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A desafiadora grama com portas abertas

Jack Draper. (Foto: ATP)

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Ainda não se sabe se Novak Djokovic terá condições de jogar Wimbledon ou, mesmo que o faça, como estará fisica e mentalmente para o maior desafio de qualquer tenista profissional. Por isso mesmo, a curta temporada masculina de grama, que começou de forma mais lenta nesta semana e que promete pegar fogo com os dois fortes ATP 500, parece estar mais do que nunca com portas bem abertas.

Se tirarmos da conta o favoritismo sempre natural de Nole, o único nome com histórico de peso neste piso é Carlos Alcaraz, nada menos que o atual campeão de Queen’s e de Wimbledon. Ainda assim, Carlitos soma apenas 18 partidas na superfície, das quais venceu 16 e as últimas 12 consecutivas. Defender títulos e chegar com todos os holofotes após a conquista tão importante em Roland Garros sempre geram cobrança adicional.

Fato interessante é que nomes relevantes como Jannik Sinner e Alexander Zverev jamais ganharam um título na grama. O alemão já disputou 18 torneios, nos quais ganhou 33 vezes, e o italiano já está com oito tentativas e apenas 12 vitórias. Ambos jogarão Halle, um piso costumeiramente mais veloz do que Wimbledon, e quem sabe esse currículo possa aumentar de forma tão positiva que os coloquem em situação ainda mais destacada para o Slam londrino. Vale ressaltar que Sinner fez quartas e semi em Wimbledon nos últimos dois anos, em ambos barrados por Djokovic, enquanto Sascha jamais passou de oitavas por lá.

Talvez por isso valha a pena ficar de olho no já veterano Grigor Dimitrov, o top 10 atual com mais vitórias no piso depois de Nole, com um total de 42. É bem verdade que, em 32 torneios, ele só levantou um título e isso foi lá em Queen’s de exatos 10 anos atrás, mesma temporada que fez seu único resultado expressivo em Wimbledon, com a semi. No entanto, é fato que Dimitrov revive um momento de tênis sólido e confiante. O ATP 500 de Londres será ótimo teste, com eventual cruzamento com Alcaraz na penúltima rodada.

Dos outros grandes do circuito atual, Daniil Medvedev, Alex de Minaur, Hubert Hurkacz, Stefanos Tsitsipas e Taylor Fritz também já tiveram o gostotinho de levantar ao menos um troféu, algo que ainda falta a Andrey Rublev e Casper Ruud. Confesso no entanto que o polonês tem meu maior destaque nesse grupo. Além de semi de 2021 e vencedor de Halle na temporada seguinte, Hubi tem armas que podem funcionar bem. Medvedev até fez semi no ano passado em Wimbledon, uma coonsiderável surpresa, porém numa chave muito propícia. Fritz por sua vez ganhou duas vezes Eastbourne, falhando nos torneios maiores. De Minaur acaba de ganhar na Holanda, vive o maior momento da carreira e a grama é algo mais natural para ele, que poderia fazer mais não fosse a falta de primeiro saque contundente.

Por tudo isso, Matteo Berrettini me parece no momento o homem que todo cabeça ou top 10 precisa tentar fugir. Deixou escapar neste domingo em Stuttgart seu quinto troféu na grama, mas ainda assim tem 40 vitórias em 49 possíveis na grama. O finalista de Wimbledon e campeão de Queen’s em 2021 tem um jogo bem talhado para a superfície, onde resolve a instabilidade do backhand com slice precioso. A eterna dúvida é o quanto aguentará fisicamente uma longa série de jogos. O italiano estará já em Halle nesta próxima semana.

Não se pode jamais desprezar a experiência de Andy Murray e seus oito títulos e mais de 100 vitórias na grama e quem sabe velhos heróis, como Richard Gasquet, Adrian Mannarino e Milos Raonic, ainda consigam causar buracos nas chaves. Se fosse apostar em ‘zebras’, no entanto, eu preferiria ficar com os jovens canhotos Jack Draper e Ben Shelton ou ainda mais com o saque poderoso de Alexander Bublik. O britânico de 23 anos faturou enfim seu primeiro ATP em Stuttgart, possui grande chance de se garantir na lista de cabeças de chave em Wimbledon e pode desafiar Alcaraz logo na segunda rodada de Queen’s.

Os números históricos da grama

Nos longos tempos em que o tênis era jogado mais na grama do que no saibro – o piso sintético só apareceu no circuito no finalzinho da década de 1960 -, o norte-americano e multicampeão Don Budge aparece como o grande bicho-papão, tendo vencido 91% de seus 55 jogos oficiais, período em que ganhou cinco títulos de primeira linha. O maior colecionador de troféus, no entanto, foi o compatriota Bill Tilden, com 10.

Quando o tênis se tornou profissional, a grama foi gradativamente sumindo do calendário. Três Grand Slam mantiveram o piso, mas o US Open mudou para har-tru já em 1974 e depois adotou o sintético, enquanto a Austrália seguiu até 1985. Wimbledon permaneceu como o grande desafio.

Os torneios também fizeram essa adaptação e hoje a grama resiste apenas na Europa, com calendário curto na Holanda, Alemanha e Inglaterra, com um torneio ainda na Espanha, todos com a meta de aquecer para Wimbledon. Com a lamentável saída de Newport, local que chegou a sediar o US Open no amadorismo, os EUA enfim aposentaram a grama.

Mesmo com esse panorama tão reduzido, Roger Federer e Pete Sampras ainda se tornaram os ‘reis’. O suíço ganhou 19 títulos e incríveis 192 partidas, muito acima das 10 conquistas do norte-americano. Stan Smith e Jimmy Connors ergueram nove troféus e depois vem uma lista grande, onde figuram John McEnroe, Lleyton Hewitt e os ainda ativos Djokovic e Murray, todos com oito.

Na questão numérica de vitórias, atrás das 192 de Federer, surgem Connors (185) e John Newcombe (164). Curioso ver que Hewitt anotou 129, acima das 121 de McEnroe, as 118 de Murray, as 116 de Becker e as 115 de Djokovic. Note-se que Sampras terminou com ‘apenas’ 101 vitórias.

Federer também possui a mais longa série de vitórias anotadas na grama, que são de 65 consecutivas, um domínio de superfície que só é inferior ao de Rafael Nadal no saibro, que chegou a 81. Atrás do suíço, aparecem Borg (41) e Djokovic (34).

E mais

– Marcelo Melo e Rafael Matos engrenaram e conquistaram Stuttgart com campanha dura. O mineiro de 40 anos chega assim a seu sexto troféu de duplas na grama, lista que inclui Wimbledon e dois Halle, e soma agora 38 na carreira. O canhoto gaúcho ganha o segundo do ano e o oitavo no total.
– Bia Haddad faz inédita aparição na grama alemã e o fortíssimo 500 de Berlim exigirá esforços. Começa contra Alexandrova, top 15 sobre quem tem 3 vitórias, e se vencer encara a favorita Gauff. A canhota ainda irá jogar em Bad Homburg antes de Wimbledon, onde defende oitavas e mais 240 pontos.
– Depois de duas boas aventuras em challengers na grama inglesa, João Fonseca ganhou convite para mais um 500, o fortíssimo Halle. Embora pudesse ter sacado um pouco melhor e explorado mais a rede, o garoto carioca me agradou pela devolução bem adaptada. Vai pegar o australiano James Duckworth, que veio do quali, e é 101º.
– Fonseca também está garantido no quali de Mallorca da outra semana e aguarda três desistência para entrar no quali de Wimbledon.
– Meligeni entrou no challenger de Ilkley, Wild está a quatro vagas da chave de Eastbourne da próxima semana e Monteiro tem lugar no quali de Mallorca.
– O complexo de Halle fica na… avenida Roger Federer. A homenagem ocorrou lá em 2012.
– Os dois primeiros torneios femininos da grama mostraram o quanto Liudimila Samsonova é perigosa nessas superfícies velozes e deram título para Katie Boulter, uma britânica de 30 anos que continua ascendendo no circuito.
– Muito bom foi ver que Bianca Andreescu voltou forte e que Karolina Pliskova, vice de Wimbledon em 2021 e dona de três WTA na grama, ainda pode ‘aprontar’.

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levI sIlvA
levI sIlvA
1 ano atrás

Muguruza: “Ο Big Three foi tão dominante que ganhar três Grand Slams parece pouco”!

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Por enquanto jg muito equilibrado entre Sinner e o polonês. Nessa quadra super rápida os pontos voam em velocidade supersônica.
Sem Djoko em plena forma, W, q tem o piso menos rápido, tende a ser o mais equilibrado dos últimos anos…

DANILO AFONSO
DANILO AFONSO
1 ano atrás

Nobres, o que aconteceu que ninguém comentou sobre o excelente documentário do FEDERER, disponível desde o 20/06 no PRIME ?

Gostei demais da obra, das cenas exclusivas dos bastidores e principalmente as reflexões do suíço. Eu “cortei cebola” umas três vezes de tão emocionante que foi. É muito angustiante saber que ele parou pq o joelho não colaborou. Sem lesão e em forma ele seria facilmente top 10 por mais dois anos.
Nâo sabia que Djokovic tinha chorando na despedida do suiço (1:17:24 e 1:22:18).

Dalcim, o que você achou do documentário ? Tb se emocionou ?

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

A briga entre Ben Rothenberg e Martina Navratilova estava cada dia melhor.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Alguns estão preocupados com os suplentes caso Djokovic não desista antes do sorteio.

Se a sua classificação for boa o suficiente, você se qualificará para o sorteio principal. Agora, se você espera que os jogadores se machuquem ou desistam para poder entrar, então você não é bom o suficiente para entrar por mérito.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

Sérvio perdendo desde Dezembro de 2023 ( Copa Davis para SINNER ) , num total de 6 Torneios consecutivos com direito a demitir boa parte da comissão Técnica . Veredicto de conhecidos membros da alta cúpula da Kombi : “ E’ nítida a sua desmotivação depois do SLAM 24 . Não quer saber nem de contratar treinador “ … justiça seja feita o Piloto da “ Turbinada “ não compactuou com esta furada rs. Djokovic efetivou o seu mentor e treinador principal da Novak Tennis Center, Boris Bosnjakovic já para RG . A lesão surgiu depois de muita luta em duas de 5 Sets contra Musetti e Cerúndolo. Nem saiu da França realizando a artroscopia por lá mesmo . Já embarca segunda-feira para o All England Club. Ps. Um equívoco a meu ver . Deveria ir na do outro Titio ( Rafa Nadal ) e não sair do Saibro Europeu pulando a Grama . Optou por uma transição perigosa nesta rápida recuperação. A conferir. Abs!

Rafael
Rafael
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

“Furada” que saiu da boca dele mesmo, dizendo que “estava tendo dificuldades em se motivar’, só para esclarecer.

Saúde!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

O ano é ruim e o Craque ainda teve uma garrafa caindo na cabeça e se lesionou; muito azar. Talvez um treino mais forte na próxima semana mostre se ele tem condições de disputar Wimbledon. Do contrário, desiste e foca nas Olimpíadas. Abs!

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Pelo que leio aqui, cada vez que um jogador vence uma partida na grama, ele já é um sério candidato à vitória em Wimbledon. Kkkk

Ontem meu pai cortou a grama do jardim dele e agora está em quinto lugar nas apostas

levI sIlvA
levI sIlvA
1 ano atrás

Dalcim, com tantos abandonos nos preparatórios pra Wimbledon, será que esse ano teremos muitos Top 20 fora do Slam, ou acredita que todos vão, aos trancos e barrancos e joguem R1 a meia boca, só pelo prize money e teremos grande desfalque a partir da R2?!?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Dalcim vc deve estar vendo a partida do Sinner contra esse Zhang, na rapidíssima grana de Halle. Vc esperava uma partida equilibrada como está sendo? Eu sinceramente não…

Marcelo F
Marcelo F
1 ano atrás

Dalcim, sabe porque Jenson Brooksby ainda não voltou? Se não me engano, a pena dele ia terminar em março de 2024.

Felipe
Felipe
1 ano atrás

“ele provê e protege” … e tsitsipas fornece o que exatamente? Com certeza não é slam. Talvez oportunidades para outros jogadores vencerem a partida?

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

O top 10 do wta indo para Wimbledon:

Iga: não se importa muito com a grama

Coco: forehand precisa de ajustes

Aryna: lutando com a sua cabeça

Elena: doente

Jess: ritmo insuficiente + bloqueio nas quartas de final

Marketa: lesionada pouco antes de Wimbledon

Jasmine: não tem muito a ver com a grama

Qinwen: o mesmo que Jasmine

Maria: bloqueio na R1em slam

Ons: bloqueio em final de slam

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Diego Forlán tinha 16 anos quando abandonou o tênis para se concentrar na carreira no futebol.

Agora com 45 anos, ele joga tênis fora do Uruguai pela primeira vez na carreira e perdeu apenas três jogos nas duas últimas partidas no circuito ITF de Lima.

Um homem de muitos talentos

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Carlos Alcaraz já treina no All England Club. Como vencedor de Wimbledon, ele é membro do clube e pode utilizar as instalações

Ele quer usar as instalações antes de Wimbledon, por isso perdeu cedo no Queens

Ehehehe

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás

ME SINTO MUITO TRISTE, POR CONTA de tenistas como Goran Ivanisevic, Sofia Kenin, Richard Kracijek, Flavia Pennetta, Gastón Gaudio, Sloane Stephens, Albert Costa e Petr Korda, terem conquistado grand slam, e gente que sempre jogou bola pra caramba, como Álex Corretja, Magnus Norman, Guillermo Coria, David Nalbandian, Vera Zvonareva, Marcelo Ríos, Karolina Plisková, Nick Kyrgios e Dinara Safina, não terem conquistado nenhum nível 2000, enfim, é como se se tratasse de inversão de valores…

Última edição 1 ano atrás by Valmir da Silva Batista
André Aguiar
André Aguiar
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Dinara Safina?

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  André Aguiar

POR QUE?! QUAL O PROBLEMA, ZÉ?! Desenvolve ao menos uma vez na vida…

Última edição 1 ano atrás by Valmir da Silva Batista
Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Sem Zverev na lista, sem credibilidade.
E Goran fez outras finais de Wimbledon, logo merecia pelo menos um.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

PAULO ALMEIDA, achei que você tinha dito que estava tudo acabado entre nós, ao se reportar com a esparrela de que me deixaria falando sozinho pela milésima vez. À parte a falta de personalidade, vamos ao que interessa: outra vez essa meritocracia rasteira, pautada na balela quantitativa?! Não há nada no meu post que relacione os nomes que citei com números de finais alcançadas ou coisa parecida, ou seja, fui coerente ao não listar gente amarelinha como Alexander Meneghel, já que vivo descendo-lhe a ripa nas descendências desta confraria, e o mesmo raciocínio vale para Goran, um tenista apenas mediano em sua época de “ouro”. A propósito, era só o que faltava, minha suposta burrice relativizar a quantidade de “outras finais de Wimbledon” deste, ou o título em Roland Garros do homem-zebra Gastón Gaudio, ou ainda o da mulher-zebra Flavia Pennetta no US Open, com o inegável talento de Marcelo Ríos e de Dinara Safina, por exemplo. Ora, por favor, P.A.!! Só faltava você me cobrar pelas ausências do grosso Mark Philippoussis e da apenas modelo Anna Kournikova…

Última edição 1 ano atrás by Valmir da Silva Batista
Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Não, caro Valmir. Eu te deixo falando sozinho quando o assunto já está encerrado e você insiste em ficar com a palavra final, apenas isso. Sem drama.

A “balela quantitativa” é o que importa e não um suposto “talento” que não traz resultados. Sinto em te desapontar, mas os nomes por você citados não mereceram mais Slams do que Zverev e Ivanisevic. Só vou concordar que Gaudio e Philippoussis são bagres.

A conferir!

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Dinara Safina jogava muito tênis?

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

RONILDO, se lhe satisfaz, sim, “Dinara Safina jogava muito tênis”. Próxima, por favor…

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Humm, lembro que na época que ela jogava era consenso que sua superioridade sobre as demais se devia pela força dos golpes. Mas enfim, era uma tenista muito dedicada à carreira e ao que parece ficou esgotatada e parou cedo para preservar a saúde.

Você esqueceu de Caroline Wozniacki.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

CLARO QUE ESQUECI DE WOZNIACKI, RONILDO, pelo simples fato de ela não ser mais que uma Albert Costa trajando saia, só isso. Sobre Dinara Safina, foda-se o “consenso” a seu respeito, posto que foi criado por terceiros, via de regra, com o rabo preso à audiência e à ditadura do aspecto quantitativo, ou seja, são os mesmos que avaliam que fulano e sicrana são bons pra cacete, só porque têm nível 2000 na estante, como se Gaudio e Pennetta fizessem alguma diferença na ordem das coisas…

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás

Uma pena Alcaraz ter perdido cedo em Quen’s. Pela idade, poderia iniciar uma sucessão de conquistas neste torneio e chegar a 10 títulos consecutivos. Mas enfim. Nada como uma derrota prematura para ajudá-lo a manter o foco e ficar mais esperto para conquistar novamente Wimbledom. Quanto ao britânico Draper, capaz de chegar em Wimbledom com 2 torneios vencidos na grama. Aí vai aterrorizar os adversários.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Ronildo

Mas Alcaraz perder já havia aparecido em sua bola de cristal, uai.

Sandra
Sandra
1 ano atrás

Dalcim , como vejo a maioria dos jogadores confirmar os saques ,não vejo ninguém perdendo com exagero , faço minha pergunta , e mais fácil sacar na grama ?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

John Isner foi o tenista que mais jogou tie-breaks na carreira ( certo? ), Por ser um grande sacador, ou seja, dificilmente era quebrado, mas como se valia basicamente do saque, dificilmente quebrava também.

Paulo A.
Paulo A.
1 ano atrás

Apesar do atraso, venho registrar minha grande satisfação com a atuação do nosso Joãozinho no atp 500 alemão. É espantoso o que esse garoto joga. E me atrevo a dizer que ele virá a jogar muito bem na grama no futuro, pois tem todas as armas para isso. Se pegar uma chave favorável no qualy de WB não será surpresa alguma ele ter boas vitórias, ainda que não chegue à chave principal. É um assombro o talento dele. Quanta sorte a nossa.

Paulo F.
Paulo F.
1 ano atrás

Que horas Carlos, o Invencível, joga em Queen’s hoje?

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Paulo F.

Gilvan das touradas deve saber.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Ganhando ou perdendo Alcaraz felicita sempre publicamente os seus adversários e nunca apresenta desculpas para uma derrota.

Atitude de classe.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Quem não faz assim?

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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