no feminino Bia já eh gigante ! Avante