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Paris vai assistir nesta segunda-feira um Djokovic-Nadal muito diferente. A começar, é claro, por uma disputa no sagrado saibro da Chatrier em melhor de três sets e incluindo o fato inédito em 18 anos de ser uma mera luta por oitavas de final.
Mas acima de tudo é um momento atípico para os dois supercampeões. O ‘rei do saibro’ está tão longe de seus melhores dias que entra como um verdadeiro azarão. Faltam-lhe saque e pernas mais velozes acima de tudo. Não fosse Rafa o maior competidor da história do tênis, sua entrada em quadra pareceria uma formalidade.
Nole reforça o antagonismo por ter dado um salto em qualidade em Wimbledon, onde mostrou um jogo mais decente, ainda que sua trajetória em 2024 permaneça um arremedo de seu ano anterior. Está sem títulos há oito meses e a grama salvou seu prestígio um tanto abalado.
Ninguém no entanto espere um 60º duelo sem emoção. Nadal nunca pode ser menosprezado no seu habitat natural e Djoko sabe tanto disso que treinou com Thiago Monteiro neste domingo muitas horas antes de o espanhol entrar em quadra para vencer um jogo duro diante de Marton Fucsovics. Há respeito na mesma proporção da ansiedade e dos receios.
Rafa provavelmente não se considera um postulante a novo ouro de simples, mas imagino a satisfação que vislumbra de derrubar Djoko pela 30ª vez e assim manter a soberania inconteste sobre a terra diante do sérvio. Nole sonha com o único título de peso que lhe falta e ganhar de Rafa em Roland Garros pela terceira oportunidade equivaleria quase a uma medalha.
Eu não arrisco um favorito. E você?
E mais
- Bia Haddad superou seus altos e baixos, fez um jogo cheio de variações que me agradou e o “pneu” derradeiro sobre Gracheva deve dar moral. Tem já nesta segunda-feira Schmiedlova pela frente, de olho em Paolini.
- Laura Pigossi foi muito bem nos dois primeiros sets contra a top 30 Yastremska e teve chances reais de uma surpresa.
- Os Thiagos sucumbiram diante do tênis argentino, o que é normal para o saibro. Wild decepcionou mais pelo pouco espírito de luta depois do tiebreak do primeiro set.
- Grande decepção até agora coube a Fils, o campeão de Hamburgo, que não fez frente a Arnoldi.
- Feito raro em torneios olímpicos, aconteceram duas ‘bicicletas’ no feminino e em cima de tenistas experientes, Sara Errani e Tatjana Maria.
- Krejcikova suou na transição da grama para o saibro, Ostapenko e Andreeva já estão fora.











Prezados,
continua acontecendo de comentários não serem publicados, mesmo sem ter problemas com a “censura”.
Há mais de um dia, publiquei o complemento de uma conversa com o Rodrigo S. Cruz e o Levi Silva sobre a banda Nenhum de Nós e o mesmo ainda não apareceu.
Não estou exigindo nada, apenas relatando o que pode ser um “bug”.
Saudações.
Há vezes que vai pro Spam, já aconteceu algumas vezes comigo, Fabriciano. Talvez o Dalcim consiga resgasta-lo…
Apareceu lá em baixo.
Nole diz que não tem irmandade com Nadal o que é normal em esporte de alto nível e individual. Já com relação ao wild ele criticou…por isso não foi convocado para Davis. Não quis jogar pelo Brasil…coisa que ele fala que o Guga não fazia já que sempre representou o Brasil
Acredito que muitos nolistas ficaram preocupados quando o Nadal equilibrou o jogo no 2º set. Temi que o pior poderia acontecer, pois naquele momento o mental e confiança mudou de lado e a torcida “pegou fogo” com a melhor competitividade do espanhol. Djokovic já não batia na bola com a mesma intensidade, tomava decisões equivocadas e principalmente deixou de forçar o backhand chapado (reto) na cruzada que tanto incomodou o espanhol no 1º set.
Claro que cada jogo tem sua história, mas lembrei da última olimpíadas quando Djokovic perdeu de virada para o Zverev após ganhar facilmente o 1º set por 6/1 e sacava com uma quebra acima no 2º set (3/2).
Senti um frio na barriga e pequenos espasmos musculares que há dois anos não sentia.
Se Djokovic perdesse de virada hoje não sei se ele teria cabeça para jogar o restante do segundo semestre.
Acho que não seria exagero de minha parte afirmar que para muitos Nolistas a vitória de hoje tem mais valor que uma eventual medalha de bronze ou prata sem enfretar o espanhol. Estava em jogo ganhar talvez a última partida entre eles, no quintal do espanhol, e evitar acima de tudo o empate no H2H. Se o espanhol vence esse jogo de virada, a imprensa iria dar um destaque absurdo e seus torcedores iriam bombadiar as redes sociais com provocações bem superiores ao que vimos nas derrotas para o Alcaraz. A torcida do espanhol já ficaria demasiadamente satisfeita em eliminar o sérvio mesmo que não viesse a beliscar uma medalha.
Para quem acompanhou essa rivalidade por 18 anos, a vitória de hoje já valeu para os nolistas a participação nas olimpíadas, o que vier daqui pra frente é lucro.
Concordo com tudo Danilo.
Esses espasmos e frio na barriga são características marcantes em mim também.
Só dei um tempo para ver como seria o game seguinte, que o classifiquei como crucial. A devolução da quebra, abrindo 5×4 e oportunidade para sacar para o jogo foi o ponto em que vi que Djokovic estava no controle das ações.
Um terceiro set com Nadal normal, seria fatal, mas ontem, acho que seria um repeteco do primeiro set.
Também acho que essa vitória tem um valor simbólico maior que uma ascensão à final olímpica.
Que soframos menos até lá, mas se for para morder o ouro, com sofrimento será mais gostoso!
Já passei mal em trocentos jogos e também tive uns pensamentos ruins quando o Nadal pegou o momentum. Teria sido uma tragédia ainda maior do que a do Zverev. É sempre pior tomar uma virada com jogo na mão, perder partidas com MP do que já apanhar desde o início; aí você meio que já vai aceitando que aquele não era o dia.
Só não concordo com “daqui pra frente é lucro”. Tem que passar no mínimo do Koepfer e do Tsitsipas.
Abs!
Concordo plenamente.
Em Wimbledon, depois do segundo set, era só uma questão de tempo, para finalizar o jogo.
O terceiro set deu uma pequena esperança no final e, talvez com uma vitória, as emoções mudassem a partir do quarto. Nas várias vezes em que o Djoko reverteu 2×0 ou 2×1 foi assim, mas foram emoções diferentes e não calafrios, espasmos e “estado de choque”. Não sei definir direito, mas é aquela sensação de luz no fim do túnel e explosão com a vitória. Foi assim agora recentemente nos 2 jogos em RG contra Musetti e Cerúndolo, e Djere no USO, só das mais recentes.
Tremi na base e me lembrei de RG 2022 onde Nole tinha 5 a 2 no quarto set, perdeu o saque no 5-3, o mental foi embora e perdeu a partida.
Mais uma vez, o objetivo da partida de hj foi aproximar-se do ouro olímpico
Mas vencer Nadal em RG no caminho é um grande bônus
Uma fantástica partida noturna feminina em Roland Garros.
Só é possível pq são as olimpíadas na Philippe-Chatrier
Kkk
A moral da história é que o tênis feminino fica melhor quando Amelie é a portadora da tocha em vez de diretora de torneio kkkk
SEM DÚVIDAS, MANU…
Amo o espírito esportivo de Djokovic, ele sempre “aparece” na aposentadoria de seus rivais Federer, Murray e Nadal.
Para mim, pareceu que Nadal tentou jogar mais próximo da base, para diminuir o uso das pernas. Só que isso custou precisão, e ficou fácil para o Djoko que pegou as bolas na subida atacando e reduzindo o tempo para Nadal preparar seus golpes.
Djoko também atacou as devoluções de saque do espanhol (que parecia bem fraco), e isso gerou um caminhão de breakpoints.
Abs
O swing de drive do Nadal, acima da cabeça, ao invés de acabar atrás do ombro, lhe causa um atraso, o que impede de jogar mais a frente, na base.
O sérvio consegue jogar mais dentro da quadra, principalmente pelo seu revez muito mais efetivo que o do espanhol, o que falta a ele é manter essa constância diante do Alcaraz por tanto tempo, o físico esgota.
Nadal creio que nem em seu auge físico jogaria hoje contra esse jogo mais encurtado pelo passo a frente na quadra
Em vários posts sobre a vitória do Novak sobre o Rafa, tenho visto alguns comentários do tipo: “espere até ele encontrar com o Carlos”.
Por que os fãs de Nadal de repente precisam que Carlos faça o que Rafa não conseguiu fazer hoje?
Tenho a impressão de que eles não estão realmente apoiando o Rafa, mas sim qualquer cara que consiga derrotar o Novak…
Que paranóia que estão trazendo lá do Site . Não é possível que não entendam que ao contrário do Sérvio, Carlos Alcaraz já é um atleta admirado em cada canto do Paneta. Já tem provavelmente a maior parte dos apreciadores de Federer, e com a parada de Nadal , terá 90 % de seus torcedores. SINNER ficará com o restante e Djokovic seguirá na sua toada. Simples assim. Abs!
É bem isso, mesmo. Não importa quem vença, contanto que não seja Novak. Como ele ainda é top 5 aos 37 anos, ele incomoda TANTO que ele mesmo falou que sabe que há muita gente querendo que ele se aposente.
O suíço foi preciso em seu comentário no documentário da sua despedida, o público nunca esteve pronto pra um “intruso ” no baile dos dois, e esse terceiro elemento ousou vencer a dupla várias vezes em seus quintais, daí vem essa torcida contra, não importando quem for a favor
Luisa Stefani, vc é ótima e merecia uma parceira fixa do seu nível no circuito de duplas, uma que esteja interessada a se dedicar às duplas
Gosto de Alcaraz, mas definitivamente não quero que ele e nadal ganhem o Ouro em Duplas Masculinas.
Andy Murray e Dan Evans, vamoooos!!
Novak Djokovic derrotou Nadal em todos os grandes eventos que disputou.
• Aberto da Austrália
• Aberto da França
• Wimbledon
• Aberto dos EUA
• Finais ATP
• Olimpíadas
• Poços Indianos
•Miami
• Monte Carlo
• Madri
• Roma
• Canadá
• Cincinnati
•Paris
Para efeito de comparação, Nadal nunca venceu Djokovic no Aberto da Austrália, Miami, Cincinnati ou Paris.
Djokovic x Nadal = 60 jogos. H2H de 31 a 29.
Djokovic x Federer = 50 jogos. H2H de 27 a 23.
Nadal x Federer = 40 jogos. H2H de 24 a 16.
Se essa foi a dança final, assim ficou o Big 3: 58, 53 e 39.
A RESPEITO DA VITÓRIA DE STEFANI/Beatriz sobre as chinesas, achei de uma falta de percepção absurda Beatriz afirmar que “Estou muito feliz com a atitude que coloquei na dupla”, pois se a questão era ter “mentalidade mais agressiva”, por que não teve a mesma mentalidade em seu jogo de simples? Depois, completa dizendo que “a conversa que a gente teve em grupo, quanto a que tive com o Rafa( Paciaroni, seu treinador )” é que lhe deu o empurrão que faltava. Ora bolas, parte dos jogos olímpicos é realizada em grupo e, assim sendo, Beatriz foi a Paris como uma das representantes da equipe brasileira de tênis, ou seja, essa “conversa” que ela citou só existiu porque, em razão de sua derrota em simples, foi formado o referido grupo para lhe socorrer na partida de dupla? Além de seu próprio staff, o da seleção nunca diz nada, a título de dar uma força pré partidas em simples? E pior: só no final da declaração é que Beatriz alude à medalhista olímpica Luisa Veras Stefani, ainda assim, com pouquíssimo desvelo, a saber: “Consegui entrar com a energia certa, acho que foi muito importante também a forma como a Lu entrou no jogo”. Note-se a presença do advérbio “também”, mais desconcertante que o todo da declaração em si. Minha avaliação é que já que Beatriz não joga bola faz um tempão, não passando há meses das segundas rodadas nos torneios em simples, deveria ao menos prover de melhor conteúdo suas entrevistas pós jogo…
Como diria o poeta Cazuza: “… tuas ideias não correspondem aos fatos…” em O tempo não pára!
POIS É, LUIZ FABRICIANO, Beatriz deveria ouvir “O Tempo Não Para” até furar o disco, como se dizia no tempo em que ela parou, e também a maravilhosa “Tempo Perdido”, de autoria do Renato Russo e interpretada pela Legião Urbana…
Essa segunda é ótima também!
Você tem toda razão, mas o pessoal fica melindrado quando se escreve essas coisas. O jogo de Beatriz já está manjado há tempos, ninguém muda nada e ela ainda tem essa “soberba” de centralizar as atenções (ou querer, pelo menos, fazer isso).
Como ninguém é cego, não vejo mais ela aparecendo nas propagandas do banco junto com o Alcaraz.
E sobre as entrevistas, é uma conversa insuportável, repetitiva e que não diz nada, parece uma (des)inteligência artificial dizendo sempre as mesmas lorotas.
RAFAEL, nesse caso, ambos temos razão então. Em meio a seara do verdeamarelismo, pelo menos você e mais um ou dois gatos pingados, não são acometidos dessa patriotice escrota, que só faz com que não se tenha visão sincera das coisas. Muito obrigado pela anuência…
Rafael, fui o primeiro a dizer aqui (porque não vi ninguém fazer antes) que os comerciais iriam sumir, afinal, se diz uma coisa lá e faz-se outra nas quadras.
Nenhum patrocinador tolera isso por muito tempo, ainda mais, com seus pupilos dando declarações contraditórias. Realmente, uma pena!
O judoca argelino Messaoud Redouane Dris passou o domingo comendo para garantir que pesaria mais de 73 kg e, assim, seria desclassificado para a partida contra o israelense Tohar Butbul.
Estas práticas são vergonhosas e contra o espírito dos jogos.
Mais um atleta comprado por sites de apostas? Banimento do esporte, é claro.
Tem tanta postagem sua, que vou sugerir o novo nome do Blog;
– Blog do Almeida”
Nem tantas assim, mas vão continuar aparecendo. : – D
Vixe PA, mais um vigia.
Rsss
Famoso who esse aí, rs.
Carlitos tranquiliza a todos sobre aquele problema no adutor da coxa direita. Foi o que disse aos microfones do Eurosport.
“Sempre há problemas, é o dia a dia do tenista. É uma dor que já carrego e que sei lidar. Amanhã estarei na minha melhor forma nas duplas com o Rafa”
Circulou uma foto nas redes sociais do Alcaraz comendo com colher e faca.
O q mais me chamou a atenção foi a postura dele à mesa. Com a cabeça quase enfiada dentro do prato, os braços e cotovelos como se fosse um ogro comendo.
Cadê os pais para mostrar como se come rs?
Ok, ele já tem 22, por favor, né?
Não minha cara . Carlitos acabou de fazer 21 rsrs. Abs!
Então mostre para ele
SÉRIO?!
PODE ISSO, ARNALDO?!
Agora vão dizer que Nadal é velho e Djokovic é um jovem quando há apenas 11 meses de diferença entre eles, mas qto ao Djokovic, que é 16 anos mais velho que Alcaraz, não dizem isso, pelo contrário, até esperam que ele o vença e qdo não vence vêm com papo de levou surra bla bla bla
Nobre, a questão não é a idade, e sim o volume de jogo pela falta de sequência de torneios e principalmente em razão das lesões que há mais de um ano o impede de treinar com maior intensidade.
Nobre… ele pulou wimbledon e foi jogar no saibro (Bastad) e RG é tb no saibro que ele adora e é campeão absoluto.
Qdo convém é a idade, qdo não convém, não é
Consegues se superar mesmo . Leia com atenção o que muito bem colocou o nobre Danilo Afonso. Pela mor …Abs !
Nadal continua dizendo que é seu último ano no circuito e depois fica ofendido quando lhe perguntam se é sua última partida de simples.
Eusébio Resende afirmou categoricamente que a quadra de Bia Haddad, não fazia parte do Pacote adquirido. De repente a partida histórica é interrompida, para a entrada de Bia . E vamos depois da reação de Nadal com tela dividida. Alcaraz acusa lesão e a transmissão e’ cortada definitivamente para o box , com dois outros canais passando Surf simultaneamente. Quando o grupo possuia direitos de transmissão do Circuito , nas Olimpíadas havia um dos 4 Canais respeitando a programação do Tênis. Nunca mais reclamo da ESPN . Assinantes da Globoplay assistiram na íntegra. Abs!
App olympics tem tudo para vc assistir. De graça. Muito legal. E ainda dá para rever o que perdeu.
E eu acabei de cancelar minha assinatura na Globoplay.
O SporTV ocupando canal (o principal!) com DEBATE sobre Brasileirão no meio do dia olímpico é a maior bizarrice da cobertura televisiva dos Jogos até aqui. Supera qualquer piadinha da Cazé TV.
E você garantiu que passariam o Djokal, rsrs. Vão continuar dando preferência pra brasileiros e vai ser muita sorte alguma coisa de tênis ser transmitida fora do Globoplay na íntegra. Esse streaming ruim eu não assino por causa de uma semana de jogos, diferentemente do Disney+. Olympics.com salvou a Pátria!
A conferir, abs!
É engraçado que Nadal tenha dito que não tem as pernas de 15 anos atrás.
Novak é um ano mais novo que Rafa, então ele também não