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Roland Garros premia potenciais herdeiros do tênis

Foto: ATP

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Carlos Alcaraz e Iga Swiatek confirmaram nestas longas duas semanas de Roland Garros que estão no caminho certo para se tornarem dignos herdeiros do circuito internacional. O espanhol já conquista seu terceiro troféu de Grand Slam, cada um numa superfície, um recorde incrivelmente precoce para seus 21 anos, enquanto a polonesa mantém soberania notável tanto no saibro como na ponta do ranking, o que aponta possibilidade real de a tenista de tenros 23 anos cravar algumas marcas históricas dentro de pouco tempo.

Se Iga entrou em quadra como favorita absoluta e só levou um grande susto em sua campanha, quando salvou match-point ainda na segunda rodada, Alcaraz chegou a Paris cercado de dúvidas. Contundiu o fundamental braço direito em Madri, precisou saltar Roma e contou ter treinado muito pouco por duas semanas. Por isso, o tão sonhado troféu em Paris, que o torna sucessor em pequeno grau do ídolo Rafael Nadal, tem peso ainda mais especial. No roteiro, houve vitórias seguidas em cima de três top 10, do calibre de Stefanos Tsitsipas, Jannik Sinner e Alexander Zverev, sendo as duas rodadas decisivas feitas em cinco sets e onde viu desvantagens de 2 a 1.

E isso tudo sem ter mostrado o melhor de seu tênis. Alcaraz exibiu, é verdade, o extraordinário repertório de golpes que justifica sua versatilidade nos troféus de Slam, porém houve momentos de baixa e de dúvidas, exatamente como aconteceu na tensa final deste domingo. Não soube sustentar a importante vantagem obtida no começo do jogo, muito menos com 5/2 no terceiro, viu Alexander Zverev crescer a partir do grande vacilo, agora bem mais agressivo, mas ainda encontrou soluções. Note-se que o espanhol errou mais do que acertou nos dois primeiros sets.

Quem olha o placar das duas parciais finais pode ter a impressão que houve grande distância entre os dois finalistas, mas bem ao contrário vimos games arrastados, nervosos, grandes jogadas e erros bárbaros, que poderiam ter levado o jogo para qualquer lado. Pressionado, o espanhol não se cansou de mandar alguns ‘balões’ para o outro lado, na busca de todos os recursos para se manter nos pontos. Sem falar no lance polêmico da dupla falta cometida no 2/1, que poderia dar empate ao alemão, ainda que isso estivesse muito longe de decidir qualquer coisa na partida. O fato é que Sascha perdeu agressividade nesse set decisivo, com apenas 5 winners e nenhum ace, o que diz muito do aspecto emocional. Outra vez, faltou apenas um set para ganhar o tão sonhado Slam.

Com justiça, a novíssima geração aparecerá pela primeira vez na ponta do ranking nesta segunda-feira, com Sinner pouco menos de mil pontos à frente do espanhol, que terá 2.500 pontos a defender na temporada de grama e assim terá de esperar para ter chance de luta direta e retornar ao número 1. De qualquer forma, é um momento emblemático para o tênis masculino, que pode enfim ter visto o fim do longo domínio do Big 3.

Ao mesmo tempo, fica um sentimento de pena por Zverev permanecer na fila, já que inegavelmente está na melhor forma física e técnica de uma carreira recheada de troféus importantes. Note-se que foi o finalista a gastar mais tempo em quadra desde que a medição começou em 1991, tendo jogado por um total de 23 horas neste Roland Garros, fruto de três jogos em cinco sets. Aos 27 anos, ainda não é o caso de se desesperar. O jejum de Slam do tênis masculino alemão perdura desde a conquista de Boris Becker no Australian Open de 1996.

Swiatek aumenta prateleira de troféus

Muito diferente mas dentro do esperado, a final feminina durou apenas 66 minutos e viu Iga Swiatek chegar ao quarto Roland Garros e ao quinto troféu de Slam com autoridade, numa partida em que Jasmine Paolini só conseguiu vencer três games dentro do seu esforço de mudar estilo, o que ao menos lhe rendeu 2/1 e saque no começo da partida.

A cabeça 1 chegou a ganhar incríveis 10 games consecutivos e ameaçou mais um ‘pneu’, fechando com mais do dobro de winners (18 a 7). Paolini cometeu o grave erro de não colocar muitos primeiros saques em quadra – apenas 39% – e aí fica muito difícil se sustentar contra Swiatek. “Ela bate cedo na bola e com muito spin, nunca joguei com alguém com tanta intensidade”, foi a definição da italiana.

Mesmo com a derrota iminente na segunda rodada para Naomi Osaka, Swiatek ainda fechou a campanha de sete partidas com apenas 37 games perdidos, na baixíssima média de 5 por partida. O segredo? “Aprendi a lidar com a pressão, especialmente a minha própria pressão. Sou perfeccionista”.

Com muita coisa ainda a acrescentar no seu jogo, especialmente voleios e um saque mais contundente, Swiatek já iguala os cinco Slam de Maria Sharapova e de Martina Hingis e está mais perto do hexa de Steffi Graf e o hepta de Chris Evert em Roland Garros.

Cerca de 3.700 pontos à frente na ponta do ranking, as 107 semanas de liderança certamente irão superar as marcas de Henin (117) e Ashleigh Barty (121). Seu nome já está na história. Mas o potencial é para muito mais.

Novas marcas para os campeões

– Alcaraz se tornou o primeiro vencedor de Paris a ganhar os dois jogos decisivos em cinco sets desde Rod Laver em 1962.
– Espanhol chega a 11 vitórias, sendo oito seguidas, em partidas decididas no quinto set. Sua única derrota foi contra Matteo Berrettini, no Australian Open de 2022.
– Carlitos também é o primeiro campeão inédito de Roland Garros desde Novak Djokovic, em 2016.
– A final contra Zverev foi a primeira entre finalistas inéditos e sem um membro do Big 3 desde 2005.
– Ele se junta a outros seis profissionais que ganharam todas suas primeiras três finais de Slam (Connors, Borg, Edberg, Guga e Wawrinka também com 3), com o recorde absoluto de Federer (7).
– Alcaraz também ganhou até hoje cinco de suas seis finais de Masters 1000. Chega a 14 títulos (8 no saibro) em 18 finais no geral.
– A Espanha tem agora oito campeões diferentes e o total recordista de 23 títulos masculinos.
– O título de Alcaraz ocorre 21 anos depois de seu treinador Ferrero ter vencido em 2003, quando seu pupilo havia nascido apenas um mês antes.
– Swiatek chega a 21 vitórias seguidas em Roland Garros, agora apenas atrás das 29 de Evert, das 25 de Seles e das 24 de Henin.
– Polonesa venceu sua quinta final de Slam em cinco finais, façanha superada apenas por Court (8) e Seles (6).
– Apenas Seles e Henin conseguiram três troféus seguidos no saibro parisiense como Iga na Era Aberta.
– Desde que assumiu a liderança, em abril de 2022, Iga liderou o ranking em 107 das 115 semanas.

Outros campeões

– O tênis italiano acabou sem títulos em Paris. Paoline e Sara Errani perderam para Coco Gauff e Katerina Siniakova, enquanto Simone Bolelli e Andrea Vavassori caíram para Mate Pavic e Marcelo Arevalo.
– Este é o primeiro Slam de duplas para Gauff e o oitavo da tcheca.
– Pavic fez o Golden Slam, ou seja já tem troféus em todos os Slam e a medalha de ouro olímpica nas duplas. O salvadorenho repetiu o título de 2022.
– No juvenil, Terena Valentova venceu a final toda tcheca e o norte-americano Kaylan Bigun repetiu McEnroe e Paul ao levar no masculino.

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Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Cazé TV tá virando a maior emissora do esporte no Brasil.

Tão pegando diretos de transmissão de tudo. Agora até da Europa League.

Para esta Euro tem jogos exclusivos inclusive kkkk.

Da onde vem o dinheiro da CazeTv? Patrocinadores? E como eles lucram se transmite de graça?

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Isso, de futebol. Mas hj vi que vai transmitir olimpíadas tb (junto com sportv) e contrataram o Rômulo Mendonça

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

TV aberta transmite “de graça” também, rs.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Verdade

Sandra
Sandra
1 ano atrás

Dalcim , não vai ter outro texto não ? E tanta pergunta , que vou deixar as minhas prata as próximas rssss

Felipe
Felipe
1 ano atrás

Esta pra mim é novidade

Transferiram o jogo do João Fonseca pra uma quadra inteira por conta das chuvas. Até aí tudo bem.

Mas na quadra DURA!

Não me lembro de um mesmo torneio com dois pisos diferentes

Heitor
Heitor
1 ano atrás

Quadra de grama não pode ser coberta porque precisa de luz natural pra fazer fotossíntese.

Não pode ter jogo à noite (e por isso não há iluminação artificial) por conta do orvalho, que forma uma camada de água na superfície de grama e a deixa escorregadia. Mesmo motivo pelo qual não pode haver jogo até as 9h30.

Jogar no pastão sagrado é dureza.

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 ano atrás
Responder para  Heitor

O piso natural do tênis, contudo, o mais cheio de nuances.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Heitor

Desde 2015 se joga até às 11 da noite em WIMBLEDON , com luz artificial e com teto retrátil. No dia seguinte se necessário, meu caro, o recomeço da partida é sem o aparato graças a reclamações de Andy Murray rs. Abs!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Heitor

Ps. Tudo isso somente na Quadra Central. Abs!

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Fiotakis (preparador físico de Tsitsipas): “Por enquanto, não creio que o objetivo final de Stefanos seja jogar tênis, chegar ao topo do ranking ou vencer torneios de Grand Slam.”

Com Badosa ao meu lado e milhões no banco, eu faria o mesmo kkkkk

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Se Babosa não voltar a vencer com constância, quero ver até quando dura o bonitão rs . Ela desistiu das Olimpíadas e ele vai com tudo…. rs. Abs!

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Li no Twitter q, em termos de dinheiro, o Joao Fonseca ganha mais perdendo na primeira rodada de Halle do que chegando à final de Nottingham…:

se for vice campeão do Challenger 125 de Nottingham:
$11,955

Quanto ganha se perder na primeira rodada do ATP 500 de Halle:
$17,595

RODRIGO
RODRIGO
1 ano atrás

Rapaz, o suiço se aposentou faz quase 2 anos e praticamente ainda só se fala nele. Até agora há pouco, 124 menções ao nome dele nos comentários sobre o título do Carlitos e da Iga. É ou não é o REI do tênis? Alguém, fora os da turminha da KOMBI, tem alguma dúvida? Eu nunca tive e a cada dia que passa, tenho mais certeza . É fato!!! Roger Federer!!! Agora são 125.

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  RODRIGO

Rodrigo 126

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  RODRIGO

Isso se justifica pelo fato do GOAT do tênis e dos esportes em geral não ter vencido o 25° Slam. Do contrário, muitos aqui nem teriam aparecido.

De qualquer forma, nada mudou e ele continua com todos os recordes relevantes e com ampla margem pros rivais.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Jura????. Nunca vi torcida tão infiel quanto a do tal ” goat” . Se ele perde , já começa com aquela penca de Paulos desaparecendo kkkkkk. Abs !

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Tá todo mundo aqui, Sr. SR. Por que alguém sumiria com todos os recordes nas mãos do GOATaço?

A conferir, abs!

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 ano atrás
Responder para  RODRIGO

Pois é, xará.

A marca que o Roger deixou nesse esporte é única.

Djokovic e Nadal também serão sempre lembrados, mas claro que não da mesma forma que o craque suíço…

RODRIGO
RODRIGO
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

Comentário irretocável, xará!

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Carlos e Nike já assinaram sua renovação de contrato para a próxima década. Ele ganhará entre 15 e 20 milhões anualmente. A Nike já está trabalhando em seu logotipo.

Felipe
Felipe
1 ano atrás

Como todo atleta, todo o mundo sabe que Federer e Nadal queriam desesperadamente terminar como GOAT; não conseguiram então agora estão promovendo a narrativa de que ser “legal” era mais importante para eles do que qualquer outra coisa!

Então o critério mais importante para ser considerado o goat agora é ser legal?

Risos

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Felipe

Esse discurso do Nadal DNA formatura foi ridículo…

Como dizia Margaret Thatcher: “Ser poderoso é como ser uma dama. Se você precisa dizer que é, você não é”.

Ou seja, se o Nadal precisa dizer que ele é legal, é porque não é muito não…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
1 ano atrás

Dalcim,

Por que você não permitiu o link que postei referente a declaração de Federer sobre Djoko?

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás

Alcaraz tem se lesionado bastante. Quando ele vai aprender a dosar o esforço durante aa partidas? É uma questão de suma importância para a continuidade do sucesso que está tendo e até na melhora dos índices de aproveitamento. Interessante que se mantiver saudável nos próximos 5 anos, é favorito para vencer os 4 grandes torneios por 2 ou 3 anos seguidos, estabelecendo uma marca histórica ainda jovem. Neste mesmo ano já é favorito para vencer Wimbledom e o US Open, o que aumentaria para 5 slans aos 21 anos.

DANILO AFONSO
DANILO AFONSO
1 ano atrás

Que desnecessário e constragedor foi a fala do Wilander ao dizer que “Sinner é o número um só no computador”. Um ex-tenista do calibre dele não pode soltar esse tipo comentário, ainda mais sabendo que o ranking premia o tenista mais regular nas últimas 52 semanas. Esse imediatismo é coisa de torcedor. Antes de dezembro Djokovic era o cara a ser batido, principalmente após vencer as duas principais promessa no ATP FINALS. Aí veio a ascensão do Sinner e muitos afirmavam que ele levaria vantagem sobre o sérvio e o Alcaraz, este último que não vivia um bom momento e que sofria com lesões. Bastou o espanhol vencer o italiano que tudo mudou novamente.
Vamos aguardar quem será o próximo “goat da semana”.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás

Andei vendo uns vídeos do Courentin Motet… Valha-me Deus… Parece que o francês bate fora do bumbo, tão ou + do que o próprio Kyrgios. Só que não joga tanto quanto o australiano.
Mas acho bom tenistas fora da caixa como ele. Diversidade é sempre bem-vinda.

E essa temporada da grama virou uma coisa meio que à parte no calendário. Mas também… Só clube de elite pra manter jardineiro especializado. Porque aqui na república tupiniquim, pra manter a grama aparada, só se arranjarem umas galinhas d’angola pra manter o gramado baixo. Ou umas vaquinhas pra pastarem. Daí já se aproveita o leite delas.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

Corentin Moutet

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Perder as olimpíadas que acontece a cada quatro anos ou perder um dos grand slams que acontecem todos os anos ? Sim, a Badosa escolheu perder as Olimpiadas e usar o ranking protegido em Wimbledon e US open.

É compreensível porque ela está tentando voltar e precisa de pontos, além de ter aquilo de que para alguns tenistas olimpíadas não é tão importante assim, não vale o dinheiro de um GS e ela já jogou uma… mas, eu mas EU, nunca trocaria isso, olimpiadas é patriotismo, é todos os esportes juntos, deve ser muito especial para um atleta participar

E vc, Dalcim, entre um Grand Slam e Olimpíadas, qual escolheria?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Não sou o Dalcim, mas no caso da Badosa, diferente do Djokovic, tem a idade a seu favor ainda.

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Pois é. Obrigado

Guilherme
Guilherme
1 ano atrás

Djokovic poderia ter sido tratado como Fedal se tivesse ingressado no estabilishment via Nike em qualquer uma das 3 vezes que lhe ofereceram, se ele aceitasse a oferta da LTA de jogar pela GB, se contratasse uma grande equipe de relações públicas, mas não o fez porque simplesmente não combina com seus princípios

Rodrigo S. Cruz
Rodrigo S. Cruz
1 ano atrás
Responder para  Guilherme

Nossa.

Quanta bobagem rs

Como se simpatia e carisma pudessem ser adquiridos dessa forma.

Guilherme
Guilherme
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo S. Cruz

É o contrário. Como ele não quis dançar conforme a música, não recebeu os beneficios e campanhas e propaganda etc q a Nike faz, alçando prodígios a reis

Rebeca
Rebeca
1 ano atrás

Dalcim, a Barty faz uma tremenda falta, tinha um jogo mais vistoso, um ótimo saque e mental, além de ótimo forehand, enfim, mais completa que Swiatek , que herdou o número 1 quando a australiana optou por “aposentar-se” aos 25 anos, e assim tocar a vida . . .

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Rebeca

A palavra herdou soa como se a Barty fosse #1 para sempre.
Da mesma forma que um pai deixa a fazenda para o filho.

Ronildo
Ronildo
1 ano atrás
Responder para  Rebeca

Realmente uma pena quando um atleta deixa a modalidade quando é jovem e ainda o melhor da categoria. Barty deixou saudades. A belga Justine Henin-Hardene também abandonou aos 26 anos, como Biorg Borg.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás

JOSÉ NILTON, todos sabemos que a partida mais longa da história do tênis masculino e no geral, foi realizada entre John Isner e Nicolas Mahut, em Wimbledon/2010, com vitória de Isner em cinco sets, mas qual a segunda partida historicamente mais longa do tênis masculino? E para completar, qual a partida mais longa da história do tênis feminino?

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

GRATO…

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

No feminino, chama a atenção do jogo Vicki Nelson v. Jean Hepner. E ainda durou só 2 sets… Não vi, mas dizem que as duas só davam ‘balão’ um atrás do outro. Se alguém aguentou assistir inteiro, merece o troféu Jó.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

QUANDO EU DESÇO A RIPA nos meus colegas de confraria, pelas cabeçadas nonsense aqui proferidas, vêm o JOSÉ NILTON e companhia me encher o saco. MAURÍCIO LUÍS, você quer me explicar o que tem a ver o teor do seu comentário com o que perguntei ao mesmo JOSÉ NILTON?

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Ué, tem a ver com recordes de tempo de duração dos jogos. De onde você tirou essa ideia que eu queria encher o saco? Achei até que ia gostar por eu ter acrescentado algo.
Não precisa se irritar. Fique em paz.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

MAURÍCIO LUÍS, eu não me reportei a JOSÉ NILTON a fim do que “tem a ver com recordes”, fi-lo a respeito de três recordes específicos, ok? Sobre você “ter acrescentado algo” ao referido tema, “Fique em paz”, pois o desserviço foi amplamente garantido, e explico a razão: na sua inserção sem pé nem cabeça, acerca da pelada “Vicki Nelson v. Jean Harper”, que “durou só 2 sets”, onde está o recorde, ou a prova de que foi estabelecido um recorde na triste contenda? Pior: completou afirmando este contrassenso: “Não vi, mas dizem que as duas só davam ‘balao’ um atrás do outro”, ou seja, aqui, além de me vir com uma arenga que supostamente tem a ver com recordes, se pauta no que dizem terceiros e não no que os mesmos têm como prova de que houve mesmo esse inferno de Dante na tal pelada. MAURÍCIO LUÍS, eu mereço “o troféu Jó”…

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

O recorde é o jogo de 2 sets + longo. Se achou minha inserção sem pé nem cabeça, por favor ignore-a.
Só não vejo motivo pra irritação. Pensei que fosse achar interessante, mas vejo que me enganei. Paciência.
Boa noite.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

MAURÍCIO LUÍS, como posso “achar interessante” o que você disse que não viu? E se você não viu, como pode ter certeza de que na pelada de “Vicki Nelson v. Jean Harper” foi estabelecido um “recorde”? Ah, o tal “recorde é o jogo de 2 sets + longo”? Qual a fonte destas informações? São os mesmos que “dizem que as duas só davam ‘balão’ um atrás do outro”? Os tais que “dizem” configuram fonte oficial? Pergunto porque acho interessante ter garantias de que uma informação tão convicta sobre o “recorde” que você passou para a nossa confraria tem uma procedência segura…

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

A fonte é a WTA. Consta também no Guiness Book. É recorde porque nenhum jogo de 2 sets chegou nem perto deste tempo. No site Terra achei uma reportagem dando diversos detalhes desta partida maluca, mas não me atrevo a colocar o link pra não irritá-lo ainda mais.
Mas compreendo que o que é interessante pra mim pode não o ser pra você.
Renovo meu boa noite.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

MAURÍCIO LUÍS, não seja tolo! Se “A fonte é a WTA”, a outra procedência informativa é o “Guiness Book”, e se “No site Terra” você achou “uma reportagem dando diversos detalhes desta partida”, por que não se ateve a isto antes? Por que diabos me vir com a desvantagem de “Não vi, mas dizem( !!!! ) que as duas só davam ‘balão’ um atrás do outro”? Acaso a informação sobre um “recorde” que pouca gente conhece é tão desimportante que se possa jogar na internet de qualquer maneira? Pois foi isto que você fez. Ah, você compreende “que o que é interessante pra mim pode não o ser pra você”? Pela forma irresponsável com que disseminou uma informação que julgou importante, você deixou bem claro que a ideia de sua própria autoria não era e nem “é interessante” sequer para si. Agora, ao tentar remediar fazendo o certo, ainda cai na armadilha de fingir que se preocupa em não me irritar “ainda mais”, supondo que tem a expertise da ironia. De todo modo, irei eu mesmo pesquisar suas informações atualizadas, nos mesmos três veículos por você citados e em mais alguma outra fonte, pois nada mais natural que eu o faça, após tantas cabeçadas suas acerca do tema em questão, até porque, o ônus da prova é atribuição de quem acusa. Juntando os cacos do que foi “Vicki v. Jean Harper”, vamos ver se ao menos desta feita você fez realmente certo…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

JOSÉ NILTON, muito obrigado pela retificação. Por outro lado, minha contestação ao que vinha dizendo MAURÍCIO LUÍS até sua penúltima participação, foi porque ele não se reportava com transparência e completude a respeito do tema em questão, vindo a fazê-lo apenas mediante minha insistência em querer saber mais do que eu não sabia. Neste aspecto, não fosse por minha colaboração, você nem estaria participando do debate agora, ou seja, não teria a chance de me corrigir acerca da tolice de “um recorde que pouca gente conhece”, retificação pela qual reitero meu agradecimento…

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

Em tempo… tem a ver que eu quis acrescentar um informação. As duas conseguiram essa “proeza” num jogo de só 2 sets dando balões.
Isso de querer “encher o saco” é coisa da sua cabeça.
Boa tarde.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Maurício Luís *

BEM, JÁ QUE PREFERE ASSIM, você enche minha cabeça então, ou seja, só faz aumentar minha cefaleia…

levI sIlvA
levI sIlvA
1 ano atrás

Dalcim, antes, junto com o comentário aparecia dia e hora em que ele foi feito. Agora, apenas aparece “2 dias atrás” ou algo assim.
Não sei dizer se já pediram, ao menos eu não vi…
Será que o pessoal que cuida das configurações não conseguiriam manter as informações de data e horário, como era antigamente?
Grato!

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Agente do Alcaraz sobre o que mais o preocupa em Carlos: As meninas, Definitivamente as meninas. Elas vão diretamente até ele pelas redes sociais e eu não consigo controlar. Ele é muito honesto e acredita que todos têm boas intenções e nem sempre é assim.

Iga, corra lá!! Kkk

Para ser justo, ele não fala apenas sobre as garotas nesta entrevista, mas sobre as pessoas em geral que podem abordá-lo também na vida real, apenas por interesse. Ele diz que Carlos tem um coração muito nobre e por isso tende a pensar que todas as pessoas são bem-intencionadas.

DANILO AFONSO
DANILO AFONSO
1 ano atrás

Já que os nobres participando estão debatendo nesta pasta sobre as qualidades técnicas do DJOKOVIC, achei muito interessante o sérvio ter finalmente incluído no seu arsenal de golpes o drop shot de forehand na cruzada – INSIDE OUT. Muito raramente vi ele usando este golpe ao longo da carreira, e quando usou a execução não era das melhores e não exigiu muita precisão.

O Alcaraz usa e abusa deste golpe com maestria, talvez até mais que o Federer. Coindidência ou não, o circuito masculino passou a usar este golpe com mais regularidade após a ascensão do jovem espanhol.

Voltando ao Djokovic, antigamente ele no geral se limitava, até meados de 2020, a executar deixadinhas de backhand na PARALELA. Destaque para o jogo contra o Tsitsipas em RG 2020, ocasição que o grego “morreu” no 5º set de tanto que correu nos primeiros sets para alcançar os drops.

Desde a temporada de saibro em 2021, o sérvio passou a incluir com mais regularidade o drop shot de backhand na CRUZADA, na qual destaco algumas belíssimas execuções na semifinal de RG 2021 contra o NADAL

Na última edição de RG 2024, conforme disse acima, o sérvio passou a adotar o drop shot de forehand, mais precisamente na versão INSIDE OUT, em que o tenista invés de bater de backhand na bola, se desloca rapidamente para o lado esquerdo da quadra e fingi que vai bater de forehand para executar o drop shot na cruzada. O golpe é belíssimo, mas exige muita precisão para gerar winners.

Eu tenho dúvida de qual é o drop shot mais belíssimo. Se é o drop de shot de forehand citado acima ou drop shot de backhand na cruzada.

Quem joga tenis amador certamente já conseguiu executar drop shot de forehand, porém na versão mais simples (INSIDE IN), em que o tenista executa o golpe estando do lado direito da quadra. Nadal executou com muita regularidade este golpe ao longo da carreira.

Quem aqui se arrisca nas deixadinhas ? E em qual das versões tem mais sucesso ?

E você DALCIM ?

DANILO AFONSO
DANILO AFONSO
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Gostei da resposta, Dalcim, mas na verdade queria saber qual dos drop shot você consegue executar quando pratica tênis ?

DANILO AFONSO
DANILO AFONSO
1 ano atrás
Responder para  DANILO AFONSO

Faltou na postagem eu considerar a movimentação do canhoto, que é obviamente inverso do eu escrevi no drop shot Inside out de forehand.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  DANILO AFONSO

Ele usou com precisão na final do USO 2011

DANILO AFONSO
DANILO AFONSO
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Qual tipo de drop shot ? O inside out de forehand ?
Ele já tinha usado, mas é tão raro que é possível contar nos dedos as ocasiões que vi ele usando o drop shot inside out no forehand. Neste último RG ele usou mais de 15 vezes.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  DANILO AFONSO

Agora fiquei na dúvida se foi inside out ou inside in, Danilo, mas foi de forehand. Foi no primeiro ou no segundo set.

Bom, a partida está no YouTube se você estiver com tempo e saco pra procurar, rsrs. O voleio peixinho do Djoko em 2019 eu achei fácil porque sabia que tinha sido num game de serviço pouco antes do 40-15.

Abs!

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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