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Roma (Itália) – Classificado para as oitavas em Roma e em busca do único título de Masters 1000 que ainda falta em sua coleção, Jannik Sinner comentou a quantidade de surpresas no torneio e apontou a rápida mudança de condições entre os eventos do saibro europeu como um dos fatores para os resultados inesperados. O número 1 volta à quadra nesta terça-feira, às 10h (de Brasília), em duelo italiano contra Andrea Pellegrino, apenas 155º do ranking.
“Em um Grand Slam existe mais tensão, porque são apenas quatro torneios por ano. Aqui a situação é diferente. Você vem de Madri, onde tudo é muito rápido, e chega em Roma com condições complicadas e muito vento. Não é fácil jogar um tênis excelente nessas circunstâncias”, disse Sinner, na coletiva de imprensa desta segunda-feira. “É normal que alguns jogadores tenham mais dificuldades em determinados momentos. No tênis, ninguém consegue estar no auge o tempo todo. Sempre haverá zebras nos torneios”.
Sobre o duelo das oitavas contra Pellegrino, o líder do ranking elogiou a campanha do compatriota, que veio do quali e passou por nomes como Luca Nardi e Frances Tiafoe, além de contar com a desistência de Arthur Fils. “É bonito disputar esse jogo na Itália. Ele está fazendo um torneio incrível, com muitas vitórias sobre jogadores fortes, então espero uma partida muito dura”.
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Os dois já se enfrentaram anos atrás, em 2019 mas Sinner destacou a evolução desde então. “Hoje sou um jogador diferente. De qualquer forma, é especial que nós dois tenhamos chegado a esse ponto em um dos torneios mais prestigiosos do circuito. Vamos tentar fazer uma boa partida. Quando entro em quadra, tento sempre dar o meu melhor”.
Boa adaptação às condições em dia de muito vento
A vaga nas oitavas veio com uma vitória por 6/2 e 6/0 sobre o australiano Alexei Popyrin, 60º do ranking. O italiano destacou a boa adaptação às condições, mesmo em um dia com muito vento. “Foi uma atuação muito boa. Ele é um grande sacador e a porcentagem de primeiros serviços dele não foi tão alta, o que me ajudou um pouco. Mas devolvi muito bem os segundos saques e estou feliz por estar na próxima rodada”, avaliou Sinner.
“Senti que o vento soprava praticamente em uma direção só, então não precisei mudar tanto assim. Mas, ao mesmo tempo, quando você joga com vento, tenta movimentar mais a bola pela quadra. Quando estava contra o vento, procurei bater mais reto”, disse o líder do ranking, que cometeu apenas um erro não forçado de backhand durante o jogo.
“Não jogo por recordes”, diz o italiano

A vitória desta segunda-feira foi a 30ª seguida de Sinner em torneios Masters 1000, superando uma marca estabelecida por Roger Federer entre 2005 e 2006. Ele também iguala as 30 vitórias consecutivas de Novak Djokovic entre 2014 e 2015, mas precisa vencer mais uma vez para repetir outra série invicta do sérvio, que alcançou 31 triunfos seguidos em Masters 1000 entre Indian Wells e Cincinnati em 2011.
Questionado sobre alcançar marcas históricas ao lado de Federer e Djokovic, Sinner afirmou que não entra em quadra pensando em recordes. “Estou feliz, claro, mas o que eles fizeram por 15 anos seguidos é algo incrível. Eu estou escrevendo minha própria história, para mim e para minha equipe.
Obviamente estamos felizes por viver um momento tão positivo, mas não é por isso que eu jogo tênis. Jogo para melhorar, para me divertir em quadra, porque atuar em Roma é uma sensação maravilhosa. O resto acaba vindo como consequência. A coisa mais importante é cuidar do corpo. Nesse nível, se você não estiver 100% fisicamente, não consegue competir, porque todo mundo joga muito forte e muito rápido. Também é preciso estar extremamente concentrado”, afirmou.
O italiano ainda revelou que houve dúvidas no início da temporada sobre a participação em alguns torneios do saibro, como Madri, por causa do planejamento visando Roland Garros. “Colocamos todas as cartas na mesa para decidir qual seria o melhor caminho para chegar em Paris nas melhores condições. Sempre existem aspectos positivos e negativos. Quando você joga torneios, mantém o ritmo de partidas, mas talvez deixe de trabalhar um pouco mais em alguns detalhes nos treinos. Estamos tentando maximizar meu potencial, e isso é o mais importante para mim. Depois veremos se fizemos a escolha certa. Eu acredito que sim, mas a resposta virá mesmo em Paris”.












Uma benção ter esse cara como ídolo, um verdadeiro cavalheiro.
“Não jogo por recordes”: dando um banho de humildade e tênis no “GOAT passador de bolas “
Sinner joga apenas por pura diversão, simples assim…!
Como.eh fanfarrão?
Nada na vida, dá pra ficar sempre bem!
Até na humildade esse menino é 10!
Eles e seus fãs são humildes.
e milionários também né não?!
Número em ótima mão. Sempre tranquilo em suas declarações. Sem oba oba. Todo mundo no circuito fala bem dele. O tênis está muito bem representado
É isso mesmo. O italiano é um craque dentro e fora da quadra. Tem gente que ainda menospreza Sinner comparando o seu jogo como se fosse AI ou algoritmo, mas além das boas escolhas também tem uma execução e mental fora de série.
Atualmente é de longe o jogador com a melhor inteligência emocional: sem soberba, sem chilique, sem quebra de raquete, e a tranquilidade de aceitar as derrotas assim como as vitórias.
Enquanto tem muitas estrelinha dizendo que tem potencial para ser #1 do mundo, Sinner tira a pressão dos próprios ombros ao declarar que só quer melhorar e ser feliz. Ganhou um enorme respeito do circuito, tanto pela bela carreira quanto seu caráter.
Que derrotas? :)
Nos jogos que ele não ganhou.