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Paris (França) – A paulista Beatriz Haddad Maia segue a preparação para Roland Garros e disputa, nesta semana, um WTA 125 justamente na capital francesa. Atual número 78 mundo, ela não entrou como cabeça de chave e encara na estreia uma tenista da casa, a ex-top 50 e atual 108ª do ranking, Diane Parry, que venceu o torneio em 2023.
As duas já se enfrentaram três vezes no circuito profissional, com apenas uma vitória de Bia. A brasileira, no entanto, levou a melhor no encontro mais recente, pela segunda rodada de Miami em 2024, de virada. Já francesa se sobressaiu nos dois duelos em quadras de saibro, ambos em novembro de 2021, em Buenos Aires e Santiago.
A vencedora desta partida pode cruzar com outra francesa, a top 300 Chloe Paquet, que desafia na primeira rodada a jovem australiana Maya Joint, de 20 anos e número 34 do mundo. Quem sobreviver a este quadrante pode cruzar nas quartas de final com nomes como da cazaque Yulia Putintseva ou das norte-americanas McCartney Kessler, sexta principal inscrita da competição, e Sloane Stephens, ex-número 3 do ranking.
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Ainda na parte inferior da chave, destaque para a canadense Leylah Fernandez, segunda favorita ao título, e a tcheca Sara Bejlek, quinta pré-classificada. Já do lado superior, as principais jogadoras são as norte-americanas Madison Keys e Emma Navarro, a ucraniana Yuliia Starodubtseva e a britânica Katie Boulter, atual campeã do evento.
O WTA 125 de Paris acontece de 11 a 17 de maio nas quadras de saibro do clube Lagardère Paris Racing e oferece uma premiação total de US$ 115.000. Bia disputará a competição pela segunda vez e foi vice-campeã em 2022, perdendo na final para a norte-americana Claire Liu.
Além do torneio na capital da França nesta semana, a número 1 do Brasil terá outro compromisso antes do segundo Grand Slam da temporada, no WTA 500 de Estrasburgo, também sobre o saibro francês, na semana seguinte.












A chave do torneio tem várias jogadoras que tem histórico positivo nos jogos feitos contra a Bia até agora na carreira. E ela preferiu enfrentar o desafio de tentar diminuir o histórico negativo contra as rivais que aparecerem no seu caminho, do que escolher disputar outro torneio com jogadoras de pior ranking, que possam oferecer maior chance de vitória para ela. Particularmente, eu prefiro os desafios mais difíceis, porque oferecem melhor chance de evoluir e de ter melhor conhecimento sobre as concorrentes e sobre ela mesma.
O torneio está muito forte, com boas jogadoras. Chance minúscula da Bia avançar e ir fundo.
Teria sido muito melhor se inscrever em Parma. E mais – JOGAR DUPLAS. Erros não forçados até na escolha do calendário. Não pela “chance de levar o título”, mas sim pela urgente necessidade de disputar o máximo de partidas possível.
“Cada um sabe de si”, “ela sabe o que faz”, mas, do lado de cá, fica cada vez mais evidente que não é o caso; a Bia vai “tropeçando” nos próprios erros de seus paradigmas equivocados.
Sim, ela sempre teve uma tendência ao longo da carreira de minimizar as viagens e as distâncias; mas agora claramente não é o caso. A economia necessária na parte anterior da carreira já não importa mais no escopo de que é importante ou crítico para o momento.
Achei a chave forte pro momento da Bia. Se der a lógica…
Se jogar como contra a Jeanjean, eu diria que tem alguma chance…
A ver.
Valeu Bia, bora para próxima segunda.
Estreia pessima, nem nos melhores dias da Bia o jogo encaixava muito
Opa amanhã será mais uma segunda de Valeu Bia!!!