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Seul (Coreia do Sul) – A temporada asiática não poderia começar melhor para Beatriz Haddad Maia, que logo em seu primeiro torneio no continente levantou a primeira taça de 2024. Na final deste domingo no WTA 500 de Seul, ela derrotou a russa Daria Kasatkina, principal candidata ao título na competição de virada, parciais de 1-6, 6/4 e 6/1.
Com a conquista na Coreia do Sul, a brasileira não apenas levará pra casa uma premiação de US$ 142.000, mas também 500 pontos no ranking, que a farão sair da atual 17ª colocação para o 12º lugar, um abaixo de Kasatkina, que começou a semana como a 13ª do mundo. O vice-campeonato renderá US$ 87.655 para a russa.
Vice-campeã em Cleveland, no mês passado, Bia já havia disputado a final de Seul em 2017, derrotada pela letã Jelena Ostapenko. Esta foi a sétima decisão que ela disputou na carreira em nível WTA, conquistando o quarto título. É a terceira temporada seguida que a número 1 do Brasil levanta ao menos uma taça.
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Enfrentando a russa pela quarta vez na carreira, Bia repetiu o resultado dos dois primeiros encontros, ambos no ano passado, quando bateu Kasatkina em Doha e em Zhuhai. Nesta temporada, elas se cruzaram na semi de Abu Dhabi, onde a canhota paulista levou a pior, perdendo no tiebreak do terceiro set.
Segundo set duríssimo
Em primeiro set de apenas 26 minutos, Kasatkina dominou totalmente o primeiro set, realizando um trabalho muito bem feito na base. Sem primeiro saque potente, a russa optou por errar o mínimo possível e chegou a colocar 89% deles, o que diminuiu a chance de ser atacada na devolução.
A russa ainda abriu perigosos 2/0 no segundo set até que Bia enfim iniciasse a reação e interrompesse a sequência negativa de sete games perdidos. Mais solta e confiante, a brasileira passou a pressionar mais e um forehand perfeito obteve a quebra e o empate por 3/3. O momento decisivo no entanto viria no nono game. Depois de marcação controversa e advertência, Bia evitou um break-point com forehand magnífico, segurou o serviço e fez 5/4. E por fim fechou o set com uma marcação milimétrica do sistema eletrônico.
O ótimo momento resultou em quebra precoce no terceiro set e, com 3/1, Kasatkina ainda teve triplo break-point para buscar uma reação, mas a brasileira venceu cinco pontos consecutivos e fechou a excelente recuperação após 1h50. Bia liderou a estatística de winners por 18 a 11 e cada jogadora cometeu 41 erros não-forçados na partida. A brasileira aproveitou quatro dos cinco break-points que teve e sofreu três quebras no jogo, sendo duas no set inicial.












Que beleza, Bia!!
É manter isso!!
Muito legal ver a Bia reagir após um primeiro set em que a Kasaktina sacou demais e parecia em um dia inspirado. Tinha tudo pra ela desanimar do jogo mas ela se manteve e quando teve brecha foi pra dentro e abriu a sua caixa de ferramenta. Lindo jogo, tomara que a Bia continue fazendo história nos 500, 250 e 1000 aliando a boas campanhas em GSs para inspirar as crianças pra o nosso ténis crescer cada vez mais.
Quem viu o documentário do Guga e as entrevistas que ele deu a respeito do assunto entende melhor o ano da Bia. Mais difícil que chegar é ficar. E ela está ficando. Agora é sentar com o Pacciaroni e pensar: dá pra ir além? Só ela pode responder.
Esse foi o WTA 500 mais fraco da história da humanidade.
Beatriz Haddad, mais conhecida na KOREA como a “EXTERMINADORA DE RUSSAS”, foram 3 russas no caminho da BIA na conquista deste título e 3 vitórias espetaculares, sem perder nenhum set para as russas, na conquista deste título! Parabéns BIA!
Achei um pouco feio por parte da ESPN não ter narração em português, achei que a Teliana e o Meligeni nos últimos meses “mudaram o tom” e estão um pouco mais críticos com ela, daí agora nessa “baita botada” que ela deu eles ficam de fora.
Vacilada…
Parabéns, Bia! Agora rumo ao topo do ranking da WTA!
Mandou bem Bia.
Top 10, está logo à frente.
Cadê os anti coach?
Parabens Bia e obrigado.
Sebastian Baez chegou no top18 pontuando e vencendo Challenger, 250 e 500, quando chegava nos 1000 e Grand Slan ele parava cedo. Uma vez ou outra quando os torneios maiores tinham a chave aberta ou estavam esvaziados por contusões do tops ele ia mais além.
Esse é o mesmo cenário da Bia, tem de focar nesses torneios menores e não se abalar com derrotas cedo nos torneios maiores.
Vai tentando se impor onde ela tem nivel para ganhar, aí pega confiança para chegar nos torneios maiores e tentar repetir façanha de fazer semi, como em Roland Garros.
Você não desiste mesmo deste teu papinho de vira-latas, ‘Muralha de Pedra’? No início do torneio, postou que pelo nível das participantes o título seria a única campanha digna para a Bia. Agora que ela conquistou o troféu, tenta de todas as formas diminuir o tamanho do feito traçando uma comparação com o tenista argentino. O mesmo esforço sinuoso do tal Aurelio para desqualificar a campanha vitoriosa.
Custa reconhecerem os méritos dela? Guga, recentemente, declarou que é preciso bom senso e calma ao fazer comparações. E mandou um recado direto para os leigos, os desinformados e haters: “Quanto mais tivermos noção do que é o esporte, principalmente do profissional e dos desafios que enfrentamos, mais generosos podemos ser com o atleta.”
Repare na seguinte relação de tenistas: Viviane Schoofs, Mariam Bolkvadze, Mayar Sheriff, Stefanie Voegele, Shuai Zhang, Sara Sorribes Tormo, Shelby Rogers, Belinda Bencic, María Sakkari e Leylah Fernández. Essas foram as dez adversárias de Emma Raducanu na campanha para o surpreendente título do US Open de 2021. Aliás, seu único título até hoje.
Se você prestar atenção, além de Tormo, Bencic, Sakkari e Fernández, as oponentes das três últimas rodadas, todas já perderam para a nossa tenista número 1. Afora os quatro títulos de Bia, o tempo que ela está entre as 20 melhores do ranking, a final de duplas no Australian Open, a semifinal de Roland Garros, a final de Toronto e as quartas de final do último US Open, tudo isso somado dá para se ter uma ideia da dimensão da nossa principal tenista. Tenham mais respeito com Beatriz Haddad Maia!
Depois escrevo que a Bia fez aquilo que sabe muito bem( acho excelente jogadora). Jogou o seu tenis, e ainda pode melhorar, mostrou que nos esportes individuais principalmente, e no tênis , os altos e baixos são mais comuns. Ela em termos de Brasil, só perde pra MEB e Guga, os nossos gigantes, e empata em técnica pra Kock e Bellucci. Tinha certeza que daria a volta por cima, como fez uma vez, nas errei no time( leia taime em ingles), achei que ia ser em 2025. Mas ainda acho que deveria trocar de técnico, ela tem falado menos com ele nos jogos. Mudar pra melhor é sempre bom. Valeu Bia, um orgulho pro Brasil. Vai ficar aí ( top 20) por mais uns 5 anos… pode ter certeza.
Muito feliz em acordar e ver a Bia Campeã, ou mesmo que fosse vice. Mas pensei o que escrever dessa top 3 ou 4 ou 5 Brasileira(o). Vou começar pelo novo “pijaminha” , amei a cor, deu um ar mais profissional, mais séria, mas mais Viva e intensa. Acho que até isso importante, seja a seu favor ou para as adversárias…continua.
Parabéns a Bia Maia, grande apresentação e belo resultado, nesse torneio.
Entrando na discussão, achei que a Bia vem tendo sorte nos pareamentos, desde o USOpen. Tanto, que eu não tinha muitas expectativas nesse torneio, com relação a Bia. Mas eu fui totalmente frustrado, pois a Bia cresceu nesse torneio e jogou, seu melhor tênis.
A Bia é a melhor brasileira pelo terceiro ano seguido, só dando alegria pra nós, parabéns pelo título independente das adversárias, mereceu o título
Putin envia moção de protesto à embaixada do Brasil, em Moscou: um ataque brazuca dizimou três posições russas na Coreia do Sul! Parabéns, Bia e força pra sequência na gira asiática!!! Muito grato por ter feito o “véio” ficar acordado a semana toda!!!
Kkkk. Muito boa!
Pra quem viu aquele título de 2017 escorrer pelos dedos, na primeira grande campanha da Bia em WTAs, hoje é um dia de grande felicidade. Até ela no vídeo parecia engasgada com 2017, ao dizer “i just got my trophy here in Seoul”…
E, meu caro, também perdeu de virada, levando um 6×1, no set2. Muito louco!
Parabéns é pra frente Bia!
Bia Haddad, esse esporte é fascinante. Num piscar de olhos as coisas mudam. A palavra que define essa maiuscula vitória. RESILIÊNCIA. Parabéns !!
Demais, que esse troféu de virada eleve ainda mais sua confiança. A Bia foi muito forte mentalmente.