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Um O grande momento por que passa o tênis brasileiro foi brindado por mais uma façanha. Pela primeira vez na história dos Grand Slam, mais do que dois tenistas nacionais conseguiram superar um mesmo qualificatório. Foram quatro, que se juntam a Bia Haddad e Thiago Wild, de forma que cheguemos a seis nas chaves de simples, a maior marca em 36 anos, como destaca Matheus Dalcim em excelente artigo neste site.

Gustavo Heide é o debutante e certamente a maior surpresa. Não vinha de bons resultados em nível challenger após longa parada por problemas médicos e ainda encarou uma chave dura. Foi sólido e tranquilo depois de perder feio o primeiro set da estreia e aí embalou para a vaga com um tênis muito maduro.

Felipe Meligeni disputará seu segundo Slam, depois de também furar o quali no US Open 2023 e, tal qual Thiago Monteiro, aproveitou uma sequência bem propícia no quali de Paris, baseando suas atuações em saque firme e jogo de base ofensivo, ganhando os três jogos em sets diretos.

O canhoto cearense se mantém em grande forma técnica, só teve uma partida um pouco abaixo por um aparente cansaço. Com muita justiça, disputará seu 21º Slam e o sexto Roland Garros, único dos grandes torneios em que venceu dois jogos seguidos na chave principal, em 2020.

Por fim, Laura Pigossi comprova outra vez que, mesmo sem ter um tênis tão brilhante, é uma excepcional competidora e não se abala com revezes. Fez outra campanha muito firme no quali, sequer perdeu set e não sentiu pressão na partida que decidiu a vaga. Este será seu terceiro Slam da carreira e agora só faltará jogar o US Open.

Na chave, Bia Haddad nos dá enorme preocupação porque não está bem. Foi totalmente dominada por Liudmila Samsonova em Estrasburgo e pode reencontrar a russa logo na terceira rodada. E antes disso pega duas saibristas que exigem cuidado. Wild por sua vez revê Gael Monfils, vai jogar em estádio grande e isso geralmente o anima. Mas a sequência é dura, com prováveis confrontos diante de Lorenzo Musetti e Novak Djokovic.

Já os qualificados não deram muita sorte. Meligeni começa contra Casper Ruud e Heide encara Sebastian Baez. Melhor se saiu Monteiro, que estreia diante de Miomir Kecmanovic e quem sabe desafie então Daniil Medvedev. Já Pigossi será a adversária da forte ucraniana Marta Kostyuk, cabeça 18.

Apesar de tudo, Djokovic pode se dar bem

Embora tenha havido um considerável equilibrio teórico na distribuição da chave masculina, me parece certo que Novak Djokovic tirou a sorte grande. Não que seu caminho seja tranquilo, mas há dificuldades crescentes, o que parece ideal para ganhar confiança e manter o fôlego, o que será valioso depois de outra derrota frustrante na temporada, agora em Genebra. O reencontro com Lorenzo Musetti e o desafio das oitavas contra Francisco Cerúndolo ou Tommy Paul indica ensaio ideal antes da eventual repetição da final de 2023 contra Casper Ruud, cuja atual instabilidade deverá ser testada contra Tomas Etcheverry na terceira partida.

A lógica diz que Nole tem tudo para fazer semi diante de Alexander Zverev, ainda que o alemão tenha um gigantesco teste emocional logo de cara ao cruzar novamente com Rafael Nadal. Além das inevitáveis lembranças do acidente de 2022, Sascha será coadjuvante naquela que pode ser a despedida do multicampeão. O campeão de Roma tem o favoritismo natural, o que é até uma heresia quando se fala em Roland Garros. Será muita coisa a administrar.

Se jogar no nível das últimas semanas, Zverev dificilmente será parado por Karen Khachanov ou Daniil Medvedev, se é que algum deles chegará lá. É um setor tão frágil que dá para imaginar uma surpresa como Mariano Navone ou Alex de Minaur. Ou quem sabe, um canhoto nascido em Fortaleza.

Há um caminhão de dúvidas sobre o que pode acontecer no lado inferior da chave. Jannik Sinner confirmou participação e, em condições normais, pegará Nicolas Jarry ou Sebastian Baez nas oitavas. O adversário de quartas é uma loteria: Hubert Hurkacz, Grigor Dimitrov ou Alejandro Tabilo? Ao mesmo tempo, se o italiano não vingar, todos eles estarão diante de uma chance e tanto.

Por fim, Carlos Alcaraz terá tempo para achar seu melhor tênis até as quartas de final, ainda que não possa brincar com Sebastian Korda na terceira rodada. Stefanos Tsitsipas e Andrey Rublev concorrem pela vaga nas quartas e ambos podem esbarrar nos locais Ugo Humbert e Arthur Fils, ainda que eu não acredite em derrotas se ambos jogarem o que sabem.

Swiatek contra campeãs de Slam?

Favorita absoluta ao tetracampeoonato, Iga Swiatek pode ter uma sucessão curiosa de duelos contra campeãs de Grand Slam, a começar por Naomi Osaka na segunda rodada e quem sabe Barbora Krejcikova nas oitavas e Marketa Vondrousova nas quartas. Claro que há gente competente para se meter no caminho, como Danielle Collns ou Marta Kostyuk.

Coco Gauff ficou no lado de cima, o que sugere revanche da final do ano passado uma rodada antes. É ali onde estão Bia e Samsonova, eventuais adversárias de oitavas. O quadrante ainda tem Jelena Ostapenko e Ons Jabeur e portanto a semi de Iga pode ser também contra uma campeã de Slam, seja Gauff ou Ostapenko.

Aryna Sabalenka vislumbra testes relevantes na caminhada, com Sloane Stephens ou Paula Badosa antes de Madison Keys ou Emma Navarro. As quartas podem ter desde Maria Sakkari até Daria Kasatkina e seria muito curioso ver a semi contra Elena Rybakina, mas não se sabe como a cazaque estará na questão fisica. Ainda mais se ocorrem duelos exigentes contra Angelique Kerber e Elise Mertens, assim como Elina Svitolina ou Anastasia Pavlyuchenkova. Se superar tudo isso, dificilmente não estará na semi.

Não perca

Outras boas pedidas de primeira rodada neste Roland Garros: Wawrinka-Murray, Evans-Rune, Navone-Carreño, Humbert-Sonego, Fucsovics-Tsitsipas, Jarry-Moutet, Gasquet-Coric, Bronzetti-Osaka, Bouzkova-Kudermetova, Samsonova-Linette, Qinwen-Cornet, Andreescu-Sorribes e Svitolina-Pliskova.

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Mauricio
Mauricio
1 ano atrás

Dalcim, direto e reto quem você vê com maiores chances de levar esse RG? O feminino acredito que seja óbvio rs

Guilherme
Guilherme
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Esse daí tá querendo apo$tar mas com o teu palpite kkkk

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
1 ano atrás

Repetindo o que já manifestei Djokovic deveria se aposentar já para não dar mais vexames, fazendo jus à condição de ser o maior tenista; poderia aproveitar Roland Garros e fazer uma despedida em dupla com Nadal. A partir daí a condição de primeiro do rankin ficará em suspense, dado à condição física instável dos dois mais mais categorizados Sinner e Alacaraz

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Achei q perderia uma parte do tênis por causa das 500 milhas, mas o tempo ajudou e vai dar pra ver os dois. Como o Wawrinka jogou bem, e como o BH entrou. E pensar q alguns fanáticos aqui disseram q o BH do Federer era superior ao dele…

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fernando

Federer possui 103 ATPs contra 16 de STANIMAL. Um retrospecto de 23 x 3 favorável ao Craque Suíço. O magistral comentarista tem o YouTube pra ver ao menos 26 confrontos entre ambos . A variação de Slices e bate-prontos GENIAIS de todos canto da quadra , sem contar o jogo de rede , não deixam dúvidas do melhor. A superioridade de Stan se resume ao Backhand na paralela. Até nas curtinhas ele perde. Não continue preguiçoso. .. rsrs. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

INCRÍVEL!
O que tem a ver backhand com jogo de rede? Meu Deus!
E pela tua lógica, contrária lógico, o mair forehand segundo você mesmo, de Fernando Gonzales deveria ter ganhando 50 M1000, certo?

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Na boa , Fabriciano. Alguém VOLEIA com os pés??? O Backhand por acaso é utilizado junto a rede ? Ninguém disse que Fernando ( então TOP 5 ) tinha que bater gênios como Federer e Nadal. Mas deu tempo de bater Sampras e Djokovic. O Forehand do Craque também era espetacular… rsrs. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Na boa, Luiz Fernando comparou o BACKHAND do Wawrinka com o Federer.
Nada de mimimi de rede, slice, bate-pronto, 103 títulos etc.
Não dá para debater sobre o tema exposto, mesmo que não concorde?
Difícil viu!

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

Leia e verás que os argumentos demonstram claramente, que o Backhand de Federer superou o de WAWRINKA exceto na paralela. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Demonstram, somente para você!

Mitzi
Mitzi
1 ano atrás

Dalcim, assistindo ao jogo da francesa Caroline Garcia reparei que a juíza de cadeira tem uma câmera na cabeça. Ela desceu pra verificar uma marca e colocaram a imagem da câmera. A imagem ficou estranha, trêmula

Sabe dizer se está câmera será obrigatória nos slams?

Achei desnecessário…

João Sawao ando
João Sawao ando
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Dalcim. Há quanto tempo uma francesa não ganha Roland garros?gosto muito da Caroline Garcia mas vejo ela com poucas chances de ganhar

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

SE NÃO ME FALHA A MEMÓRIA, no masculino, o último campeão francês em Roland Garros, foi o mediano Yannick Noah. O tocador de guitarra ergueu o caneco no longínquo 1983, ou seja, há 41 anos…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Mitzi

HISTORICAMENTE, AS MULHERES sempre tiveram algo mais na cabeça que os homens, no que concerne a ver o mundo com outros olhos, ou seja, com visão mais apurada…

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Novak Djokovic falando hoje sobre as possíveis razões para sua forma abaixo da média em 2024:

“São várias coisas que aconteceram nos últimos meses, mas não quero entrar nisso. Não quero abrir a caixa de Pandora e falar sobre coisas.

O que aconteceu, aconteceu e está no passado. É algo que não posso mais (deixar) afetar, mas posso aprender a retificar certas coisas e corrigir certas coisas que estão erradas e que realmente não servem ao propósito do meu nível de desempenho mais alto.”

Será q tem a ver com o motivo pelo qual ele se separou de Goran? Parece que sim para mim.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Não sabemos o motivo e nem queria falar antes de uma possível eliminação, mas acho que a dispensa do Goran e continuar sem treinador até hoje foi mais uma grande cabeçada do Djoko, assim como foi com o Becker, a demora pra fazer a cirurgia no cotovelo, o tal do Guru, não se vacinar, entre outros. Quanto à questão da dieta sem glúten, ele não tinha como saber mesmo.

Tomara que ele me cale e faça um Rolanga decente pelo menos, mas por enquanto está difícil pensar em algo grande.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

A confiança foi pro espaço após a derrota no AOPEN para SINNER. Pode recuperar em RG? . Claro que sim, mas perderam o medo de enfrenta- lo no momento. Goran disse pra mídia croata que eles já não se suportavam faz bom tempo . Abs!

Belarmino Jr
Belarmino Jr
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Fugiu do anti doping….

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Belarmino Jr

O GABIGOL DO TÊNIS…

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás

Que lindo o outfit do Nishikori

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Não vi ainda.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás

Casa cheia na Quadra Central para Carlitos, contra um apenas esforçado Tenista Norte-Americano . Mesmo sem dar Show, o Tourinho já aparece com um ótimo semblante e disparando alguns mísseis de Forehand. Entrevistado por Willander ao final , se disse em condições de atingir 100 % na competição. Dito isto , já dá pra coloca – lo como um dos favoritos mas sem destaque. Abs !

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Ótima estreia do Alcaraz, que poupou físico e cabeça, além de talvez ter dado um passo em direção a ter mais confiança no físico, fundamental para as pretensões do cara. Ele, Rafa e Sinner tem toda a minha torcida nesse RG…

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Dalcim, não sei se sua impressão também será essa, mas achei a quadra P Chatrier muito lenta. O que significaria isso para o desenrolar do torneio?

Luiz Fernando
Luiz Fernando
1 ano atrás

Como esperado, Rublev venceu o japa, que não tem potencia ou um golpe matador p incomodar os principais tenistas do ranking. No entanto, nao consigo ver o russo como serio candidato ao titulo em um evento de jogos de 5 sets…

Alcaraz começou dormindo, mas quando acordou dominou o set1, vencendo 6 games seguidos…

Acompanhando o GP de Mônaco junto com RG, pra variar o medíocre Sainz não completou 4 curvas, alem de medíocre é um cara sem sorte, teve problemas com um pneu, Graças a Deus estaremos livres dele em 2025…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás

Meus palpites são que Djoko X Herbert farão a noturna de segunda (homenagem ao francês grande duplista com Mahut) e Zverev X Nadal a noturna de terça (jogo mais aguardado da rodada e que pode ser a despedida do espanhol).

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Li no Twitter q Nadal pediu para jogar de dia e o torneio acatou seu pedido

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

Esse comentário eu escrevi ontem à tarde, obviamente antes de ser amplamente divulgado o horário do jogo do Nadal ;-)

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

GUSTAVO, li essa mesma mensagem no Orkut ontem pela manhã…

Gustavo
Gustavo
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Não tenho mais Orkut…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Gustavo

GUSTAVO, você não tem “mais Orkut”, mas pelo jeito se reuniu numa conferência com Elson Musk e ambos decidiram mudar o nome X para Twitter novamente…

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

Ih, rapaz, errei feio. Zverev X Nadal será amanhã de manhã e Monfils X Wild farão a noturna; GOATaço só na terça.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
1 ano atrás
Responder para  Paulo Almeida

O Espanhol junto com seu Staff conseguiu que o jogo não seja na sessão noturna segundo O MARCA . Para eles isto dificultaria muito para o Touro Miura . Enquanto isso Sascha mandou : “ Posso garantir que Djokovic não queria o Rafa de início , nem o Alcaraz e nem o SINNER. Eu também não queria . Não vou jogar contra a Estátua e sim contra um ser humano, mas é o Rafa Nadal . Espero uma grande batalha e vou me preparar para enfrentar sua melhor versão “ . Abs!

Paulo Almeida
Paulo Almeida
1 ano atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Eu esqueci que ele prefere jogar de dia com o saibro menos lento.

Alexandre G.
Alexandre G.
1 ano atrás

Pobres brasileiros.
Nadam, nadam e morrem na praia.
É difícil para um tenista nacional “jogar sozinho”, sem ao menos a imprensa dar a atenção merecida.
Fora isso, eles precisam lidar com falta de patrocínio, de treinadores capacitados, de infra estrutura, e talvez até de quadra para treinarem.
Tiro o meu chapéu para esse pessoal que hoje está em evidência, principalmente por seu próprio esforço e dedicação.

Gustavo M.
Gustavo M.
1 ano atrás

Na final feminina ano passado a Iga enfrentou a Muchova; a Gauff foi em 2022

Paulo A.
Paulo A.
1 ano atrás

Dalcim, tem alguma esperança de que a Bia deslanche justo nesse RG? Afinal, é o piso em que se formou como tenista e do seu melhor resultado em um Slam. E será que essa fase terá fim mesmo?

Sandra
Sandra
1 ano atrás

Dalcim , sera Que o problema do Djokovic não é algo mais extra campo do que físico ? Foi uma pena o João Fonseca não ter conseguido nenhum convite ele teria chances de ir um pouquinho mais .

Sandra
Sandra
1 ano atrás

Dalcim, existe possibilidade de qualquer jogador , seja quem for, no caso específico do Nadal , o Zeverev , achar que está jogando com um morto vivo do outro lado rssss sentir pena e se desconcentrar ?

André Aguiar
André Aguiar
1 ano atrás

Quis o irônico destino que a provável última dança do rei do saibro no torneio em que protagonizou talvez o maior feito do esporte fosse justamente contra o tenista que poderia ter roubado-lhe a décima quarta Taça dos Mosqueteiros, caso não houvesse estraçalhado o tornozelo e saído de quadra sem saber se um dia voltaria.
Pouca emoção?

Sandra
Sandra
1 ano atrás

Dalcim , uma pergunta fora do assunto , existe ou já existiu algum tenista de Cuba ?

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Sandra

SANDRA, como assim, “fora do assunto”? Via de regra, você exclui Cuba, é isso?

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

VaLmIr, Cuba não deixa seus atletas sairem do país, somente em grandes delegações que haja uma supervisão para ninguém sair correndo. Você já viu algum jogador da Coréia do Norte? Mesmo problema.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

RODRIGO LIGHTMAN, eu sei disso. Com quem você acha que está falando?! Dá uma olhada direito na pergunta da sua colega a JOSÉ NILTON e entenderá que minha pergunta/resposta a ela é mais que a simples pergunta/resposta…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás

EM 1987 A BANDA PLEBE RUDE lançou um álbum chamado “Nunca Fomos Tão Brasileiros”. 37 anos depois, teremos por estas plagas uma patriotice sem precedentes…

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

O Brasil por muitos anos colocava 1 ou 2 jogadores em chaves principais de Slams, quando colocova. No feminino ficamos anos sem ao menos uma representante na chave principal. Então eu acho que é um grande avanço tantos participantes do nosso país. É parecido quando um país que se classificou uma ou duas vezes para uma copa do mundo de futebol e consegue uma nova classificação,eles fazem uma festa. Imagine a Hungria que já foi finalista de copa e não participa ,se não me engano, desde 82 ou 86, a festa que eles fariam se conseguissem uma nova classificação. É a nossa realidade. Cada país tem a sua. Fora Guga e MEB , não tivemos nenhum tenista que se destacasse no esporte. Tivemos os duplistas, mas no final o que importa mesmo são os lobos solitários.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

RODRIGO LIGHTMAN, eu não sou desses como você, que são chegados numa patriotice politicamente correta e se contentam com migalhas…

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

heheheh VALMIR da SILVA BATISTA, eu não sou patriota, torço contra o Brasil na copa e fiquei feliz de a seleção sub 23 não ter conseguido se classificar para as Olimpíadas. Pelos países que já viajei pelo mundo, se come melhor que aqui. Argentina e uruguai não dá nem para comparar as carnes. O povo também é diferente, se mostrando muito mais sincero e menos hipócrita que os brasileiros. Agora o povo brasileiro que vive nos confins do Brasil, esse povo é diferente daqueles que vivem em grandes centros urbanos ou perto deles. Eles não têm ajuda de ninguém e eles mesmos precisam resolver seus problemas. Achei essas pessoas muito mais genuínas do que aquelas que eu convivo. Inclusive acho que há uma grande epidemia de hipocrisia afetando o Brasil e a parte ocidental do mundo. Mas no caso da classificação dos brasileiros não é preciso uma histeria coletiva, mas entendo a alegria daqueles que gostam de tênis. E parece que o tênis brasileiro melhorou bastante com a Bia, com o Wild, e agora com o Fonseca que tem tudo para brilhar. Então para quem gosta e torce pelo tênis braisleiro o momento é de alegria e esparença acima de tudo.

Carlos Alberto Ribeiro da Silva
Carlos Alberto Ribeiro da Silva
1 ano atrás
Responder para  Rodrigo Lightman

Tem muita gente que não percebe, mas o sucesso dos brasileiros e brasileiras, mesmo que seja apenas um degrau acima do patamar anterior, já é suficiente pra motivar e inspirar as novas gerações e provocar a mobilização de algumas entidades da sociedade para que possam aumentar sua cobrança por melhorias junto aos órgãos governamentais, o que pode trazer benefícios para o tênis num futuro próximo. Então, qualquer melhora, por mínima que seja, pode ser motivo de comemoração.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás

Perfeito.

Neri Malheiros
Neri Malheiros
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Se todo e qualquer comentário favorável a algum tenista brasileiro, independentemente de gênero, da performance ou do tamanho do feito, soa a ‘patriotice’, o que pensar dos costumeiros comentários, réplicas e tréplicas menosprezando apenas os atletas nacionais? Seria a mais pura ‘viralatice’?

Vítor Barsotti
Vítor Barsotti
1 ano atrás
Responder para  Neri Malheiros

Com toda certeza, Neri. Curioso que o rapaz que se mostra sempre tão indignado quando o tênis feminino não é tão exaltado quanto ele pensa que deveria ser, é o mesmo que vive desdenhando dos comentários da Sandra (uma das poucas comentaristas aqui do blog) e do tênis da nossa melhor representante, a Bia. Haja viralatice e hipocrisia…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Vítor Barsotti

VITOR BARSOTTI, no instante em que me deparo com bobagens proferidas, não faço distinção de gênero, não sou chegado a paternalismo barato, ou seja, desço a ripa sem dó nem piedade, assim como o faço quando os tenistas, sejam de qualquer nacionalidade, não jogam nada…

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Neri Malheiros

NERI MALHEIROS, por que me pergunta? Você está em dúvida sobre o que você mesmo pensa, é isso? Por favor, não me pergunte, pense o que quiser, você é livre…

Cleo Lima
Cleo Lima
1 ano atrás

Desculpe a franqueza, mas achei um tantinho deselegante a forma como foi feita a menção à Laura Pigossi, justamente no momento da realização do sonho dela (conforme a própria relatou). Talvez o “mesmo sem ter um tênis tão brilhante” pudesse ter sido suprimido, bastando ressaltar o excepcional brio de competidora que ela tem. Mas é só um devaneio, sem intenção de polemizar.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
1 ano atrás
Responder para  Cleo Lima

A realidade pode ser triste mesmo.

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Cleo Lima

CLEO LIMA, e tem uma agravante: a coisa foi colocada num contexto alusivo aos quatro tenistas tupiniquins que vão a Paris a partir do qualy, ou seja, como se os outros três brasileiros fossem providos de brilhantismo muito superior ao da Laura que atuou “sem ter um tênis tão brilhante”, ao disputar a classificação para Roland Garros. A propósito, nem mesmo Be atriz e o nó cego do Wild são de arrancar suspiros em ninguém nas arquibancadas da vida. E pensar que outro dia mesmo falei aqui da falta de zelo do nosso escriba, ao se ater a determinadas questões, mas fui prontamente surrado pelo próprio e por seus asseclas, como se tivesse proferido alguma bobagem. Fazer o quê, né? Mas você tem minha anuência, CLEO…

Última edição 1 ano atrás by Valmir da Silva Batista
Maurício Luís *
Maurício Luís *
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Isso de escrever o nome da Bia com espaço entre as letras é de uma constrangedora falta de empatia de dar vergonha alheia, insinuando que ela é uma atriz.
Um exemplo: antes deste último jogo, ela disse que podia melhorar. E logo em seguida perdeu com direito a ‘pneu’. Ela não foi atriz:: falou sinceramente sobre uma expectativa que tinha na hora. Mas nem sempre as coisas correm conforme o esperado.
E aproveito pra informar que na nossa última conversa não quis “puxar seu tapete” e nem tampouco me acho “puxa-saco”. Porque nem uma coisa nem outra me traz qualquer vantagem financeira. Digo isso porque sou descendente de sírio-libaneses, povo que tem fama de se apegar ao $$$$$.
Quem vê o que você escreve aqui, tem a impressão que fica o dia inteiro atrás de réplicas e tréplicas infinitas. Direito seu, mas pessoalmente acho perda de tempo.
$$$$ que é bom, neca. O máximo que você tem aí é talvez um troféu imaginário de “vencedor da discussão” ou coisa parecida. Congratulações pelos seus troféus.

Alexandre G.
Alexandre G.
1 ano atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Cara, você precisa ser mais compreensivo.
O que você espera sobre tênis num país onde sequer hoje o futebol é respeitado?

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
1 ano atrás
Responder para  Alexandre G.

ALEXANDRE G., eu não tenho que “ser mais compreensivo” coisa nenhuma. Nosso( seu? ) futebol é ruim, assim como nosso( seu? ) tênis, ou seja, quando se tornarem bons, eu respeitarei. A propósito, por que é que você acha que o futebol brasileiro tem que ser respeitado? Temos jogado tanta bola assim?

Rodrigo Lightman
Rodrigo Lightman
1 ano atrás
Responder para  Cleo Lima

Eu pensei a mesma coisa, ainda mais se ela ler esse site.

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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