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Stuttgart (Alemanha) – Semifinalista do WTA 500 de Stuttgart, Mirra Andreeva destacou o estilo de jogo agressivo como peça fundamental para a virada diante da bicampeã Iga Swiatek nesta sexta-feira. A jovem russa de 18 anos marcou a terceira vitória em quatro jogos contra a polonesa e também ampliou sua série invicta no circuito para sete jogos, vinda de título em Linz.
“Tentei jogar sem medo e me manter agressiva o tempo todo. Eu não queria esperar pelos erros da minha adversária, eu queria decidir a partida sozinha”, disse Andreeva, após a vitória por 3/6, 6/4 e 6/3 contra Swiatek em 2h36 de partida.
Mesmo depois de ter perdido o primeiro set e de estar com uma quebra atrás no terceiro, a russa manteve foco e o plano de jogo. “Estou tão confiante neste momento que sei que posso voltar para o jogo a qualquer momento”, afirmou.
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“Eu estava tentando arriscar nos meus golpes porque sei que quando fico tensa, tendo a ficar muito passiva, apenas esperando, rezando para que a adversária cometesse um erro. E eu sabia que contra alguém como a Iga, isso nunca aconteceria”, complementou a nona do ranking.
Semifinal contra Rybakina neste sábado
Andreeva enfrenta na semifinal deste sábado às 11h (de Brasília) a cazaque Elena Rybakina, número 2 do mundo e campeã em 2024. A russa lidera o histórico de confrontos por 2 a 1. “A última vez que joguei contra Rybakina foi em Indian Wells. Obviamente, ela tem um ótimo saque. Ela gosta de ser agressiva, gosta de arriscar nos golpes e também já venceu este torneio aqui, então sabe como jogar nesta superfície”, avaliou.
Iga disputou o primeiro torneio como novo técnico
Já Swiatek disputou seu primeiro torneio sob o comando do espanhol Francisco Roig, ex-técnico de Rafael Nadal, e pensa a longo prazo. Especialista no saibro e tetracampeã de Roland Garros, a ex-número 1 do mundo ainda jogará os WTA 1000 de Madri e Roma antes de lutar pelo quinto título em Paris.
“Preciso rever o jogo mais uma vez para ver o que aconteceu a partir de 2/0 no terceiro set. Com certeza, não me sentia confiante no saque. Não esperava que fosse jogar meu melhor tênis já neste torneio, mas na maior parte do tempo, essa partida me trouxe prazer, talvez até o final. E isso não era nada comum nas últimas semanas”, explica a jogadora de 24 anos.
“Com certeza, sem um número maior de partidas vencidas, a confiança não virá. Não sou o tipo de pessoa que simplesmente acorda de manhã e se diz que hoje vai estar confiante. Preciso de repetições, de bons jogos, para sentir isso”, acrescentou a polonesa. “Vou continuar trabalhando para ter mais chances nos torneios. O trabalho com o novo treinador só começou”.











