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Inigualável Nadal

Foto: FFT

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O físico finalmente derrotou Rafael Nadal. O espanhol, que sofreu talvez o mais complexo e variado leque de lesões e contusões ao longo de sua espetacular carreira, que afetou nada menos que 15 diferentes regiões do seu corpo, desta vez não superou o problema grave no quadril e, sem qualquer surpresa para o circuito, anunciou nesta quinta-feira que dará seu adeus definitivo daqui a 40 dias.

Esperava-se o abandono de Rafa em Roland Garros, depois nos Jogos Olímpicos mas ele por fim optou, de forma muito compreensível, por se despedir diante de sua torcida. Infelizmente, no entanto, será longe do saibro. Málaga receberá as quartas de final da Copa Davis sobre piso sintético coberto e deve preparar uma estrondosa e justa festa para seu rei.

Todo mundo sabe da eterna luta que Rafa travou contra limitações físicas desde que explodiu no circuito em 2004, quando ninguém ainda sabia de seu problema congênito no pé, e isso torna ainda mais incrível a coleção de façanhas que conquistou no tênis, com seus 22 troféus de Grand Slam, os 14 de Roland Garros, o ouro olímpico de simples e duplas, as retomadas do número 1. Mais do que números, Nadal foi sinônimo de garra, de determinação, de resiliência, de poder mental descomunal e de aplicação técnica e tática como nenhum outro dos grandes precisou encarar.

Se para Roger Federer e Novak Djokovic, seus grandes rivais de duas décadas de duelos fenomenais e inesquecíveis, era muito natural a transição para os diferentes tipos de piso e de bola, para Rafa isso exigia duras adaptações, fosse no estilo de jogo ou no deslocamento. Costumo dizer que a maior façanha do magistral espanhol não foi ganhar tanto no saibro, seu habitat natural e onde a combinação de pernas fortes e spin de canhoto surtiam efeitos devastadores, mas sim ganhar na grama ou no sintético veloz, onde precisou fazer incríveis mudanças táticas.

Isso por si só bastaria para colocá-lo na discussão sobre o ‘maior de todos’, mas também pode-se juntar na balança o fato de que Nadal criou uma forma única de se jogar tênis, que jamais foi e provavelmente nunca será copiada. Aliás, tal qual seu antecessor no domínio do saibro, Bjorn Borg. Rafa potencializou o fato de ser canhoto com um giro de bola inigualável, que muitos erroneamente chamavam de postura ‘defensiva’. Qual nada. Seu topspin minava o adversário de maneira quase cruel.

Nadal jamais se acomodou. Reconhecia as limitações do saque, do jogo de rede e do backhand e trabalhou incansavelmente para reduzir o déficit de cada golpe, a ponto de terminar a carreira com um revés sólido e devastador, voleios impecáveis, talvez o melhor smash desde Pete Sampras e serviço muito eficiente. Entre seus incontáveis atributos, o maior deles não era a velocidade com que cobria a quadra e chegava em bolas impossíveis, mas a capacidade incomparável de escolher a bola certa, para mim o mais admirável de toda sua gama de adjetivos.

Claro que sempre pesou para ele o fato de depender tanto das pernas e isso se refletiu em inúmeras lesões, seja no joelho, no pé ou no abdome. Ninguém que viveu a Era Nadal se esquecerá de seus retornos mágicos ao circuito, calando aqueles que se precipitavam a determinar uma aposentadoria precoce. Foi assim em 2010 e 2013, se repetiu em 2017 e espantou o mundo em 2022, quando ganhou seu último troféu de Roland Garros à base de anestesia no pé necrosado. Por fim, veio o temoroso quadril e, já na casa dos 38 anos, a recuperação se mostrou impossível, ainda que ele tentasse de tudo para readquirir a forma e a confiança.

Não ficou à margem de declarações e atitudes polêmicas, seja em derrotas dolorosas, discussões com árbitros, frases mal colocadas ou no segredo que fazia dos bastidores, mas ninguém pode negar que sua postura se mostrou quase sempre exemplar dentro e fora das quadras, daí a gigantesca perda que o tênis e o esporte sofrerão com sua saída dos holofotes.

O ‘rei do saibro’ se vai, mas seu legado será eterno.

Bia volta ao top 10

Apesar da derrota e da atuação muito irregular nas quartas de final de Wuhan, diante da sólida polonesa Magdalena Frech, Beatriz Haddad Maia marcará mais um feito na história do tênis brasileiro e voltará a figurar no top 10 de simples na lista da próxima segunda-feira, repetindo sua façanha de junho do ano passado.

Ainda que seus erros não forçados tenham sido um tanto exagerados, numa partida em que Frech obrigou a brasileira a tomar atitude o tempo todo, Bia mostra recuperação técnica nesta reta final de temporada e ainda terá chance de brigar pela permanência entre as 10 primeiras, caso consiga ir longe nos dois WTA 500 que restam no calendário.

De qualquer forma, mesmo perdendo esses 700 pontos, ela terminará a temporada no top 20, o que é um tremendo alívio diante de sua temporada irregular que vinha fazendo.

Nos 26 anos de TenisBrasil, você escreve sobre tênis

Para marcar os 26 anos do primeiro site sobre tênis em língua portuguesa, TenisBrasil vai selecionar e publicar artigos de seus leitores. Quem quiser participar, pode escrever livremente qualquer abordagem sobre tênis, seja profissional ou amador, masculino ou feminino, nacional ou internacional, obedecendo apenas o critério de um máximo de 4.000 palavras.

O texto será ilustrado com fotos do arquivo de TenisBrasil e, claro, a crítica é bem-vinda, mas se recomenda cuidado no uso de termos ofensivos para tenistas, técnicos ou torneios. Os melhores artigos serão publicados no Blog do Tênis, que por sua vez acaba de completar 18 anos de existência contínua.

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Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

O final da partida foi em grande parte mental. A linguagem corporal de Fritz disse muito.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

É por ver Djokovic jogar assim que é sem noção dizer que Alcaraz e Sinner já estão acima do seu nível – a hipérbole de pessoas como Mats Wilander é ridícula.

Leonardo Freitas
Leonardo Freitas
1 ano atrás

Comecei acompanhar o tênis no Australian Open de 2009 e uma das primeiras partidas que vi no tênis foi Nadal x Verdasco onde Nadal em 5h vence por 3 sets a 2 e vai para final com Federer e novamente na final vence Federer por 3 sets a 2 sendo 6-2 no quinto set mostrando a juventude e a força mental,física e técnica mesmo jogando por quase 10 horas em 3 dias.Era assombroso a carne de pescoço que era o Nadal e inconteste número 1 do mundo a época e o tenista mais difícil de bater no circuito naquele momento por suas qualidades físicas como a movimentação e o jogo de pernas para cobrir a quadra e a força no seu forhand onde empurra e contra atacava como ninguém batendo na corrida e a força mental de nunca estar batido no jogo e sempre focado na próxima bola.Eu já vi pacote pronto e diferente dos amigos aqui do blog que acompanham tênis muito antes do que eu e viram que tamanho esforço a conta paga e os anos se passaram e os títulos vieram e no auge da carreira eis que Djokovic veio e tirou entre aspas o seu reinado na década mas abaixo de treinamento e evolução técnica e tática ele seguiu como protagonista ao lado do sérvio e até chegar dia de hoje onde ele tentou voltar mas o corpo sucumbiu ao castigo de anos e fio voltados ao tênis e ao limite do corpo.E o menos virtuoso do big three mas com uma força física e mental ímpar e o seu comprometimento e comportamento em quadra deixa um legado de seriedade e dedicação e respeito a vida e ao esporte.Um gênio do esporte e um fim de uma era gloriosa se aproximando mas que deixará saudade quando Djokovic encerrar sua carreira será como a invasão de Constantinopla e o fim do Império Romano é a mesma analogia que aplico porque talvez outra era dessa nós não vamos acompanhar.Vão acostumando amigos do chat a escolher Sinner e Alcaraz porque as discussões engraçadas não podem terminar rsrs e fiquem na paz abraço a todos.

Luiz Henrique
Luiz Henrique
1 ano atrás

No íntimo, o Nadal tem ciência que o djokovic foi o maior rival da carreira dele…só não pode admitir publicamente, por razões meramente comercias. E de maneira alguma estou falando isso de forma pejorativa ao federer.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Djokovic jogou em 9 grandes torneios em 2024:

Aberto da Austrália – SF
IW R32
MC SF
Roma Masters R32 (concussão)
Aberto da França, quartas de final ( lesão de menisco)
Wimbledon F
Olimpíadas W
Aberto dos EUA R32
SH Masters SF até agora

Para a maioria dos jogadores esta seria uma temporada incrível!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Xangai já pode colocar na conta o F.
Isso é um demonstrativo do porque jogadores como os do Big3, permanece ativos por tanto tempo, especialmente esse que você enaltece.
Cada jogo representa um record.
Diferente de novos e médios, onde seus feitos em quase nada representam no cômputo dos feitos históricos.
Não se trata mais de dinheiro ou alimentação de ego ou vaidade. É a história sendo fortalecida.

Felipe
Felipe
1 ano atrás

Acho bizarro que alguns fãs do Rafa estejam mais orgulhosos de sua conquista no AO22 do que de qualquer outra coisa.

Sério?

Como prender e deter o maior rival e grande favorito de Rafa?

É isso que deixa as pessoas orgulhosas?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Será q não teria nada a ver com o fato dele completar o tão almejado double career slam naquele evento?
Dito isso, o que alguns, eu incluído nestes, comentaram foram quais os eventos q acharam marcantes, nem mais nem menos. Não me lembro de alguém expor q a conquista A foi superior a B ou vive versa.
Por fim, opinião cada um tem uma, fique com a sua e respeite a dos demais, ou vc tem parentesco com aquele outro rapaz q se considera superior aos demais participantes?

Felipe
Felipe
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Sentiu… kkkk

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Deve ter o mesmo DNA daquele rapaz kkkk

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Tem gente tentando arduamente nos convencer de que uma rivalidade de 40 partidas é maior do que uma rivalidade de 60 partidas kkkk . Mesmo para eles que se orgulham de serem ruins em matemática, isso é demais. Rafole 60 é maior do que Fedal 40. Ponto final.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

E ainda tem o FeDjoko no meio com 50 confrontos.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

De 2004 a 2011 a Fedal foi que levou o Esporte a um patamar até então jamais atingido. Falar no incrível aumento das premiações, é chover no molhado. As exibições chegaram a valores inacreditáveis. Djokovic e Murray apenas de carona rs. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Pois é, ficou no passado, assim como o GOAT agora é outro.

A conferir, abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Cara, tem gente que paga o que pode e às vezes, nem tanto, para ver uma coisa que talvez não valha tanto.
Os ingressos para ver Nadal se despedir, estão chegando a 30 mil euros.
God save our soul!

Paulo A.
Paulo A.
1 ano atrás

Dalcim, qual é o defeito congênito que Nadal tem no pé?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Vixe, minha esquerda é mais comprida que a direita.
Deveria me tornar profissional.
Rsss.

Nando Parrado
Nando Parrado
1 ano atrás

Dalcim, chega a ser irônico que só 5 caras tenham ganho finais contra Nadal no saibro, 3 a gente sabe quem foi, e os outros 2 possivelmente possam ser os dois piores que ele enfrentou em finais no saibro e provavelmente só terão esse título contra Nadal na carreira.
Daí eu imagino, oq fale mais pra Zeballos e Nuno Borges, um título de ATP ou uma vitória na final pra Nadal no saibro?

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Se Djokovic tentar ficar nos rally contra o Sinner do jeito que fez com Mensik, ele pode esquecer. Tenho certeza que ele sabe. Precisamos da torcida chinesa para empurrá-lo para essa vitória heheheh É possível. Mas vai ser difícil. Supondo que ele vença Fritz hehehe

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Calma, nenhum dos dois passou da semifinal ainda. E Djoko terá que aguentar mais pedradas de forehand do Fritz amanhã.

Felipe
Felipe
1 ano atrás

Em qual esporte um atleta seria reprovado em dois testes antidoping e teria a Wada confirmando que ele cometeu duas infrações antidoping e ainda assim teria permissão não apenas para competir, mas também para ser promovido descaradamente?

Esse esporte é o tênis e o jogador é o número 1 do mundo dos esportes, Jannik Sinner.

Está realmente arrastando o esporte pela lama. Isso expôs o tênis pelo que ele é, uma revelação para muitos que não achavam que o esporte era corrupto.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Quer saber por que Jannik Sinner não foi suspenso mesmo tendo falhado em dois testes de drogas?

Siga o dinheiro (Nike, Rolex…)

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Calma Sr Felipe. Djokovic ainda não perdeu para JANNIK SINNER… E a WADA fez o seu papel mandando para o Tribunal Superior . Abs !

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Pois é Felipe…

Rafael
Rafael
1 ano atrás

Olá, Dalcim. Gostei muito do artigo sobre o que fazer quando você levanta com dores. ´Já conhecia todos aqueles alongamentos, mas independente disso, acredito que mais artigos nessa linha seriam uma adição valiosa ao site.

Rafael Nadal: Não há o que dizer a mais do que já foi dito na pasta, mas aproveito para homenagear o Luiz Fernando, torcedor símbolo no blog. Seu vídeo de despedida, que vi no Instagram, é realmente emocionante.

Sobre as polêmicas em torno de Nadal (tiques, carrancas, opiniões controversas, etc, ficam no passado, sobrepujadas por uma carreira fenomenal.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Rafael

No dia em que eu acordar sem dores, serei dado como morto. rs.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

Correção: O jovem Tcheco possuí apenas 19 aninhos. Abs ,!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

Jakub Mensik , aos 20 ( setembro) anos, já é TOP 48 na Race to Turin. É considerado do porte de João Fonseca . O Torneio realmente começou para o Sérvio. Taylor Fritz está mostrando que não atoa foi finalista do USOPEN. Pedreira a vista. Abs!

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás

Dalcim, o último post era: “Carlitos vence o melhor jogo do ano”. O torneio era ATP 500.

Qual sua opinião sobre Carlos Alcaraz não embalar uma sequência vencedora conquistando vários torneios seguidos?

É o problema dele não dosar as energias nas partidas e ficar muito esgotado para o próximo torneio?

Pelo calendário seria mais interessante para ele nem jogar o ATP anterior e entrar com tudo neste atual por ser um torneio muito mais importante.

Última edição 1 ano atrás by Ronildo
Ronildo
Ronildo
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Obrigado Dalcim

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

Ronildo,

Você está muito ansioso para o espanhol bater os recordes do goat de resultados em quadra. Tenha calma, pois faltam apenas 21 slam, 36 masters 1000 e 8 atp finals, 8 temporadas como número 1 e 393 semans como número 1. É bem fácil e ele só tem 21 aninhos rs.

Última edição 1 ano atrás by Paulo Sérgio
Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

O que já conseguiu aos 21, NENHUM outro Tenista igualou , Sr Paulinho. Estás cada vez mais engraçado lá no Site . Com certeza na Pole do mais fanático… rsrs. Abs !

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Sim, mas falta ainda tudo o que foi listado acima.
A conferir…

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Às vezes estranho as campanhas de Carlos Alcaraz, Paulo Sérgio. Ele varia de aula em Djokovic como fez em Wimbledom 2024 para eliminações precoces como aconteceu agora.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

Aula no Djoko pós-cirurgia, mas foi bom aluno na semifinal do atp finals 2023.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

Até tu , caro Ronildo. O Big 3 no seu auge , chegou a disputar mais que 20 Torneios. E ganhavam 6 as vezes 7 . Cansaram de ser eliminados precocemente. Com esta pancadaria atual , cair em 3 Sets num dia ruim é mais que normal. Vide até em SLAM. Alcaraz e Djokovic depois daquela grande final Olímpica , parece que foram passear em Nova York… Abs !

André Eduardo
André Eduardo
1 ano atrás

Ontem, logo cedo, ao abrir o Facebook, deparei-me com a indesejada/esperada notícia: Rafael Nadal, meu tenista preferido, confirmava sua retirada do Tênis profissional. Em seguida, contemplei emocionado o vídeo postado por ele em seu perfil do Instagram.

O circuito fica com um enorme vazio sem Nadal. Sentiremos falta de sua garra e de seu espírito guerreiro. Sentiremos falta do forehand na corrida avassalador e das defesas impossíveis. Sentiremos falta daquele olhar e da força mental que intimidava a qualquer um que o enfrentasse.

Gracias por todo, Rafa.

Ana
Ana
1 ano atrás

Pra mim a final do AO de 2012 foi o melhor jogo de tênis que assisti na vida!!!!! Nunca mais veremos aquilo de novo.

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Dalcim, se tudo correr dentro do esperado, como vc veria uma provável final entre Sinner e Djoko? 60 vs 40% pro italiano?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Estava lendo os vários posts e me perguntando quais foram suas maiores partidas nos diferentes pisos:
– Saibro: a vitória sobre Djoko em RG 2013, o sérvio foi seu único adversário real no piso;
– Grama: a final de W 2008, para mim e para muitos a maior partida de tênis da história;
– sintético: quase optei pelo USO 2013 sobre Djoko, mas creio q o ambiente e o significado do AO 2022 são imbatíveis…

Paulo F.
Paulo F.
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Nobre Luiz Fernando:
Fica meu abraço pela aposentadoria do seu maior ídolo do tênis e saibas que para mim também foi um dia triste pela outra metade da melhor e maior rivalidade da história do tênis estar despedindo-se também…
Além de querer te direcionar palavras por este dia triste, fica o meu agradecimento em reconhecer o sérvio como o único rival de fato no saibro e também o único que deve ter imposto medo ao Rafa neste piso.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo F.

Neste ” piso ” ele tomou Pneu em FINAL de MASTERS 1000 . E não foi para o Sérvio. Que aliás ficou no 4 x 4 na Terra batida contra este mesmo jogador…rs. Abs !

Paulo F.
Paulo F.
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Esse aí de quem tu está falando é Monocampeão de RG, nunca venceu Rafa na Philippe Chatrier e é zerado tanto em Monte Carlo quanto em Roma.
Rsrsrsrs !
Abs!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás
Responder para  Paulo F.

E o máximo q conseguiu foi um setzinho na P Chatrier contra Rafa, foi de fato um adversário temível no saibro…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

2 MASTERS 1000 no Saibro pra cima de Rafa . Venceu SEIS no Total . 5 FINAIS em RG e terceiro que mais partidas venceu em Paris . Isto o faz um grande Saibrista. Idem pra Djokovic que também ficou virgem em FiNAIS contra o Touro Miura. Novak conseguiu perder FINAL também pra WAWRINKA…Abs!

Jonas
Jonas
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O excelente Federer tem ‘apenas’ duas vitórias contra o Touro no saibro, Sérgio, não adianta forçar.

Roger
Roger
1 ano atrás

Pra mim, um dos maiores feitos do Nadal foi ter conquistado, ao fim de sua carreira, a simpatia dos torcedores do Federer. E digo isso pq o H2H entre eles é extremamente desequilibrado, e seu estilo de jogo difere bastante do do Roger. Eu mesmo não aguentava ver jogos do Rafa no início, mas aprendi a admirá-lo e gostar de vê-lo. Uma pena sua retirada, ainda que esperada.

Dalcim, vc comentou sobre o Smash do Rafa ser o melhor desde Sampras. Acha que, neste golpe, ele supera o Federer?

Abraço e parabéns pelo texto!

Joselito
Joselito
1 ano atrás
Responder para  Roger

Torcedores do Federer se apegaram/apegam/apegarão a qualquer um que pudesse bater no Djokovic para evitar que seus recordes caíssem.
Já estiveram com Nadal(no final de carreira), Murray, Thiem, Kevin Anderson, Wawrinka, Del Potro. Agora estão com Sinner e Alcaraz. Sérgio Ribeiro, Ronildo que o diga.
Não dá para crucificar ninguém, também torcerei contra no futuro. Mas, o diferencial é que se o passarem nos números, não vai ter desculpinha de que meu tenista jogava bonito ou que era politicamente correto.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Roger

Eu imagino que ao menos 50% dos eleitores que elegeram Bolsonaro em 2018, o fizeram contra o PT.
A conquista da simpatia dos torcedores de Federer, imagino eu também, se dá para contrapor o quanto Djokovic subiu de patamar, deixando ambos para trás com suas conquistas.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Acho que você está enganado os torcedores do Roger gostam do tênis arte…o bater bonito na Bola…como fazia Thomaz Koch,José Amim daher, Jimmy connors,Stefan edberg e outros.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Agora tenho apenas certeza!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Agora tenho apenas certeza, porque torcedores de Federer diziam que o tênis de Nadal era tudo, menos ARTE.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

O que é bater bonito na bola? Está escrito em algum manual da ATP?
As bolas anguladas de Djoko são feias? O forehand de Nadal na corrida é feio? O back open stance de Djoko é feio? Não tem como eu saber o que é feio ou bonito sem um manual de instruções.

Joselito
Joselito
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Bonito é madeirada no backhand. Já decidiu um famoso título em 2019.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Joselito

Aquela foi de forehand. Houve madeirada de backhand no último game da final de 2014, nas não foi o match point.

Joselito
Joselito
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Foi madeirada mas no forehand. Errei.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Paulo Sérgio

E o bater limpo na Bola…e não o que fazia Nadal que fazia um esforço enorme para bola andar e subir com seu topspin.djoko também não é um estilo clássico como rod laver e Ken rosewall. Mas e aquilo cada um tem sua opinião que deve ser respeitada Sr….

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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