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Paris (França) – Um ano depois de ter feito o melhor resultado da carreira em um Grand Slam, chegando à semifinal de Roland Garros, Beatriz Haddad Maia não repetiu o desempenho em Paris e foi eliminada ainda na primeira rodada pela italiana Elisabetta Cocciaretto, 51ª do ranking. Após a partida, Bia reconheceu a insatisfação com o nível de tênis apresentado e a dificuldade de repetir nos jogos o que é feito nas quadras de treino.
“Estou me sentindo muito bem nos treinos, fazendo muitas coisas boas, mas estou oscilando bastante. Tênis é um esporte de muita concentração, de conseguir manter o alto nível por mais tempo possível e hoje não foi como eu gostaria, então estou bem decepcionada com meu jogo”, disse Bia após a derrota por 3/6, 6/4 e 6/1 em 2h29 de partida contra Cocciaretto.
“Estou me pressionando. É uma sensação minha interna, não é uma cobrança externa. Não sou só eu que passo por isso. Vários jogadores passam. Alguns lidam melhor, outros nem tanto. Cada um tem sua cultura, seu time, sua mentalidade… Eu tenho plena consciência de que estou executando bem no dia a dia, mas não consigo executar nos jogos por uma cobrança interna mesmo”, acrescentou a paulistana de 27 anos, em entrevista ao jornalista Márcio Arruda.
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“Eu sabia que seria um jogo duro, primeira rodada de Grand Slam é sempre difícil. Da minha parte, eu infelizmente oscilei muito hoje. Não fui regular e agressiva como gostaria e estava fazendo nos treinos, então fica o aprendizado”, complementou atual número 1 do Brasil e 14ª do mundo. Ela perde, no mínimo quatro posições no ranking, já que tinha 780 pontos a defender.
Foco na temporada de grama
Bia não está na chave de duplas em Roland Garros e voltará ao Brasil. Seu calendário de torneios na grama começa pelo WTA 500 de Berlim, a partir de 17 de junho. A lista de inscritas conta com nove jogadoras do top 10, incluindo as líderes do ranking Iga Swiatek, Aryna Sabalenka, Coco Gauff e Elena Rybakina. Na sequência, a partir de 23 de junho, jogará outro 500, em Bad Homburg. Jogando na grama, a brasileira venceu seus dois primeiros títulos de WTA 250, em Nottingham e Birmingham no ano de 2022. Já na temporada passada, chegou às oitavas de final de Wimbledon.
“Sempre saio de uma semana tentando buscar uma aprendizado para me tornar uma jogadora melhor. Foi assim que eu consegui lidar com todas as adversidades da minha carreira. Seria muito injusto da minha parte baixar a cabeça agora, depois de tudo o que passei. Estou bem e saudável. Agora é respirar um pouco e tentar voltar da melhor forma possível para a grama”.
What a line-up 🤯🔥 9 of the top 10 will be coming to Berlin to take this year’s title 🏆
📷 2024 Jimmie48 Tennis Photography#wtatour #wta #tennis #berlin pic.twitter.com/1yfnDDZZrz
— Berlin Ladies Open presented by ecotrans Group (@wtaberlin) May 22, 2024












Nenhuma menção ao 2° saque saque digno de Sara Errani, totalmente incompatível com uma atleta de 1.85m.. enfim, segue(aparentemente) sem identificar os problemas TÉCNICOS pelos quais seu jogo vem passando.. insiste q é uma questão 100% mental.. Desse jeito fica difícil acreditar em grandes melhoras..
Mas em 90% dos casos, em termos de tênis profissional, o problema do segundo saque jamais é técnico mas puramente emocional, Alex. Nesse nível de tênis, eles são capazes de sacar com olhos fechados.
Me desculpe Dalcin mas aqui discordo frontalmente, então você está afirmando q todas as tenistas tops femininas tem uns 2° saque tão inofensivo qnt o da Bia? Eu n falei de % de 2°saque em quadra e sim de % de aproveitamento de pontos com o 2° serviço..
Estou falando que uma tenista não desaprende a sacar, ao menos se não for um problema físico. Portanto a questão não me parece técnica, mas emocional. Se você se recordar dos melhores momentos da Bia, o saque dela estava bem mais eficiente do que hoje. É preciso analisar o contexto geral. Não dá para comparar o segundo saque pouco eficiente da Iga com o da Bia, por exemplo, porque a polonesa joga de forma totalmente diferente e tem mais pernas. O segundo saque da brasileira teria de estar num padrão perto da Sabalenka ou da Rybakina para que ela mantivesse o plano A de jogo.
Só papo furado
Não tem segundo saque que valha a pena, é lenta, não varia o jogo. O backhand é sofrível e ainda falta garra, vontade de vencer, apesar de declarar o contrário. Sua equipe técnica é limitada, não cobra desempenho, só passa a mão na cabeça. Lamento, mas é de onde está para baixo, para ficar entre 20a. e 30a. E olhe lá …
Oscilando?
Tá é ladeira abaixo.
Fica so nesse bla, bla, bla….!!!
Eu só acho que a Bia tem uma estrutura enorme de equipe e pode sim investir em melhorar o saque e buscar coisas diferentes, o igual não está dando mais certo. Olhem a Iga como evoluiu, estava para ser ultrapassada e conseguiu melhorar
Primeira rodada está sempre sendo um suplício para a Bia. Evoluir no saque tem que ser para ontem. Voltar aos treino e foco no saque.
Como é bom sentar na “Janelinha” e ficar opinando sobre aquilo que nem eu consigo fazer. Ela vai encontrar a solução para seus problemas, pois é óbvio que não queria estar passando por tudo isto. Tênis é muito mais que passar a bolinha pro outro lado com qualidade. Ela é resiliente e vai superar
Sabemos que ela é lenta, principalmente comparando-a com as jogadoras deste nível de Ranking. Ela falar em aprendizado ok, só que ela e a equipe não conseguem mostrar na prática porque esse aprendizado tem que aparecer nos jogos seguintes. Até o Meligene nesse jogo acabou falando que ela estava perdendo e ela continuou jogando da mesma forma. A meu ver ela tem que aprender a se defender com mais qualidade e principalmente ter um plano B quando está num dia ruim. O que fazer? Exemplo: Pegar um batedor e dizer para Bia, você e vai jogar a bola alta por cima da rede e só pode atacar se a bola estiver curta. Ou pegar esses batedores e simular situações de jogo no dia que estiver errando muito ou se a adversária estiver batendo em tudo e acertando, exatamente o que ocorreu antes. Se a Adversária está acertando tudo, tem que mudar. e o que a Bia fez ontem ficou jogando da mesma forma e a adversária ganhando quase todos os pontos. Ela ficou refém da adversária até que o jogo acabasse.
Creio que Bia está sendo muito pressionada e é claro demonstra preocupações , pois ela tem uma equipe para manter e tem patrocinios ( para prestar conta, etc… ), dizer que ela é limitada nem é necessário pois tem jogadores / jogadoras que estão há mais tempo do que ela no circuito que chegaram a um nivel mas não conseguem ser primeiro nem segundo nem terceiro do ranking , vivem batendo na trave e nem por isso são desprestigiadas, Da minha parte irei sempre bater palmas para ela, pois conseguiu chegar ao posto de decima melhor jogadora do mundo. Vamos em frente ….
DEscobriu somente isso agora, vc tem jogo pra mais, mas vai fica aí top 25 , excelente, se tratando de brasileiros e mesmo mundialmente poucos chegam a top 13., mas não vejo mais vc melhorar. Torcendo sempre
“Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…” tenistica
Toda vez é o mesmo discursinho e nunca muda nada. É inadmissível uma jogadora alta, 13 do ranking, ter um saque horroroso desse e com a força física dela, nao definir bolas, so fica jogando no meio. E tem quem ache ruim quando critica…
Só faltou dizer também que ontem a italiana estava no dia dela acertando bola até de olhos fechados. Mas a fase realmente não é boa .
alguns meses atrás a Bia disse que achava que sua maior qualidade é a resiliência. fiquei desanimado. Resiliência é uma qualidade de quem está na defensiva, que precisa sobreviver, aguentar o tranco. então ela própria reconhece que está sempre tendo que correr atrás.
Todos os problemas abaixo relatados só tem uma solução, mudar de técnico no Brasil ou ir viver na Europa e acatar a escola européia.
Concordo mil por cento.
Mente fraca não ganha jogo, e ela tem a mente fraca, fora os comentários técnicos feitos que também concordo.
Bia é o Belucci de saias…. sempre o mesmo discurso
Todo jogo dela, me lembro dele, incrível.
Bielucci
Bia tem dois problemas que saltam aos olhos: um saque muito frágil que não lhe permite ganhar pontos diretamente ou na primeira bola, tendo sempre que jogar os pontos. Um outro ponto grave é a movimentação lateral e para a frente. Bia não é o tipo de jogadora que consegue bater na corrida tem que estar sempre plantada para executar bem os golpes. A solução pra ela não é simples; tem que melhorar os saques (os dois), melhorar a movimentação e saber trabalhar a estratégia levando em consideração o que tem de melhor e pior tbm.
Convenhamos, ela sempre foi tecnicamente fraca. Compare os fundamentos técnicos dela com as 50/60 primeiras do ranking e me responda….