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Munique (Alemanha) – Com uma grande atuação diante do principal favorito ao título, o italiano Flavio Cobolli superou o alemão Alexander Zverev e se garantiu na decisão do ATP 500 de Munique. Mesmo com a torcida a favor do adversário, o número 16 do mundo não tomou conhecimento do rival top 3 e marcou um duplo 6/3 em apenas 69 minutos de partida.
Aos 23 anos, Cobolli disputará a quinta final da carreira e a quarta de nível 500, com títulos em Hamburgo no ano passado e Acapulco na atual temporada, além do vice em Washington em 2024. Também em 2025, ele venceu o ATP 250 de Bucareste, tendo portanto três títulos em sua galeria.
Esta foi também a maior vitória da carreira do italiano e a segunda sobre um top 10 em 18 partidas. Antes, ele só havia derrotado o então nono colocado Holger Rune na segunda rodada do Masters 1000 de Madri em 2025.
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Emocionado, Cobolli terminou a partida em lágrimas, devido ao falecimento do juvenil Mattia Maselli, de 13 anos, dois dias antes. Maselli treinava no Clube de Tênis Parioli, mesma academia de Flavio, em Roma. Na sexta-feira, o top 20 havia deixado uma mensagem em homenagem ao jovem tenista nas redes sociais, dizendo que jogaria por ele na semifinal deste sábado.
“Cada ponto que eu jogar, cada bola que eu rebater, cada passo que eu der, pensarei em você. Jogarei por ti e te levarei comigo em qualquer lugar que eu for. Me recordo do teu sorriso quando me perguntava as coisas, era um menino radiante, cheio de energia e com tanta vontade de aprender. A academia não será a mesma sem você, mas te prometo que nunca será esquecido”, escreveu.
Já na entrevista em quadra após o triunfo sobre Zverev, ele exaltou sua apresentação. “Foi um dos melhores jogos da minha carreira. Eu fico um pouco tímido quando enfrento os grandes jogadores, mas desta vez eu fiquei firme até o fim. É difícil jogar contra Sascha, com quem tenho boas relações”, disse o finalista.
Cobolli vai às lágrimas depois da grande atuação e vitória em cima do amigo Zverevpic.twitter.com/S44YjOpEwc
— TenisBrasil (@sitetenisbrasil) April 18, 2026
Cobolli aguarda agora pelo norte-americano Ben Shelton ou o eslovaco Alex Molcan, que se enfrentam na sequência. O italiano tem retrospecto negativo de 3 a 2 diante de Shelton — mas venceu a única sobre o saibro — e nunca enfrentou Molcan no circuito.
Já o eliminado Zverev perde a chance de disputar a quarta final em casa e buscar o tetracampeonato. Vencedor do torneio em 2017, 2018 e 2025, ele defendeu apenas 200 dos 500 pontos do título da temporada passada, mas segue sem ameaças na terceira posição do ranking.
O germânico também amarga uma sequência de eliminações em fases decisivas e perdeu todas as cinco semifinais que disputou em 2025. Nesta temporada, ele já havia sido derrotado na penúltima rodada do Australian Open para Carlos Alcaraz e de Indian Wells, Miami e Monte Carlo por Jannik Sinner. Em todas até aqui, seu algoz acabou como campeão na sequência. Nas suas últimas dez semis, Sascha venceu apenas uma, no vice-campeonato de Viena em novembro.
Cobolli domina e vence
Flavio Cobolli teve no saque sua principal arma, ironicamente um dos principais atributos do seu adversário, mas que não funcionou na partida deste sábado. Ao todo, o italiano marcou 7 aces (contra nenhum de Zverev) e cometeu apenas uma dupla falta (mesmo número do alemão).
Com 75% dos pontos ganhos com o primeiro serviço, Cobolli explorou o segundo saque de Zverev e ganhou 70% desses pontos. Assim, chegou a cinco break-points na partida e concretizou quatro. Por outro lado, cedeu apenas duas chances de quebra para Sascha e salvou uma.
Mais equilibrado, o primeiro set foi de amplo domínio dos sacadores e no único game de baixa de Zverev, Cobolli aproveitou a chance e quebrou de zero o saque do rival, abrindo a vantagem necessária para vencer a parcial cinco games depois.
Embalado, o italiano começou a segunda parcial com quebra à frente e conseguiu novo break no sétimo game para abrir 5/2. Com o saque para fechar, ele se desconcentrou e pela primeira vez e única vez na partida perdeu o serviço, mas acabou dando o troco de imediato, e com uma nova quebra concretizou a vitória.











Coboli fez o que o João deveria ter feito, ficou na arquibancada pra receber o saque e entrar no ponto, Dominic Thiem fazia o mesmo. Hj o Coboli fará o mesmo contra o Shelton vai receber o saque posicionado lá da arquibancada girar a bola no fundo e entrar no ponto. O João precisa entender que ele não é o djokovic pra receber saque dentro da quadra.
Boa ! Essa do João foi boa kkkk…
Kkkkk Gostei tbm !
Zverev joga, joga…e cai sempre nas semifinais. É o eterno bom jogador, que não vai passar de top 5.
Zverev sendo Zverev. Isso mostra o nível do top 10, tirando O Big Two e o Djokovic.
Flávio mostrando a que veio! Parabéns!
Sacha jamais será número 1 ou vencer um Slam! Em 2020 na final do Usopen, teve sua última chance!
Vou torcer pra ele na final! Bela homenagem. Sinal de que gostava realmente do garoto e que a família receba o conforto dos céus!
Não é ético revelar o porquê meus caros.
morreu de quê ?
Bacana a atitude do Cobolli.
O menino Mattia Maselli morreu de quê?
Ele caiu do segundo andar da casa dele. Não se sabe se foi um acidente ou um gesto voluntário.
Que terrível tragédia! A vida apronta cada uma…
Parabéns pro Cobolli! Vamos aguardar a desculpa desta semana do Sasha.
Cobolli chorou pela morte de Mattia Maselli de 13 anos, jovem promessa do tenis que treinava com ele em Roma.
Linda homenagem.