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Roma (Itália) – Casper Ruud está de volta às quartas de final do Masters 1000 de Roma e observa como recuperou a melhor forma depois de um período marcado por inconsistências. O norueguês também lamentou a lesão do adversário, o italiano Lorenzo Musetti, e analisou as complexidades de encarar um tenista com problemas físicos. Ele agora enfrenta o russo Karen Khachanov.
Após derrotar o italiano em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/1, em apenas 1h18, Ruud destacou o bom momento. “Sinceramente, sinto que estou muito perto do meu melhor nível. É curioso porque, embora meu ranking agora seja pior do que há alguns anos, sinto que sou um jogador melhor do que era há duas, três ou quatro temporadas”.
5th Rome Quarter-Final 🙌
Casper Ruud beats Musetti 6-3 6-1 to reach the last eight!#IBI26 pic.twitter.com/h6Lagdt0FX
— Tennis TV (@TennisTV) May 12, 2026
Atual número 25 do mundo, o tenista de 27 anos já foi o vice-líder do ranking em 2022. “O ranking nem sempre reflete como você se sente em quadra. A qualidade do tênis continua subindo constantemente. Embora sinta que melhorei muito, outros jogadores também o fizeram. Não tem problema, simplesmente preciso aceitar isso e continuar trabalhando duro”, avaliou.
Sobre o desafio de lidar com as dificuldades de um oponente com limitações, Ruud explicou como manteve o foco. “Há o risco de pensar demais nisso, porque analisamos muito os adversários, não importa contra quem você jogue. Como fazia tempo que eu não enfrentava Lorenzo, pesquisei bastante e assisti alguns dos seus jogos aqui em Roma. Inclusive, vi ao vivo sua partida contra o Francisco Cerúndolo e já parecia estar sofrendo fisicamente”, apontou.
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O atleta de Oslo tratou de aproveitar a chance, mas lamentou a situação de Musetti. “Percebi que precisava fazê-lo correr o máximo possível. É cruel e brutal, mas isso é esporte. Você tem que fazer tudo o que puder para vencer. Cada vitória é importante para mim. Obviamente, desejo que ele esteja saudável e se recupere o mais rápido possível, estava claro que ele estava sofrendo”.
“É uma pena para o espetáculo e para o próprio jogador. Quando você vê que o outro jogador não está fisicamente bem, precisa evitar oferecer bolas fáceis. Muitas vezes, quando alguém joga lesionado ou sem pressão, começa a bater golpes incríveis porque simplesmente se solta”, analisou Ruud.
O 23º pré-classificado em Roma também comentou sobre as peculiaridades do tênis. “É bonito, porque não depende do tempo. Em outros esportes você pode deixar o relógio correr quando está vencendo, mas no tênis você precisa entrar e fechar a partida. Mesmo liderando o placar, precisa continuar agressivo. Muitas partidas são decididas por alguns pontos importantes. Aí está toda a diferença”, assegurou.











