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Paris (França) – Oito meses depois de competir na chave de duplas de um WTA pela última vez, Beatriz Haddad Maia obteve uma importante vitória em sua estreia em Roland Garros, onde faz parceria com a russa Liudmila Samsonova. As duas encararam especialistas no assunto, a ucraniana Lyudmyla Kichenok e a norte-americana Desirae Krawczyk, cabeças 9 do torneio, e anotaram as parciais de 7/5, 2/6 e 6/2.
Elas enfrentarão agora quem passar do duelo entre a tcheca Marie Bouzkova e a espanhola Sara Sorribes diante das indonésias Aldila Sutjiadi e Janice Tjen.
Tanto Bia como Samsonova foram eliminadas na primeira rodada de simples. Fizeram um primeiro set de altos e baixos, cada uma perdendo seu game de serviço inicial, o que deu 3/1 para as adversárias já que também houve uma quebra favorável. As favoritas sacaram com 4/2 antes de permitir o empate, num momento em que Bia e Samsonova estiveram bem aplicadas nas devoluções. Fizeram então 6/5 e tiveram de salvar um break-point antes de concluir a parcial.
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O segundo set no entanto foi de grande queda da dupla da brasileira, principalmente com o desempenho fraca de Samsonova junto à rede, onde não conseguia matar os pontos. As duas no entanto começaram muito melhor o set decisivo, abrindo 3/0 e 4/1, mesmo com a perda de um serviço no quarto game. As adversárias erravam muito no fundo de quadra, a ponto de a norte-americana perder a paciência, e não conseguiram mais reagir.
Com pouca atividade, Bia caiu para o 91º posto de duplas – já foi número 10 – e defende a terceira rodada do ano passado. A paulistana chegou na final do Australian Open em 2022 e às quartas do US Open na temporada seguinte.
Samsonova é 27ª do mundo em simples e 35ª em duplas, tendo já feito quartas em Paris há quatro anos, seu melhor resultado de duplas em Grand Slam.
O tênis brasileiro ainda tem mais duas representantes na chave de duplas femininas, que ainda não tem data de estreia. Luísa Stefani é cabeça 4 ao lado da canadense Gabriela Dabrowski e Ingrid Martins jogará ao lado da argentina Solana Sierra.











Já que em simples foram 4 anos e meio no Top 100 e 3 anos em alto nível, terminando no Top 15, com 4 semanas no Top 10. No geral, foram 4 títulos de WTA e 3 vices, sendo um desses o WTA 1000 de Toronto 2022, semifinal de Roland Garros 2023 (última foi Maria Esther Bueno 1968 US Open) e quartas do US Open 2024, tudo coisas que não aconteciam em simples feminino desde o final dos anos 80, início dos anos 90, quebrando vários recordes históricos. Tomara que surjam muitas jogadoras “fracas” em simples como a Bia Haddad Maia aqui no Brasil. Bia só merece aplausos, mesmo que nunca mais volte ao alto nível de tênis que já apresentou.
Vitória surpreendente, nunca jogaram juntas e a dupla adversária era cabeça 9!!!
Tem que continuar a jogar duplas, recuperar confiança com essas vitórias.
Detalha: Samsonova também perdeu na R1 de simples (era cabeça 20!), vai caindo para 32, e parece que nem tem patrocinador. Corre o risco de despencar como a Bia…
O Realista e eu sempre falamos
Foque em duplas
Verdade, gastaram 4 anos e meio para acertar a previsão da saída do top 100, sendo que, mesmo nos 3 anos (2022-2023-2024) em que se manteve em alto nível, fechando sempre no top 15 e com títulos e vices em todas essas 3 temporadas, vocês já afirmavam que ela não tinha jogo para top 20 e que, no ano seguinte, iria despencar no ranking, porque não iria conseguir defender os pontos, e sempre falando que deveria focar nas duplas. Realmente, você e o Realista são os “melhores” comentaristas aqui no site.
Assim ela vai longe, meu caro!
Ela joga bem nas duplas, poderia continuar jogando se ela quiser.
Maravilha!!!!!
Nunca devia ter deixado de jogar duplas!!!!!
A Samsonova?
Quem sabe seja o caminho a seguir, já que em simples…
Já que em simples foram 4 anos e meio no Top 100 e 3 anos em alto nível, terminando no Top 15, com 4 semanas no Top 10. No geral, foram 4 títulos de WTA e 3 vices, sendo um desses o WTA 1000 de Toronto 2022, semifinal de Roland Garros 2023 (última foi Maria Esther Bueno 1968 US Open) e quartas do US Open 2024, tudo coisas que não aconteciam em simples feminino desde o final dos anos 80, início dos anos 90, quebrando vários recordes históricos. Tomara que surjam muitas jogadoras “fracas” em simples como a Bia Haddad Maia aqui no Brasil. Bia só merece aplausos, mesmo que nunca mais volte ao alto nível de tênis que já apresentou.
Jogar em duplas não é assim tão simples…
Aí sim. É o que todos tem recomendado…