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Madri (Espanha) – Depois de ficar com o vice-campeonato no WTA 1000 de Madri, Mirra Andreeva lamentou a dura derrota sofrida para a ucraniana Marta Kostyuk neste sábado, mas acredita que as boas apresentações nas quadras de saibro da capital espanhola deixa lições positivas para o futuro.
“Hoje foi um dia difícil. Mas, no geral, conversando com minha equipe, acho que podemos tirar muitos pontos positivos desta semana. Foi difícil, mas, no geral, acho que foram duas semanas muito boas para mim”, disse Andreeva após a derrota por 6/3 e 7/5 para Kostyuk. “O torneio ainda não acabou. Agora é hora de pensar nas duplas e vou tentar dar tudo de mim no jogo de amanhã também”, acrescenta a russa, que decide o título de duplas, ao lado da compatriota Diana Shnaider contra Taylor Townsend e Katerina Siniakova.
Com 19 anos recém-completados, Andreeva também abriu o jogo sobre a forma intensa com que encara as derrotas e reconheceu que ainda busca evoluir no aspecto emocional. Segundo a russa, cada revés ainda pesa muito. “Toda vez que eu perco, é como se fosse o fim do mundo para mim. Eu não sei… às vezes vejo outras jogadoras sorrindo logo depois de perderem e não entendo como conseguem. Queria poder fazer isso. Cada derrota é obviamente muito decepcionante e dolorosa para mim”.
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A jovem, que havia passado por momentos de muita frustração em seu jogo nas oitavas, ainda destacou que espera lidar melhor com esses momentos no futuro. “Espero que, talvez com o tempo, eu consiga melhorar isso e falar sobre a partida logo depois, sem precisar de um tempo para digerir tudo antes”.
Apesar da frustração com o resultado, Andreeva reconheceu alguns momentos positivos na final, mas foi sincera ao avaliar sua atuação. “Fiquei satisfeita com a forma como joguei em certos momentos. Mas, quando eu perco, pessoalmente não consigo ficar feliz. Para vencer, é preciso jogar assim a partida inteira e ser consistente. Ela jogou muito bem, foi agressiva, fez muitos winners e foi buscar o jogo. Do meu lado, nada funcionou particularmente bem”.
Vencedora de dois torneios na temporada, em Adelaide e Linz, a russa também fez questão de valorizar o trabalho de sua equipe, ressaltando a importância do suporte que recebe no dia a dia. “Eu sei que eles dão 200% todos os dias por mim. Isso me dá muita motivação para tentar retribuir. Cada um deles é muito, muito importante para mim. Sei que às vezes não é fácil trabalhar comigo, então valorizo muito todo o apoio e tudo o que fazem por mim. Eles me ajudam a seguir motivada e olhando para frente.”
A número 8 do mundo vai subir mais uma posição no ranking após o torneio e comparou sua postura atual com a de temporadas anteriores e destacou a mudança de mentalidade ao longo da carreira. “Eu mudei muito a forma como encaro as partidas. Naquele ano, quando perdi para a Sabalenka, eu não esperava muito de mim mesma. Só queria dar o meu melhor e aproveitar o momento, sabendo que não teria arrependimentos se perdesse. Agora é diferente. Hoje eu sei o quão bem posso jogar e também sei o que as pessoas esperam de mim”.












Não sei se proposital ou algum erro mas a Russa Andeeva acabou desfilando no pódio com sua roupa amarelo e azul similar a bandeira da Ucrânia para completar a treta do discurso da Marta .
Quando ela vai aprender que atualmente, devido à exigência física, não dá pra jogar simples e duplas em altíssimo nível e vencer?
Andrreeva merecia a vitória jogadora que não respeita o adversário deveria ser eliminada do esporte fora ucraniana
Pessoalmente acho ridicula sua posição, acho que não vê o que os ucranianos estão passando!
Em que momento ela desrespeitou?
Eu também não vi desrespeito algum
A Mirra não tem que mudar nada em relação ao choro nas derrotas! É sua forma de expressão! Isso é transparência! O fato de outras jogadoras conseguirem sorrir após um revés, é pq elas colocam uma máscara! Elas odeiam perder também
Sim , cada uma reage de maneiras diferentes em derrotas, agora eu discordo um pouco da Mirra ao dizer que a Kostyuk fez jogo de agressividade, pois a meu ver foi um jogo equilibrado com boa habilidade de ambas e não totalmente agressivo como ela disse, claro foi tenso porque era decisão de título inédito para ambas e a Kostyuk soube lidar um pouco melhor com isso.