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Coadjuventes brilham, torcida dá show mas alemãs barram Brasil de novo

Foto: Marcello Zambrana

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Foram dois dias estranhos no saibro coberto do ginásio do Ibirapuera, que muita gente me garante não teria sido o palco desejado pelo time nacional da BJK Cup para enfrentar o experiente grupo já um tanto veterano da Alemanha. Se por um lado Bia Haddad Maia decepcionou terrivelmente na sexta-feira pela forma com que perdeu para Laura Siegemund, tivemos duas atuações emocionantes de Laura Pigossi e Carol Meligeni, tidas como coadjuvantes da festa, que superaram a diferença técnica para as adversárias e estiveram muito perto de vitórias heroicas que poderiam ter revertido o resultado final de 3 a 1, que selou outra vitória alemã sobre nós na competição por países, a segunda dentro da nossa casa.

O ponto realmente alto foi mesmo o público que praticamente lotou o Ibirapuera para os jogos da Bia. Mantiveram o astral lá em cima, mesmo nos momentos mais delicados e frustrantes, souberam aplaudir as boas jogadas das adversárias sem jamais apelarem para desestabilizar as alemãs e souberam reconhecer o esforço das brasileiras depois de cada partida. Não ouvi uma única vaia. É bem verdade que o ginásio esvaziou pouco a pouco quando Bia saiu de quadra, mesmo na vitória de sábado quando ainda havia chance de uma virada. Nada é perfeito.

Temi por uma reação negativa dos torcedores diante da incrível sucessão de erros técnicos e táticos de Bia na partida de abertura contra Siegemund, a pior exibição que eu já vi dela nestes últimos quatro anos. Minha impressão: foi a somatória da má fase do circuito com a enorme pressão de ter de ganhar e ainda o fato de ser sua segunda apresentação em solo brasileiro desde a chegada ao mais alto nível, porém bem diferente da anterior.

Por isso, senti certo alívio quando Bia enfim elevou o nível da metade do segundo set em diante na vitória de sábado frente à reserva Anna-Lena Friedsam, com saque muito mais afiado e winners magníficos, mostrando do que realmente é capaz. Tomara que seja essa imagem que fique para seu retorno ao saibro europeu.

Laura e Carol só merecem elogios. Entraram com tarefas muito difíceis de ser cumpridas, diante de adversárias claramente superiores em ranking e currículo, e ficaram bem perto de dar sobrevida ao Brasil. Se estivesse mais inteira fisicamente, é bem possível que Pigossi tivesse vencido Tatjana Maria ainda na sexta, o que mudaria por completo o quadro. E Carol levou uma aula no primeiro set de Siegemund antes de mudar a postura, se motivar com o público e ficar bem perto da virada. Pena que sequer tivemos chance de ver Luísa Stefani em ação na dupla.

O Brasil ficou assim de fora da fase final da BJK Cup, no que seria a luta direta pelo título em Sevilha, porém isso está longe de ser o fim do mundo. Tivemos a pouca sorte de chegar ao tão aguardado duelo do Ibirapuera com Bia em momento de baixa. Haverá outras chances, tenho certeza.

Monte Carlo dá embaralhada no saibro
Ainda que não tenha a velocidade padrão do saibro europeu, Monte Carlo deu a largada aos grandes torneios sobre a terra e, como se esperava, causou surpresas e deixou preocupações. Se de um lado Stefanos Tsitsipas recuperou seu melhor jogo, Carlos Alcaraz voltou a mostrar fragilidade física, Novak Djokovic ainda não se soltou e Casper Ruud se colocou mesmo como um nome alternativo de gabarito para as próximas semanas.

Apesar do erro do juiz no quinto game do terceiro set, que pode ter definido a eliminação de Jannik Sinner, não dá para negar que o grego fez um grande torneio rumo ao tricampeonato. O saibro mais lento cai como uma luva e reduz drasticamente seus erros não forçados de backhand. Mais que isso: dá confiança para atacar e foi esse o grande mérito de Tsitsipas nas vitórias sobre Alexander Zverev, Karen Khachanov, Sinner e Ruud. Servirá de embalo? Quando se trata de Stef, nada é certo.

Ruud pode mesmo incomodar no saibro, e sua nova ascensão técnica e física tem sido evidente neste começo de temporada, muito diferente de 2023 quando viajou para aquelas inoportunas exibições de fim de ano. Fez uma partidaça contra Hubert Hurkacz, dominou o terceiro set diante de Ugo Humbert e acima de tudo quebrou uma série de tabus pessoais na vitória nervosa e irregular sobre Djokovic, um jogo em que os dois não sacaram bem e o grande mérito de Ruud foi segurar a cabeça no final da partida.

Nole passou em sets diretos por Lorenzo Musetti e Alex de Minaur, mas amargando placares negativos e altos e baixos intensos. Outra vez, me deu a impressão de que faltavam pernas (e por tabela confiança) na reta final da partida contra Ruud, diante de sua insistência em ir à rede. Aliás, um erro bisonho de voleio para 0-30 complicou sua vida e o desfecho foi ainda pior, com dupla falta. Claro que há tempo de sobra para se recuperar e chegar bem em Roma e Paris, que no fundo é o que lhe importa.

Monte Carlo também sacramentou o péssimo momento de Andrey Rublev, que não jogou mais nada depois da desclassificação em Dubai, e repetiu o descontrole emocional fora de tom de Daniil Medvedev. Para compensar, gostei dos três jogos de Holger Rune, especialmente a resistência que mostrou contra Sinner e da excelente partida contra Grigor Dimitrov, talvez o ponto alto de toda a semana.

E mais
– Alcaraz ficará de fora também de Barcelona, onde é bicampeão, por conta da persistente dor no braço direito. Incrível a série de contusões do jovem espanhol.
– Nadal treinou até em período duplo em Barcelona e parece que agora vai enfim acontecer seu retorno. Pega o garoto italiano Flavio Cobolli, o que já é um bom teste. Se passar, encara o renovado De Minaur.
– Sinner precisou ser atendido para o joelho no final da partida contra Tsitsipas, caiu abruptamente de rendimento e vira outra preocupação. Não se descarta pular Madri.
– Ruud e Tsitsipas mantiveram inscrição em Barcelona. O norueguês pode pegar Jarry ou Baez nas quartas e Rublev ou Khachanov nas semis. Já o grego aguarda Musetti na terceira rodada, o lucky-loser Fabian Marozsan nas quartas e de Minaur na semi.
– Zverev prestigiará o ATP de Munique, que costuma ser lento. Rune é o cabeça 2 num torneio que tem Thiem solto na chave.
– Wild e Fonseca jogam em Bucareste. O paranaense pega o garoto Luca Nardi e quem sabe Mariano Navone antes do favorito Francisco Cerúndolo. Prevejo dificuldades. O carioca estreia diante do experiente Sonego e poderá jogar bem solto.
– Melo aproveitou a sorte de entrar de última hora ao lado do amigo Zverev e enfim fez novamente uma outra grande final em sua longa carreira. Levaram virada em Monte Carlo, mas o mineiro de 40 anos volta a figurar entre os 35 do ranking e jogará Munique ao lado de Demoliner.
– Extraordinária a chave do WTA 500 de Stuttgart, onde as oito cabeças são top 10 e a última a entrar figura no 37 do ranking. Claro que só vai ter jogo bom e duelo duro. Destaque para Raducanu-Kerber na primeira rodada.
– E de repente o ranking desta segunda-feira terá dois backhands de uma mão no top 10. Vida longa a ele.

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Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 anos atrás

Interessante esta matéria com o Karue Sell, porque é uma amostra do que fazem tenistas com baixa pontuação no ranking e já com uma certa idade.
É o típico espírito do brasileiro: vai se virando como pode.
Dalcim, a palavra do título da matéria não seria “coadjuvAntes”?

Arnaldo
Arnaldo
2 anos atrás

Dalcim eu não consigo entender o Técnico do time Brasileiro no BJK CUP.
A Bia venceu o terceiro jogo, ai Pela lógica do ranking e momento da carreira, tinha que ser a Laura na quarto jogo.
O que aconteceu? Não consigo acreditar, só se a Laura estivesse machucada.
Não tenho dúvidas que a Carol jogou muito, mostrou até mais garra do que a Bia, mas, não era ela que devia estar nesse jogo para dar chance ao Brasil.
Não tem como explicar por uma jogadora que nunca venceu um top 100 para jogar esse jogo, não consigo entender isso, não quero condenar ninguém, mas não pode gente, não é assim que se ganha!
Carol é 345 do ranking Laura é 125, estou errado Dalcim ?

Thiago Silva
Thiago Silva
2 anos atrás

Com esse saque de Teliana vai ser difícil essa temporada pro Nadal.

Gandhi Costa de Almeida
Gandhi Costa de Almeida
2 anos atrás

Meu amigo Dalcim, falei isso em um post do chiquinho há mais ou menos 2 semanas atrás, te peço por favor para não ficar passando pano para Bia Haddad…ela é 13 do mundo e há 3 meses atrás era top 10…. coloquem o dedo na ferida, não pode uma 10/13 do mundo jogar dessa forma…não pode ficar sem ganhar 2 míseros jogos seguidos….
Ela lendo essas coisas, talvez pense que já fez o suficiente e entra naquele famoso pensamento, de o que vier é lucro..
Por mais duro que seja, coloquem o dedo na ferida…. talvez ela se incomode e não fique tão conformada como parece estar….

Última edição 2 anos atrás by Gandhi Costa de Almeida
Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 anos atrás
Responder para  Gandhi Costa de Almeida

Não acredito que a Bia esteja acomodada, como você insinua. Ela está fazendo o máximo. E quando se faz o máximo, algumas críticas podem destruir qualquer motivação.
Como é fácil criticar vendo vídeos sentado num sofá de vime, com um tiragosto do lado.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
2 anos atrás

Olá a todos,

Rafa perdeu hoje, sim perdeu, mas vi com com bons olhos, algumas coisas interessantes nos jogos dele desta semana.
Na minha opnião, falta o melhorar o saque, o que é natural, por causa da contusão recente, e melhorar, e com verta que vai, é quando ele adquir o ritmo de jogo.

A partir do momento que ele conseguir entrar no ritmo dos demais, ai pode esperar um Roland Garros frenético, porque não só ele, mas haverá vários favoritos e franco atiradores, vamos aguardar

Ronildo
Ronildo
2 anos atrás

Gente, o pessoal viu Federer jogar com elevado nível aos 39 anos, chegando nas semis de RG e AO e imediatamente acreditaram que o mesmo aconteceria com Nadal e Djokovic.

É por isso que dá tanta discussão no blog: um grande número de pessoas não conseguem diferenciar as qualidades distintas destes 3 tenistas. Acreditam que porque um conseguiu jogar em alto nível aos 39 anos, automaticamente os outros dois iriam ter um elevado nível de jogo também aos 39. Incrível esta falha tão grotesca de avaliação. Falta de aviso não foi porque fazem quase 20 anos que federistas alertam que o estilo de jogo de Nadal e Djokovic só funciona com um preparo físico excepcional e o que o avanço da idade iria impor limites a estes dois. Federer ao contrário, por ter técnica e habilidades jamais vista antes na história do tênis, poderia ter jogado em alto nível até os 45 anos se o calcanhar de Aquiles de todo esportista (o joelho) não tivesse avariado aos 39.

Igor Batista
Igor Batista
2 anos atrás
Responder para  Ronildo

Federer não jogou em alto nível aos 39 anos. Na última semifinal de Slam de Roger, AO 2020, ele não tinha nem completado 38 anos e 6 meses. Esse torneio foi o último Slam dele em alto nível.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 anos atrás
Responder para  Ronildo

Isso foi aos 37/38. Com 39, Federer foi devastado por Basilashvili, Pablo Andújar, Aliassime e o poderoso Hurkacz com pneu e tudo. Na verdade, era pra ser sido eliminado na primeira rodada se o Mannarino não tivesse escorregado na grama traiçoeira. O fim de carreira do terceiro da história por enquanto foi mais patético.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 anos atrás
Responder para  Paulo Almeida

Era ? . Quem escorregou como sempre foi o comentarista. O Craque Suíço jogou 1526 partidas e venceu 1251 . Terminou a Temporada 2020 ( 39 completos ) como TOP 5 . 369 Vitórias e 60 derrotas em SLAM . Tenista com 81 participações em SLAM ( recorde absoluto na Época ). Campeão aos 38 na Basileia e aos 37 em Miami , Dubai e Halle . Djokovic no ano que vai completar 37 , perdeu os 4 Torneios que disputou em sequência. Com direito a não ter um UNICO break point na Semi do AOPEN 2024 . Rafa Nadal venceu seu último Torneio em 05/06/2022 ( RG ) , dois dias após completar 37 . E’ o atual 649 do Mundo . Patética é a total falta de informações verdadeiras do fanático torcedor. Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Esse é seu pequeno grande problema.
Traz um caminhão de informações que não muda nada, tampouco contra-argumenta o comentário do outro com propriedade.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 anos atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

É incrível. Não consegue se ater ao que está em debate.

Paulo Almeida
Paulo Almeida
2 anos atrás
Responder para  Sérgio Ribeiro

Não confunda alhos com bugalhos e adicione dados que não têm nada a ver com o que está em questão, Sr. SR.

Sim, Mannarino vencia por 2×1, escorregou na grama, se lesionou no quarto set e abandonou a partida. Teria vencido e era um jogador melhor em quadra segundo o próprio suíço. Aliás, este só terminou em 5° lugar porque o ranking estava congelado.

Nadal venceu RG depois de ter completado 36 anos e não 37. Depois de Wimbledon, não conseguiu mais jogar em alto nível, enquanto o GOAT Djoko ainda é número 1 do mundo perto dos 37 e jogou em alto nível no mínimo até o Finals, atropelando Alcaraz e Sinner. Não passe informações erradas. Seria isso patético?

Reitero que o terceiro da história teve o fim de carreira mais patético (ou melancólico se preferir) até o momento. Aceite que dói menos.

A conferir, rsrs, abs!

João Sawao ando
João Sawao ando
2 anos atrás
Responder para  Ronildo

Concordo com tudo que você diz Ronildo. Sempre achei isso.ele poderia ter jogado até os 45/46 anos se não fosse o problema do joelho

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
2 anos atrás
Responder para  João Sawao ando

JOAO SAWAO ANDO, cite dois ou três tenistas de nível estelar que tenham atuado até “45/46 anos”, pode até ser no feminino, se você necessitar de campo mais extenso, para validar sua tese…

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 anos atrás
Responder para  Valmir da Silva Batista

Valmir,

Na cara não….

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás
Responder para  João Sawao ando

Problema de joelho é físico.
E sem físico, tenista só vai bem no PlayStation.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 anos atrás
Responder para  Ronildo

Ronildo,

Djoko é o mais velho número 1 da história. Ganhou 2 slam, 2 masters 1000 e 1 atp finals com 36 anos de idade. Está perto dos 37 anos e ainda é o número 1 enfrentando jovens com diferença superior a 10 anos de idade. Você quer que o Djoko tome pneu com 38 anos no Australian Open?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Ganhou 3 Slans ano passado.

Paulo Sérgio
Paulo Sérgio
2 anos atrás
Responder para  Luiz Fabriciano

No AO ele estava com 35

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás
Responder para  Paulo Sérgio

Certo.
O detalhe era 36 anos completos.

Maurício Luís *
Maurício Luís *
2 anos atrás

Por um momento me assustei quando vi o título ” Pude me despedir em quadra”. Achei que ele tinha decidido encerrar a carreira. Foi despedida de Barcelona.

João Sawao ando
João Sawao ando
2 anos atrás
Responder para  Maurício Luís *

Também achei isso

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 anos atrás

Rafa perdeu como esperado. O Di Menor hj esta melhor física e tecnicamente do que ele, ele de ter muita velocidade. Como jogou 2x e requer ritmo, creio q irá a Madri…

Luis
Luis
2 anos atrás

Oi Dalcim, tudo bem? Será que você poderia comentar sobre a final de monte carlo ou a volta do Nadal?

Sandra
Sandra
2 anos atrás

Dalcim,a ESPN tem os direitos de todos os torneios de tênis ? Inclusive atp 250, challengers, future, e dos juniors também ? Se sim , não ficamos refens dela ? Porque ela não está passando Barcelona , todos ? Só alguns ?

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
2 anos atrás

Dalcim, prefiro o modelo anterior quando as recentes postagens entravam em cima, agora temos de correr toda a lista para chegar às recentes, abraços, espero estar dando contribuição para melhorar cada vez mais o blog

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás
Responder para  Oswaldo Euclydes Aranha

Na mesma linha onde consta a quantidade de comentários (bem acima), tem mais três opções: o mais reagido, o mais “quente” e uma pop-up para escolher o mais novo ou o mais velho.
Está bem bacana.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 anos atrás

Que bom ver o lendário Tenista poder se despedir jogando e aparentemente sem dores . Mas como era de se esperar se utilizando de expediente mais confortável possível . Bem lá atrás da linha de base em muitos momentos, o que deve interferir na competitividade. Com um Serviço ainda deixando a desejar , somente sendo o verdadeiro “ Rei do Saibro “ pra podermos esperar grandes resultados. A meu ver , Alex De Minaur já vai nos dar a noção exata . Mesmo na Terra batida chega em todas , e não vai perdoar bolas curtas . A conferir. Abs!

Oswaldo Euclydes Aranha
Oswaldo Euclydes Aranha
2 anos atrás

Depois de ganhar um 2º set por 6 x 1 perder o 3º pode demonstrar que o Djokovic está com alguma problema de saúde, inclusive de resistência física. Como torcedor dela fiquei bastante chateado

Luiz Fernando
Luiz Fernando
2 anos atrás

Dalcim o q vc achou do Nadal? Vi apenas alguns melhores momentos, nada q eu possa opinar, mas achei o serviço bem precário no pouco q eu vi.

Evaldo Moreira
Evaldo Moreira
2 anos atrás

Dá-lhe Touro Miura, não vi o jogo , na matéria diz “bom ritmo” , então vou conferir mais tarde.

Como é bom ver o Nadal de volta , se pegar o ritmo aos poucos , sei não hein…..

Edval Cardoso
Edval Cardoso
2 anos atrás

Ola Dalcin
Tens alguma opinião formada sobre o que está acontecendo com os tenistas canadenses, que parecia ter uma geração promissora com shapo e Aliassime e outros mais velhos Pospysil, Milos, e até no feminino com a Eugenie Bouchard e a Leila Fernandes, todos com resultados pífios já a algum tempo.

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

E a Andreescu também, está perdendo para sua condição física, certo?

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Uma pena, pois são ótimos tenistas!
Bianca tem até um US Open.

Gustavo
Gustavo
2 anos atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Verdade. Aliás, é preocupante a quantidade de mulheres tenistas com transtorno alimentar.

Robson Couto
Robson Couto
2 anos atrás

Djokovic às vezes lembra aquela fase de 2017/2018. Naquela época ele voltou com o Vajda, ganhou Wimbledon e a confiança retornou. Seria novamente a solução, ou você vê algum outro profissional para ser o técnico que poderia agregar mais, Dalcim?

Valdir
Valdir
2 anos atrás

Achei que depois de vencer Djokovic Ruud ia entrar firme na final, mas não, entrou tremendo e perdeu feio, de novo.

Sérgio Ribeiro
Sérgio Ribeiro
2 anos atrás
Responder para  Valdir

E sempre em Sets diretos. Incrível que durante os Torneios maiores , ele até complica com os Tops ( até o N 3 ) . Mas depois entrega tudo…rs . Abs!

Luiz Fabriciano
Luiz Fabriciano
2 anos atrás

Dalcim, você falou em seu texto, analisando a passagem de Djokovic por Monte Carlo, que ainda há tempo para sua recuperação anti Roma e Paris.
Ele não havia optado por Madri esse ano?

André
André
2 anos atrás

Dalcim, o que acontece com Djokovic? Sei que ainda temos uma longa temporada pela frente, mas ele me parece completamente sem confiança e sem um plano tático bem definido em seus jogos.

Acha que a virada que tomou do sinner na davis no ano passado foi um balde de agua fria no sérvio e que, em razão disso, começou 2024 desmotivado, em marcha lenta?

Rogerio Silva
Rogerio Silva
2 anos atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

Ele parece cansado e desmotivado mesmo.
Nesse caso,não há técnico que dê jeito.
Acabou o fogo !

Valmir da Silva Batista
Valmir da Silva Batista
2 anos atrás
Responder para  José Nilton Dalcim

QUE “DESMOTIVAÇÃO” coisa nenhuma! E mais: esse lance de “algum problema físico” não passa de suposição tola. Gente!!!!! Será que é difícil aceitar que o cara também é humano e que por isso pode estar apenas jogando um tênis meia-boca? Djokovic está às portas de completar 37 anos, ou seja, não lhes parece razoável que isto esteja pesando em seu lombo? Não estaria ele estocando energias, para tentar o ouro olímpico a partir de daqui a pouco mais de três meses? Façamos, a título de ajuda a ambos os colegas de confraria, um exercício de relativização: a partir de dado momento, Federer, com alta idade, começou a jogar mal; a partir de dado momento, Rafael, com alta idade, começou a jogar mal; agora, meus caros desavisados, chegou a vez do reizinho dos Bálcãs, simples assim. Portanto, sugiro que parem de tentar encontrar pelo em ovo e avaliem o atual nível técnico de Novak Djokovic de forma séria…

Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]
Paulista de 63 anos, é jornalista especializado em esporte há mais de 45 anos, com coberturas em Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Acompanha o circuito do tênis desde 1980, tendo editado a revista Tênis News. É o criador, proprietário e diretor editorial de TenisBrasil. Contato: [email protected]

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