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Melbourne (Austrália) – A participação de Beatriz Haddad Maia no Australian Open 2026 foi breve. Abrindo a programação da quadra 6, neste sábado, a número 1 do país até começou bem, mas levou a virada da cazaque Yulia Putintseva, 105ª do ranking, caindo pelo placar de 3/6 7/5 e 6/3, em batalha com 2h53 de duração.
Disputando o primeiro Grand Slam da temporada pela sétima vez, Bia segue sem nunca ter passado da terceira rodada, onde chegou nos últimos dois anos. Ela tem agora sete vitórias e sete derrotas em simples no torneio, totalizando 30 triunfos em 53 partidas de Slam na carreira.
De volta ao circuito neste início de temporada após quase quatro meses de ausência, Bia disputou apenas duas partidas no ano, caindo também na estreia do WTA 500 de Adelaide na semana passada. Sua última vitória aconteceu na primeira rodada do WTA 500 de Seul, em setembro, antes de antecipar o fim de sua temporada para cuidar do físico e da saúde mental.
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Por sua vez, Putintseva avança para a segunda rodada pela décima vez em 13 participações em Melbourne, tendo como melhor resultado a terceira fase em 2016, 2020, 2021 e 2025. A tenista de 31 anos chegou à segunda semana de Grand Slam em apenas quatro oportunidades na carreira, alcançando as oitavas de Wimbledon em 2024 e as quartas de Roland Garros em 2016 e 2018, e do US Open em 2020.
Agora, a cazaque aguarda pela sua próxima adversária, que sairá do duelo entre a ucraniana Marta Kostyuk, cabeça de chave 20, e a francesa Elsa Jacquemot. Ela foi derrotada por Kostyuk no único duelo entre elas, em Brisbane, na primeira semana deste ano, e superou no saibro de Hamburgo em 2023.
Cazaque leva a melhor em jogo de altos e baixos
Bia iniciou a partida buscando a iniciativa dos pontos, mas com certa instabilidade. Nos dois primeiros games de saque, precisou salvar quatro break-points e, com firmeza nos momentos de pressão, conseguiu manter o equilíbrio do set.
Putintseva, 22 centímetros mais baixa, apostava em variações com saques abertos e bolas curtas para tirar a brasileira da zona de conforto. A estratégia funcionou até o sexto game, quando Bia criou suas primeiras chances de quebra e aproveitou a segunda, após erro da cazaque. A vantagem, porém, durou pouco: no game seguinte, Bia voltou a errar e cedeu o serviço, mas reagiu rapidamente, obteve nova quebra no oitavo game e confirmou o primeiro set com o saque.
A segunda parcial começou com novas dificuldades para a brasileira no serviço. Com apenas 20% de aproveitamento no primeiro saque, Bia sofreu a quebra e viu Putintseva assumir a liderança pela primeira vez. A resposta foi imediata, com a paulista elevando o nível para empatar e virar, mas a oscilação voltou a aparecer e permitiu nova quebra da cazaque.
O set seguiu equilibrado até os games finais. Bia chegou a salvar dois set-points no décimo game, mas teve o saque superado no 12º, permitindo que Putintseva fechasse a parcial e igualasse o confronto.
No terceiro set, Bia voltou a pressionar o saque da adversária e conseguiu a quebra no terceiro game, após desperdiçar oportunidade na abertura da parcial. A vantagem, no entanto, não se sustentou. A brasileira voltou a sofrer com o serviço, cedeu o empate no sexto game e teve o saque quebrado novamente no oitavo, abrindo caminho para a virada definitiva da cazaque.
A partida terminou com apenas um ace e sete duplas faltas de Bia, contra três e uma de Putintseva. A brasileira anotou 41 winners, mas cometeu 45 erros não forçados, enquanto a cazaque terminou com 20 bolas vencedoras e 27 erros. Bia teve 56% de aproveitamento no primeiro saque, com média de 153 km/h no primeiro serviço e 127 km/h no segundo.
Yulia Putintseva’s reaction to the crowd after beating Bia Haddad Maia at the Australian Open.
Wait for it…
💀💀💀💀💀
— The Tennis Letter (@TheTennisLetter) January 18, 2026














Essas oscilações nos jogos da Bia tem a ver com o mental dela. E isso vêm se repetindo com frequência.
Nada mudou! As críticas continuam as mesmas. Galera cobrando da Haddad Maia o que ela não pode entregar. Deixem a moça jogar seu tênis em paz!
realmente…
até porque, a pesar de qualquer coisa… ela continua sendo a melhor tenista latinoamericana (a Bia é um ponto positivo fora da curva geral do pouco nivel das nossas tenistas).
Por cá não tem melhor do que ela (em todo caso… é o que temos, Valeu! Obrigado Bia)
Na verdade, Beatriz Maia não é muito diferente de Laura Pigossi, ou de Carol Meligeni, tecnicamente falando. Teve um momento em que as três estavam em um mesmo patamar, quando de repente veio aquela sequência de Bia na grama, que a levou a subir rápido no ranking. É aonde eu quero chegar agora, e que venho batendo na mesma tecla em alguns comentários anteriores. Ela nunca ganhou um Master 1000, e na maioria das vezes sequer passou da 3ª rodada em um GS. “Hard court” definitivamente não é a praia dela. No máximo uma grama e uns “curtos circuitos” no saibro. E juntando todos os “GS”, ela tem quase o dobro de derrotas. Pra ser uma postulante a número 01 do mundo, como um certo comentarista delirante previu, ela tinha que ser regular em todos os pisos. Nem a grama a salvou no ano passado. E olhe que ela acumulou várias derrotas seguidas, algumas de forma humilhantes, e incrivelmente se manteve no top 20 por um bom tempo. Vê se deixam se ilusões, e aceitem que ela não é um fenômeno, e sim, apenas uma boa jogadora esforçada, porém, muito limitada tecnicamente. Na minha opinião, é também já citei isso antes aqui, ela deveria preservar a carreira que atingiu, e ter a dignidade e a humildade de se render as duplas, onde será bem menos pressionada, e poderá ter uma carreira mais sólida.
Também não vejo tanta diferença entre ela Pigossi ou Carol. Porem a Bia tem característica que a fizeram ser melhor ni tenis, que é a altura, que a faz sacar e golpear melhor e ser canhota.
Triste!
“Putintseva, 22 centímetros mais baixa”. Claro, isto é deveras importante…
Ver a Bia ir a seus games de saque pode ser considerado um ato de tortura.
Um jogo de sentimentos contraditórios, mas a derrota frustou um pouco, depois de estar com quebra a frente no 2º e 3º set, saindo de 3-1 no 3º set para 3-6. Bia demonstrou um melhor nível comparado ao ano passado. O 2º saque não está tão empurrado, mas em compensação, a partir do 2º set, demonstrou baixo aproveitamento de 1º saque. Quando a Putintseva começou a se defender melhor, Bia não demonstrou alternativa ou variação de jogo, com uma bola mais angulada, ou com mais top spin e quique, aproveitando a baixa estatura da adversária. Continuou com bolas forte e retas buscando as linhas, sempre voltava mais uma e ela começou a errar mais. Deu pra perceber que bateu um pouco mais de nervosismo, com as cerradas de mão e as conversas com ela mesma para tentar voltar a dominar o jogo. A derrota frusta porque dá a sensação que nada mudou. Acho que o nível está melhor do que o ano passado. Dá pra pensar em voltar ao TOP50, talvez TOP40. Mais do que isso, difícil.
Vai sonhando, vai.
Reveja essa sandice de Top 40 ou 50
O bom do brazuca em geral é que sempre tem uma grande esperança que algum dia chova na horta. A Bia já teve seus melhores momentos.
Bia fazendo o habitual. Lutando como nunca, perdendo como sempre.
Tudo q eu tinha pra falar já falei ao longo do ano passado. Nada do q eu falei mudou. Nada mudou.
Eu assisti o jogo na beira da quadra, junto com um monte de brasileiros. A torcida estava muito bonita e totalmente a favor da Bia. Ela não decepcionou no primeiro set, apesar de ter começado meio devagar. No segundo set, chegou uma hora que parecia que ela iria atropelar a adversária, mas acabou caindo (literalmente em uma jogada) e perdeu aquela vantagem que tinha no seu jogo. Até aquele momento ela estava variando jogadas e matando pontos subindo na rede, bonito de ver! Sim, ela fez duplas de faltas, mas o saque da Bia é muito melhor/mais eficiente que da maioria das adversárias. Forte e variado. Ela jogou bem, mas faltou matar o jogo. Minha humilde opinião é que falta um pouco de estratégia pra matar adversárias de nível menor e podia ter uma vantagem maior se o físico dele fosse mais apurado. A Bia é nível top 10 mas falhando bastante com adversárias mais fracas… Espero que volte a jogar pra cima sem dar mais chances pras outras meninas.
De novo? Você é bem humilde mesmo, dá pra notar.
Oráculo, deixe o menino ter seu dia de glória kkkkkkk
LOL!!!!!
Se.e uma coisa que odeio ver é torcida brasileira no tenis. São muito barulhentos e desrespeitosos.
No auge ela foi top 10 por uma semana
Saque variado? Me desculpe, mas o saque da Bia é dos mais previsíveis do tour. Primeiro, que ela possuiu um aproveitamento baixíssimo de 1° serviço, praticamente trabalha apenas com o 2°, depois a Bia só tem o saque no corpo. É muito fácil para as outras jogadoras devolverem o saque dela, principalmente com o decorrer da partida, mesmo que seja forte é simplesmente lido como um livro pelas adversárias.
Eu assisti o jogo na beira da quadra, junto com um monte de brasileiros. A torcida estava muito bonita e totalmente a favor da Bia. Ela não decepcionou no primeiro set, apesar de ter começado meio devagar. No segundo set, chegou uma hora que parecia que ela iria atropelar a adversária, mas acabou caindo (literalmente em uma jogada) e perdeu aquela vantagem que tinha no seu jogo. Sim, ela fez duplas de faltas, mas o saque da Bia é muito melhor/mais eficiente que da maioria das adversárias. Forte e variado. Ela jogou bem, mas faltou matar o jogo. Minha humilde opinião é que falta um pouco de estratégia pra matar adversárias de nível menor e podia ter uma vantagem maior se o físico dele fosse mais apurado.
Tudo normal. Segue o jogo !
Misturando tds comentários feitos aqui. Tenho q concordar. O saque a previsibilidade do seu jogo ficaram evidentes hoje. Pelo tempo q ficou parada a sua evolução foi pífia. A motivação mudou para melhor. Mas sua inteligência de saber ler o jogo é mudar. Nada de nada. E do outro lado da quadra a Putintseva foi inteligente, soube alternar e variar. Enquanto Bia insistia na porrada sempre previsíveis. Enfim, talvez realmente Bia chegou no seu limite e tudo certo. Merece todo meu respeito e admiração por ser a referência e impulsionador das novas gerações do nosso tênis. Valeu Bia, vc tem ter orgulho da sua linda carreira. Desejo que este ano vc consiga ganhar um GS. Mas, terá que melhorar muitooooo. Qualidade e vontade vc tem. Sucesso nos próximos! Seja na vitória ou derrota vou aplaudir sempre.
Sejamos realistas: Não há a menor chance dela ganhar um slam.
Acho que ele queria dizer Challenger. Quase igual, rsrsrsrs
Não merecia. 2025 foi pesado. Ela é vitoriosa, bonita e talentosa. E é nossa número 1
Continua a mesma coisa, não adiantou absolutamente nada parar para cuidar da saúde mental. Fez 3×1 no último set e………tomou 5 games seguidos! Mental e vontade de ganhar zero!
Posso errar …está ainda sem motivação
Tb acho isso, vontade zero de ganhar. E o mental é sofrível.
Como diria um aqui. Ela deveria focar nas duplas rs
Adiantou nada o descanso antecipado
Tá difícil ganhar algum jogo
Fico aqui pensando, como que a Bia conseguiu ficar entre as 10 melhores do ranking?! … não é só uma questão de falta de ritmo, são falhas técnicas e sérias, que loucura!!!
Bem vindo ao tenis feminino, onde bizarrices como Bia top10 acontecem. Ou Sakkari chegando ao top3, ou Kasatkina top 8.
Ou Djoko vencedor de todos os títulos importantes e mesmo assim dizerem que números são subjetivos para não lhe conferir o título de goat
Verdade, ela esteve 10 por duas vezes, mas durou muito pouco, não passou de duas semanas, depois despencou de vez.
Ela foi top 10 por uma semana
Difícil falar sobre o jogo.
Bia devolveu mal, sacou mal e jogou como uma kamikase, do tipo “vou meter a mão na bola”, se entrar, ótimo, se sair, paciência. Parece que ela não quer estar ali, a quadra a faz sofrer . Nunca fui daqueles que acham que ela deve mudar de treinador, mas, para mim, está claro que após 3 meses descansando a mente e voltando absolutamente igual a antes ela precisa de mudanças urgente.
Ela tem jogo para muito mais que isso., tá muito previsível, ganha o primeiro set e vai perder os outros dois.
Nao vai crescer além disso e o tempo está passando. O relógio da vida não perdoa os que dormem.
O problema: “Bia 2026” é exatamente igual a “Bia 2025”.
Não se trata de achar culpado, mas se tem uma pessoa na equipe que deveria ser responsável pela parte técnica… (e não consegue – ou não quer – mudar nada).
Nada está tão ruim que não consegue piorar – lá se vão os 130 pontos de 2025 (troca por 10).
Fica claro que ambos (técnico e ela) acham que ela permanece jogando no nível de top-20 ao optar por fazer uma preparação com apenas 1 torneio de nível 500 (Adelaide) ao invés de ir para o de nível 250 (Hobart) que claramente era mais a realidade atual da jogadora, especialmente após 3 meses sem competir.
Finalmente ela tem ranking que permite jogar em torneios nível 250, por que não iniciou mais cedo e jogou em Auckland?
Tudo o que está errado na “equipe” (e é muita coisa) dá pra enxergar com muita clareza o dedo do técnico. Mas, por alguma razão, ela pensa mesmo que ela chegou e permaneceu um bom tempo no top-20 não por mérito do seu próprio potencial e talento, mas sim pelo trabalho do técnico fundamentalmente inexperiente nesse nível do circuito.
O técnico está lá não “pra ser amigo”, mas pra corrigir o que está errado, acrescentar elementos que faltam ao jogo, selecionar o calendário mais adequado e ter um controle firme sobre o jogador (a hierarquia precisa funcionar). NADA DISSO está presente no atual treinador.
Está claro que o Paciaroni não dá conta. Como dizia o Capitão Nascimento: “Pede pra sair, 01! Pede pra sair!”