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Não foram poucas as vezes em que Rafael Nadal foi dado como aposentado. Desde o começo de sua espetacular carreira, ainda juvenil, lesões de todos os tipos influenciaram sua caminhada. Ele desperdiçou duas vagas diretas em Roland Garros antes de enfim obter a estreia triunfal de 2005 e nenhuma das limitações que apareceram pelo caminho o impediu de se tornar o maior saibrista da história e o dono de uma coleção provavelmente eterna de 14 títulos num mesmo Grand Slam.
O mais espetacular canhoto que já surgiu na história do tênis, que em mais um fator inusitado é destro de nascimento, anunciou nesta sexta-feira o retorno às quadras na primeira semana de janeiro, praticamente um ano inteiro depois de perder na segunda rodada do Australian Open e deixar sérias dúvidas se conseguiria retomar a carreira.
Por isso, Nadal aparece neste momento como mero 664º do ranking com esses míseros 45 pontos de Melbourne, posição que não ocupava desde 22 de abril de 2002. E, tal qual 2013 ou 2022, não se sabe o que esperar. Ele jamais ficou tanto tempo afastado do circuito, ainda que tenha matematicamente perdido 5 de suas 21 temporadas por conta de contusões dos mais variados tipos.
Reencontrará no entanto adversários em grande momento. Novak Djokovic permanece lá no topo cada dia mais completo, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner estão mais experientes e ousados, Daniil Medvedev sempre é muito perigoso na quadra dura, Alexander Zverev recuperou quase todo seu melhor tênis e quem sabe o quanto ainda poderá evoluir Holger Rune sob comando de Boris Becker. Isso sem falar na solidez de Andrey Rublev e Hubert Hurkacz ou caras novíssimas como Ben Shelton.
Não importa. Rever Nadal em ação ainda é algo imperdível para o admirador de tênis, porque se a qualidade de outrora não estiver presente por motivos óbvios, o sangue do Touro Miúra estará na ebulição habitual. Mesmo aos 37 anos.
Reinícios estão longe de ser novidade para ele e por isso listo abaixo o extenso calendário de seus problemas e voltas por cima. Observe que por conta disso ele deixou de disputar 14 Slam. Quem sabe, vem aí mais uma.
2003 – cotovelo
Queda durante treinamento em Manacor, aos 17 anos, o impediu de estrear em Roland Garros. Ele já era top 100.
2004 – fratura por estresse no tornozelo
Aconteceu numa partida contra Richard Gasquet no Estoril e outra vez o tirou de Roland Garros, mas também de Wimbledon e das Olimpíadas. Já figurava entre os 40 primeiros.
2005 – pé
Um problema na sola do pé esquerdo atrapalhou seu final de temporada e o tirou do circuito por três meses, impedindo de disputar Paris-Bercy e seu primeiro Finals. Ficou parado até fevereiro e perdeu também o Australian Open de 2006.
2007 – antebraço
Desiste no meio da partida contra Juan Monaco em Cincinnati devido a cãibras no antebraço esquerdo.
2009 – joelho
Abandona contra Nikolay Davidenko em Paris-Bercy de 2008 sem revelar que o motivo era o tendão do joelho. Quando perde para Robin Soderling em Roland Garros de 2009, confirma que o problema se arrastava desde então. Ficou fora de Wimbledon.
2010 – joelho de novo
Em busca do bi em Melbourne, é forçado a abandonar nas quartas de final diante de Andy Murray.
2012 – patela
Sofre ruptura da patela, outra vez no joelho, durante Wimbledon, onde perde para Lukas Rosol, e decide ficar de fora das Olimpíadas de Londres. Perde também o US Open em sua pior lesão até então. Em dezembro, alega infecção estomacal para não ir à Austrália, mas os rumores é que a lesão permanecia. Só retorna no saibro sul-americano em fevereiro de 2013 e inicia outra grande temporada.
2014 – costas, punho e apêndice
Temporada dura. Sentiu as costas no aquecimento da final da Austrália diante de Wawrinka. Depois, lesiona o punho esquerdo durante treino e é obrigado a desistir de Toronto, Cincinnati e do US Open. Logo depois de cair na estreia de Xangai, revela apendicite e é operado.
2016 – punho
Começa a perder eficiência em Madri e nem entra em quadra para a terceira rodada de Roland Garros com volta do problema no punho. O retorno cheio de dúvidas acontece nos Jogos do Rio, em que perdi semi duríssima e depois deixa escapar o bronze, mas é campeão de duplas.
2021 – pé
O problema no pé, conhecido como síndrome de Mueller-Weiss, começa a ficar difícil de administrar. Dá uma primeira pausa após perder nas quartas de Melbourne e volta em abril, ganhando Barcelona e Roma antes de perder a semi de Roland Garros para Novak Djokovic. Dá outra parada, faz artroscopia, mas só faz dois jogos em Washington e encerra temporada.
2022 – necrose e abdôme
Em outra recuperação memorável, reconquista o Australian Open e levanta o 14º troféu em Paris, mas revela ter jogado o torneio com pé anestesiado e revela depois necrose. Faz tratamento inusitado e chega na semi de Wimbledon, mas estiramento abdominal o impede de enfrentar Nick Kyrgios na semi. Ainda assim, completa a temporada.
2023 – quadril
Começa o ano com duas derrotas na United Cup e, ao cair na segunda rodada de Melbourne, revela dores fortes no quadril. Após tentativas frustradas de tratamento, opera em junho e coloca em dúvida a volta. Afirma que 2024 provavelmente será sua despedida.









Dalcim, como vc espera Rafa no retorno, poderíamos pensar num jogador mais ofensivo tentando encurtar os pontos? Te pergunto isso não apenas pensando no q seria lógico e porque não dizer ideal p ele, mas principalmente pelo q vi nos treinos do Kwait…
Sem dúvida, isso seria o essencial, Luiz. Mas um tenista de alto nível, até mesmo um Nadal, tende a procurar uma forma mais cômoda de jogar quando as coisas se complicam. Então acho que Rafa irá treinar e até tentar esse estilo mais curto e ousado, porém poderemos ver rapidamente ele recuar se sentir que não está dando certo.
E ainda falando em memórias afetivas, o 8 de dezembro é uma data trágica para os amantes da música, pois em 1980, perdíamos John Winston Ono Lennon e, em 1994, ninguém menos Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim. Dois “gênios da raça” que nos deixaram centenas de obras-primas, inesquecíveis e que alegraram e ainda alegram a vida de bilhões de pessoas neste planeta cada vez mais judiado e maltratado pela mão do homem.
Homens e almas como as de John e de Tom são cada vez mais raras. O ideais pacifistas e utópicos do ex-beatle aliados ao amor pelo Brasil e pela nossa natureza (em especial nossa flora e fauna) de Antônio Brasileiro seriam muito importantes neste momento de guerras e destruição da natureza, em especial a Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica.
Vão-se os homens, ficam suas obras. E que possamos apreciá-las e aprender com elas, pois o mundo anda muito burro.
AMÉM.
Pelo pouco que vi aqui recentemente (mas muito do que li nos textos antigos) sobre os participantes deste espaço, pude tirar algumas conclusões. Assim sendo, se fosse falar das memórias afetivas de cada um (ou pelo menos dos membros mais impopulares. Ou polêmicos, como queiram) seria mais ou menos assim:
Memórias afetivas (esportivas e culturais) dos participantes do blog:
Dalcim – o dia em que tirei uma foto ao lado de Bjorn Borg.
Sergio Ribeiro – o dia em que joguei futvôlei com Zico e Júnior Capacete.
Valmir – o dia em que tirei foto com a estátua do Drummond no banco da praça. Neste caso, o privilégio foi dele, Carlos.
Paulo Almeida: o dia que levei minha foto-pôster do Djokovic pro Bolsonaro assinar no 7 de setembro, mas consegui apenas uma assinatura do traíra Mourão.
Não votei no Bolsonaro, caro famoso who.
Olá Carlo Volkswagen, Belgrado Fa!
Bem-vindo de volta!
Uma coisa interesssante que reparei nas postagens antigas é que sempre quando criticam o bolsonarista Paulo Almeida um outro Paulo (e existem vários, sendo o mais “popular” o F…) sai em defesa do Almeida!
Pôxa, Paulo, use um nick apenas, fica mais fácil! Ou será um caso de esquizofrenia ou até mesmo de narcisismo exarcebado? Porque duvido que existam tantos Paulos dentro de um blog e duvido, ainda mais, que vários deles sejam subalternos do Almeida!
Mas depois posso estar errado. Seriam o que vocês jovens internautas chamam de robôs. No meu tempo chamávamos de puxa-sacos ou bobos da corte. Enfim, torço para que o F não seja real. Me dá pena o modo como o F se anula e sempre concorda com o “patrão”.
Ah, esses jovens de hoje…
Me diga Paulo, porque você assina as postagens com vários nicks (Almeida, F, Sérgio)? Carência porque mamãe e papai não te deram a atenção que queria? Pulou o período de latência?
Deixe os outros Paulos em casa, embora algum deles possa ser o dono do talão de cheque. Ou do PIX, como vocês dizem atualmente, claro.
Esses jovens de hoje em dia…
Acredito que deve ser o “aposentado” Leme pelo teor da escrita. Ou será que é algum federista frustrado que inventou um fake para descarregar suas mágoas na ala goatista? Ou será um novato que passou anos acompanhando as postagens e finalmente colocou para fora toda sua irritação após a consolidação do goatismo do craque sérvio? Pode espernear à vontade.
Eu pensei por um instante também que pudesse ser o falecido, mas esse aí escreve mal pra burro e também atacou o Sr. SR e o Almir. Acho que é só mais um pobre senhor frustrado com o GOAT.
Retiro o que disse. Depois do post musical, só pode ser, agora escondida em um fake. Seria cômico se não fosse trágico.
Foi exatamente o post musical que me levou a pensar na volta do “aposentado”.
O preparador físico do Nole, Marco Panichi, tocou num aspecto importante sobre o que é preciso pra ser um Top 5. A genética. Não tem como copiar, obviamente. Um tenista de 1,70m não tem como sacar tão bem quanto um de 2 metros, só pra citar um exemplo.
E não pé só isso: é um conjunto de fatores. Alguns – como treinamento – dá pra copiar. Outros – como força mental/determinação/resiliência – talvez dê pra melhorar com psicólogo, mas a psicologia não faz milagres.
E vamos ver até onde vai esse sucesso todo que vem sendo a carreira do sérvio. O tempo dirá.
Maurício, copiar genética, os cientistas tentam, há décadas… mas o sérvio é disciplina, acima de tudo, como disse seu preparador.
Ao ser contratado, Djokovic lhe perguntou: em que posso melhorar?
Vamos ver até onde vai esse sucesso?
Já foi, não?
É admirável ver como Nadal, apesar das adversidades físicas, conseguiu se manter resiliente e alcançar feitos extraordinários no tênis.
Acho que o dia após se aposentar de fato vai ter varios estudios querendo fazer um filme/documentário sobre a sua história
Teste pra ver se está passando:
https://m.youtube.com/watch?v=r4ONT93Llps&pp=ygUMRGpva292aWMgYXRw
Opa, Novak fez tudo isso com seus 35-36 anos numa única temporada? Segundo uma seita que cultuava (cultua ainda? rs) o helvético número 1, somente ele era capaz de jogar nesse nível com essa idade, rs.
O helvético contou com o GOATaço e Murray machucados e ainda assim ganhou muito menos, rsrs.
Aos 38 , tu que não estavas “ morgado “ , assistiu o helvético botar o Sérvio acuado em WIMBLEDON 2019 . E de quebra eliminá-lo do ATP FINALS em sequência. Aos 36 , já vemos o Sérvio ser eliminado perdendo TRÊS Match-points em sequência contra o jovem JANNIK SINNER na Copa Davis. E perdendo o OCTACAMPEONATO em WIMBLEDON 2023 para outro jovem ALCARAZ. Aos 38 …rsrsrs. Abs!
Só passa vergonha.
O que eu vi em Wimbledon 2019 foi o GOATaço jogar só 30% de sua capacidade e ainda assim liderar o jogo o tempo inteiro com quebra no quinto set. Já em 2023, eu vi o rei de todos os esportes com folga levantar OITO troféus e você se contorcer e espernear de tanta raiva!
Rsrsrs, abs!
Então estavas “ morgado “ e viu outra partida . O Craque Suíço não cedeu breakpoints ao Sérvio nos TRÊS primeiros Sets . Algo vergonhoso pra quem e’ chamado de “ goat “ . Sérvio
levou a partida porque venceu TRÊS tiebreaks, mas tomou 94 WINNERS e uma aula de jogo de rede . Passar vergonha para ser o teu forte caríssimo fanático Rsrsrs, Abs!
Superior em erros forçados
3×2 em sets
Eterno 40-15
Maior amarelada da história
GOAT 24 > 20
Sem choro e abs!
Dalcim, ainda tem como ter acesso aos arquivos do blog? Até recentemente era possível ver as postagens de 2013 pra cá. Obrigado.
Ainda não, Luiz.
Luiz Fabriciano, quais teus outfits favoritos de 2023 (homens + mulheres)? Kkkkk
Opa Gustavo!
A Lacoste do Medvedev e agora também do Dimitrov foram as mais bonitas do masculino para mim e no feminino a Nike rubra de Coco Gauff. Ando desanimado com a Adidas, que sempre foi minha favorita desde criança.
Valeu pela convocação!
Dalcim, parabéns pelo teu Palmeiras
Djokovic exauriu todas as energias para superar os recordes de um Nadal que ficou 5 anos fora. Só conseguiu na bacia das almas de sua carreira. Mesmo com o espanhol meia década afastado, os números são absurdamente próximos… fora que naquele último confronto de Roland Garros, o sérvio perdeu para o adversário jogando com um pé só. Nadal não é só maior que Djokovic, é MUITO maior. Não dá nem pra começar a conversa…
Não tem nada de próximo.
Djoko tem 2 Grand Slams a mais, o dobro de semanas como número 1 e 7 ATP Finals.
Você acredita em você mesmo? Djoko tem 7 atp Finals, 2 slams, 4 masters 1000, 200 semanas como número 1 e 3 temporadas de vantagem. No total de Big Titles, a vantagem é de 12. E você diz que eles estão próximos?
Fora do saibro: Djoko tem vantagem de 13 slams (14 a 6 nas hards; 7 a 2 na grama sagrada). Perdeu na semi de 2021 e a desculpa era o pé, mas agora diz que Nadal ganhou com um pé só em 2022.
Me poupe!
Números absurdamente próximos e muito maior com 409×209 em semanas #1 e 7×0 em Finals?
Há quem tenha faltado à aula de tabuada, nobre PA.
Isso é na terceira série primária, se não me engano.
Estás certíssimo.
Não dá nem para começar a conversa mesmo…
Essas comparações do Big 3 com clubes brasileiros estão passando dos limites! Eles devem ser comparados somente aos gigantes europeus: Djokovic naturalmente é o Real Madrid, Nadal o Milan e Federer o Bayern de Munique, que disputa um campeonato de entressafra todos os anos.
minha seleção do campeonato:
Everson, Samuel Xavier, Murilo, Léo Ortiz, Guilherme Arana, Pulgar, Abel (técnico);
Veiga, Arrascaeta, Zé Rafael, Suárez e Paulinho
Dalcim, a Bia já é a tenista brasileira ( homem ou mulher) com o maior prize money, excetuando o Guga, claro?
Não, está atrás ainda do Bruno, do Melo e do Belucci, Paulo.
A triste realidade das atletas…
Mas Gustavo, tanto Bruno, Melo e Belucci ainda detêm mais títulos que ela.
Os duplistas chegaram a #1 do mundo.
Verdade.
Fim de Brasileirão. Palmeiras justo campeão, cresceu no fim e nunca desistiu. Grêmio de parabéns pelo vice após vir da B. Galo terceiro acordou tarde demais. Fla fecha G4 em ano caótico e cheio de vexames. Botafogo quinto após jogar fora título que tava na mão, bizarro
E o timeco do Marquinhos/Johnny/Sidnei/Robert deliciosamente rebaixado!
Que ano pra essa pobre alma sofredora com o GOATaço ganhando tudo e no futebol mais sofrimento ainda, rsrsrs!
Se Djokovic tivesse descoberto a doença celiaca antes, tambem teria mais titulos, se Djokovic não tivesse se machucado em 2016, tambem teria mais titulos, se Djokovic não fosse barrado na pandemia, tambem teria mais titulos, se…. se… se…. se… Cada um colhe os frutos que plantou, cada um tem o onus da natureza que tem, do destino que teve, na pratica Djokovic é o maior e melhor da historia, ja provou e comprou isso muito antes de bater recordes de Slams.
Pare de me imitar, Sábio Gavião!
Rsrs, abs!
Dalcim, essas cirurgias que Djokovic e Nadal fazem, sabe dizer mais ou menos quanto deve custar o tratamento??? Pq imagino q eles não devam poupar dinheiro pra essas coisas
CHEGA A SER CONTRADITÓRIO, já que se trata de dois pesos e duas medidas ocupando o mesmo espaço, ou seja, as dependências de TENISBRASIL. Porém, o adjetivo que melhor traduz o sucedido é tragicômico. Uma postagem minha, que foi abortada neste espaço em três oportunidades, foi aceita normalmente no blog da PATRÍCIA MEDRADO. Parece que o senso de democracia de TÊNIS COM ELAS é muito mais apurado que o de outrem. Pois é, vai entender o que tem a ver a foice muitíssimo bem afiada com o afeto que medra, e pelo qual sou imensamente grato…
E você queria um poema publicado em mais de um lugar? Não, né? Um só já é mais do que suficiente.
JOSÉ NILTON, pensei que a Patrícia tivesse autonomia no blog dela, assim como você tem no seu…
Claro que ela tem. Se algo não foi publicado lá, é porque ela não achou pertinente.
Por que não se muda pra lá em definitivo?
Gostaria de lembrá-lo, Valmir, que aqui o seu poema já foi publicado, enquanto que no blog da Patrícia não.
MAURÍCIO LUÍS, eu não me referi a poema nenhum, mas sim à minha postagem sobre os melhores do ano aqui no blog. Acho muita sacanagem não poder difundir um post de forma mais extensiva…
MAURÍCIO LUÍS, “no blog da Patrícia não”, porque postei primeiro aqui, e não por suposto senso ditatorial da parte dela. Sim, eu estou confrontando a engenhoca separatista, em que é proibida a coadunação de um espaço com outro, nas dependências de TENISBRASIL…
Essa época do ano, apesar da falta de torneios grandes, eu acho boa porque aparecem umas matérias interessantes que fogem da simples informação de resultados.
A matéria com o José Pereira está ótima. A grande maioria dos tenistas não vive a vida de ‘glamour’ dos Top 10. Ralam direto e reto. É preciso a ATP dar maior atenção e apoio a esse grande contingente, porque não existe nenhum multicampeão de Slam que não tenha começado por esses que são grande maioria: os operários anônimos do esporte. São + de 2.000 ranqueados, mas só uns 150 conseguem viver só de premiação nas simples, sem dependerem de patrocínio e subsídios.
Espero ver mais matérias como esta.
Sim, é uma série, Maurício. Hoje falamos com o Orlando Luz.
E o Popsil q fará a sua programação de torneios em torno dos tipos de bolas usadas, em vez da localização geográfica e da superfície da quadra?
Nunca tinha visto isso.
Dalcim, boa noite. Sem querer ser chato…rsrs. Mas você falou que ia pedir pra publicarem os comentários mais recentes primeiro. É muito mais legal de ler. Acho que vários aqui concordam.
De acordo, a forma antiga, com os comentários mais recentes no início era melhor. Dalcim, não dá pra fazer assim,
Estamos avaliando, Luiz.
Faltam 18 semanas para Djokovic assumir o recorde de n. 1 mais velho da história.
E com muita concorrência, não aquela moleza de 2018.
Adoro estas tuas contagens regressivas , meu caro de Rondonópolis. Acho que Alcaraz e Sinner não concordam muito com ela … rsrs. Ps. Lembrando que aqui , tu e teu “ amigo “:Siqueira somente podem espernear . Bloquear como lá no Fake , já deu .. rsrs. Abs!