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Depois de dois jogos seguidos de perigosos cinco sets, enfim Alexander Zverev conseguiu fazer uma partida mais econômica, ainda que muito exigente o tempo todo, e está pela quarta vez consecutiva nas semifinais de Roland Garros. O homem que bateu Rafael Nadal e viu Novak Djokovic abandonar, tem agora de vencer Casper Ruud para enfim atingir sua segunda decisão de Grand Slam e assim manter o maior sonho da carreira.
Com 11 vitórias seguidas no saibro, o que incluiu o troféu em Roma, Sascha foi bem testado em Paris até agora. Além do teste emocional da estreia diante de Rafa, ele tirou três cabeças de chave, sofrendo muito contra Tallon Griekspoor e Holger Rune, em que precisou do máximo de sua experiência para ganhar tiebreaks de grande peso. Na maior parte do tempo, contou com o primeiro saque bombástico, mas também do forehand, seu calcanhar de Aquiles que todo adversário explora.
Alex de Minaur tem na terra sua superfície mais frágil, porém ainda assim competiu muito bem nesta quarta-feira, ficando a um ponto de ganhar o segundo set, o que poderia mudar tudo. Curioso que o alemão tenha anotado apenas dois aces e vencido só 69% dos pontos com o primeiro serviço. Essa estatística deveria dar mais chances ao adversário, mas De Minaur sacou ainda pior – 48% de eficiência – e aí só evitou um de seis break-points oferecidos.
Ruud foi justamente quem barrou Zverev na semi do ano passado e com um placar quase humilhante. O alemão ganhou os três primeiros confrontos, sempre em pisos duros, isso lá em 2021, quando o norueguês ainda era bem menos sólido. No papel, claro que o alemão super-sacador é mais tenista, com golpes definidores lá de trás e hoje com um jogo de rede bem mais maduro. Mas acredito que o fator primordial será o mental e assim terá um considerável handicap aquele que administrar melhor a ansiedade.
Semifinalista muito inesperadas
Quando se imaginava que Aryna Sabalenka e Elena Rybakina iriam duelar entre si pelo direito de uma inédita final no Grand Slam da terra, eis que a italiana Jasmine Paolini, de 28 anos, e a sensação russa Mirra Andreeva, de meros 17, causaram enorme surpresa nesta quarta-feira em Paris. Enquanto a 15º do ranking tenta repetir Francesca Schiavone e Sara Errani, finalistas entre 2010 e 2012, a ascendente 38ª colocada pode se tornar a mais jovem a decidir Paris desde o fenômeno Martina Hingis, vice aos 16 anos e nove meses em 1997.
É fato que as duas favoritas jogaram aquém de seu nível habitual, porém não se pode deixar em segundo plano a atuação firme das duas novatas, que souberam controlar os nervos e acima de tudo achar o plano tático ideal.
Paolini, por exemplo, entrou intensa na quadra, procurando ser mais agressiva, e sua ótima cobertura de quadra dizia a Rybakina que ela teria de arriscar. A italiana ainda teve à frente por duas vezes no segundo set e, quando perdeu intensidade, parecia que Rybakina tinha achado um caminho. A cazaque no entanto sofria com o saque, uma arma crucial no seu estilo, e terminou o jogo com 48 erros contra 22 da adversária.
Treinada por Conchita Martinez, Andreeva foi muito aplicada na mistura de força e delicadeza. De seus 43 winners, 12 foram deixadinhas e cinco vieram com lobs, incluindo o match-point. Isso tudo apenas em seu quinto Slam da carreira. O melhor no entanto foi ver aquela garotinha elétrica e descontrolada do passado numa jogadora concentrada e positiva.
A cazaque contou mais tarde que não tinha mais pernas no terceiro set e que isso foi frustrante, mas explicou que anda tendo problemas com alergia e com o sono, o que são coisas preocupantes mas diferentes de uma lesão. Sabalenka por sua vez não se apresentou para a entrevista oficial e assim o mal estar, aparentemente estomacal, não ficou confirmado. A bielorrusa havia feito ao menos semifinal dos seis últimos Slam.
Paolini ainda voltou à quadra para também fazer semi de duplas, ao lado de Errani, enquanto Andreeva preferiu desistir da parceria com Vera Zvonareva. Aliás, Coco Gauff, que tem a dura missão de enfrentar Iga Swiatek e o retrospecto negativo de 11-1, também avançou à semi de duplas, ao lado de Katerina Siniakova.
O novo ranking feminino
– Caso chegue ao tetra, Swiatek abrirá mais de 3.700 pontos sobre Gauff, a nova número 2 depois da derrota de Sabalenka.
– Paolini é mais um nome da Itália a atingir o top 10. Poderá ser oitava com final e quinta com o título, em ascensão fulminante. Era 31ª no Australian Open de janeiro e 53ª quando começou Roland Garros de 2023.
– Bia pode sair do top 20 caso Mirra seja finalista. A russinha já garantiu o 23º posto, seria 16ª e atingiria o 14º com eventual troféu.
– Luísa Stefani cairá pelo menos para 12ª e isso deve fazer com o que o Brasil tenha apenas uma dupla feminina nas Olimpíadas.
– A belga Elise Mertens assumirá pela oitava vez desde 2021 a liderança do ranking de duplas.
O futuro de Djokovic
A outra notícia de grande relevância desta quarta-feira veio de Novak Djokovic e a decisão rápida de operar o menisco do joelho direito. Sinal evidente que o sérvio não teve como considerar tratamentos alternativos diante da proximidade dos Jogos Olímpicos, o seu grande objetivo da temporada. É pouquíssimo provável que Nole consiga disputar Wimbledon e defender seu vice. A corrida contra o tempo parece ser mesmo o retorno ao saibro de Paris para tentar o ouro olímpico.











O fato de Jannik Sinner ter conquistado o Australiano Open e agora o número 1 pela primeira vez, e não o talentoso Carlos Alcaraz, que já tinha atingido esta posição, só prova que o italiano agregou muitos novos recursos e vive um melhor momento que todos os concorrentes mais gabaritados.
E isso não se deu por acaso. Apesar da lamentável lesão que tirou a ponta de Novak Djokovic antecipadamente e sem que ele pudesse provar que ainda se mantém extremamente competitivo mesmo num ano muito abaixo de sua média, Sinner já era o primeiro na corrida do ano por ter atingido um estágio superior ao de Alcaraz e que parece ter feito toda a diferença: a maturidade.
Claro que o arsenal de golpes do espanhol é mais completo e seu estilo bem mais plástico e vistoso. Porém, enquanto ele não livrar-se da necessidade de fazer jogadas espetaculares em todos os games de todas as partidas, como se ainda precisasse provar o quanto é habilidoso, a probabilidade de perder para oponentes de alto calibre aumenta consideravelmente.
Para mim, sua dependência de aprovação e aplausos, visível também nas frequentes trocas de comunicação gestual com seu box, é um ponto fraco que só será corrigido com o amadurecimento. Embora seja um pouco mais novo que Sinner, sua trajetória foi muito mais meteórica e isso deveria lhe dar uma ligeira vantagem sobre o adversário da semifinal por já ter acumulado mais experiência com grandes palcos e grandes desafios. No entanto, creio que o peso que esse exibicionismo – algo que deve vir desde que foi descoberto como um garotinho prodígio – exerce sobre o equilíbrio psicológico e mental do jovem de 21 anos ainda gera instabilidades emocionais e tem atrasado essa maturação.
Contra Sinner, talvez o peso maior será o medo de ver carimbada a ‘faixa’ de número 1 justamente na partida contra aquele que é apontado como provável principal oponente nos anos vindouros. Será um ótimo momento para confirmar sua consistência e que é mesmo merecedor de todas as honrarias.
Sua percepção do Alcaraz, do exibicionismo, é exatamente a mesma que tenho. E acho que quanto mais confiante ele joga, mais ele se perde nisso. Quando jogou ainda um pouco machucado, foi impressionante ver a diferença como ele fazia jogos mais serenos e ainda assim muito eficientes. A questão em si não é fazer uma bola espetacular, mas de haver realmente uma bola propícia para isso. Quando o ponto está meio que perdido e você improvisa e pode fazer um ponto fora da curva. Recentemente fez um assim que achei bem a calhar que foi a passada com back de uma mão. Mas você ficar caçando essa bola, caçando jogo de quadradinho quando o jogo está melhor do fundo de quadra, é um ponto que ele precisa evoluir bastante. O Sinner por outro lado é a seriedade e simplicidade em pessoa. A ver amanhã.
Julio, concordo com sua avaliação a respeito da seriedade e simplicidade de Sinner.
Ressalte-se que após a vitória na segunda rodada deste mesmo torneio, quando Alcaraz perdeu o terceiro set para o obscuro holandês Jesper de Jong, ele próprio declarou, conforme li no site TenisBrasil: “… No terceiro set percebi que precisava ficar mais sólido. Era o momento de deixar de lado o espetáculo e tentar colocar seis ou sete bolas em cada ponto. Eu preferia ter ficado menos tempo em quadra, mas em um Grand Slam é preciso saber sofrer… ”
Ou seja, para alguém que vinha de uma lesão no braço que o afastou de torneios preparatórios para se poupar, é no mínimo imprudente prolongar um jogo e até mesmo correr o risco de um quinto set logo nas rodadas iniciais por conta desse exibicionismo que rende ovações mas pode comprometer o resultado.
Penso que a proximidade do fim da era do Big3 gerou um sentimento de orfandade em todo o circuito. E quando Alcaraz surgiu com tamanhas potencialidades e feitos tão absurdos precocemente, o deslumbramento foi geral e isso também contribuiu para que ele se sentisse num patamar acima de todos os demais jovens e jogadores da sempre cobrada Next Generation.
Mas no frigir dos ovos e com o vascolejar da carroça, as melancias naturalmente se acomodaram e as coisas foram voltando ao normal quando a meninada foi descobrindo atalhos para vencê-lo. Acredito que não levará muito tempo para que ele e sua equipe se deem conta de que é preciso adotar a mesma mentalidade vencedora de Iga Swiatek para ter ainda mais consistência e obter resultados à altura de sua indiscutível gama de recursos e das expectativas dessa já imensa legião de fãs.
Perfeito, Neri. É ainda permita-me elogiar sua iluminada escrita, sofisticada sem ser pedante ou prolixa.
Abraços!
Aqui está o diálogo do incidente do sorteio de Zverev.
– Chama “bola”
– Moeda cai na raquete
– Afirma que chamou de “raquete”
– Árbitro dá benefício da dúvida
– De Minaur não se opõe
Talvez um erro honesto? Talvez ele apenas tenha trapaceado?
E ontem o Zverev trapaceando no sorteio (da moeda) contra De Minaur? Disse que escolheu o lado, quando não o fez
Acho que nunca ouvi falar disso antes…
Não acredito que ele ganhe do Alcaraz, talvez do Sinner.
Dalcim, eu sei que você já falou do tenis italiano antes, mas nesse RG temos italianos em todas as semi-finais, exceto nas duplas mistas. Acho que merecia um post, esse feito.
Já fiz post e podcast para explicar todo o notável trabalho que mudou a história do tênis italiano nos últimos 20 anos, Marcelo. Mas claro que sempre mencionarei esse sucesso incrível.
Fale, Dalcim!
Estamos ainda longe disso, mas já imaginou se a Itália vencesse simples e duplas no masculino e feminino?
Isso já ocorreu antes? Seria algo realmente fantástico. Nem estou aqui discutindo o quanto a Paolini teria que quebrar a banca e todos os outros jogarem seu máximo, mas só de estarem nessa condição já é uma coisa incrível.
Abraço!
” Zverev destaca segundo set e avisa que quer ser campeão ”
Mãããss que grande novidade! Só ele que quer ser campeão? Todo mundo quer ser campeão. Eu também quero! Só não vou ser porque os organizadores inexplicavelmente não me ofereceram convite.
Três pontos num post só:
Quem parará Iga?
Djokovic já de bengalas, por operatório e com uma fala que inspira motivação em alta, para mim, a vontade está lá.
Essa é para o nobre VALMIR BATISTA: nossa musa de beleza exótica deixou a sala de imprensa sem explicação pós seu jogo. Que achaste disso?
Apenas seu desconforto físico a impossibilitou ou um pouco de falta de respeito com todos?
Prefiro acreditar na primeira hipótese, pois, brincar quando se ganha é bem mais legal.
Abraços.
Espero que sim! Sasha merece um Slam na carreira, sem dúvida.
Estávamos falando de carisma no outro post, Swiatek joga muito, dominante, mas tem carisma zero. Sem graça nenhuma…
Meu Deus, como o nível feminino está baixo, é o famoso em terra de banguelo, quem tem um dente é rei.
E quem tem um dente no caso, é a Iga.
MATS WILANDER
“O rei ainda não foi destronado”
“Enquanto ele (Djokovic) estiver lá, para mim ele continuará sendo o melhor. Ele cai para o segundo lugar no mundo por causa de um problema de saúde. Não por uma derrota”.
Não foi por 1 derrota. É só ver o que ele (não) tem feito desde janeiro.
Wilander metralhadora de abobrinha, impressionante. O inexplicável ódio que ele sempre sentiu do Federer deixou ele cego.
Operação de joelho: feita
Moral: em dia
Djokovic já pensa em voltar. Ou seja, a motivação tá lá, pois se não estivesse nem teria operado.
Mas onde? Wimbledon, parece impossível. As Olimpíadas? Mais tarde?
A contagem regressiva começou
Gustavo, acho que ele virou uma enorme chave no momento que chamou todo mundo e disse: Estou fora de RG e vou para sala de cirurgia.
Estou convicto que voltará com aquela fome e vontade de comer fígados de novo!
Os jogos da Sabalenka têm sido chatos, ela demora para colocar a bola em jogo, demora para sacar, parece q faz tudo em câmera lenta, fica tudo sem graça e demorado.
Apesar disso, quero registar meu elogio à sua louvável atitude de permanecer em quadra ontem mesmo passando mal.
Com a perda dos pontos do título de Roland Garros e do vice em Wimbledon no ano passado, o ranking de Djocovid já passará a refletir seu nível de jogo atual: fora do top-5.
Hoje ele não tem nível para bater os jogadores do topo do circuito.
Com isso, acabarão as chaves “bananadas”, só pegando atletas de alto nível nas fases mais agudas do torneio.
A carreira do sérvio acabou.
Responda então, como ele com esse nível fora top5, bateu em Sinner e Alcaraz no Finals, 6 meses atrás?
Vai ver o nível de um tenista profissional é como iogurte, no dia marcado no potinho, azeda.
No fundo, até acho que saberias responder minha pergunta acima, mas se fosses sincero na resposta, colocaria Roger Federer um pouco mais baixo de onde está.
Sejamos diretos: estamos no mês de junho e o atual líder do ranking ainda não venceu uma mísera partida contra um top-10.
Nenhuma vitória contra jogadores do top-10, seja nas quadras rápidas, no saibro e agora na grama, pois ele abriu mão da temporada de grama.
Que mais posso dizer? Ele não tem nível para disputar com esses atletas. A queda no ranking se retroalimentará, pegando chaves cada vez mais complicadas e sendo eliminado de forma cada vez mais precoce nos grandes torneios.
Restará ao sérvio brigar pelos ATP 250, como fez em Genebra, torneio em que ele foi melhor sucedido no ano de 2024, ficando a 1 set de alcançar a grande final, mas terminando derrotado pelo grande Machac.
Fritz era top 12 no Australian Open e entrou no top 10 após o evento.
Em 2018, Djokovic era 14° e terminou o ano como número 1°. No USO, pode ser que enfrente Alcaraz e Sinner nas quartas. E com todas as chances de vencer. O resto é seu desejo de sofredor.
Na verdade nível ele tem, o que fica claro quando ele mete um pneu no Musetti e um 6-1 no Casper Ruud em Monte Carlo. Ele vem em má fase, trocou a equipe o que obviamente faz uma diferença grande nesse nível e agora está se adaptando. A questão maior a meu ver é física, mas na parte técnica, se estiver focado e treinando bem ele pode ganhar de qualquer um.
Ahh tá, agora sim, sejamos diretos, com você prevendo o futuro, entendi.
E continuas na mesma, prevendo um futuro catastrófico para alguém que dominou o tênis num passado logo aqui, pertinho.
Previsões futuristas de torcedor do caos, não servem.
Próximo!
A título de comparação, vamos pegar os números dos demais atletas do top-5 no ano de 2024:
Sinner – venceu o Dimitrov em Roland Garros, o Rune em Monte Carlo, o Medvedev em Miami, o Medvedev, o Djokovic e o Rublev no Australian Open. Um total de 6 vitórias contra top-10 no ano de 2024.
Alcaraz – venceu o Tsitsipas em Roland Garros, o Medvedev, o Sinner e o Zverev em Indian Wells. Um total de 4 vitórias contra top-10 em 2024.
Zverev – venceu o De Minaur em Indian Wells e o Alcaraz no Australian Open. Um total de 2 vitórias contra top-10 no ano de 2024.
Medvedev – venceu o Hurkacz e o Zverev no Australian Open. Um total de 2 vitórias contra top-10 no ano de 2024.
A verdade é que esse trem já passou para o sérvio. A grande vitória dele no ano foi contra o limitadíssimo Taylor Fritz, lá em janeiro. De lá para cá, foram atropelos, desde tenistas do topo do ranking, como Ruud e o Sinner, até derrotas vexatórias contra gente fora do top-100. O grande momento do sérvio foi o que? Ganhar em 5 sets sofridos contra o Cerúndulo e o Musetti? Se esse for o caso, então de fato não estamos falando de um tenista de topo de ranking.
Me lembro de suas palavras após WB 2023 e depois sumiu. Só espero que não fuja novamente.
O péssimo início de ano do sérvio foi um deleite para você, só isso.
Acaso lembre-se quem era o favorito do Dalcim para ganhar esse RG, até as duas primeiras rodadas?
Por que será?
PS: Sem falar no EXTREMO racismo escancarado que impera no país. Obviamente não estou falando apenas de futebol. A Espanha precisa evoluir MUITO.
FALTA SENTIMENTO CATALÃO naquela esbórnia franquista…
Olá a todos.
Como descendente de espanhóis, de nacionalidade (dupla) espanhola, conhecedor profundo das festas e tradições do país, repudio veementemente as touradas. Uma tradição ultrapassada, um espetáculo covarde, uma crueldade sem tamanho. Há muitos movimentos e iniciativas na Espanha para acabar com essa carnificina, alguns dos quais sou membro e apoio.
Sendo assim, independente do motivo pelo qual o blogueiro Gilvan postou sobre esse assunto na pasta passada, gostaria de exercer meu direito de expressão e dizer que achei o post nojento, de embrulhar o estômago, com uma analogia tremendamente infeliz, ATÉ para os padrões do blogueiro em questão.
De resto, saúde a todos.
Perfeito!!!! Compartilho sua indignação
Eu tb.
Show!
O mais interessante disso tudo: eu sou contra as touradas. Veja só que coisa.
Ontem, Hurkacz ficou furioso com uma bola que saiu claramente e acabou conversando com Dimitrov sobre “substituir” o árbitro.
É cada uma…
Zverev: 14 winners, 38 unforced errors
De Minaur: 18 winners, 37 unforced errors
Para alguns aqui, De Minaur foi o campeão. Campeão moral kkkk
No site de RG, os números divergem um pouco destes.
Zverev: 20 winners, 48 enf
De Minaur: 28 winners, 53 enf
Também são exibidos os erros forçados (Zverev: 20, Di Minaur: 31).
Portanto, ao somarmos os winners de um jogador com os erros forçados do outro, temos:
Zverev: 51
Di Minaur: 48
Ou seja, uma diferença de 3 em favor do alemão. Somando essa diferença com a dos enf (5, também em favor do Zverev), chega-se à diferença do total de pontos conquistados (8).
Isso mostra a importância de se contabilizar os erros forçados, os quais, não sei por que, raramente são divulgados.
Sim, deveria reivindicar o troféu!
Dalcim, já começou o Bolão?
Zverev leva dessa vez, com essa alavanca que ele tem no backhand ele derruba até o Sinner.
Vamos ver se rola um para a final, Alexandre.
Dalcim, João Fonseca fez uma preparação interessante para a grama, aliás algo raro para os brasucas. A vitória hoje foi sobre um adversário que, infelizmente, não encontrou mais o caminho. Baseando-se nisso tudo, você há viu algum jogador brasileiro com um potencial de versatilidade tão grande? Óbvio, que temos de ter paciência, mas digo a facilidade que demontra em todos os pisos…
O estilo dele propicia mesmo essa versatilidade nos pisos, Marco Aurélio, e isso é muito animador. Eu gosto muito dos tenistas que conseguem se adaptar às dificuldades e ele me parece bem o caso.