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Renovação do tênis feminino traz esperança para o futuro

Victória Barros, Nauhany Silva, Ana Candiotto, Gabriela Cé e o capitão Luiz Peniza (Foto: Andre Gemmer/CBT)

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A classificação do Brasil para o playoff mundial da Billie Jean King Cup premia uma semana de renovação da equipe e deixa esperanças para o futuro. Com duas juvenis de 16 anos, Nauhany Silva e Victória Barros, além da também estreante Ana Candiotto, que jogou pela primeira vez em sua terceira convocação aos 21 anos, a equipe brasileira conseguiu vencer os quatro confrontos da semana.

Naná venceu todos os quatro jogos que fez em simples. A vitória mais expressiva foi diante da argentina Luisina Giovannini, então 201ª do mundo. No mesmo confronto, ela também se juntou a Victória Barros para o jogo decisivo de duplas. A parceira potiguar ainda venceu uma partida em simples e mais duas nas duplas, ao lado de Candiotto.

O ponto decisivo, entretanto, veio com a mais experiente do grupo, a canhota Gabriela Cé, de 33 anos, que assumiu bem a condição de liderar um time muito jovem e venceu um duelo de três horas contra a mexicana Victoria Rodriguez no sábado. Convocada pela primeira vez ainda em 2014 e de volta à equipe após quatro temporadas, a gaúcha conhece bem o ambiente do Grupo 1.

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Por mais que muitas equipes estivessem sem suas principais jogadoras, como o próprio Brasil, mas também o México sem Renata Zarazua e Giuliana Olmos, a Colômbia sem Camila Osorio e o Peru sem Lucciana Perez, o formato da seletiva continental é traiçoeiro com confrontos em dias seguidos e uma fase de grupos em que o percentual de sets ou até de games pode fazer a diferença. As colombianas que jogavam em casa e tinham a tenista de melhor ranking da competição, Emiliana Arango, terminaram rebaixadas.

Referência para as meninas, Bia sonha vencer a competição
Foto: Marcelo Leão/CBT

Há um ano e meio, em novembro de 2024, Bia Haddad Maia afirmou que tinha o sonho de conquistar a Billie Jean King Cup pelo Brasil. A declaração veio logo depois de um confronto equilibradíssimo contra a Argentina no Ginásio do Ibirapuera, pelo playoff mundial daquele ano, em que as brasileiras venceram por 3 a 2, com a número 1 do país vencendo seus dois jogos em simples e juntando-se à Carol Meligeni para o ponto decisivo nas duplas.

A mesma Bia, que ficou fora da última semana de competição, enquanto passa por um momento de mudanças na equipe e a com chegada de um novo treinador para tentar voltar aos bons resultados, é vista como uma referência para as jogadoras mais jovens e tem ainda muito a contribuir para o grupo. Os próximos confrontos terão um nível de enfrentamento mais alto, provavelmente contra jogadoras do top 100 e será importante ter uma Bia em bom momento, assim como Luísa Stefani nas duplas.

O caminho para que o Brasil possa vencer essa competição ainda é longo. O sorteio marcado para o dia 23 de abril vai definir o adversário do playoff de novembro. Em caso de vitória, terá que passar também pelo qualificatório mundial, em abril de 2027, para então chegar à semana decisiva, com quartas, semi e final. Na prática, as brasileiras teriam que vencer os próximos cinco confrontos em três convocações para eventualmente ser campeãs já no ano que vem.

Mas ainda mais importante que o título de uma competição por equipes é saber que essas conquistas acontecem como consequência de um bom trabalho de base e formação de jogadoras. Até porque, ninguém faz projeto necessariamente voltado em ganhar Davis e BJK Cup, mas sim para colocar o maior número de tenistas na elite do circuito. Basta seguir os exemplos das campeãs recentes, a Itália que venceu as duas últimas edições e o Canadá que conquistou um título inédito em 2023, que foram capazes de formar várias jogadoras que podem competir em alto nível.

Desenvolvimento das jogadoras e torneios no Brasil
Victória Barros e Nauhany Silva (Foto: Luiz Candido/CBT)

O Brasil tem hoje duas juvenis entre as dez melhores do mundo, com estilos de jogo distintos e que dispõem de boas estruturas de treinamento, tanto para Naná em São Paulo, quanto para Victória na França. A semana defendendo o time profissional do Brasil mostrou duas jogadoras capazes de competir com adversárias mais experientes e bem ranqueadas. A jovem paulista terá ainda uma outra experiência valiosíssima, ao ser convidada para o quali de Madri, sem pressão por resultados e podendo usufruir do ambiente com as melhores do mundo, como bem aponta Leo Azevedo, coordenador técnico da Rede Tênis.

“Fico muito feliz com essa oportunidade para a Naná. Mais do que competir em um nível que ela ainda não está habituada, é fundamental estar inserida nesse ambiente para treinar com as melhores, aprender com as melhores e, quem sabe, competir contra elas. Isso é essencial para o crescimento e amadurecimento dela como atleta”, avaliou o treinador.

Outro ponto fundamental para os países com bons trabalhos de formação é fortalecer o ecossistema do tênis com grande número de torneios, competição interna e participação ativa de ex-atletas, como é feito na Itália ou na República Tcheca. No início deste mês, a ex-top 50 Teliana Pereira fez uma publicação no Instagram relatando a falta de torneios profissionais femininos no Brasil nesta temporada.

“Quando me perguntam quais são as maiores dificuldades de ser tenista mulher no Brasil, parte da resposta está aí, além de tantas outras. Não poder competir em casa é muito triste. Ter que viajar o tempo todo e desembolsar uma fortuna todos os meses para seguir competindo é uma realidade que poucas conseguem sustentar”, disse a ex-jogadora profissional, atualmente com 37 anos.

Já no último domingo, a Confederação Brasileira (CBT), por meio do presidente Alexandre Farias, anunciou um plano de realizar 18 torneios femininos em 24 semanas, entre junho e novembro. Os cinco primeiros eventos já estão marcados no calendário da Federação Internacional em Brasília, Cuiabá, São Carlos, São Paulo e Vacaria.

Mais juvenis estão se destacando
Clara Coura (Foto: João Pires)

Quem acompanha os resultados do tênis juvenil a cada semana, sabe que quase sempre tem uma menina brasileira chegando longe. Só nas três últimas semanas, tivemos bons resultados de Clara Coura, Duda Carbone, Helena Perrone e Clara Elkind. Todas ainda mais novas que Victória e Naná. Há uma lista considerável de tenistas da novíssima geração, como Nathalia Tourinho, Eduarda Gomes, Kauany Rodrigues, Flávia Souza e Manuela Banietti que podem se beneficiar desses torneios para somar os primeiros pontos na WTA.

Por maior que tenha sido o crescimento do tênis feminino no Brasil, não podemos nos esquecer que nos últimos 30 anos apenas três tenistas do país estiveram no top 100 de simples: Bia Haddad Maia, Teliana Pereira e Laura Pigossi. Mas os bons resultados de nossas principais juvenis e o surgimento de jogadoras ainda mais novas dão esperanças para o futuro.

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Rodrigo
Rodrigo
1 mês atrás

Muito bom post! Confesso que tenho bastante esperança de brigar por esse título da BJK nos próximos anos. Claro, precisa que várias coisas funcionem ao mesmo tempo, mas sonhar não custa nada, rs. Daqui uns 5 anos, por exemplo, Bia e Luisa ainda estarão com idade boa (e, espero, bom nível), se a Naná e/ou a Victória atingirem um nível legal/competitivo, acho que daria pra sonhar, ainda mais com a importância do ponto das duplas (que acho o aspecto mais forte nosso hj em dia). Na torcida!

Jornalista de TenisBrasil e frequentador dee Challengers e Futures. Já trabalhou para CBT, Revista Tênis e redações do Terra Magazine e Gazeta Esportiva. Neste blog, fala sobre o circuito juvenil e promessas do tênis nacional e internacional.
Jornalista de TenisBrasil e frequentador dee Challengers e Futures. Já trabalhou para CBT, Revista Tênis e redações do Terra Magazine e Gazeta Esportiva. Neste blog, fala sobre o circuito juvenil e promessas do tênis nacional e internacional.

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