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Melbourne (Austrália) – Depois de ter vencido seus dois primeiros jogos no Australian Open, Beatriz Haddad Maia foi surpreendida na terceira rodada e se despediu da disputa de simples. A número 1 do Brasil e 12ª do mundo foi superada pela russa vinda do quali Maria Timofeeva, jovem de 20 anos e 170ª colocada, com parciais de 7/6 (9-7) e 6/3 em 2h09 de partida nesta sexta-feira.
Aos 27 anos, Bia fez sua melhor campanha da carreira no Australian Open. Ela passou por duas outras jogadoras muito jovens, a tcheca de 18 anos Linda Fruhvirtova e a russa de 16 anos Alina Korneeva e também teve o melhor resultado de uma brasileira no torneio em toda a Era Aberta, que começou em 1968. No fim da fase amadora do esporte, a lendária Maria Esther Bueno chegou a ser vice-campeã em 1965, quando o evento ainda era na grama. E em toda a Era Profissional, apenas outros três brasileiros atingiram a terceira rodada: Marcos Hocevar, em 1983, Jaime Oncins em 1991 e Gustavo Kuerten em 2004.
Bia ainda joga duplas ao lado de Townsend
Bia permanece em Melbourne para a disputa de duplas, ao lado da norte-americana Taylor Townsend. Campeãs em Adelaide na semana passada, elas estão na segunda rodada e enfrentam no sábado a russa Anna Blinkova e a bielorrussa Aliaksandra Sasnovich. A brasileira já foi finalista de duplas do Australian Open em 2022, quando jogava ao lado da cazaque Anna Danilina.
Timofeeva enfrenta Kostyuk nas oitavas de final
Making the last 16 on your Grand Slam debut?
No problems for Maria!
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Algoz de Bia na terceira rodada, Timofeeva disputa sua primeira chave principal de Slam. E depois de ter passado pelas três rodadas do quali, venceu duas rivais experientes, a francesa Alizé Cornet e a dinamarquesa Caroline Wozniacki, ex-número 1 do mundo e campeã do torneio em 2018.
Sua adversária nas oitavas será a ucraniana de 21 anos Marta Kostyuk, 37ª do ranking, que derrotou a russa Elina Avanesyan, 74ª colocada, por 2/6, 6/4 e 6/4. Kostyuk rompe uma barreira de três eliminações na terceira rodada em Melbourne, a primeira ainda aos 15 anos em 2018 e as mais recentes nos dois últimos anos. A ucraniana também iguala o melhor resultado da carreira em Grand Slam, oitavas de final de Wimbledon em 2021.
Primeiro set definido nos detalhes e domínio da russa no segundo
Bia teve um ótimo começo de partida e venceu os três primeiros games rapidamente. Até então, ela só havia perdido dois pontos. E só depois, Timofeeva fez seu primeiro game. Logo na sequência, a russa aproveitou um momento com poucos primeiros serviços em quadra da brasileira para atacar mais o segundo serviço. Ela criou quatro break-points e devolveu a quebra, buscando o empate por 3/3. Na sequência do set, Timofeeva passou a confirmar seus serviços de forma mais tranquila e mostrava boa movimentação durante os ralis de fundo, enquanto Bia vinha enfrentando games mais longos no saque e salvou mais um break-point no nono game da parcial.
Maria Timofeeva rallies from 0-3 down in the set and 1-4 down in the breaker to take it!
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A definição ficou para o tiebreak, em que a brasileira começou em vantagem. Ela contou com erros seguidos no forehand da rival e abriu 4-1 no placar depois de um winner com o backhand na paralela. A russa reagiu no tiebreak e buscou o empate por 5-5. Depois, sustentou um longo rali para chegar ao set-point. Bia se salvou em mais uma longa troca de bolas e passou à frente ao vencer uma disputa na rede. Em seu primeiro set-point a favor, viu um forehand sair por muito pouco. E depois de tanto equilíbrio, a única dupla falta da brasileira no set definiu a disputa. Bia fez um winner a mais no set, 12 a 11, mas cometeu 19 erros contra 14.
A vantagem no placar deu confiança à russa, enquanto Bia baixou um pouco a intensidade no começo do segundo set. Timofeeva saiu vencendo por 3/0 e voltou a quebrar para abrir 5/1. Sacando para o jogo pela primeira vez, a russa teve um match-point, mas a brasileira se salvou e ainda diminuiu a diferença no placar. A jovem jogadora teve uma nova fechar o jogo em seu serviço e só definiu a vitória no quinto match-point. Timofeeva liderou a estatística de winners por 20 a 18 e cometeu 31 erros não-forçados contra 35 da brasileira. Ela quebrou três vezes e só perdeu dois games de serviço.













sou a favor na mudança de regras e acho q o feminino deveria ter melhor de 5 sets, evitaria muitas surpresas a exemplo do masculino onde um top dificilmente perde uma batalha de 5 sets para um jogador de menor ranking. O big 3 e mesmo o Guga ja ganharam slams onde tiveram que virar jogos depois de perderem os 2 primeiros sets; e centenas de outros jogadores cabeças de chave ja fizeram o mesmo. Um jogo de 5 sets é muito mais avantajoso para um atleta de melhor ranking e acostumado a jogar com mais intensidade.
Fácil criticar após a derrota, mas a Bia já é uma vitoriosa, diante das condições adversas que é a prática de um esporte elitizado como é o tênis no Brasil. Fico imaginando o quanto que esse esporte é praticado em quadras públicas, nas escolas em determinados países, em especial, na Rússia. O número de jovens jogadoras que surgem é um absurdo.
Sergio, concordo com tudo que voce escreveu, mas acho tambem que declaracoes dada por ela que se vê numero um e ser possivel ganhar GS só colabora para aumentar sua carga de pressao, acho que ela chegou muito longe mas seu jogo está a kms de distancia das melhores. Fino falando na ESPN que se ela pegasse a Bia seria massacrada tambem colabora para isso, sejamos mais humildes.
A Haddad Maia joga com medo. Ninguém ganha torneio grande jogando com medo. É só ver a dupla falta que ela cometeu no set point contra. Não foi porque enfiou a mão no segundo saque, foi um saque empurrado que foi longe. O segundo saque dela nos pontos grandes, tipo um 30/40 num 4×4, deve ficar abaixo de 100 km/h. E ainda assim erra.
Se for para perder, melhor que seja como a Ostapenko, sem medo de ser feliz. E isso ainda rendeu um RG para ela.
Coitada da Bia. Além de toda a dificuldade envolvida em ser uma tenista de ponta, ainda tem que carregar nas costas um país grande, carente de tenistas (e atualmente de esportistas em geral) de expressão mundial. A carga seria menor se pudesse ser dividida com outras quatro ou cinco brasileiras top 20. Se uma ou duas fossem mal num torneio, outras compensariam a frustração nacional. Imagine o que a Pegula ou o Tiafoe estariam ouvindo agora, caso fossem os únicos top dos EUA. E como estaria a cabeça da Kudermetova hoje, se não existissem a Blinkova, a Andreeva e a Timofeeva?
Vida longa a nossa Bia!
Ela não tem nada de coitada.
Andre, entao a Bia deve evitar de falar que acha plenamente possivel ser numero um, disse com tanta naturalidade como só dependesse dela, Meligeni disse dias atras que se ela pegasse a Bia, seria massacrada. Bia tem um otimo jogo sim, mas muito menos do que a maioria acha.
Há duas possibilidades:
1º: A Bia poderia jogaria muito melhor se tiversse mais força mental.
2º: Considerando sua força mental, A Bia joga é muito.
Eu fico com a segunda porque, no final das contas, as coisas são o que são.
A derrota é sempre difícil, mas a Timofeeva foi melhor na partida, foi mais consistente que a Bia. Está jogando bem este torneio. Aliás, que geração russa, Korneeva, Timofeeva e, principalmente, Mirra!
Quando a Bia descobrir que o tênis não é só bater forte na bola…. será tarde. Ele precisa “QUERER” ganhar.
A duas jogaram muito, infelizmente a Bia só sabe dar bater na bola e isso encaixou com o jogo da russa. Se a Bia tivesse mudado seu estilo de pancadaria com toque, slice, subida a rede, poderia ter mudado o quadro desse jogo.
O estilo dela, como de várias outras da primeira prateleira, é a trocação forte lá no fundo, como realmente sabemos. Mas quanto a variar, ela fez em alguns momentos exatamente isso que você falou, como slice, subida a rede e algumas curtas. Nas subidas, ganhou alguns pontos, até no bate e rebate do reflexo, e infelizmente, também, levou passadas da Timofeeva, que mesmo na corrida, até saindo da quadra, muito rápida, conseguia chegar inteira e equilibrada para dar a passada com as duas mãos. Jogou muito.
ESPN 2 repassando o jogo agora.
Falar que não é frustrante o resultado seria uma baita mentira. Duvido que qualquer um aqui ficou tranquilo com o resultado como ficaria se ela tivesse perdido pra uma Coco ou Iga por exemplo.
Não adianta. Uma top 10 perder para uma 170 nunca deixará ngm feliz. A Bia precisa trabalhar melhor seu jogo. Precisa treinar e treinar saque. Olha a Coco, foi lá e treinou com o Roddick. Poxa, ela tem condição de treinar com qlqer tenista do mundo, dinheiro agora ela tem, vai lá e contrata, melhora, mantém esse técnico que a ajudou mto, mas coloca tbm uma pessoa que possa de fato agregar algo ao seu jogo.
A Bia cansou de se salvar com mental e físico, mas falta muita técnica e tática. O jogo da Bia é dar porrada e seja o que Deus quiser. PRECISA MUDAR!
Prefeita suas colocações. Análise sem fanatismo.
Sem dúvida, apesar de alguma melhora do que era 1 ano atrás, Bia precisa melhorar o saque e outras ações do jogo. Mas vendo você falar que Bia já se salvou muito com o físico e com o mental, coisa mais do que evidente para quem acompanha seus jogos, fica parecendo que são Bias diferentes, essa aí e a outra definida aqui em certos comentários no ano passado e agora nesse jogo. Essa outra Bia não tem o mental e, li aqui, ela perdeu o psicológico, ao contrário da Timofeeva que tem esse controle e ganhou o jogo. Mas o que eu vi foi a Timofeeva, que jogou muito, mostrar claras expressões faciais, corporais e também ficar conversando lá sozinha, de forma desesperadora, quando errava lá no primeiro set, como também no segundo. E Bia sempre fazendo aquele gestual com a cabeça e falando poucas palavras no claro sentido de seguir em frente no.próximo ponto. A sua maior expressão do que sentia não foi quando perdia ponto, como fazia a Timofeeva, foi ao ganhar um ponto no 2S e deu um grito maior, pra ganhar força, e até falou outras coisas segundos depois. Uma coisa é errar jogadas e ficar mostrando claro descontrole, outra coisa é errar, não gostar e sinalizar que vai atrás do próximo ponto, mesmo quando por várias vezes você meta a bola funda, nas pontas e a adversária chegue correndo inteira e devolva uma passada cruzada ou na paralela. Deve ser as diferentes marcas de tv e celulares ou de pacotes de transmissão que acabam mostrando diferentes Bias.
Eu avisei q com esse saque patético ia rodar hoje… uma top10 com esse saque teria q ser um fenômeno de regularidade no fundo, oq não eh o caso… Bia sendo Bia… aguardando mais uma entrevista patética dela
exato; nas grandes campanhas dela na grama em 2022, Toronto e Zhuhai o saque estava afiadíssimo. Talvez ela tenha dificuldade de manter sempre a mesma mecânica na execução do serviço.
Este ano a creche do Australian Open está impecável, fora de série, que safra boa de jogadoras está vindo, não deu pra Bia, sem chance !!! Agora é torcer pelas duplas !!!
gostei de creche.. frase toda verdadeira
Surpresas nenhuma, normal….
Sabalenka e Gauf castigando a amarelinha, até aqui as melhores em quadra, sem sets perdidos, pneus . . . e bicicleta da Sabalenka . . . muita top 10 devendo, Rybakina, Pegula, Jabeur . . . e Bia também . . . top 10, top 15 têm que se impor, e justificar o ranking, bater ao menos quartas de final . . . as teenagers tão passando o “trator” com intensidade de jogo e mental . . .
Lembrando, Iga Swiatek número 1 também sofreu pra ganhar da Daniele Collins…
Lembrando, que até mesmo uma Iga Swiatek número 1 estava desconfortável e ela já é bem ansiosa, aínda mais quando joga com placar atrás, sofreu e quase perdeu da Daniele Collins… Isso é o mundo do tênis. Tem que se aproveitar pouco idade e treinar todos fundamentos e criar uma postura mental de intensidade dentro de quadra respeitando adversário. Mas, mais importante saber se impor, sacar bem obrigação, e saber fechar portas e finalizar jogos. Um exemplo disso é observar grandes jogadores como Navratilova, Verdy, 4 Slams Gold no mesmo ano Steffens Graff e claro Big 4 four. Bia 1.85 tinha pôr obrigação sacar bem, porque forte ela já é falta uma técnica.
Papelão ridículo. 12ª do mundo e perdendo pra qualifier. É nisso que dá não ter nenhum plano B. Só sabe bater e bater.
Papelão ridículo é vc vir aqui e escrever isso. Tem alguma top 20 brasileira melhor que ela , fora MEB? Escreve isso pra Jabeur, Rybakina, Pegula tb..
Enquanto isso. a Andreeva com 16 anos vira um jogo perdendo de 5×1 no terceiro set.
Uma pena Bia, mas pelo amor de Deus né, não pode perder para uma jogadora deste nível.
Bia não se preocupe com os “profetas” da Internet, tênis é isso, resiliência pura. Bora pra dupla e o ano só está começando. Você está de PARABÉNS!!!!! FORÇA! E tem mais, são esses mesmos que adoram falar besteiras nas suas partidas, que seriam os primeiros ao te verem na rua, lhe pediriam uma “selfie”!!!!! V A M O O O S S S S S !
Tênis feminino é uma montanha russa. No masculino dificilmente o 170 do mundo ia vencer o décimo cabeça de chave, muito mais fácil acontecerem “surpresas” no feminino. Ranking da Bia é meritocracia sim, tá aí porque pode e conseguiu, com ou sem limitações é mérito dela. Melhorar realmente precisa pra manter o ranking. Devia ter aproveitado para chegar às quartas pra já ir livrando a semi de RG do ano passado. Mas perante o que estamos tendo ultimamente é de se exaltar a carreira dela sim, a melhor depois do Guga.
Exato, com exceção do top 4(do top 3 até eu diria, pq a Rybakina tbm dá suas rateadas com alguma frequência) é praticamente regra no feminino algumas cabeças de chave rodarem pra tenistas fora do top 100 em qlqr torneio.. vejo muita gente q só acompanhava tênis masculino antes da Bia querendo aplicar a lógica dos torneios masculinos para o desempenho da Bia..
quer dizer; gente que acompanhava o big 3 ou 4, e que tem pouca memória das gerações anteriores.
???? esqueceu do Wild contra o numero 2 do mundo.
Fraca
Melhor se dedicar as duplas
“jenial ” vc …… top 10 do mundo em simples e se dedicar às duplas.
Como sempre, comentários absolutamente ridículos.
Engraçado, que quando ela ganhou a 2ª rodada, vc não veio comentar
Jogou com um
Jornal embaixo do braço….depois dos 3X0 diminuiu a intensidade,e de novo perdeu.