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Madri (Espanha) – Alexander Zverev estreou com dura vitória no Masters 1000 de Madri, mas está confiante de que ainda possa elevar bastante seu nível ao longo da competição. Logo após vencer o argentino Mariano Navone, o alemão apontou os altos e baixos que sofreu. Além disso, foi outro top a comentar a ausência forçada de Carlos Alcaraz, que está contundido.
Atual número 3 do mundo, o tenista de Hamburgo acabou herdando a condição de cabeça de chave 2 na Caixa Mágica, algo que deve se repetir em Roma e em Roland Garros. Com o espanhol fora de combate, Zverev garante que o circuito perde em qualidade.
“É triste para o tênis. Mas, como ele mesmo disse, por ser muito jovem, a sua carreira será longa. E acredito que Carlos está priorizando isso. Nunca é bom perder grandes torneios, nós precisamos dele, o tênis é muito mais emocionante com ele”, afirmou.
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Zverev chegou a traçar uma comparação, haja vista como já sofreu com uma grave lesão, quando se encontrava em alta no circuito. “Às vezes, dizem que os jogadores do topo ficam felizes quando outros não estão jogando, mas não é assim. Eu já estive nessa situação, lesionado, sem poder jogar grandes torneios, e não é uma sensação agradável”, ponderou.
O alemão seguiu o discurso do italiano Jannik Sinner, líder da ATP, que espera ver o rival e amigo o quanto antes de volta. “Desejo uma recuperação muito rápida para Alcaraz, tomara que volte antes do previsto e ainda possa pensar em Roland Garros. Caso contrário, espero vê-lo 100% na temporada de grama”, disse Zverev.
O germânico ainda criticou quem considera obter vantagem com a ausência de grandes estrelas. “É uma forma errada de se ver as coisas. Para mim, para ganhar um Grand Slam, você precisa vencer os melhores. Nos últimos meses, Sinner tem sido o melhor jogador e continua em alto nível. Mas prefiro quando todos estão presentes”, destacou.
“Montanha-russa” contra Navone e pensamento positivo
Zverev comentou sua estreia em Madri e admitiu ter demorado para encontrar o ritmo certo contra Navone. “Foram muitos altos e baixos. Os momentos bons foram muito altos, como no primeiro set, em que quase tudo foi perfeito, e os ruins bem abaixo, como o início do segundo”, admitiu após fechar com as parciais de 6/1, 3/6 e 6/3, em 1h44 de confronto.
“Acho que aqui é a ‘casa’ dele, é sua superfície preferida, onde cresceu e onde sabe jogar tênis. Ele ganhou um torneio há duas semanas (Bucareste), então obviamente está jogando muito bem. Trata-se de um grande jogador, mas sinto que hoje eu precisava ter mantido mais a concentração para impor o meu jogo”, finalizou.
Ao fazer uma autocrítica, o alemão minimizou vencer em três sets. “Perdi um pouco a concentração em certos momentos, mas há coisas positivas. Senti que saquei extremamente bem no começo, depois perdi a intensidade. Mas recuperei meu jogo e venci, o que é o mais importante”, disse. Ele agora encara o francês Terence Atmane.
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O germânico ainda criticou quem considera obter vantagem com a ausência de grandes estrelas. “É uma forma errada de se ver as coisas. Para mim, para ganhar um Grand Slam, você precisa vencer os melhores. Nos últimos meses, Sinner tem sido o melhor jogador e continua em alto nível. Mas prefiro quando todos estão presentes”, destacou.
Nesta parte, ele justificou o que eu digo sobre o asterisco nos títulos do AO e US Open dos espanhóis Boi Miúra e Boi Miúra Jr., em 2022, assim como no RG e WB 2024.
Olha o tênis está correndo um grande risco de perder interesse e público. Hoje temos 2 jogadores que atraem o público: Alcaraz e Sabslenka. Estes tem carisma,jogo plástico , interagem bem com os torcedores e claro , jogam muito bem. Os outros: Siner, zverev, medvedev, ribakina, iga, Osaka não são carismáticos, parecem esnobes, não tem emoções ou não conseguem transmitir vibrações. Além de jogar bem , o esporte tem que ter atletas que chamem o público.
Ela está certo, contra o Sinner está parecendo um jogador top 200.