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Ainda que a Copa Davis atual seja bem menos competitiva e atraente do que seu formato secular, a conquista do bicampeonato pela Itália foi uma questão de justiça, a mesma aliás que levou o Canadá ao título do ano passado, ambos em cima da Austrália. Sim, porque tanto o tênis italiano como o canadense vêm há anos fomentando a base. Dão apoio financeiro e ferramentas, o que inclui até apoio psicológico. E aí erguer troféus é um caminho natural.
Há 15 meses, escrevi neste mesmo Blog um longo texto que procurava mostrar como a Itália havia se tornado um exemplo para o tênis em termos de organização, passando por profunda reformulação estrutural e elevado conceito de empresa, pilares essenciais para investimento na base e na transição. E tudo no espaço incrivelmente curto de 20 anos. Basta lembrar que, em 2003, o país chegou a cair para terceira divisão da Davis ao perder para o Zimbábue.
E a virada de rumo passou por um aspecto essencial: a prospecção de talentos. E sabem que era o responsável? O mesmo Filippo Volandri, que conquistou neste domingo a Davis como capitão. Em 2016, ele aceitou o cargo de diretor técnico da Federtennis e focou o trabalho na turma de 16 a 24 anos. Transformou o centro de alto rendimento de Tirrenia num ponto central e por lá passaram nada menos que Matteo Berrettini, Lorenzo Sonego, Lorenzo Musetti… e Jannik Sinner.
Ao atingir o bicampeonato da Davis e encerrar um jejum de 47 anos, as palavras que mais se ouviram de Volandri foram ‘grupo, união e família’. E isso tem tudo a ver com sua filosofia de trabalho. Lá naquele artigo de agosto, eu citava algumas passagens em que o ex-profissional insistia na necessidade do trabalho em conjunto. “Nunca substitua o papel do treinador pessoal de um garoto, ele é o ponto de referência do tenista”, ou “Fornecemos as melhores ferramentas porque queremos que se tornem independentes. Quando andarem com as próprias pernas, teremos atingido nossa meta”.
Em Tirrenia, a filosofia é “compartilhar métodos”, a palavra de ordem é “colaboração” e o objetivo constante é “trabalhar em conjunto”. Se os talentos forem descobertos e a eles dadas oportunidades, é muito improvável que o tênis não avance. Note-se que a Itália também decidiu a BJK Cup deste ano. Para completar, o extenso calendário de ITFs e challengers facilita a vida e “um resultado bom de um tenista puxa o outro”.
Enfim, erguer a Ensaladera parece natural para um país que tem quatro nomes no top 50, dos quais três estão no máximo com 22 anos. Sinner é o carro-chefe e seu jogo não para de crescer. A segunda vitória em 10 dias sobre Novak Djokovic, ainda por cima tendo de salvar três match-points, e a surra que deu no número 12 Alex de Minaur são a melhor forma de se fechar uma temporada cheia de evoluções técnicas e numéricas. Confiança é o nome do tênis. E isso está sobrando a ele.










É fascinante como o mundo esportivo transcende as fronteiras específicas de uma modalidade, permitindo comparações divertidas e debates acalorados. A rivalidade entre Federer e Djokovic, tão enraizada no universo do tênis, ganha uma dimensão única quando associada a metáforas futebolísticas, como no caso do Botafogo.
Isso destaca a riqueza das interconexões no mundo esportivo, onde a paixão e as rivalidades podem inspirar comparações inesperadas. A analogia entre Federer e Djokovic e as performances de equipes de futebol adiciona camadas de interpretação e humor ao cenário esportivo. A diversidade de perspectivas é o que torna essas conversas tão enriquecedoras e estimulantes para os fãs. Que continuem as discussões saudáveis e as emoções vibrantes em todos os campos esportivos!
Interessante a declaração do Kyrios, mostrando como as pessoas, talvez inclusive nós, podemos passar por momentos de instabilidade e não devemos “atirar a primeira pedra”
Gostei de saber, que Rafael Nadal vai participar de Brisbane/2024, um torneio que gosto e aprecio. Acredito eu, que Rafa deva ter feito treinos, simulando uma partida, a principio, para ver como está fisicamente, depois, vem a questão do saque e mobilidade.
A técnica , nem se discute, a grande preoucpação á meu ver, é a parte fisica e ritmo de jogo, avaliando isso, acredito que é essa foi a tese abordada entre o staff e Rafa, como ele vai fazer algumas apresentações em dezembro, resta confirmar se de fato vai.
2024 promete: Djokovic, Nadal, Alcaraz, Daniil M, Sinner e companhia, promessa de grandes jogos, e também no feminino, que promete também, a conferir, estou ansioso e curiso para ver essas partidas no ano que vem.
Rafa confirmou o retorno em Brisbane 2024, p depois jogar o AO. Fico muito feliz, mesmo estando consciente de q suas chances tendem a ser irrisórias neste reinício!
Nossa, que bonito! Não sabia que a vó da Bia, já com 90 primaveras, ainda joga tênis. Grande inspiração não só pra ela como pra todos os idosos.
E agora a maioria dos tenistas entra de férias. Só que acho meio incoerente essas tais exibições. Tipo “Enquanto descanso, carrego umas pedras.”
É pra descansar ou não é?
Mas é que o$$ dólare$$$$ falam alto…
Excelente matéria
Nada, nada absolutamente nada pode ser menor do que o elétron Botafogo.
Olha que o Botafogo tem um clube irmão no RS: Sport Club Internacional – outro que não pode ver um fiasco que já quer passar.
Deixer ver se eu entendi: o senhor está chamando de fiasco um time que, neste século, conquistou as mesmas duas Libertadores que Palmeiras e Flamengo, com o adicional de um Mundial em cima do Barcelona de Ronaldinho, Xavier, Iniesta e Deco?
Como diria o personagem Macaco Sócrates, do programa O Planeta dos Homens: “não precisa explicar, eu só queria entender”.
Só para deixar bem claro, que não sou gaúcho e nem torço para o Internacional. Mas a falta de memória, de conhecimento histórico e de bom senso destes jovens de hoje é estarrecedor.
Acho que tu não assistiu a final da Copa do Brasil de 2019 e menos ainda o Campeonato Brasileiro de 2020.
O meu corretor ortográfico me traiu: onde se lê Xavier, o correto é Xavi, grande meio-campista e atual técnico da equipe catalã. E o Internacional é o time brasileiro com mais conquistas internacionais neste século: 6. Além do Mundial e das duas Libertadores já citadas, venceu a Copa Sul-Americana, em 2008 e duas Recopa Sul-Americanas (2007 e 2011).
Que se critique o atual momento do time colorado é uma coisa, mas chamá-lo de fiasco é demais.
Sou obrigado a discordar de ti, tocaio. O Internacional tem grandes conquistas no século 21 e ainda pode ser chamado de grande.
Eu francamente não penso no clube, todos ali vão passar, imagino a dor da torcida, eu como Corinthiano maloqueiro e sofredor graças a Deus, sei como sofre o torcedor.
É, mas fazer o melhor 1° turno da história e uma campanha de rebaixado com 3 vitórias no 2° é um sofrimento jamais visto. E esses últimos resultados então: 2 viradas inacreditáveis e 3 empates no final do jogo; o de ontem logo após fazer o gol. Totalmente inacreditável.
Eu como botafoguense, depois de tanto tempo, achei que verei outro caneco.
Depois da derrocada do segundo turno, várias tomadas de virada, empatar com Coritiba e ainda querer ser campeão, não vai mesmo.
Ainda bem que aqui somos Djokovicianos!
Só alegria!
Meus vencedores
Zverev (ficaria feliz se Monfils ganhasse também)
Shelton
Fils
Carlitos
Treinador do ano: Sinner. Darren transformou Sinner em algo especial. Sinner foi ótimo em 2022, mas os últimos meses de 2023 foram ESPECIAIS.
ATP Awards Nominees:
COMEBACK OF THE YEAR:
Koepfer
Monfils
Struff
Zverev
MOST IMPROVED PLAYER:
Arnaldi
Eubanks
Shelton
Sinner
NEWCOMER OF THE YEAR:
Fils
Cobolli
Van Asshe
Stricker
Michelsen
SPORTSMANSHIP AWARD:
Alcaraz
Dimitrov
Hurkacz
Sinner
COACH OF THE YEAR:
Craig Boynton (Hurkacz)
Darren Cahill & Simone Vagnozzi (Sinner)
Juan Carlos Ferrero (Alcaraz)
Goran Ivanisevic (Djokovic)
Bryan Shelton (Shelton)
Dalcim,
Por que os emojis não sendo aceitos? Links do YouTube também estão proibidos?
Abs.
Vou pedir para checar… Quanto a links, muitas vezes podem ser barrados pelo anti-spam.
Achei ótima a mudança no site. Na aba notícias, finalmente conseguiram espantar os mal-educados. Só acho que os comentários mais recentes do blog deveriam aparecer primeiro, senão fica confuso.
A conquista do sétimo ATP Finals está doendo na alma dos torcedores do “goat” sem nenhum recorde relevante em termos de conquistas. Antes era o tal do legado, agora estão acusando o goat dentro de uma quadra de tênis de doping.
Só para lembrar:
Sem recorde de majors;
Sem recorde de ATP Finals;
Sem recorde de Masters 1000;
Sem recorde de temporadas como número 1;
Sem recorde de semanas totais como número 1.
Oi, Dalcim! Estou aqui apreciando as mudanças no site. Ia comentar numa resposta do Paulo no outro post, mas acho que agora tem uma “janela” de tempo para tanto, certo? Se for isso, vai ser permanente? Desculpe se esse tema já foi discutido antes. Também vi que comentários anteriores ainda precisam ser recuperados. No mais, muito sucesso na nova fase! Grande abraço!
A liberação é a mesma de sempre, Groff. Procuramos fazer o mais rápido possível.
Oi, Dalcim. Obrigado por responder. Acho que não fui claro. Desculpe. O que quis dizer é que fui tentar postar no artigo anterior, do Djokovic, e não abriu a opção de comentar pra mim. É a isso que eu estava me referindo como “janela” (no sentido de que, após algum tempo, os posts antigos parecem não permitir novos comentários). Abraço!!
Ah entendi, Groff. Sim, devido ao número elevado de artigos, o prazo agora é de 5 dias. A partir daí, os posts ficam fechados para novos comentários.
Parece que agora as coisas estão ficando mais claras quanto ao retorno de Rafa, pelo menos há alguma lógica, pois não faria sentido após um longo afastamento ir direto p um GS com jogos de 5 sets. Deverá fazer algumas apresentações em Dezembro, depois disputar um dos eventos preparatórios e aí sim seguir p o AO. Tomara q esteja bem, mas em sã consciência ninguém deve esperar grandes resultados.
Em tempo: título merecidíssimo para a Itália, que vem fazendo um belo, cuidadoso e exemplar trabalho para a formação de tenistas.
Segundo a Agência Internacional de Integridade do Tênis, Djokovic não recusou a prova. Os jogadores têm a opção de
fazer antes ou depois da partida. Ele fez isso depois e estava dentro de seus direitos. Ponto.
Então, por que incomodá-los antes.
Lógica kafkiana!
Essa recusa do Nole de fazer o antidoping antes do jogo vai dar pano pra manga. Se não na ATP, aqui no blog é certeza. E lá vou eu apagar fogo com meu balde de gasolina.
Quer dizer que o Deus não pode descer do Olimpo e ter interrompida sua rotina de preparação por um reles mortal a lhe pedir um teste? Acontece que isto está nas regras. A qualquer hora, em qualquer lugar.
Mas, fiquem os fãs tranquilos. Isto deve acabar em pizza.
Djokovic é o alvo a ser derrubado. Ele é perturbador. Alimentar o boato sobre doping é, para alguns, a única
maneira de pôr em causa todos os seus títulos.
Discussão encerrada. Qualquer jogador pode escolher entre fazer o teste antes ou depois das partidas. O desespero de vocês para encontrar um argumento contra o maior e melhor de todos é digno de pena.
Da minha parte, não tem desespero nenhum. Baseei-me na matéria que fala do ex-ciclista. Já hoje apareceu esta outra matéria esclarecendo que ele pode sim escolher fazer antes ou depois. Então retiro o que disse.
Não, não vai e o assunto já foi encerrado.
Então Dalcim. Me parecem muito claras as medidas do antidoping para TODOS os Tenistas . Gostaria, se possível, da sua opinião abalisada sobre este caso envolvendo o N 1 do mundo, que está tendo grande repercussão. Abs!
Acho que, independente do tenista, é pouco usual fazer um exame tão antes de uma partida importante. Entendo a ideia de que o teste possa querer averiguar o ‘antes’, mas não recordo de disso ter acontecido em qualquer outro torneio ou outro esporte, como testar um velocista antes da final olímpica. E é óbvio que isso atrapalha a concentração do atleta.
Tentando encontrar argumento contra o maior de todos? Volta para o tal do legado porque a coisa está feia.
Então Paulinho. Devido ao LEGADO incomparável de Federer , Novak segundo seu próprio Pai , não é reconhecido como deveria rs . Já passou da Época de os membros da Kombi ( milhares rsrs ) , avisarem ao Coroa , que Djokovic é o “ goat “ e não se fala mais nisso kkkkkk. Abs!
É muito curioso e triste perceber que a matéria sobre Thomaz Koch passou batida, sem comentário algum. Isto apenas reforça minha ideia de que a atual geração ignora completamente o esporte e apenas se preocupa com o tedioso e ridículo papo de goat.
Para aqueles verdadeiros apaixonados pelo esporte e que conheceram o tênis no final dos anos 1970, início dos 1980, esses eram nossos verdadeiros ídolos. Uma época em que Slams e números 1 do mundo ficavam restritos aos semideuses Borg, Connors, McEnroe, Lendl e alguns poucos imortais.
Para nós, os meros mortais, Koch, Carlos Kirmayr, Cássio Motta, Ivan Kley, Fernando Roese, Luiz Mattar, Givanildo Barbosa, João Soares, Julio Góes, Marcos Hocevar, entre outros, eram os tenistas acessíveis e fáceis de serem vistos. E como jogavam bonito!
Kirmayr e Motta chegaram a ser uma das 10 maiores duplas do mundo. O “gordinho” Cássio Motta (foi ridicularizado desta forma por Boris Becker após o alemão destroçá-lo numa Davis em um carpete ultrarápido), era de um talento incrível. Quando juvenil rivalizava com McEnroe e Ivan Lendl, com quem dividiu boas histórias e chegou a contar várias em mesas de clubes para riso geral.
Mootta sempre foi simpático, bom de bola (a pequena e a grande, do gramado) jogava uma barbaridade. Ele e Kirmayr possuíam um toque leve, de incrível beleza, criatividade. Eram os tempos mais românticos, ainda amadores, sem toda a tecnologia que fez os tenistas de hoje máquinas perfeitas dentro da quadra e incrivelmente tediosas fora dela.
Luiz Mattar era outro incansável lutador, que dava calor em Yannick Noah, em Roland Garros. Noah, para quem não sabe ainda é o último francês a vencer o Slam de Paris e não apenas o pai daquele jogador de NBA.
Uma época linda, onde as rivalidades entre os fãs de Borg, McEnroe, Lendl, Connors não passavam de umas discussões leves e sem maiores complicações, em uma mesa da lanchonete de seu clube e, que invariavelmente acabava com todos indo para uma quadra se enfrentarem em animadas duplas.
Esses senhores – estou chegando lá, os 60 estão virando a esquina em um par de anos – são parte imensurável de uma linda página do nosso esporte absolutamente ignorada e soterrada por pessoas que nada conhecem ou apreciam o passado. O jogo era muito mais lento, as raquetes de madeira e as primeiras de alumínio hoje são incrivelmente ultrapassadas, os jogadores eram mais baixos, menos físicos, mas os momentos que nos proporcionaram foram incríveis, às vezes, épicos.
Para quem teve a sorte ver Brasil x Argentina, em São Paulo, em 1980, sabe o que estou dizendo. Eu estava lá, Perdemos de 4×1, mas Villas ficou horas suando feito louco e precisou de 10 sets para vencer Koch e Kirmayr em duas partidas tensas e cheias de grandes lances. E ainda puder ver, os dois “Ks” juntos, derrotarem a dupla Villas e Clerc, fazendo nosso único tempo. E para quem não sabe José Luís Clerc, foi outro grande do tênis argentino e também top 10 em um tempo que os dois argentinos estavam entre os maiores do circuito.
Que Koch e todos estes exponentes do tênis brasileiro vivam mais 100 anos. Só fiquei curioso em saber quem era a pessoa na cadeira de rodas, seria o Júlio Goes?
Relato sensacional, Carlos. Compartilho das suas impressões. Tive a satisfação de conversar um pouco com o Koch num pro-am há alguns anos. Super simples e simpático, contou algumas histórias hilárias do seu tempo de jogador. Lembro que ressaltou a simplicidade do Borg, que mesmo na época de número 1 super famoso, conversava tranquilamente com os fãs à beira da quadra de treino como se conversasse com amigos.
Obrigado, André.
Os jovens cometem um erro fatal: idolatram os tenistas, não o esporte. Quando McEnroe impediu o hexa de Borg em Wimbledon todos nós ficamos chocados, mas não houve essa serie de agressões verbais tão comum e infantil atual. Era apenas um fato da vida: na quadra os dois melhores do mundo se enfrentaram e venceu, quem de fato era o melhor no momento. E pronto: todos íamos para a quadra e o jogo era apenas uma página virada.
Desta forma curtir as incríveis finais e partidas daquela época tinham um caráter meramente de diversão: você assistia, encontrava os amigos nos dias seguintes e discutia despretensiosamente. Hoje já percebo conversas acaloradas e pessoas desdenhando dos tenistas quando um perde. Até troca de socos presenciei.
Pessoas como estas, fissuradas apenas em resultados e vitórias não entendem que o gostoso do esporte é que ele é sempre será uma diversão, um hobby. Seu time foi campeão, foi vice, está na fila? A gozação durava o tempo certo e terminava antes de se tornar agressiva, o que seria inadmissível. Hoje a agressividade é a única “diversão”, especialmente quando se escondem atrás de um teclado.
Me lembro de qdo meu irmão chegou em casa com um par de raquete de madeira, e logo no dia seguinte com meu dinossauro na mochila, era por volta de 1988 alumínio era o material usado, com minha lata de bola pzm fui até o paredão começar a me apaixonar por esse esporte.
Cassio mota tinha um revez lindo de se ver, mas em um país que diz que Guga é o maior brasileiro a empunhar uma raquete em detrimento de Esther Bueno, da a dimensão do sei preciso texto
GUGA , disparado seguido por Thomaz Kock , o melhor no Masculino. Maria Esther Bueno a maior Tenista entre homens e mulheres da história no Brasil. Nunca vi falar diferente a não ser alguns tipo membros da Kombi. Cujo Esporte se restringe ao Sérvio ou ” goat” , como preferir… Abs!
Inventando histórias agora SR?
Os eternos paredões onde destroçávamos Borg, McEnroe e Lendl, enquanto tentávamos dobrar os joelhos corretamente ou acertar o saque acima da linha. Dei muitos pneus. Pena que nenhum deles estavam presentes.
“Você não tem o direito de recusar um teste, essa é a regra. No ciclismo você é submetido a um teste e, se recusar, é automaticamente positivo. Se for esse o caso, você é punido”, disse o ex-ciclista francês e atual chefe da equipe Groupama-FDJ ao RMC. Para ele, a violação das regras deve ser punida. “Se a autoridade antidopagem fizer o seu trabalho, Novak Djokovic deve ser suspenso”, acrescentou.
Madiot justificou o seu pedido da seguinte forma: “Entre as substâncias dopantes existem aquelas que só podem ser detectadas por um período de tempo muito limitado. Se você não se testar antes do início ou durante o jogo, seus vestígios no corpo podem ser apagados. O fato de ele ter recebido apenas um aviso é surreal”, falou o chefe da equipe profissional francesa.
Dalcim,
Sou leigo nesse aspecto, como funciona esses teste de antidoping, na matéria diz, que foi feito pedido a cerca de 01:30 antes do jogo, para mim, mais que suficiente, mas para o sérvio não…e olha que vi matérias em que os caras am até nas casas dos atletas, Serena williams que o diga, e novak deu a sua justificativa, em que pese, quem tá certo, ou quem está errado, e ai Nole deve ser suspenso, e eles pedirem a contra prova?