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Outra vez, a aparente pior parte da chave de um Grand Slam caiu no colo de Jannik Sinner. O número 1 do mundo, que terá a dura imprensa norte-americana como adversário adicional em Flushing Meadows diante de seu caso de doping, pode encarar uma fila de campeões do US Open em sua trajetória. Depois de duas rodadas teoricamente tranquilas, viria Stan Wawrinka no terceiro jogo, Daniil Medvedev nas quartas, Carlos Alcaraz na semi e Novak Djokovic na final. Claro que todos eles também terão de manter seus prognósticos positivos.
Se Jannik é o atual dono do título de Slam sobre quadra dura da temporada, com a grande campanha em Melbourne, Alcaraz chega com uma meta para lá de ousada e marcante: ganhar o terceiro Slam consecutivo em pisos distintos, depois de brilhar no saibro de Paris e na grama de Wimbledon. Há dois anos, ele e Sinner fizeram um duelo de quartas de final inesquecível, de cinco horas de alta qualidade e emoções, que levariam o espanhol ao título inédito de Slam e à liderança do ranking. Antes de chegar nessa eventual semi com Sinner, Alcaraz tem de tomar cuidado com dois canhotos, Denis Shapovalov e Jack Draper, com o local Sebastian Korda e quem sabe o tênis agressivo de Hubert Hurkacz. Para mim, é favorito em todas as circunstâncias.
Não menos postulante ao título, Novak Djokovic reaparece após o título olímpico, defende o título do ano passado e busca o penta e o 25º Slam. É muitíssimo provável que esteja sem ritmo de competição, mas ao mesmo tempo sem qualquer peso ou responsabilidade. Um qualificado de estreia sempre traz perigos e Laslo Djere, que chegou a ter 2-0 no ano passado, não deve ser páreo desta vez. Fica bem mais interessante o eventual reencontro com Alexei Popyrin, o inesperado campeão de Montréal. Daí em diante a tarefa tende a ficar bem exigente, já que viriam Ben Shelton ou Frances Tiafoe, recentes semifinalistas em Nova York; depois o recuperado Andrey Rublev e aí Alexander Zverev.
O alemão, é fato, vislumbra desafios: começa diante do finlandês Emil Ruusuvuori, na terceira rodada poderá encarar Francisco Cerúndolo e aí deve enfrentar um jovem, seja Holger Rune ou Lorenzo Musetti, o mesmo italiano que o tirou das Olimpíadas de Paris. Por fim, viria Taylor Fritz, muito favorito no seu quadrante e que nunca passou das quartas no US Open. É bom já lembrar que Zverev ganhou 5 dos 9 jogos contra Fritz, contra quem perdeu uma partida extasiante neste último Wimbledon. Promete.
Os Thiagos não se deram bem na formação da chave, porque afinal poderiam ter ficado mais longe de um cabeça de chave. No entanto, podem aprontar. Wild reencontra Rublev, a quem levou ao ‘tiebreakão’ do quinto set em Melbourne, e Monteiro faz duelo de canhotos com Ugo Humbert, francês instável que Ceará venceu há dois anos na grama. Não é fácil, mas nada impossível.
E mais
– Uma pena a vaga ter escapado de João Fonseca, que fez duas partidas muito boas no piso rápido de Flushing Meadows. A partida final nesta quinta-feira contra a esperança local Eliot Spizzirri, que joga mais do que seu atual 344º do ranking, foi um bom teste para o carioca de agora 18 anos. Cabeça sempre positiva, salvou match-points e esticou a partida ao terceiro set. Destaque para diversos primeiros serviços de Fonseca na casa dos 200 km/h.
– Que bom ver Diego Schwartzman furar o quali, enquanto nomes como Benoit Paire, Richard Gasquet, Cristian Garin, Maxime Cressy, Lucas Pouille, Pablo Cuevas e Aslan Karatsev falharam.
– Eliminado na estreia do quali, Filip Krajinovic, 32 anos e ex-26 do mundo, pôs fim à carreira. Ele disse à ATP que mal conseguiu jogar, porque as lágrimas caíam o tempo todo.
– Os organizadores já decidiram que a parte inferior da chave masculina, onde então Djokovic, Zverev, Wild e Monteiro, abrirá o torneio na segunda-feira, e o feminino terá a parte superior, com Swiatek, Rybakina e Bia. Portanto, dia de muita torcida. Ficam obviamente para o dia seguinte as estreias de Alcaraz, Sinner, Sabalenka e Gauff.
– Enquanto Bia faz animadora semi em Cleveland, mirando o quarto título da carreira e a volta ao top 20, Victoria Barros já ganhou dois jogos em seu primeiro ITF de US$ 15 mil. Se fizer final e marcar 10 pontos, irá aparecer no ranking da WTA.
No próximo post, comentarei a chave feminina, que mudou com a desistência de Ons Jabuer.










E por uma daquelas ironias dos sorteios, Monfils estreará contra Dieguito amanhã. Sem outra opção se não escolher entre um e outro, a contragosto vou torcer para El Peque seguir em frente e fazer um US Open à altura de sua carreira, de sua garra e de seu gigantismo dentro de quadra já que este será seu último Grand Slam.
Muito bom comentário. Dei like!
Djokovic deu um depoimento bem equilibrado relativo ao problema Sinner e dopping a não ser para a Ma Long que tem obsessão de tentar depreciar o sérvio
Ma Long, na verdade, é um mesa-tenista chinês e disfarce atual do Gilvan.
Mas, não seria páreo pra um outro chinês no TM, Ma Lin já aposentado, sabia Paulo?!?
Não sabia. Confesso que não acompanho muito o esporte e só torci pro Calderano nas últimas duas Olimpíadas, rs.
NO 250 DE CLEVELAND, torneio de pequeno porte, esteve presente a favorita à conquista do título, cujo status era o de cabeça de chave n° 1, ou seja, a tenista Beatriz. Dito isso, minha avaliação é que não há nenhum motivo para comemorar seu vice campeonato e/ou sua “evolução” em relação aos últimos resultados que vinha obtendo, já que a suíça Viktorija Golubic é, atualmente, apenas n° 74 do ranking, a espanhola Cristina Bucsa é, atualmente, apenas n° 72, a francesa Clara Burel é, atualmente, apenas n° 58, a tcheca Katerine Siniakova é, atualmente, apenas n° 36, e a campeã, a americana McCartney Kessler é, atualmente, apenas n° 98, ou seja, todas em posições inferiores à favorita Beatriz, ranqueada com o posto de n° 23 da WTA, atualmente. E o mais curioso de tudo é que Beatriz perdeu o título justamente para a tenista com pior ranking dentre as cinco adversárias que enfrentou em Cleveland. Juntando os cacos de sua participação num torneio em que estiveram ausentes as mais mais do circuito, o que me resta é concluir que Beatriz ter tênis para ser top vinte é mera forçação de barra. E antes que os devotos do verdeamarelismo patológico venham me encher o saco, argumentando com base em parte do segundo semestre de 2002 ou na semifinal de Roland Garros/2023 e no título desprovido das grandes tenistas do circuito num Elite Trophy também sem as mais mais do circo, declaro que exceção da regra não basta para ser uma das rainhas da cocada preta, já que, para tanto, tem que jogar bola ao menos de forma mediana e manter boa regularidade, que é tudo o que não tem sido atribuição de Beatriz há pelo menos dois anos….
Eduardo Ribeiro acaba de perder para o boliviano Juan Prado. Abriu 2/0 O boliviano. Empatou em 3/3 O brasileiro. Mas o Juan fechou em 6/4. No segundo set6/3 para o Juan com relativa facilidade. Ribeiro com muitos enf.e um forehand atrofiado. O boliviano parece um juvenil jogando .pena para o Eduardo. Em Belém do Pará
NO 250 DE CLEVELAND, torneio de pequeno porte, esteve presente a favorita à conquista do título, cujo status era o de cabeça de chave n° 1, ou seja, a tenista Beatriz. Dito isso, minha avaliação é que não há nenhum motivo para comemorar seu vice campeonato e/ou sua “evolução” em relação aos últimos resultados que vinha obtendo, já que a suíça Viktorija Golubic é, atualmente, apenas n° 74 do ranking, a espanhola Cristina Bucsa é, atualmente, apenas n° 72, a francesa Clara Burel é, atualmente, apenas n° 58, a tcheca Katerine Siniakova é, atualmente, apenas n° 36, e a campeã, a americana McCartney Kessler é, atualmente, apenas n° 98, ou seja, todas em posições inferiores à favorita Beatriz, ranqueada com o posto de n° 23 da WTA, atualmente. E o mais curioso de tudo é que Beatriz perdeu o título justamente para a tenista com pior ranking dentre as cinco adversárias que enfrentou em Cleveland. Juntando os cacos de sua participação num torneio em que estiveram ausentes as mais mais do circuito, o que me resta é concluir que Beatriz ter tênis para ser top vinte é mera forçação de barra. E antes que os devotos do verdeamarelismo patológico venham me encher o saco, argumentando com base em parte do segundo semestre de 2002 ou na semifinal de Roland Garros/2023 e no título desprovido das grandes tenistas do circuito num Elite Trophy também sem as mais mais do circo, declaro que exceção da regra não basta para ser uma das rainhas da cocada preta, já que, para tanto, tem que jogar bola ao menos de forma mediana e manter boa regularidade, que é tudo o que não tem sido atribuição de Beatriz há pelo menos dois anos…
E da donde seconclui que se ela conseguir ficar entre as top 30/40 nos próximos 6 anos .vai ficar muito bem de grana e se consolidar como uma das grandes tenistas que o Brasil já teve. Hoje ela está em 21 do ranking
JOÃO SAWAO ANDO, só de você lançar mão do mote financeiro, para responder meu comentário sobre a participação de Beatriz em Cleveland e não do nível técnico dela, dá bem o tom da qualidade sofrível de seu jogo e do quanto você manja de tênis, ao fazer uso de régua de mensuração inferior à minha, que nem é tão foda. De coração, SAWAO, torço para que Beatriz ganhe mais e mais dinheiro jogando bola, pois só assim ela chegará à liderança do ranking, superando Iga Swiatek e outras…
Caríssimo Valmir, no meu entender, você se contradiz. Quantas vezes vi você escrever que ranking não é uma boa régua de mensuração a ser levada em conta? E agora, baseia quase toda a sua narrativa no ranking inferior das adversárias. Pelo visto, o ranking importa… quando melhor lhe convém.
MAURÍCIO LUÍS, não sou eu fazendo uso do ranking para avaliar a penúria tenística de Beatriz pura e simplesmente, mas sim lançando mão do que fazem nesta confraria e na revista TenisBrasil, a fim de qualificar, a fórceps, a bolinha que ela tem jogado nos últimos quinhentos anos. O que quero dizer é que trata-se de ironia da minha parte, ou seja, meu modus operandi é tão perfeito, que fiz ironia do que meus “iguais” chamam de ironia e não é, já que ironia, no caso deles, não passa de um jeitinho ruim, em substituição aos boas ideias, que passam longe de seus cérebros. A grande diferença entre nossos pares de confraria e eu, MAU, é que fiz uso do ranking no meu parecer aí acima, para nivelar pejorativamente o joguinho de Beatriz, enquanto eles fazem uso da tal listinha, para falsear a ideia de que Beatriz é uma das grandes do circuito. Mas claro, a principal régua de mensuração de seu jogo, é a ruindade do mesmo e não o ranking. Tudo somado, creio que não há contradição nenhuma da minha parte. No mais, basta você reler o que postei acima, para melhor entender o que digo neste comentário de agora e vice-versa…
Mauricio, existem duas réguas:
– A dos outros: como quando “exige” que o Editor cubra todos os gêneros e tipificados
– A dele: fala-se e faz o que vêm à mente.
Mensagem do dia: “já que não conseguimos trancar os loucos, nos trancamos nós enquanto eles estão a solta””
Bia sendo… Bia…
Caro Dalcim, puxando de memória, parece que apenas Nadal (em 2010 – RG, Wimb e US Open) e Djokovic (em 2021 – Aus Open, RG e Wimb) conquistaram, no mesmo ano, três títulos de grand slam em três pisos diferentes, procede? Alcaraz terá, então, a chance de repetir o feito do Rafa (RG, Wimb e US Open na sequência).
Isso, em pisos diferentes é isso.
Incrível como mesmo muito jovem, Alcaraz virou o Bicho Papão de slans. Neste ritmo pode chegar aos 30 slans com 30 anos.
Esse desespero todo que vocês, fedalcarazetes, estão para que o Carlos ultrapasse o GOAT em Slams pode atrapahá-lo com toda essa pressão.
Cuidado.
Que pressão ? . O cara aos 21 já venceu SLAM em TODOS os pisos e bateu ” goat ” duas vezes consecutivas em WIMBLEDON . Não precisa dizer mais nada . Ia me esquecendo. Não teve seu Serviço quebrado na FINAL OLÍMPICA. É mesmo um fenômeno. Abs!
Bom, ainda falta Djokovic perder mais uma em Londres para o espanhol para igualar o record de Roger Federer.
E não ter o serviço quebrado na final olímpica, porém, pendurar a prata no pescoço deve ser mais importante que não ter nenhum set perdido em todo o torneio e pendurar o ouro no pescoço.
Ótimos argumentos.
Errado como sempre . O mais importante foi o Craque Suíço ter batido MURRAY e “ goat “ em WIMBLEDON 2012 na sequência, e ter levado o Caneco . O Sérvio até hoje não conseguiu bater MURRAY e ALCARAZ na Grama Sagrada . Daí o ÚNICO OCTACAMPEÃO no All England Club se chama Roger Federer, caríssimo L.F . 2 . Abs!
Fácil mesmo Ronildo.
Daqui até os 30 anos, Carlitos pode se dar ao luxo de “deixar” escapar 4 GS, para fechar a conta em 30 na referida idade. Mas tem que ganhar todos os outros, sem exceção.
E’ óbvio que o magistral comentarista sabe que Tourinho Assassino não chega aos 30 SLAM aos 30 anos . Quem sabe aos 35 … Rsrsrs, Abs !
Carlos Alcaraz parece ser um cara honesto e direto que simplesmente diz as coisas como elas são.
Grande respeito por isso, pois ser honesto no tênis pode fazer com que você seja vilipendiado e tenha problemas se for contra a narrativa.
Adoro como dizem que regras são regras até que de repente não são mais…
A mesma juíza que eliminou o Djokovic passou pano hoje para o Michelsen
Rules are rules… opa, pera.
Mudou a regra Gustavinho. Procure se informar pois esta Juíza é uma das melhores…Abs!
Só o establishment pode transformar um jogador que falhou em 2 testes de doping sem quase nenhuma punição em um herói!
Agora você já tá indo pro lado da tal “teoria da conspiração”.
Assisti ontem os melhores momentos da AO 2011(DJ e Nadal, final)! Meu Deus do céu! Que nível absurdo de jogo e do Doko! Tenho saudade daquela esquerda cruzada, que era um míssel! Não posso concordar de jeito nenhum que o RF seja um mago do tênis tendo uma esquerda pífia, além do fato que nunca conseguiu derrotar Nadal em Paris! Longe disso, só passou vergonha! Nunca teria conquistado RG se não fosse o Soderling!
Essa final foi a de 2012 e foi a maior final de Grand Slams de todos os tempos.
Não foi não. As FINAIS de WIMBLEDON 1980 e 2019, não perdem pra esta. Excesso de trocação esperando o erro . Esquerda pífia com 103 ATPs , é coisa de fanático que não foi apresentado ao Backhand Simples. Rsrsrs , Abs!
Sou torcedor de Golden GOAT e achei a final de 2012 melhor que a de 2019.
Explico: em 2019 Goldvic entubou o suíço em mais uma final de Wb, porém esteve longe de sua melhor forma. O que salvou Golden foi seu desempenho fenomenal no tiebreaks, enquanto Federer deu até madeirada no Mp.
Em 2012 tínhamos duas versões absurdas de Nadal e Golden, foi um jogo espetacular de tirar o fôlego. Em 2019 Novak ainda não tinha recuperado sua melhor forma.
Vou me intrometer só por um segundo, Jonas: a final do Australian Open de 2012 foi bem chata. Os dois se arrastavam no quinto set.
Rs
Dalcim, eu acho que Djoko “deu mole” nesse jogo. Pela intensidade que vinha imprimindo, deveria ter vencido aquele quarto set.
Mas ele abriu uma brecha, Nadal acabou crescendo e tivemos um quinto set de sufoco para os dois lados, com o Djoko se arrastando. Mentalmente o sérvio foi gigante, pois o quinto set foi dificílimo pra ele, abs!
Djokovic vinha de uma semi, de praticamente mesma duração com o Murray.
Quais das finais recentes de Wimbledom tu achou melhor Dalcim?
2008 ou 2019?
(sei que Federer perdeu as duas, não é nenhuma provocação).
Entre as duas, 2008, mas a melhor mesmo foi a de 1980.
concordo que eles estavam com as tripas de fora, mestre… mas daí a dizer que foi chata?! não teve nada de legal que você achou nessa final épica? e já que estamos no assunto manda aí o seu top 5 de finais masculinas de slam, caro Dalcin
Claro que teve várias coisas de legal, mas para mim está longe da final de 2019. As cinco mais? Teria que pensar, mas como está tarde neste sábado, vou rapidamente com finais de Wimbledon de 1980, 2008 e 2019, Wilander-Lendl no US Open de 1988 e Lendl-McEnroe em Roland Garros de 1984.
Em minha opinião, a semifinal de Wimbledon de 2018 entre Nadal e Djoko foi a melhor partida de tênis que já assisti. Nível técnico incrível e muito equilibrada: 195 pontos de Djoko contra 191 de Nadal e 73 winners para cada.
Tendo a concordar por fazerem parte do Big 3, apesar de aquela partida de 2013 contra o Wawrinka no AO também ter sido um espetáculo técnico de ambos os lados. Mal dormi em 2018 esperando a conclusão do jogo no sábado de manhã.
Jogo eletrizante e a meu ver foi estranho Novak ter vencido. Ele vinha fazendo um ano terrível, tendo a pior forma da carreira. Do outro lado, havia um Nadal em grande forma, Novak arrancou essa dele.
Metralhadora de fatos.
É incomparável o tênis de Roger Federer. Ele não é o dono de todos os recordes por não ter tido o foco necessário em toda sua carreira. Ficou quase 5 anos sem técnico no circuito. Não teve o suporte adequado que lhe ajudasse a perceber a necessidade de jogar com uma raquete mais adaptada ao saibro. Com uma raquete assim poderia ter sido campeão em RG em 2004, 2005, 2006, 2007, 2010, 2011. Também teve uma carreira com enorme pressão por causa de sua relação exclusiva com o público.
A final do AO entre Nadal e Djokovic se assemelhou a uma luta entre dois pugilistas que se revezam em golpear um ao outro, tal a falta de criatividade que foi a partida, onde basicamente cada um tinha a vez de correr atrás da bola e dar um jeito de passareka por cima da rede. Eles certamente bateram o recorde de trocas de bola em uma mesma partida. E foi assim, revezando, que Djokovic ficou com a vez do ponto final, pra sorte dele.
Ronildo só você acredita em você mesmo rs.
Federer é aquele tenista que já consagrado nunca conseguiu UMA MÍSERA vitória contra Rafael Nadal em RG nem quando o espanhol ainda era um nenê?
Finalmente alguém com uma opinião sensata, como a dua para por ordem no galinheiro, Ronildo. Federer foi muito maior que o ténis burocrático e desinteressante dó Servio, que só atrai quem gosta de números e estatísticas.
Elon, números e estatísticas só ocorrem depois do final do jogo. Ninguém se interessa por eles antes.
Aqui, não sei se sabes, números e estatísticas já tiveram peso de ouro, hoje, não valem nem pó.
Agora você corroborar um comentário, classificando-lhe como sensato, para quem diz que Federer não venceu mais porque não soube lidar com a pressão que seus fãs colocou sobre si, que se o gênio percebesse a necessidade de um raquete apropriada ganharia RG por 7 vezes, também porque ficou 5 anos sem treinador, realmente é comovente.
Boa sorte.
Eu acho e pronto. O ténis do djoko é excelente (pois produz vitórias, títulos e recordes) mas é burocrático se comparado ao do Suisso. Respeito a sua opinião. Mas a minha é diferente da sua. Aliás, achei sua explicação também bastante burocrática, pois ela é eficiente e explica mas também não convence.
Bom, se ela é eficiente e explica, mas não convence, pode ser que Federer realmente não tenha se dado conta que uma raquete nova lhe daria vários RG’s.
Grande abraço.
Bom, gosto é aquela coisa, mas dizer que a final do AO 2012 foi chata… Sou fã do Djokovic, e também acho que foi superior à Wimbledon 2019. Só foi chata para quem não gosta de rallys longos. Para quem gosta, foi um deleite. O fato dos dois estarem exaustos no quinto ser não pode ser um demérito, uma vez que o set começou com 5h de jogo. Hoje os tenistas com melhor vigor físico estão exaustos com 3h (Alcaraz, o velho Nole…). A final foi sensacional, backhand do Nadal estava andando muito, Djokovic teve que sambar muito, mostrar tanto seu arsenal de golpes quanto sua cabeça e físico privilegiados para vencer.
Onde assino?
Também gosto do jogo de fundo de quadra.
Variação de golpes longe da que vimos nesta última Final Olímpica. O Sérvio nem se virava tão bem próximo a rede em 2012 . Depois melhorou até mesmo no Serviço. Realmente o fanatismo é uma praga , meu caro Rodrigo. Abs!
Nadal Deixando de jogar Wimbeldon quando estava completamente saudável e agora deixando de jogar a USO, mas jogando a Laver Cup.
Faz sentido? Sim, quando você quer dinheiro fácil.
Nadal não tem mais nível para competir com os melhores. Tentou RG porque é o local de seu reinado. Tentou as Olimpíadas porque era a sua última. E vai jogar a Laver porque é um evento mais de celebração do que de competição.
Mas claramente ele não irá se aposentar nesse ano.
E sim, o espanhol é mercenário. Lembremos do acordo com os árabes.
Exatamente. O lamentável acordo com a Arábia Saudita ainda me revolta.
Todos somos mercenários, Gustavo. Trabalhar para empresas que normalmente não tem bons históricos, para governos corruptos, demitir e deixar famílias sem renda, aceitar condições absurdas de trabalho, há mil fatores para concluir que por dinheiro a gente faz qualquer coisa. O lance é que a gente não enxerga. Nadal não é diferente.
Abs
Ah claro, trabalhar para empresas exploradoras e governos corruptos é igualzinho a se tornar embaixador de um dos regimes mais execráveis do planeta.
Só um ex., apesar de o Afeganistão não ser a Arábia Saudita, do q Os talibãs do Afeganistão aprovaram ontem, uma nova “lei da virtude”:
– As mulheres não podem cantar, falar ou recitar nada em público porque a voz de uma mulher é “algo íntimo”.
– As mulheres não podem fazer declarações públicas.
– As mulheres que viajam sozinhas não podem ser transportadas nos transportes públicos. Só podem embarcar se forem acompanhadas por um homem que tenha uma relação direta com elas.
– Os encontros entre homens e mulheres sem laços de parentesco são proibidos.
– As mulheres não podem olhar para homens com quem não tenham laços de sangue ou de casamento.
– As mulheres devem cobrir-se completamente. O seu rosto não deve ser visível. O seu vestuário não deve ser “de material fino, nem apertado, nem curto”.
– As mulheres devem cobrir-se em público, sem exceção, mesmo que só estejam presentes outras mulheres ou não muçulmanos.
No entanto, o decreto para salvar a virtude também se aplica aos homens:
– Os homens devem usar calças pelo menos à altura do joelho.
– Os homens devem usar barba, que não deve ser “demasiado curta”.
– O sexo fora do casamento e a pornografia são proibidos. Isto aplica-se igualmente a homens e mulheres.
– É proibida a produção e realização de filmes/vídeos em que se possam ver “seres vivos”.
– A não participação nas cinco orações diárias obrigatórias é uma infração punível, tal como a desobediência aos pais.
– Os conteúdos publicados pelos meios de comunicação social não devem violar a Sharia nem “desrespeitar as regras da religião”, não devem “ofender os muçulmanos” e não devem “mostrar criaturas vivas”.
Isso é o mesmo q nos comparar a mercenários??
Por favor, ne.
Um pouco mais abaixo respondo ao Neri que foi um pouco mais polido que vc. Resumindo a pergunta é: será que não fariámos o mesmo que Nadal? Somos tão “bons” assim?
ABS
Reli minha resposta e em nenhum momento fui desrespeitoso ou não-polido. Apresentei fatos.
Ah, claro Gustavo, foi polido. Por favor, né????
Desculpe, José Yoh, mas são pouquíssimas as pessoas privilegiadas e em posição de comando para terem total controle sobre a escolha de qual rumo profissional darão para suas vidas ou então em condições de escolher para quem trabalhar sem submeter-se a situações degradantes.
Eu diria que 90% das pessoas aceitam determinados trabalhos pela simples necessidade de sobrevivência ou de subsistência, para mim razão mais do que natural e que derruba por terra argumentos falsamente éticos e moralistas em qualquer sociedade em que os antigos modos de servidão foram substituidos por modernas técnicas de igual submissão e domínio agora camuflados por este eufemismo chamado ‘salário’. Note que apesar de melhorias, equivalentes a maquiagens sociais, o pobre diabo de outrora apenas trocou as senzalas pelas favelas, com a diferença que estas agora misturam negros e brancos da escória nos mesmos espaços e em condições quase tão indignas e aviltantes como se o tempo tivesse parado e não tivessem se passado 136 anos desde a abolição da escravatura.
Só para aliviar lembro da piada sobre Confúcio, que teria dito: ‘Se vires um faminto, não lhe dês arroz, ensina-o a cultivá-lo.’ Ao que um faminto teria respondido: ‘Se vires Confúcio, mande-o à merda’. Já escutei o ronco da minha própria fome e posso garantir que ele é aterrorizante e nem por isso sinto que me tornei um mercenário nessa acepção exata dada por você.
Muito boa Neri.
Essa história de ensinar a pescar e não dar-lhe o peixe, funciona apenas em quem não está com fome.
Mate-lhe a fome e depois instrua-o a pescar. Isso sim, funciona.
Quase toda discussão do blog é baseada no bem e no mal, e nunca achei que existissem pessoas boas ou más (nem o sérvio), mas determinadas atitudes boas ou más – na verdade, condenáveis pela sociedade. Nadal tomou uma dessas atitudes “más”, e não defendo ele.
Independente de ser por necessidade ou não, por vezes tomamos atitudes “más”. Não justifica plenamente os erros ser por necessidade.
Um desafortunado não teria tomado a mesma atitude do Nadal? Ou somos todos “bons” e nunca faríamos coisa parecida? Atire a primeira pedra…
Abs
Esse é o problema tirar o tenista da quadra pra opinar, daí me vejo obrigado a dar razão ao Valmir, vira conversa de boteco.
Como seria bom falar de tênis no blog de tênis.
Quase tudo aqui é conversa de boteco, Marcelo. Até as opiniões técnicas são puro achismo, já que muitos sequer jogam tênis. Falo isso faz tempo.
Abs
Esse é o problema, achar tanta coisa sobre o extra quadra.
José Yoh,
O fato é que os fãs da dupla fedal é que discutem questões extra quadra. Falam de bom mocismo e outras bobagens. O ideal é discutir o tênis e os feitos dos tenistas em quadra. No entanto, quando apontamos algumas contradições como, por exemplo, Nadal ser embaixador do tênis na Árabia Saudita, aí indagam: será que não faríamos o mesmo? Ser embaixador de um ditadura terrível parece ser mais aceitável do que Djoko quebrar raquete em quadra. No entanto, Alcaraz pode quebrar raquetes. Enfim, haja hipo…
Exato.
Fedaletes adoram apontar o dedo na cara de Djokovic por seu temperamento e caráter.
Mas esquecem Nadal e Federer também são humanos e também de santos não têm nada.
Marcelo e Paulo,
Sobre Nadal, eu não o defendi, pelo contrário. Só respondam por favor se não fariam o mesmo.
Sobre o tênis jogado, costumo escrever bastante. Só evito entrar nessa de GOAT porque não há mais o que discutir, tudo já foi falado – repetidamente – e já admiti a superioridade do sérvio.
Aliás, há assunto mais extra-quadra do que o GOAT? É praticamente só sobre isso que é discutido aqui.
E se o extra-quadra não deve ser falado, por que quando falo algo sobre as atitudes do sérvio vem dez comentários no mesmo dia e quando falo algo técnico ninguém responde?
Abs
Eu não aceitaria se fosse bilionário igual a Nadal. De qualquer forma, não estou criticando ele. O que critico são os torcedores que detonam Djoko por quebra de raquetes e passam pano para o espanhol.
Não meu caro, todos não.
Bem menos!
Rezo que sim, prezado Fabriciano. Há esperança!
É que eu acho que os que ainda não são corrompidos pelo dinheiro, serão se começarem a ver o gosto dele. Sou meio desiludido com o mundo.
Abs
Infelizmente para mim, no seu caso de desilusão com o mundo.
Todos, desde criança sentem o gosto do dinheiro.
Mas, reafirmo categoricamente, todos não…
“mercenário
adjetivo
1. que age ou trabalha apenas por interesse financeiro, por dinheiro ou algo que represente vantagens materiais; interesseiro, venal.”
Desculpe, Yoh, mas mercenário é bem diferente de quem precisa trabalhar para sobreviver.
Bia na final 6/2 no terceiro set. Jogo na final contra kessler.jogo encardido
Na hora de tirar um 10 rs . A ATP e WTA também passaram os FINALS para os Árabes, todos são mercenários. Nadal estava inscrito há muito no USOPEN e na LAVER CUP . Largou o primeiro depois do baixo nível de competitividade no Saibro. Incrível se falar em dinheiro nesta decisão acertadissima, caro Ricardo. Abs!
Claro, o Nadal joga por amor…
Em relação ao Sinner, eu confesso que não compreendo a perda dos pontos e da premiação, uma vez que ELE FOI CONSIDERADO INOCENTE.
“… um tribunal independente decidiu que o italiano NÃO TEVE CULPA ou NEGLIGÊNCIA no ocorrido. Por conta da BAIXÍSSIMA CONCENTRAÇÃO da substância em seu organismo, o tenista pôde continuar jogando…”
Não faz sentido, para mim, a retirada dos pontos e da premiação.
Depois do ocorrido, Sinner seguiu jogando em altíssimo nível. Isso me faz crer ainda mais que ele não se valeu de nenhuma substância proibida para melhorar seu desempenho.
A injustiça que já cometeram com outros tenistas não me parece uma justifica razoável para fazerem o mesmo com o italiano.
Em relação ao USOPEN, muito feliz aqui com o fato do Diego Schwartzman ter furado o quali. E tem gente que não vê o quanto esse cara é bom. Um dos pouquíssimos tenistas de pequena estatura que consegue jogar em alto nível.
Eu sempre torci muito pelo Dieguito.
Sempre admirei e tentei estudar Schwartzman por causa da estatura dele. Muitas vezes a gente se baseia em exemplos de atletas que fisicamente são muito diferentes da gente, impossível fazer igual.
Abs
Kirmayr era baixo e chegou a semifinal de Forest Hill.acho que contra eddie dibbs que também era baixo…pode esclarecer dalcim?
Sim, os dois na casa de 1,70m.
O assunto dopping do Sinner voltando à discussão, de minha parte não quero condenar a decisão mas ao mesmo tempo caracteriza a injustiça feita à Shalep e Sharapova
Quer ver uma diferença clara no tratamento?
Jannik Sinner vs Stefano Battaglino
Mesma substância ilegal, mesma dosagem muito baixa daquela substância encontrada no sistema, mesma história de massagem de contaminação não intencional, veredicto diferente
Sem suspensão vs 4 anos
Desiste , Gustavo. Um erro não justifica outro. JANNIK SINNER vai jogar o USOPEN e o público o recepcionou da melhor maneira possível. Boas chances de vê-lo na FINAL contra ” goat” …rs. Abs!
Desiste do q?? De mostrar a diferença de tratamento?
Vc não desiste de me encher o saco e eu tenho de desistir de mostrar a falta de padrão?
Serginho, já te falei, pule meus comentários.
É que a resposta ao seu exdruxulo comentário sumiu . Gustavinho, este outro ITALIANO Battaglino , não conseguiu no Tribunal Independente comprovar o mínimo , de onde veio a substância. Daí sua pena ter sido mantida . Tua comparação com caso SINNER não procede. Virou obsessão da Tua parte , uma penalização ao jovem Italiano , mas já deu amiguinho. Estás muito nervosinho…rs. Abs!
Obsessão igual a tua comigo e com o Luiz Fernando, Luis Fabriciano, Paulo F., Paulo Almeida, Jonas e Felipe???
Kkkk
Obsessão com marmanjo, Gustavinho ? . Alguns aí muito mais antigos neste fórum de debates. Fizeram aos poucos a Turminha da Kombi. Normalmente postam as mesmas coisas. E’ que não dá pra responder para TODOS ao mesmo tempo… Rsrsrs, Abs!
A reportagem é do dia 03/11/2023 aqui mesmo de TênisBrasil. O ITALIANO Stefano Battaglino NÃO conseguiu mostrar no Tribunal Independente, nem a origem da substância ilegal. Como comparar com o caso SINNER, caríssimo,” ESPECIALISTA” ???????. Abs !
Dalcim
O Fonseca está garantido para o “Next Gen”? Se não, o que falta?
Ele precisa terminar entre os sete primeiros. Por enquanto, está em sexto, mas não acredito que o Fils jogue.
Sinner demite seu time porque foi pego de surpresa. Ele sabia desse “doping acidental” há 5 meses. Por que demiti-los só agora?
Hummmm
O questionamento é muito interessante. Vejamos o que se poderia analisar dessa atitude…
Por um lado, se os demitisse logo de cara, antes de ser inocentado poderia haver dúvida sobre sua inocência ou conhecimento dos fatos que o fizeram falhar no anti dopping…
Fazendo agora, após a conclusão da investigação que o considerou inocente, fica realmente parecendo que tudo correu conforme o previsto, não é mesmo?!? Ou seja, tita de cena os “culpados” por seu problema com a falha no teste…
Agora, se falhou 2 vezes, era de se esperar agir com maior prontidão nessa dispensa, não acha, Gustavo?!?
O raciocínio é esse mesmo :)