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Depois do primeiro Masters 1000, do Grand Slam inédito e da chegada ao número 1, Jannik Sinner agora também completou seu quadro de versatilidade, ao conquistar o único piso em que ainda não havia feito sequer finais.
O troféu no 500 de Halle, o 14º da carreira, foi exigente e o italiano passou por diversas dificuldades, incluindo uma decisão duramente disputada contra o polonês Hubert Hurkacz, em que o império dos serviços determinou dois tiebreaks.
É bem verdade que Sinner foi muito econômico no jogo de rede e esmerou-se no excelente primeiro saque e numa movimentação notável no fundo de quadra. O trabalho perfeito de pernas permitiu quase sempre a execução muito equilibrada dos potentes golpes de base. Ou seja, fez o que o tênis de hoje requer sobre a grama: pouca variação e total consistência no uso da força.
Com esses predicados, entrará muito bem cotado para Wimbledon, sem lacuna expressiva para o atual dono do título, Carlos Alcaraz, ou para o multicampeão Novak Djokovic. E ainda com a vantagem nada desprezível de estar com a confiança no ápice e ao mesmo tempo nada a perder, já que até mesmo a liderança já está garantida quando o Slam da grama acabar.
Alcaraz, como eu temia, sentiu a pressão da defesa do título de Queen’s, a mudança de superfície e o jogo perigoso do canhoto Jack Draper. Vai precisar de um sorteio confortável para evitar sustos precoces no All England Club.
Nole desembarca em Londres com a esperança de ainda competir em Wimbledon, em busca do oitavo triunfo. Não sei se é a decisão correta, embora entenda a ânsia de disputar um Slam, a magia de Wimbledon e as derradeiras chances de novas façanhas. A grama no entanto é sempre traiçoeira e ainda mais para quem vem de lesão nas articulações. Se o ouro olímpico é tão importante, o sensato talvez fosse permanecer no saibro.
Os 500 desta semana também mostraram que Hurkacz e Tommy Paul serão adversários perigosos e que Alexander Zverev ainda precisa de um ‘upgrade’ para ter realmente chances na grama. O norte-americano me deixou com excelentes impressões porque reuniu saque, devolução, jogo de rede e golpes de base em proporções muito boas. Está merecendo um lugar no top 10, o que pode justamente vir em Wimbledon.
Enquanto isso, o circuito feminino deixou preocupações com abandonos de tanta gente importante, como Aryna Sabalenka, Elena Rybakina, Ons Jabeur e Vika Azarenka, sem falar na atual campeã de Wimbledon Marleta Vonsdousova. Ao menos, Rybakina, que também lutará por um bi, manteve inscrição em Eastbourne e tentará uma preparação mais adequada.
A compensação da semana foi o firme retorno de Jessica Pegula, uma tenista que tem predicados para a grama e ainda está devendo nos Slam, onde teima em cair antes das semifinais. Quem sabe, os astros estejam se alinhando a seu favor.
Os brasileiros se testam na grama
- Bia Haddad segue sem achar seu melhor jogo, não foi nada bem em Berlim e terá uma chance de reagir em Bad Homburg. Pega uma alemã lucky-loser na estreia, mas pode encarar Bianca Andreescu em seguida.
- Thiago Wild enfim vai desafiar a grama ao entrar em Eastbourne, onde há boa chance de enfrentar Taylor Fritz na segunda rodada. Thiago Monteiro tentou Mallorca, mas não furou o quali.
- Depois da boa experiência em Halle e apresentações na grama em nível muito satisfatório, Joao Fonseca joga o quali de Wimbledon ao lado de Felipe Meligeni e Gustavo Heide. Não se surpreendam se todos chegaram ao menos na terceira rodada. Laura Pigossi também joga e aguarda chave.










Gente, que sorteio mega super baba foi esse para Djokovic!
Vá lá jogar contra os adversários dele para ver se vc tb vai ganhar
Vá lá jogar contra os adversários dele para ver se vc vai achar baba
Opinião impopular: grama é para futebol, não para tênis
Bom… Well… Já que o senhor Nole, ilustre recordista intergalático de tudo que é estatística, teima em se arriscar, aqui vai um conselho.
Faça um curso de queda com o Neymar. O rapaz tem curso de mestrado e é PhD na matéria.
B I A – – – – Continuo aqui, esperando sentado num sofá de vime bem confortável, que a nossa guerreira saia dessa má fase.
E a esperança, essa palavra tão bonita, continua.
Djoko >>>> Medicina
Fato!
Vixe! Nem na trollagem dá pra levar essa, Paulo…
Bom dia.
Alcaraz e Sinner ficaram do mesmo lado.
As viúvas já começaram a lamuriar pela “sorte” do GOAT?
Avacalhou o sorteio direitinho.
Rsrsrs, abs!
Calma Betty . Se sentir algo larga sem pestanejar. E’ de longe o que mais abandonou entre membros do Big 3 … Rsrsrs, Abs!
Melhor do que fugir antes da batalha começar.
A conferir, rsrsrs, abs!
Até o momento, pouco + de 32% dos internautas votaram que Djokovic deve participar de Wimbledon porque é favorito.
Também acho… favorito a levar um tombo.
E tem uns me vindo aí com a tal da Teoria da Conspiração dizendo que o sérvio vai se inscrever só pra fazer o Sinner e o Alcaraz ficarem do mesmo lado da chave.
O ‘hómi’ já é recordista de Slams, recordista de ponta do ranking, campeão do escambau… Por que iria perder tempo fazendo uma picuinha infantil e ridícula dessas? Faz favor!
Boa Maurício!
Análise isenta de torcida!
Andy Murray estará no sorteio de Wimbledon e esperará até o último momento para decidir sobre sua participação em sua última partida em Wimbledon, enquanto continua a reabilitação após uma cirurgia nas costas.
“Quero ter essa oportunidade, por isso vou aguardá-la o máximo que puder para ver se me recupero bem.”
O deep state do tênis está usando seu fantoche Roddick para tentar manipular o público para ver Djokovic como um vilão e Andy Murray como um santo do tênis. Até Stevie Wonder pode ver a agenda.
por que Roddick não diz que Murray está aproveitando a lesão para chamar a atenção enquanto difama Djokovic? O preconceito da mídia sobre o tênis é terrível.
Andy Murray e Jamie Murray jogarão Wimbledon juntos em duplas masculinas pela primeira vez.
Que bela maneira de terminar a carreira, no maior torneio de todos, e com seu irmão.
Pessoalmente, prefiro que ele se aposente assim, ao invés das Olimpíadas, mas é ele quem decide, óbvio kkkk
Se jogar duplas em WIMBLEDON porque não jogaria a modalidade nas Olimpíadas??? . Seria a despedida gloriosa do maior Campeão Olímpico Masculino . Isto porque as Irmãs WILLIAMS são imbatíveis no geral…Abs!
Boa noite,
Bia sendo Bia, perdendo como sempre…e uma atrás da outra.
Não sei o que esboçar sobre o assunto, já falamos de tudo..tudo, e sina é a mesma, mas vmos ver o que dar para ela fazer em em Wimbledon,
MAIS UMA VEZ, ELA FOI COERENTE e estacionou em seu patamar natural do último um ano e meio mais ou menos, ou seja, entre a primeira e a segunda rodadas dos desfiles. E depois Homburg é que é ruim…
O adversário ideal para Wild na primeira rodada é Djokovic. Ele não desperdiçaria esta oportunidade e a chave abriria com excelentes oportunidades até as quartas de final.
Seria ótimo para o Meligeni também.
RONILDO, na atual conjuntura, creio que daria empate, no quesito espancamento de raquetes. Vi a performance do brasileiro outro dia e, mediante eficiência deste, minha avaliação é que ele pode engrossar o caldo pra cima do outro nó cego…
Então Valmir. Se Wild jogasse com a mesma eficiência que jogou contra Fritz, acho que Djokovic teria dificuldades em encontrar seu jogo.
RONILDO, nem vou levar a sério essa esparrela de última hora, e você já deveria saber que não baseio minhas opiniões em jogos ou torneios isolados. E por favor, não permita que sua expertise acima da média se deixe influenciar pela patriotice de muitos…
JOSÉ NILTON, por que o espaço de respostas aos comentários “desaparece” da página, após alguns dias da postagem do seu artigo?
Porque é assim que está programado.
JOSÉ NILTON, e por que foi assim programado?
Porque é a norma da internet.
JOSÉ NILTON, vou acreditar em você…
Lamento pelo Wild. Fritz venceu ele na malandragem e os pontos do jogo monstram tudo! No início no cumprimento Fritz desafiou Wild: “Vamos ver quem saca melhor!” Wild topou o desafio e no primeiro set nenhum sacador cedeu break-point. Então no tie-break Wild sacou e fez 1-0. Depois Fritz fez 2-1. Wild sacou e continuou com 100% de aproveitamento, 3-2 para Wild. Então Fritz percebeu que chegou o grande momento: sacou e perdeu o ponto, olhou para Wild sorrindo e disse: “Relaxa!”. Porém venceu o próximo ponto. Wild foi sacar com de 4-3, podendo fazer 6-3 se confirma-se os dois saques. Porém exatamente neste momento ele se mostrou confuso pois segundo sua percepção tinha vencido o desafio pra ver quem sacava melhor, pois só podia significar isso o “relaxa” que Fritz falou para ele depois de ceder um ponto com o saque. Este momento de indecisão foi crucial para decidir a partida pois desestabilizou a concentração que Wild tinha mantido até então e fez com que perdesse os dois pontos dos saques revertendo o placar a favor de Fritz para 5-4. Fritz, motivado com o acerto de sua estratégia, sacou de forma confiante e fechou o tie-break em 7-4, vencendo o primeiro set por 7/6.
À partir daí, Wild, que já tinha se dado conta que foi enganado desta forma bem malandra pelo adversário, ainda continuou jogando um excelente tênis, mas não conseguiu manter o mesmo padrão do primeiro set pois estava contrariado consigo mesmo e assim sendo foi quebrado uma vez, perdendo o segundo set por 6 a 3.
Foi assim que entendi a partida do Wild depois de analisar friamente ponto a ponto este jogo de exatos 1 hora e 16 minutos de duração.
Pobre garoto ingênuo!
Sim! Mas apesar de tudo, Wild jogou muito bem. Está com jogo afiado para Wimbledom.
Pobre garoto ingênuo II!
Dalcim, de 1968 pra cá só 8 vezes um tenista que tava perdendo uma final de GS de 2×0 virou, porém de 2020 pra cá, 4 vezes isso aconteceu, a última vez tinha sido em 2004, ou seja, quase 20 anos.
2 vezes Medvedev, uma Zverev e uma Tsitsipas, isso indica algo sobre essa geração? Talvez indique que seja uma geração talentosa mas com mental fraco?
Essa seria também minha teoria, Andrea. Não são jogadores acostumados a grandes decisões – apesar de o russo ter conquistado um Slam – e certamente a ansiedade tem um papel relevante nisso. Mas, claro, nunca podemos descartar o tamanho de seus adversários, como Nadal e Djokovic. Talvez o caso de Zverev seja o mais emblemático, portanto.
João Fonseca tem hoje 17 anos e 10 meses e é o n° 215 do ranking.
Dando os seus primeiros passos como profissional, já há quem manifeste alguma impaciência e até decepção com as suas derrotas. Para esses especialmente, sugiro dar uma olhada nesses dados do início da carreira de alguns tenistas que são ou já foram ao menos top 5.
Idade em que chegou pela primeira vez ao top 100:
Nadal: 16a 10m
Alcaraz: 18a
Federer: 18a 1m
Zverev: 18a 1m
Djokovic: 18a 2m
Sinner: 18a 2m
Murray: 18a 5m
Rune: 18a 9m
Tsitsipas: 19a 2m
Dimitrov: 19a 8m
Rublev: 19a 8m
Guga: 19a 11m
Wawrinka: 20a 1m
Ruud: 20a 3m
Thiem: 20a 5m
Medvedev: 20a 9m
Idade em que ganhou o 1° título da ATP:
Nadal: 18a 2m (Sopot)
Alcaraz: 18a 2m (Umag)
Rune: 19a (Munique)
Djokovic: 19a 2m (Amersfoort)
Sinner: 19a 3m (Sofia)
Zverev: 19a 5m (St Petersburgo)
Federer: 19a 6m (Milão)
Murray: 19a 9m (San Jose)
Rublev: 19a 9m (Umag)
Tsitsipas: 20a 2m (Estocolmo)
Guga: 20a 9m (Roland Garros)
Ruud: 21a 2m (Buenos Aires)
Wawrinka: 21a 4m (Umag)
Thiem: 21a 8m (Nice)
Medvedev: 21a 11m (Sydney)
Dimitrov: 22a 5m (Estocolmo)
Show de bola esse levantamento estatístico !!
Vixe, tem gente aqui que vai pirar ao saber que Djokovic ganhou seu primeiro ATP mais novo que Roger Federer.
Esse ATP era tão fraquinho que a família Novak acabou comprando seus direitos. Daí existir o famoso Belgradao 250. Torneio que ” goat ” conseguiu perder na última edição… rsrs. Abs!
Tua necessidade de atormentar é tão grande que antes de ler, quer aparecer.
O primeiro ATP do gigante foi em Amersfoort.
Não apenas ATP, Djokovic também ganhou Grand Slam mais novo do que Federer.
Vao nada. Para esses números só contam qdo convém kkkk.
Para esses, números só contam qdo convém***
Dei like, bem interessante
Parabéns por compartilhar conosco. Muito bom mesmo.
Borg venceu muitas vezes em sequência RG e WB em uma época que os pisos eram realmente muito diferentes. Como explicar! Como explicar também que RN venceu RG na grama e RF não fez nenhum jogo decente contra RN em RG?
Backhand Simples contra o Spin infernal de Forehand do CANHOTO. WAWRINKA ganhou FINAL de RG pra cima de Djokovic, mas a bolinha acima de sua linha de cintura , também somente apanhou em Paris. O ” goat ” com seu excepcional Backhand de 2 mãos perdeu TODAS as FINAIS e amarga um 2 x 8 no mesmo local . Simples assim, caro Carlos rs. Abs!
Ganhou 2 vezes e uma terminou em título. Bem melhor do que 6×0.
Kkkkk, abs!
Esse Sérgio Ribeiro não cansa de passar vergonha.
Dalcim, você acha que algum desses maratenistas teria vencido Wimbledon se a ATP não tivesse padronizado os pisos em 2008?
É uma resposta muito difícil de ser dada. É fato que houve evolução significativa da devolução e da cobertura de quadra, então mesmo num piso veloz esse padrão de jogo provavelmente ainda se manteria.
Nadal foi finalista em 2006…
2006 e 2007. Djoko semi em 2007.
Hewitt campeão em 2002. André Sá e Nicolás Lapentti quadrifinalistas, Flávio Saretta eliminou o campeão do Australian Open trocando bola no fundo.
É fácil demais destruir a desculpa esfarrapada do Federer prejudicado por pisos mais lentos.
Volte para Escola caro Piloto rs Professor Saretta num jogo de quase 100 ENFS bateu o Sueco , mas te ensinou quando começou a padronização. A principal não aprendestes. Federer acabou virando um baseliner ( o que o fez vencer 15 SLAM entre 2003 e 2009 , mas abandonou o saque voleio do seu ídolo Pete Sampras. Abs !
Eu que acabei de dar aula e foi de graça. Voce também está precisando voltar para a escola e ver uns vídeos do Federer em 99/2000 para descobrir que ele já nasceu baseliner. Nunca foi um jogador só de saque-e-voleio. Sugestão: final de Basel contra o Haas.
De nada e abs!
Federer já estava a frente do seu tempo , daí adaptar para Baseliner sem problemas . Se considerarmos Borg ( 5 ) , Connors ( 2 ) e Agassi ( 1 ) vez , Baseliners, somente estes 3 venceram até 2001 em WIMBLEDON . O resto todos Saque Voleio . Abs!
Sérgio Ribeiro sabe “tanto” de tênis que sequer sabe que Roger Federer nasceu baseliner.
Puxa PA, não estraçalha de primeira não!
Sempre!
Não sei porque sumiu meu comentário aqui . Mas esqueci de te lembrar Federer 3 x 2 Sampras em WIMBLEDON 2001 , e que estilo ambos jogadores praticaram … Abs!
A única mudança que ocorreu no piso de Wimbledon com registros oficiais foi em 2001 e as bolas ficaram maiores em 2002, ou seja, antes do auge do terceiro da história em cima de Philippoussis e Roddick. Nas quadras duras não há qualquer registro de mudança, sendo que nos anos 90 os baseliners já ganhavam vários torneios. O resto é lenda de terceirete, Robert Souza/Belarmino.
Nem vou responder tamanha bobagem. O Dalcim já o fez N vezes … Rsrsrs , Abs!
Claro que não vai, já que não tem como negar o óbvio.
A conferir, rsrs, abs!
Já ouviu falar de Hewitt?
Acho o Skinner um bom jogador! Mas acho que falta uma chama! O Alcaraz passa por cima dele em qualquer piso!
MINHA PROVIDENCIAL AVALIAÇÃO sobre esta confraria: quanta falta faz o discernimento e erudição do PERIFERIA, da MANU, do BAROCOS e da MARIA RANAVALONA DE IMERINA…
Estou em dúvida se sua avaliação é mesmo providencial Valmir!
RONILDO, você está “em dúvida” se minha “avaliação é mesmo providencial”, decerto por considerar o fato de que também fazemos parte da confraria em questão. Mas a meu ver, entre mortos e combalidos, você é dos poucos que se salvam do patamar rasteiro…
Sinner é um cara muito aplicado. Gosto muito dele. Ele tem uma vontade imensa de vencer. É uma pessoa super educada e respeitosa. Um grande número 1 para representar o tênis. Porém Alcaraz tem mais habilidade com a raquete. Se tiver uma cabeça boa assim como Sinner, será praticamente imbatível por muito tempo no circuito, perdendo apenas algumas partidas de menor importância. Pete Sampras de vez em quando perdia na primeira rodada do torneio depois de uma grande conquista. Certamente foi a melhor maneira que arranjou para poupar físico. Não vejo limites para as conquistas de Alcaraz.