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Paris (França) – Recordista em diversas marcas na história do tênis, Novak Djokovic comemorou uma conquista inédita neste domingo. O sérvio conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris e chegou ao tão sonhado Golden Slam em sua quinta participação olímpica. Djokovic superou neste domingo o espanhol Carlos Alcaraz por 7/6 (7-4) e 7/6 (7-2) em 2h50 de partida. O resultado também foi uma revanche para ele, que havia perdido para Alcaraz na final de Wimbledon há três semanas. Além disso, ele volta a liderar o histórico de confrontos contra o espanhol, agora com 4 a 3.
Djokovic se junta a outros cinco tenistas que conseguiram o Golden Slam, Steffi Graf, Andre Agassi, Rafael Nadal e Serena Williams. Desse quinteto, Graf foi a única a conseguir ganhar os quatro torneios do Grand Slam e mais o ouro olímpico numa mesma temporada, em 1988. Aos 37 anos, o sérvio divide com Margaret Court o recorde de títulos de Slam entre homens e mulheres, com 24 conquistas. O atual número 2 do mundo é também o tenista com maior número de semanas na liderança do ranking, 428 no total.
A conquista olímpica na quadra Philippe Chatrier, mesmo palco de Roland Garros, foi também a primeira do sérvio na temporada. Ele chega ao 99º título no circuito profissional, com 41 vice-campeonatos. E as duas medalhas olímpicas que a Sérvia tem no tênis foram com Djokovic. Ele foi medalhista de bronze nos Jogos de Pequim em 2008. Assim como ocorreu nas duas últimas edições dos Jogos, no Rio de Janeiro e em Tóquio, o torneio em Paris não dá pontos no ranking da ATP.
Novak’s Golden Moment 🥇🏆#Paris2024 #Olympics #Tennis pic.twitter.com/eyr1mrUTqM
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Djokovic não perdeu sets no torneio olímpico
Com o recém operado joelho direito, que o fez se retirar de Roland Garros antes de disputar as quartas, Djokovic não perdeu sets no torneio olímpico. Ele estreou com um jogo bem tranquilo contra o australiano Matthew Ebden. E na segunda rodada, duelou pela 60ª vez contra seu maior rival da carreira, Rafael Nadal. O sérvio também derrotou o alemão Dominik Koepfer nas oitavas, o grego Stefanos Tsitsipas nas quartas o italiano Lorenzo Musetti na semifinal.
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Alcaraz, de 21 anos, foi o mais jovem finalista desde a volta do tênis ao programa olímpico nos Jogos de Seul em 1988. Sua medalha de prata foi a 15ª do tênis espanhol nas Olimpíadas. Mais cedo, o país também comemorou o bronze nas duplas femininas, com Cristina Bucsa e Sara Sorribes, que venceram as tchecas Karolina Muchova e Linda Noskova por duplo 6/2. O atual número 3 do mundo e vencedor de Roland Garros e Wimbledon na atual temporada fez sua primeira aparição nos Jogos.
NÃO FALTA MAIS NADA! Novak Djokovic é MEDALHA DE OURO! 🥇🎾🥇🎾🥇🎾🥇🎾 #OlimpíadasNoGe #Paris2024 #JogosOlímpicos pic.twitter.com/lUXWGeuQOl
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Primeiro set sem quebras e tiebreak impecável do sérvio
O primeiro set da final olímpica teve 1h33 de duração e nenhuma quebra de serviço. Alcaraz perdeu oito break-points, três a mais que o sérvio, antes do tiebreak. Mas o espanhol teve que escapar de algumas chances de quebra ainda no começo da partida, salvando um deles com uma curtinha muito bem executada. Quando o placar estava empatado por 2/2, Djokovic teve o serviço ameaçado pela primeira vez, mas se salvou com uma sequência de bons saques e até mesmo arriscando saque e voleio no saibro.
O sérvio também encarou um longo game de saque com 14 minutos de duração no 4/4 e salvou mais cinco break-points. Depois disso ganhou confiança para não ter mais o serviço ameaçado até o fim do set. Já com 6/5 no placar, chegou ao set-point depois de um voleio errado pelo espanhol, mas Alcaraz conseguiu se salvar com um winner de forehand. A definição ficou para o tiebreak, em que Djokovic foi impecável no saque e conseguiu um importante winner de devolução para fazer 4-3 e abrir uma vantagem mínima. E um lance notável na rede definiu a parcial.
Depois de 1 hora e 33 minutos, venceu a experiência! 🥵 Djokovic larga na frente na final do Tênis masculino contra o Alcaraz, 1-0 para o sérvio! 🇷🇸🎾#OlimpíadasNaCazéTV #JogosOlimpicos #Tênis pic.twitter.com/ChapvVlufG
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Equilíbrio também na segunda parcial
Assim como aconteceu na parcial anterior, o segundo set também foi inteiramente sem quebras. Mas enquanto Djokovic não enfrentou break-points e cedeu apenas seis pontos em seus games de serviço até o tiebreak, Alcaraz passava a enfrentar games longos no saque com cada vez mais frequência. O espanhol escapou de uma quebra que poderia ser decisiva logo no começo da parcial.
O público nas arquibancadas da Chatrier era bem dividido. Os muitos fãs de Djokovic empurravam o ídolo, enquanto a torcida espanhola entoava os cantos de “Sí, se puede”, buscando a virada. A definição ficou para um novo tiebreak, em que o sérvio começou com uma impecável consistência defensiva para vencer dois pontos importantes no saque de Alcaraz. Na virada de lado, ele tinha 4-2. E com o espanhol cada vez mais tenso e cometendo erros, Djokovic aproveitou a chance, definiu o jogo com um winner na paralela e desabou na quadra central de Roland Garros, bastante emocionado, depois de conquistar todos os títulos possíveis nos grandes torneios do tênis.
A partida não teve nenhuma quebra de serviço, apesar dos 14 break-points disputados, oito no saque do sérvio e seis no do espanhol. Alcaraz liderou a estatística de winners por 41 a 25 e cometeu 33 erros não-forçados contra 33 de Djokovic.












Corrigindo CazéTV.
Boa noite! Gosto de ler o que vocês escrevem! Sou fã de Nole. Ainda emocionada com o jogo. Uma informação: no YouTube a CaséTV colocou o jogo na íntegra . Os comentários do Thiago Monteiro incríveis! Em um momento Thiago diz se referindo a Nole: ” admiro muito esse cara”. Amei. Deixou o pessoal da CaséTV…calados. Amei. Quem não assistiu… vai lá. Eu vi todo o jogo outra vez. Abraço para todos os Nolistas .
É, e ele conseguiu, nada mais justo, o melhor do mundo não poderia ficar sem essa honra olímpica.
Acabou fazendo igual outro gênio.
Messi também deixou para o último ato .
Dois gênios até nisso se comparam.
Parabéns ao melhor jogador de tênis de todos os tempos.
Sabem o que tornou ainda mais triste o domingo dos antinolistas? Como a batalha épica só foi decidida em dois tiebreaks, toda as forças contrárias foram obrigadas a torcer até quando o sérvio, soberano e sobrando em quadra, executasse o último golpe do jogo e acabasse com qualquer esperança de um terceiro e decisivo set. Touché!
Not too bad kkkkkk
O vovô sérvio deu uma surra no menino da creche!!!!!
Para raiva e inveja de todos aqueles que o queriam aposentado ainda ostentando o posto de número 2 (a condição de número 1 perdeu aí mesmo dois meses atrás quando se lesionou), o ‘velhinho’ colecionador de títulos e de recordes continua a fazer história!
Quanta pobreza de legado para o tênis e esportes mundiais este sérvio irá deixar… Numa arena de terra batida muito semelhante às praças de tourada espanholas, nas duas últimas semanas, qual um El Cordobés, derrubou um touro mais maduro, mas já bastante combalido após tantas pelejas, e um bem mais jovem, que não se cansa de exibir seu virtuosismo e saúde exuberantes. Touché!
Quando será o momento ideal para a aposentadoria certamente só o ‘velhinho’ saberá dizer. Após o tão sonhado ouro olímpico, por enquanto, como todos bem sabem, falta pelo menos um recorde relevante. Que ninguém duvide. Eita criança determinada e sonhadora aquela nascida no meio da guerra étnica dos Bálcãs há 37 anos e 74 dias!
Como curto torcer por este cara. Novak Djokovic – The Goat.
E fico imaginando como deve ser difícil torcer contra ele kkkkk
E o pior para os haters dele hein, não vai parar por aí não. Acho que vai buscar todos records do Tenis. Tipo aqueles do Connors rs. A conferir. Idemo!
Na boa hein galera, a discussão sobre Goat já estava superada, agora então…….
Parabéns Nole! Sensacional!
Que parruda essa medalha hein?! Sem perder sets e com Nadal (moribundo) e Alcaraz (voando) pelo caminho. Celoko! Adje!
Hj não só se encerrou a discussão do GOAT como tb encerrou a falácia de Big3. Novaking Goatvic é definitivamente superior a dupla Fedal e está no topo sozinho! E o beiçola Alcaraz vai ter que comer muito arroz com feijão ainda (24×4 e 4×3). O choro é livre. Qual vai ser a desculpa dos antis agora? Abraço!
Fantástico, GOAT Djokovic!
Mereceu vencer, jogou e correu muito, mas é o maior cara de pau catimbeiro da historia do tenis. Aquela joelheira cinza é so um enfeite pra distrair o adversario, Se estivesse perdendo o jogo, certeza que iria chamar o atendimento medico pra esfriar o adversario.. kkkkkkkkkk
Vixe Maria!
Alcaraz, Lorenzo Musetti, Rafael Nadal, Stefanos Tsitsipas, Jannik Sinner, Usain Bolt, Muhamed Ali, dirigentes do COI, todos meninos bobos criados com as vós, bebês ingênuos.
Somente o sábio Rafael Luis é o cara, que percebeu que um joelheira cinza estava ali só para enganar os bobinhos.
Ele só disputou a olimpíada para atrapalhar a chave do Alcaraz, é plausível.
Novak Djokovic é o maior jogador de tênis de todos os tempos. Os números não mentem.
E claro,rir das passadas de recibo das federetes que estão cada vez mais fanfarronas
Kkkkk kkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkk
Rir de felicidade por mais uma conquista de Novak Djokovic
Kkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkk
Hj eu só quero rir
Kkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkk
Kkkkkkkkkkkk
Agora, sim, eu não tenho mais argumentos contra a grandeza de Djokovic. Um título olímpico (podia até ser em duplas mistas) é o que faltava pra ele se tornar um dos 5 maiores esportistas da história.
Agora, o maior tenista e o maior atleta entre os 3 maiores é o Djokovic, enquanto ainda considero o Federer o mais importante por ter colocado o tênis num nível estratosférico de popularidade (e por ser um gigante em termos de títulos).
Infelizmente o Nadal vai terminar a carreira sem um Finals, mas isso não diminuirá o tamanho absurdo que foi a carreira dele. É definitivamente outro gigante.
Mas realmente agora não há discussão. Resumindo, ficou assim:
– Djokovic é o maior tenista e o maior atleta, campeão de tudo e com os principais recordes;
– Federer é o tenista mais importante para o mundo do tênis e um campeão de tudo com a carreira completa;
– Nadal é um superatleta, um supercampeão e vai finalizar a carreira como um dos maiores do tênis e o maior/melhor saibrista da história.
Que coisa boa foi acompanhar os últimos 20 anos de tênis!
Comentário bastante lúcido, Kauê. Mas, discordo apenas da parte em que afirma que o suíço ganhou tudo. Faltaram títulos em dois Masters 1.000 no saibro e faltou o ouro olímpico. Mesmo assim, não se pode diminuir sua importância para o esporte. Abs
Valeu, William! Ah, sim… eu não contabilizo os Masters nessa conta porque, apesar de serem muito relevantes, são bem menos importantes que os Grand Slams, o Finals, liderar a equipe na Davis (antiga) e ser campeão olímpico.
Claro que os números de títulos dos três nos M1000 são assombrosos e quase todo mundo considera ter os Masters uma conquista mais importante do que outras, mas eu deixo os Masters em segundo plano. Acho, por exemplo, que o Federer teve uma carreira mais completa do que o Nadal porque, apesar de não ter esses dois Masters, tem o Finals que o Nadal não tem. O Agassi também teve a carreira completa, mesmo tendo beeeem menos conquistas. É menor que o Nadal, mas teve a carreira mais completa nos meus critérios.
Quanto ao ouro olímpico, considero a conquista em duplas válida para preencher a carreira de um tenista. Representar o seu país com um ouro olímpico – em qualquer modalidade – é muito importante e a entrevista do Djokovic hoje prova isso. Eu ainda consideraria a carreira dele completa se tivesse conquistado o ouro nas duplas mistas em vez de em simples.
Essa é só a minha opinião, claro, e entendo que a maioria pense diferente de mim e considere os Masters e o ouro em simples mais importantes do que eu na definição dos maiores tenistas e atletas de todos os tempos.
Ele vai desistir um dia antes das olimpíadas para atrapalhar a chave do Alcaraz, será beneficiado pelo sorteio, caso jogue não vai passar pelo Hurkacz. E tudo isso é plausível, rs.
Se eu fosse ele corria atrás dos 109 títulos do Jimmy Connors se não vai ficar sem motivação.
PLAUSÍVEL seu comentário.
Rssss