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Dezoito temporadas depois de ver sua última final entre protagonistas inéditos, Roland Garros enfim se renova por completo. Desde que Rafa Nadal ganhou seu primeiro título sobre o argentino Mariano Puerta, em 2005, o Big 3 se revezou na luta pelo título, perdendo uma única vez para Stan Wawrinka e superando um pequeno punhado de aspirantes como Robin Soderling, David Ferrer, Andy Murray, Dominic Thiem, Stefanos Tsitsipas e Casper Ruud.
Neste domingo, enfim veremos a batalha entre dois justos pretendentes a seu primeiro troféu no saibro de Paris. E haverá uma considerável dicotomia entre eles. Enquanto o mais jovem Carlos Alcaraz, 21 anos, vai atrás de seu terceiro troféu de Grand Slam, tendo vencido as duas finais desse naipe disputadas, no US Open e em Wimbledon, o mais experiente Alexander Zverev, 27, terá apenas a segunda oportunidade de erguer um troféu de Slam, tendo como dura recordação a virada que levou no US Open de 2020. Como fato comum, os dois dão um passo adiante no torneio. Alcaraz cresce uma rodada a cada ano, o campeão de Roma supera a barreira da persistente semifinal.
Para aumentar a expectativa e as incertezas, Sascha lidera os confrontos diretos por 5 a 4, tendo vencido o espanhol no único duelo em Roland Garros, uma espetacular partida de quartas de final de 2022. Neste ano, Zverev também levou a melhor no Australian Open e perdeu logo depois em Indian Wells.
As duas semifinais desta sexta-feira tiveram componentes extra-quadra. Na primeira, um ataque de pequenas cãibras no braço esquerdo de Jannik Sinner mudou completamente o rumo da partida, em que o italiano dominava com autoridade por 6/2 e 2/0. Alcaraz entendeu o momento, empatou e saiu com quebra no terceiro, com uma opção tática interessante que mesclava bolas altas com ataques rápidos. Sinner enfim foi atendido e pareceu estabilizar o problema físico. Voltou a devolver com profundidade e foi ofensivo para reassumir a liderança.
O duelo estava aquém do que se esperava em termos técnicos, mas enfim os dois últimos sets recompensaram. Os dois jogaram mais soltos, bateram muita na bola, tiveram variações táticas e nada parecia decidido até que no 10º game Sinner errou um smash bobo e abriu a porta para a quebra e nova igualdade no placar. Por fim, Alcaraz se diferenciou no set decisivo por ser o agressivo em quadra. O italiano parecia apostar no erro e jamais conseguiu recuperar a quebra sofrida logo de início, principalmente porque o espanhol teve o melhor desempenho com o saque justamente nesta reta final da partida.
Algo semelhante aconteceu a Casper Ruud, que começou firme e com plano muito bem definido, apostando nas bolas altas e profundas. Disparou com 6/2 e ficou a dúvida se o alemão, vindo de jogos tão desgastantes, teria força para reagir. Ele deu a resposta à perfeição. Os golpes de base foram mais contundentes, o saque se firmou e o norueguês passou a apresentar desânimo já no terceiro, aparentemente por desconforto estomacal. Seguiu lutando, mas já era claro que Ruud perdera a força. Ao quebrar logo no início do quarto set, bastou Zverev administrar a ansiedade, o que fez com destreza.
Marcas e fatos
– Aos 21 anos recém completados, Alcaraz marca outro feito de precocidade: mais jovem entre os homens a atingir final de Slam em três pisos diferentes. Ele supera Agassi, Borg, Nadal e Courier, que fizeram isso na faixa dos 22 anos. Vale recordar que o terceiro piso, o sintético, só foi instituído nos Slam em 1978.
– O jogo entre Alcaraz e Sinner foi a mais jovem semi de Slam desde o US Open de 2008, em que Murray venceu Nadal.
– Alcaraz e Sinner chegaram para o duelo com 50 vitórias de Slam cada um. O espanhol é o segundo mais jovem a somar meia centena, atrás somente dos 20 anos de Borg.
– Todos os quatro semis tinham menos de 30 anos, algo que não acontecia no torneio desde 2014.
– Panatta permanece como único italiano a vencer Roland Garros na Era Aberta entre os homens. Pietrangeli foi bi na fase amadora.
– Alcaraz é também o segundo mais jovem finalista do torneio desde o ano 2000, atrás somente de Nadal, que tinha idade inferior em 2005, 2006 e 2007.
– Além de Nadal, os outros espanhóis a serem campeões em Paris foram Santana (era amadora), Gimeno, Bruguera, Moyá, Costa e Ferrero, totalizando 22 conquistas
– Zverev é apenas o segundo profissional alemão a decidir Roland Garros, depois que Stich perdeu a final de 1996 para Kafelnikov.
– O único alemão a ganhar no saibro de Paris foi Gottfried Von Cramm, que o fez em 1934 e 36. Sua carreira foi seriamente prejudicada pela ascensão nazista: chegou a ser preso ao admitir sua homossexualidade e perseguido por não aderir a Hitler.
– Graf fez nove finais e ganhou seis, Hanika e Niessen ficaram com vices
– Os campeões de simples faturam 2,4 milhão de euros, com metade para os vices. Vencedores de duplas repertem 590 mil euros.
Paolini em dose dupla
Aos 28 anos, Jasmine Paolini terá duas chances de erguer seu primeiro troféu de Slam. Às 10 horas deste sábado, encara um desafio gigante diante da tricampeã Iga Swiatek, que busca seu quatro troféu desse naipe aos 23 anos. No domingo, a italiana terá oportunidade na dupla, ao lado de Sarra Errani. As campeãs de Roma encaram Coco Gauff e Katerina Siniakova.
Até hoje, apenas Francesca Schiavone, em Paris de 2010, e Flavia Pennetta, no US Open de 2015, deram troféus de simples ao tênis feminino de seu país. Errani ganhou duplas em Paris em 2012, ao lado de Roberta Vinci, e Maria Santangelo foi campeã em 2007.
A Itália também terá finalista na dupla masculina, com Simone Bolelli e Andrea Vavarrouri contra Marcelo Arevalo e Mate Pavic, na tentativa de repetir o dueto Pietrangeli-Orlando Sirola, lá de 1959.
Já a Polônia concorre ao título juvenil masculino com Tomasz Berkieta, de 17 anos, que tirou outro representante da nova geração italiana, Lorenzo Carboni. A única polonesa, homem ou mulher, a ganhar Roland Garros nessa faixa foi Agnieszka Radwanska.










um ano depois de sofrer câimbras contra Djokovic, Carlos Alcaraz levanta o troféu de Roland Garros.
Evoluiu muito desde então!!
Sobre as cadeiras vazias, Mauresmo disse:
“Em relação aos camarotes, não podemos obrigar as empresas a forçar seus convidados a irem ver o jogo.
(…)
Tentamos a ideia de que uma pessoa com ingresso adicional pudesse acessar um assento vazio na Chatrier, mas paramos porque tivemos que enfrentar a incivilidade com os espectadores que não queriam mais ceder seu assento quando o titular do ingresso chegasse”.
Vender esses lugares para pessoas físicas? Vende-los muito caros se quiser, mas parar de dá-los às empresas…?
Com o Djoko lesionado, a final ideal seria essa mesmo.
Acho que Alcaraz poderia ter vencido por 3 x 1. Zverev foi nulo no primeiro, quarto e quinto set. A vantagem que o espanhol perdeu no terceiro set foi mais mental. Jogo de muitos erros, mas tecnicamente era o melhor possível.
Contagem de Grand Slam atualizada para jogadores masculinos ativos:
Djoko 24
Nadal 22
Alcaraz 3
Murray 3
Wawrinka 3
Medvedev 1
Thiem 1
Cilic 1
Sinner 1
Djokovic ter ficado triste e ao mesmo tempo feliz assistindo a final masculina. Triste pela oportunidade perdida, feliz por ter ficado bem claro que, motivado e uma vez recuperado da lesão, ele ainda é o homem a ser batido em cinco sets. Alcaraz e Zverev mostraram um tipo de inconstância que os teria feito pagar com a derrota contra o Nole. A sorte de Sinner e Alcaraz é que o homem não volta em Wimbledon, mas numa final melhor de cinco nos jogos olímpicos, no saibro, ainda sou mais Djokovic.
A final olímpica não é mais em 5 sets.
Perfeito. Até porque WIMBLEDON 2023 e AOPEN 2024 em 5 Sets , comprovam a tua tese de excelente analista. Ps. Alcaraz e SINNER foram os oponentes do cara a ser batido rs. Abs!
Alcaraz é um fenômeno. Se continuar assim chegará facilmente aos 30 slans, 50 masters e 500 semanas na liderança.
Iga Swiatek vence o evento individual feminino em Paris depois de jogar 9 horas e 58 minutos e receberá € 2.400.000.
Carlos Alcaraz vence o evento individual masculino em Paris depois de jogar 20 horas e 42 minutos e receberá € 2.400.000.
Isso é igualdade?
Eu realmente não conheço muitos empregos em que alguém tenha exatamente o mesmo emprego e possa trabalhar o dobro do tempo de um colega e não receber nenhum pagamento extra por isso.
Na verdade, não se trata de gênero, trata-se apenas de gerar valor comercial e ser justo.
Quando se exige esforço físico, homens e mulheres tem que ser tratados de jeito diferente. A premiação é igual porque o esforço se equivale.
A propósito, é você quem paga os prêmios do seu bolso? Esta equiparação o está prejudicando de alguma forma?
O fato de não sair do meu bolso me impede de questionar?
Não impede… assim como não me impede de responder. Certa vez Serena disse que mulher carrega seios (a Simona Halep chegou a fazer cirurgia pra diminuição porque estavam lhe dificultando o desempenho). Menos músculo, normalmente + índice de gordura corporal, mãos menores, pés menores… você notou isso? Que mulher é diferente de homem? Se notou, congratulações.
Mas Maurício, homens se enfrentam e mulheres (Serena, etc) também, respectivamente.
Me desculpe, mas esse argumento é frágil.
Seria forte na famosa Batalha dos Sexos.
Vou dar minha opinião mais uma vez: não concordo com o Guilherme simplesmente porque o campeão masculino ficou + 2 vezes em campo que a campeã feminina. Acho que os prêmios deveriam ser repartidos de forma proporcional ao que cada modalidade produz, uma vez, que o evento conta com todos os parâmetros igualitários: quadras, climas, água, comida, bolas etc.
Dividir igualmente, não concordo.
É o mesmo que lotar um salão para ver a Miss Universo e deixa-lo às moscas para o Mr. Universo e ao final distribuir um milhão para cada um dos vencedores.
Saudações.
Por outro lado,eu conheço muitos empregos (amigas que trabalham em empresas, e outras que trabalharam por anos), onde a mulher tinha exatamente a mesma função do homem e ganhava a metade.
É o que mais tem
Alcaraz veio de 2 sets a 1 contra Sinner na semifinal e 2 sets a 1 contra Zverev na final. Isso mostra que esse cara tem muita força mental, um grande coração e joga muito tênis!!
Um grande jogador!!
Parabéns!!
Dois últimos tenistas q ganharam Roland-Garros: Djokovic, Alcaraz
Dois últimos tenistas q ganharam Wimbledon: Djokovic, Alcaraz
Dois últimos tenistas q ganharam US Open: Alcaraz, Djokovic
Os jogos com poucos ENFS em FINAL de SLAM, entre o Big 3 , nunca foram com eles aos 20, 21 . Alcaraz hoje mostrou que é um fenômeno na frente de Bjorn Borg. Confirmou que é melhor que TODO o Big 3 na mesma idade.Abs !
É, Zverev, nem sempre dá para pagar para resolver as coisas…
Grande vitória do Alcaraz, q inclusive vacilou muito em alguns momentos. Venceu acima de tudo no físico, Zverev no final estava entregue. Foi a terceira conquista de uma série q virão no futuro.
Tenho q louvar Zverev, q jogou muito, mostrou q sua força mental melhorou muito e me parece candidato a vencer um GS no futuro,,,
Ah… e como eu já havia escrito ano passado em Wimbledon… UAU!Caraz.
Boa!!
21 anos e já com 3 Slams diferentes no cartel. Fraco ele, hein?
E sobre a temporada da grama, parece um outro esporte. Muitos favoritos no saibro e na sintética passam, de uma hora pra outra, a serem peixes fora d’água. São bem poucos os que se adaptam rapidamente.
Aí está o grande diferencial do Big 3.
Alcaraz fez Semi em RG ,pulou pra Grama Sagrada, e levou WIMBLEDON pra cima de Djokovic rsrs. Abs!
Pois é. Mas Alcaraz é Alcaraz. Como eu disse, são bem poucos os que se adaptam.
É, Djokovic “foge” dos torneiozinhos e vai direto para o palco principal e já tem 7 lá.
Alcaraz precisa de somente mais seis.
Ganhou lá a primeira em 2011, depois de perder uma invencibilidade no ano, na semi de RG para Federer;
Em 2012 foi vice em RG e perdeu na semi lá para o mesmo suíço;
Em 2013, mais uma vez chegou à semi de RG e perdeu para Andy Murray na final da grama;
Em 2014, foi vice novamente em RG e campeão na grama;
Em 2015, outro vice em RG e campeão na grama;
Em 2016, finalmente levou RG e entrou num afastamento das finais na grama até se achar novamente em 2018.
Acho que até aqui está de bom tamanho.
Torci pro Zé verev sabendo que não tinha chance! Ele saiu de uma época de talvez os melhores da história até aqui e enfrentou um outro sobrenatural! Depois que soube que ele é diabético e usa insulina, tenho todo o respeito e admiração por ele!
Pra ser sincero, não tenho predileção para um vendedor. Mas creio que, depois de tudo que passou, o alemão merece um título.
Vendedor de que, prezado Belarmino Jr?
Rafael Nadal, Bjorn Borg, Iga Swiatek e Justine Henin são agora os quatro jogadores mais jovens a ganhar quatro títulos de Roland-Garros…
Seu denominador comum?
Eles são todos GÊMEOS – todos nascidos durante Roland-Garros!
Astrologia é real kkkk
Então vc fã de tênis já sabe quando ter um filho kkkk
Para amanhã, Alcaraz ganha do Zverev 4 sets
Uma pergunta que estava reservando a alguns anos e finalmente chegou o grande dia: alguém ainda acha que Djokovic ou Nadal jogará com 38 anos com a mesma qualidade que Federer apresentou na final de Wimbledom de 2019?
Se sabemos que estes nunca chegarão a este nível que vimos Federer apresentar aos 38 anos, nem mesmo Nadal em RG onde venceu 14 vezes, todos sabem o porquê isto nunca acontecerá? Ou continuarão a se fazer de desentendidos?
Ué, mas ontem você não usou a desculpa de idade? Agora ele jogou com qualidade com 38 anos, rsrs.
A resposta é: lesões. E é melhor nem chegar pra perder com 2 match points e torcida toda a favor.
Isso é regra pra torcedor de futebol que é o caso dos Kombistas . Quem ama o Tênis e assistiu aquela exibição , não se preocupa se perdeu matchpoints ( Djokovic perdeu vários contra Sinner e Alcaraz recentemente ) , ou se a FINAL mais longa do All England Club foi parar nos 13 x 12 do Quinto Set . O cara aos 38 anos apresentou um Tênis inesquecível. Ano passado foi aplaudido de pé na Central . Homenagem que Sampras não teve e quero ver Djokovic. Reconhecimento total do público ao Octacampeão. Abs!
Torcedores do Federer se preocupam e vão lamentar pro resto da vida. Lembro do sumido Gildokson dizendo que foi sua maior tristeza esportiva juntamente com o pênalti perdido pelo Marcelinho Carioca na Libertadores 2000.
Não há comparação entre uma final de Slam que tinha a corrida dos Slams em jogo e uma final de Masters 1000 (Djoko venceu por sinal); semifinal de Davis que sequer foi transmitida pro Brasil então é piada.
A conferir, abs!
Eles nunca vão aceitar que Djokovic e Nadal não tiveram a mesma categoria que Federer, Sérgio. Ao longo da história quem mais esteve próximo do tênis jogado por Roger Federer foi realmente Rod Laver.
Você nunca vai aceitar que Djokovic foi mais jogador, principalmente nos pontos vermelhos. Os números superiores do sérvio são consequência disso.
Impossível prezado Ronido, para você, por mais que queiras enaltecer o suíço e menosprezar o sérvio, estabelecer que Rod Laver teve esse tênis todo. Nem imagens consistentes da época temos.
Ou você é esse fã todo de Federer porque acompanhou toda a carreira dele in loco?
E quem ama o tênis escolhe alguém pra torcer. A romantização da final de Wimbledon só vale para alguém que não torce para nenhum do Big 3, já que o resultado do jogo também interessava ao Nadal e à sua torcida.
Ahh, então perder match-points e o jogo (final de GS, na grama de Wimbledon) não importa, desde que jogue bonito?
Sei.
Então, os match-points que Djokovic não capitalizou contra o Sinner na Davis, podemos considerar uma vitória e a derrota não importa.
Sei de novo!
Na final de 2019, Federer tava no mesmo de nível de 2017 e acima do que jogou nas finais de Wb 2014-2015.
Sobre Djoko, não resta nada a provar. Salvo engano, é o jogador mais velho a ter terminado uma temporada como número 1, além de ter batido recentemente o recorde de número 1 mais velho da história, que pertencia ao suíço.
Jogar mais anos nesse nível passa muito pela motivação dele. O Federer mesmo, parou não porque tinha 39-40 anos, mas por causa da lesão no joelho. Não tinha mais o que fazer no caso dele.
De fato levar pneu na despedida do “seu piso” não será um feito q Rafa e Djoko irão igualar…
Ronildo, que me dirás se na final de Wimbledon 2025, o sérvio levantar o oitavo?
Ao examinar as campanhas dos quatro semifinalistas, avalio que Sascha foi o tenista mais testado até mesmo na vitória sobre Ruud, um casca grossa e finalista em três edições de Slam, sendo duas delas em Roland Garros. Na estreia, o sempre indigesto Nadal no piso onde reinou absoluto, depois Goffin, Griekspoor, Rune e De Minaur.
Ruud, sem contar o abandono de Djokovic, também teve um caminho razoavelmente complicado: Mensik, Meligeni, Fokina, Etcheverry, Fritz, o WO nas quartas e Zverev.
Antes de encarar o jovem espanhol e ver carimbada sua faixa de mais novo número 1, Sinner pegou Eubanks, Gasquet, Kotov, Moutet, para quem perderia seu único set, e só aí veio Dimitrov, seu mais cascudo oponente até ali.
Já Alcaraz, o favorito ao título, iniciou a campanha contra Wolf e na sequência vieram Jong, único a lhe vencer um set, Korda, Aliassime e Tsitsipas, bom saibrista e teoricamente seu mais forte desafiante, mas um freguês que paga suas contas em dia.
Não fossem as dúvidas em relação às lesões do italiano e do espanhol, daria para dizer que pegaram adversários que dificilmente seriam pedra no tênis dos dois.
Zverev vem numa curva ascendente, fez por merecer mais uma chance e penso que vai ser um oponente à altura na final de amanhã. Mesmo contra os prognósticos, arrisco que ganhará por três sets a dois.
Só esqueceu de dizer que Alcaraz teve que vencer o Sinner no caminho até a final, hehe.
Boa Rafael. E que o próprio Casper Ruud reconheceu sua fraca atuação, debilitado que estava. Mas de longe considero Sasha como Zebra. Já demonstrou que não teme Carlitos…Abs!
Ora, Sérgio, você aponta a indisposição que Ruud sentiu diante de Sascha para reforçar o endosso à contestação feita por Rafael ao meu comentário e simplesmente ignora o fato de que o adversário de Alcaraz também passou por desconfortos físicos após os dois primeiros sets? E se não levei em conta o desconforto de nenhum dos dois foi exatamente porque, como tinha ficado claro, a abordagem feita era sobre a caminhada dos quatro somente até as semifinais.
” Sasha foi o Tenista mais testado até mesmo na vitória sobre Ruud ” . É assim que inicias teu comentário, meu caro . Basta ler a primeira linha . SINNER ” Ele venceu os pontos importantes” . Bem diferente de Casper Rudd que reclamou de desconforto. Carlos Alcaraz sem dúvidas foi o Tenista mais testado e em 5 Sets contra o atual N 1 do Mundo. Abs!
Rafael, eu comparei o caminho deles até a semifinal e destaquei que Sinner teve em Dimitrov seu mais cascudo adversário até ali, ou seja, antes de ver carimbada sua faixa no penúltimo jogo da corrida até o título por ninguém menos que Alcaraz, tenista que dispensa comentários e não à toa está na final. Ou você acha que o alemão teve vida mais fácil que o italiano, o espanhol ou o norueguês até a rodada de sexta-feira?
Eu não tinha entendido que a sua análise se referia até a semifinal. Então, desconsiderar meu comentário anterior.
De todo jeito, enfrentar Aliassime (que vem recuperando o seu bom tênis nessa temporada de saibro) e Tsitsipas, em sequência, me parece ser bem exigente. Só que Alcaraz fez parecer fácil