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Ainda é tempo de reverenciar Murray


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Com o justificável atraso, provocado pela efervescência dos Jogos Olímpicos, é obrigação dar o devido adeus a um dos maiores de todos os tempos. Não, Andy Murray não bateu recordes de títulos, nem de ranking, ficou sempre como a quarta perna do chamado Big 4, porém ainda assim sua importância na história do tênis não pode ser relativizada.

O escocês foi um daqueles que fez diferença. Primeiro com sua competitividade assombrosa e a luta ferrenha que travou contra os três maiores gênios do tênis profissional, contra os quais obteve triunfos do peso inquestionável e conseguiu chegar e permanecer por 41 semanas como o número 1.

Mas não devemos medir Andy apenas por seus troféus e façanhas em quadra. Bom moço, amigo de todos, brincalhão com a mordacidade típica dos britânicos, carismático, ousado e sincero, também foi um defensor dos direitos femininos no esporte, o que o elevou a um patamar muito especial. Quem não se lembra do susto que deu ao anunciar Amélie Mauresmo como sua treinadora, em substituição a Ivan Lendl? Também se engajou na luta pelos direitos gays e aos movimentos antirracistas nos EUA. Nunca se calou diante da vida real.

A parte familiar foi um pequeno drama  para o garoto Andrew Barron Murray, que viu os pais se separarem aos 10 anos. Enquanto ele e o irmão Jamie moravam com o pai, ambos treinavam com a mãe Judy, que teria papel relevante em toda sua trajetória. Após recusar convite para treinar futebol em um time da cidade, decidiu morar e treinar 18 meses na Espanha, o que custou duros 50 mil dólares.

Valeu a aposta. Aos 19 anos, chegou na primeira final de Grand Slam em Nova York e virou 10 do ranking. Sua ascensão também gerou cobrança e esse talvez tenha sido o outro desafio de sua carreira. Atingiu o número 2 e fez duas decisões seguidas no Australian Open, o que só aumentou a pressão por um Wimbledon. Após três semis seguidas em casa, onde todo mundo só mirava o título e o fim do jejum britânico, foi à decisão em 2012 e perdeu. Lágrimas e frustração de um tenista que nunca escondia suas emoções.

Mas ele deu a volta por cima. E rapidamente. Três semanas depois se vingou de Roger Federer e ganhou na mesma Central o ouro olímpico e isso parece enfim ter mudado o rumo de sua carreira e da confiança. Pouco depois, derrotou Novak Djokovic no US Open para enfim atingir o esperado Slam. Era apenas uma questão de tempo para se coroar em Wimbledon e fez isso em 2013, num dos momentos mais notáveis e inesquecíveis do tênis profissional.

As lesões no entanto já eram um drama. Murray nasceu com um problema na patela, em que os dois ossos do joelho se mantiveram separados ao invés de juntos. algo que só foi descoberto quando ele tinha 16 anos e já sofria com dores e abandonos. A crônica questão no quadril havia se manifestado em Roma, em 2012, e no final da temporada seguinte operou a região pela primeira vez.

Determinado e exigente consigo mesmo, ele continuou firme nos treinos e nas conquistas, até viver em 2016 seu grande momento. Faturou no saibro de Roma, fez final em Roland Garros, voltou com Lendl e chegou ao bi de Wimbledon. Cheio de empolgação, virou o único bicampeão olímpico do tênis em campanha duríssima no Rio e iniciou a caça ao número 1, que completaria seu currículo simultaneamente com o título do Finals, dentro de Londres e em cima de Djokovic. Tornava-se assim o único tenista a ter vencido Masters, Slam, Olimpíadas e Finals numa única temporada, o que é talvez seu maior feito nos livro dos recordes.

Daí em diante todo mundo conhece seu calvário com a lesão progressiva no quadril, que se agravou após grande esforço para atingir as quartas de Wimbledon, em que defendia o título. Disputou apenas dois Slam dos oito seguintes e nesse período só venceu uma dessas partidas. Em janeiro de 2019, na Austrália, confessou que não conseguia mais conviver com tantas dores. Mas, aconselhado por Bob Bryan, fez nova cirurgia, agora para colocar uma prótese de cobalto cromado, o que acabou com o sofrimento e lhe deu sobrevida nas quadras. Aproveitou as eternas sessões de fisioterapia – quem não viu o documentário Resurfacing, faça-o – para enfim receber a comenda máxima do Reino Unido e, já como Sir Murray, foi a Buckingham encontrar o Príncipe Charles.

O sucesso da cirurgia permitiu a ele voltar a competir ainda em junho de 2019, um verdadeiro milagre. Ganhou o ATP da Antuérpia em cima de Stan Wawrinka em outubro, dando a sensação de que iria recuperar o alto nível, mas nunca realmente conseguiu isso. Bateu um único top 10 até fazer outra final, em Sydney de 2022. Talvez a maior semana tenha sido na grama de Stuttgart desse mesmo ano, onde tirou Stefanos Tsitsipas e Nick Kyrgios antes de perder para Matteo Berrettini.

Viveu outra esperança em Doha do ano passado, superando Alexander Zverev e caindo na final para Daniil Medevedev. Ele, que havia suado para voltar ao top 100 em fevereiro de 2022, jamais sequer voltou a ser um dos 30 primeiros, especialmente porque não conseguia mudar para um estilo mais agressivo e de jogadas curtas, apropriadas para a idade e o físico. Por fim, num 2024 de apenas seis vitórias em 18 jogos de ATP e o desânimo de sequer disputar Wimbledon, veio a aposentadoria definitiva.

Tenista de excepcionais recursos técnicos, tendo o backhand como golpe mais expressivo e dono do lob mais eficiente que eu vi no circuito, Murray encerrou sua trajetória com 29 vitórias em 85 jogos feitos contra Djokovic, Federer e Nadal. Ganhou 739 de seus 1.001 jogos de simples, com 46 títulos, sendo três Slam e 14 Masters, além do Finals. Derrotou 105 adversários do top 10, incluindo 12 delas em cima do número 1 vigente.

Casado desde 2014 com Kim, filha de um de seus treinadores Nigel Sears, com quem começou a namorar ainda em 2005, o sempre espirituoso Andy irá agora se dedicar à considerável família de três filhas e um garoto, residindo em Leatherhead, 25 km ao Sul de Londres. Pelo amor incomensurável que tem pelo tênis, não se assustem se ele voltar logo para o circuito, como treinador de uma potencial promessa… feminina. Ele tem muito a ensinar. E nós, a agradecer.

Desafio olímpico

Welton Muller foi o vencedor do Desafio Olímpico, tendo acertado o placar geral em sets dos três jogos sugeridos. Em segundo e terceiro, ficaram Flávio Vieira Barroso e Eduardo Bosse, que acertaram os 2 a 0 das finais pelo ouro e erraram apenas um set no bronze, que era o critério de desempate. Os três têm direito à camiseta TenisBrasil 25 Anos e devem enviar seus dados de correspondência aqui ou no email [email protected]. Quem sabe, no US Open surja mais uma oportunidade de desafio.

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Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

As acirradas competições em Paris me fizeram lembrar a frase do ex-tenista John McEnroe:
-Não importa ganhar ou perder. Até você perder.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Você acorda sendo o Djoko, qual a primeira coisa que você faz?

Transferia metade da fortuna para a minha conta pessoal, me aposento e vou curtir a vida

Kkkk

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Você acorda sendo o LeBron James, qual a primeira coisa que você faz?

Transferia metade da fortuna para a minha conta pessoal, me aposento e vou curtir a vida

Kkkk

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

10% seria mais do q suficiente kkkk

Gustavo M.
Gustavo M.
1 ano atrás

Dalcim, impecável a homenagem a este gigante do tênis que já deixa muita saudade.

Eu, humildemente, incluiria a campanha quase solitária em que levantou a “Ensaladera” integrando o time britânico, antes de atingir o auge mencionado no ano seguinte.

Também foi histórico e representa mais um grande feito de seu currículo, assim como os big3.

Um abraço!

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
1 ano atrás

Luis Fabriciano, tens toda a razão de me criticar por ter previsto uma aposentadoria precoce do Djokovic; é porque havia ficado muito frustrado com uma derrota dele; mas como se diz: quem se apressa come cru. Agora estou bastante feliz e vamos lá.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Oswaldo Euclydes Aranha

Valeu Aranha, sei que foi só da boca, ou do teclado, para fora.
Rssss

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás

Fãs se revoltam com presença do sasha no rio open

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás

Se imaginarmos todos os tenistas da história do tênis, tendo como parâmetro apenas a habilidade e a parte técnica dos golpes, e formarmos uma pirâmide mental, no topo estaria Rod Laver e Roger Federer. Logo após o degrau abaixo iria de Andy Murray, Novak Djokovic, Rafael Nadal, Pete Sampras e Biorg Borg. A seguir viriam todos os grandes campeões de slan como Ivan Lendel, Jimmy Connors, Boris Becker, Gustavo Kuerten etc, etc.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

Viste Rod Laver jogando onde, nobre Ronildo?

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Somente no YouTube. Mas sua técnica e habilidade transcendeu a tela.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

Imaginei que fosse lá mesmo, mas, pela qualidade e duração dos vídeos, creio não ser possível ter essa convicção toda, mas, você é quem decide…

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Na verdade Laver sempre foi considerado o melhor antes da chegada de Federer.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

Pois é, baseado quase que exclusivamente em seus 2 GS realizados, pois, ver mesmo, quase ninguém viu.
Mas nessa época números importavam.
E provam, mais que nunca, que vence mais quem melhor joga.

Rafael
Rafael
1 ano atrás

No Firefox, além do gmail estar dando problemas, postar aqui está dando que não foi possíveel validar o recaptcha. Vim pro chrome e tudo certo. Após mais de 15 anos, acho que terei de abandonar o Firefox, que aprendi a amar no lugar do velho Internet Explorer graças a um antigo amor que atende por Denise.

Vida que segue.

Perdoe-me, meu anjo. Sempre te amarei.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

JANNIK SINNER está próximo de completar 23 anos . Mas parece ter sentido mais a pressão do N 1 do que Carlitos aos 20 . Em situações difíceis em jogos , sempre faz menção de dores em algum lugar do corpo. Espero estar enganado até porque seu Staff e’ excelente. Dito isso, Tourinho Assassino já está a menos de 500 pontos no Ranking de Entradas do jovem Italiano. Não seria grande surpresa imaginar Carlos Alcaraz , terminando a segunda Temporada como N 1 , com tenros 21 aninhos. A conferir. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Correção : Alcaraz 500 pontos atrás no Ranking da Temporada ou Race to Turin 2024. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O primeiro year-end foi fake, graças ao impedimento do GOAT dos esportes em vários torneios. E não são 21 aninhos, são 21 anões. Nem o Nadal era feto com 21, piada pura.

A conferir, abs!

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Alcaraz não tem culpa do Cotonete ter teimado em não se vacinar. Foi fake não.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ora , ora, quem diria. O rei do ridículo ” feto” voltando atrás kkkk. Jamais existiu “feto” algum depois de Borg , Becker, Chang , Hewitt e do fenômeno Carlitos. Principalmente este após vencer SLAM em TODOS os pisos aos tenros 21 . É melhor que TODO o Big 3 na mesma idade . A conferir. Rsrsrsrsrs, Abs ! Ps . Djokovic mesmo perdendo 8 Torneios consecutivos, e vencendo onde não marca pontos , se mantém graças as lesões dos garotos. Fugiu de Cincy mas será pego no USOPEN…rs. Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Feto é só até 19 ou 20,5 forçando um pouco. 21 e 22 aninhos como tu falas é hilário, rsrs. Nadal demorou pra ficar bom no hard, mas não pela idade e sim dificuldades com o piso.

Não, Djoko se mantém porque fez semi do AO, semi de MC, quartas de RG e final de WB. Mesmo sem contar pontos, a medalha de OURO vale mais do que tudo isso aí, inclusive do que o pratão dos 94 winners, rsrs.

Não fugiu, está lesionado e comemorando ainda. No USO passará o rodo novamente.

A conferir, rsrs, abs!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Incrível essa revelação na TV do problema de depressão do Rublev, o que explica, em parte, algumas das suas atitudes em quadra no passado. Inclusive estranhei sua risada quando uma bola sua q bateu na rede saiu por pouco, antes ele daria um chilique. Tomara q de fato esteja melhor, mas precisa se cuidar muito, esse é um problema redicivante e em um cara jovem muito mais preocupante…

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Ele disse que Marat Safin lhe concedeu grande ajuda na tentativa de superação desse processo.
Que bom para os dois.

Felipe
Felipe
1 ano atrás

Um país ganha 1 medalha de Ouro e mais nada na Olimpíada toda

Outro país ganha 7 Pratas, 8 Bronzes e nenhuma de Ouro

Quem foi melhor?
Pra quem vc se sentiria mais feliz?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Fácil.
Se o país fosse a nação do meu atleta favorito, como o ouro para a Sérvia no tênis, esse seria meu motivo de felicidade.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás

João Fonseca perdeu para o Harris 6/3 no terceiro set

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás

Não é nem Simone biles nem usain bolt nem michael phelps. Se possível moderação junta todas essas informações

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás

Não sei o nome do atleta cubano.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás

Como estamos ainda em clima olímpico o goat e um lutador de luta Greco romana que ganhou 5 medalhas de ouro olímpicas em 5 olimpíadas seguidas. Atleta cubano.ganhou a quinta agora em Paris 2024

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

E nem nole

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcim,

É wrestlin greco-romano.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

“Djokovic só venceu porque Federer ficou velho demais”

“Djokovic só venceu porque Nadal se machucou muito”

Mas pessoal, o que acontece quando Djokovic envelhece… ou se machuca?

Djokovic ainda vence

Heheheh

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Não. Nole vence Roger pois não tem mais joelho.se tivesse jogava até os 45/46 anos.nadal não tem mais condições físicas.djoko com 37 anos está em uma forma física espetacular

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Leia de novo o que eu escrevi.

Rafael
Rafael
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Não, Ando. Até os 65, pelo menos, profissionalmente e em simples. 46 é muito jovem.

Meu Deus.

Marcelo Costa
Marcelo Costa
1 ano atrás
Responder para  João Sawao ando

Federer contra essa nova forma de jogar não teria chance o único que é capaz de sustentar a velocidade do jogo de hoje é o sérvio.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás

Thiago Monteiro não joga o qualy de cincinatti

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
1 ano atrás

Dalcim, sempre eficiente e justo fez uma homenagem merecida ao Murray. Sabemos que a Escócia foi por muito tempo explorada pela Inglaterra e Murray externou isso uma vez dando uma declaração: quando eu ganho sou britânico e quando perco sou escocês! Estive um pouco ausente, curtindo a vitória do Djokovic nas Olimpíadas, mas agora de volta. Um abraço ao Dalcim e aos colegas amistosos de blog

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  Oswaldo Euclydes Aranha

Sim

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Oswaldo Euclydes Aranha

Ei Aranha, bom estar de volta.
Só espero que não queiras mais aposentar Djokovic antes da hora, certo?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás

Que tristeza essa lesão recorrente do Sinner no quadril, único capaz de frear Alcaraz quando Djokovic se aposentar, pelo menos até surgir outro à altura.

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás

Incrível Anisimova ter vencido Sabalenka. O segredo para a vitória deve ter sido demonstrar extrema animosidade para com a bolinha.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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