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Monte Carlo (Mônaco) – Semifinalista do Masters 1000 de Monte Carlo, Valentin Vacherot conseguiu o melhor resultado de um tenista monegasco no torneio na Era Aberta. E depois de ter vencido quatro jogos na semana, foi superado pelo líder do ranking, Carlos Alcaraz na semifinal. A boa campanha foi bastante comemorada pelo jogador de 27 anos, que se sente parte da elite do circuito.
“Foi um grande torneio. Vou guardar essas memórias para o resto da minha vida”, disse Vacherot após a derrota por duplo 6/4. “Mesmo com o Alcaraz do outro lado da rede, fico feliz de sair com um pouco de frustração, porque isso mostra que quero fazer ainda melhor”. Ele ainda valorizou o duelo inédito entre os dois: “Foi muito especial enfrentá-lo pela primeira vez, ainda mais em uma semifinal aqui”.
O monegasco ainda reconheceu a dificuldade de encarar o número 1 do mundo, especialmente pela intensidade do jogo. “Às vezes você acha que está devolvendo bem, mas ele bate ainda mais forte. Ele te empurra de um lado para o outro, pega a bola cedo e imprime muita potência”, explicou o tenista, que seguiria para o ATP 500 de Barcelona, mas se retirou da disputa neste domingo.
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Ainda assim, viu pontos positivos na atuação: “Fui bem no meu saque, consegui uma quebra no segundo set e tive chances. Fico um pouco frustrado porque poderia ter levado essa parcial”, avaliou. “Finalmente pude jogar com sol, o que ajuda muito. As condições estavam mais rápidas, a bola quicava mais e dava para bater mais forte. Foi um grande momento”.
Estreia no top 20 do ranking
Campeão do Masters 1000 de Xangai no fim do ano passado, Vacherot terá o melhor ranking da carreira. O atual 23º do mundo entrará no top 20, chegando ao 17º lugar, e já projeta a sequência da temporada no saibro: “Não quero falar muito sobre o top 20. Vou continuar fazendo as mesmas coisas. Mas fico feliz porque a temporada de saibro está só começando, com grandes torneios até Roland Garros”, afirmou.
Jogando em casa, Vacherot deixou Monte Carlo com orgulho pelas vitórias contra nomes como Lorenzo Musetti e Alex de Minaur e admitiu que não esperava ir tão longe: “Não tenho muito mais a provar. Eu pertenço a esse nível. Claro que no início da semana não me via nas semifinais, mas queria enfrentar os melhores aqui e tentar incomodá-los. Estou aqui, no meu lugar. O importante agora é aproveitar esses grandes torneios e seguir crescendo”, completou.
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Tenista mais carismático do circuito atualmente.
Joga demais… em termos de técnica, no circuito atual só fica abaixo de Sinner e Alcaraz.
Gosto dele, mas aí já foi um pouco longe. Ele é um top20 hoje e isso já mostra imensa qualidade. Mas ali tem muita gente boa e consistente. Tem que dar um novo salto de qualidade, melhorar detalhes. E outra, suas falhas começaram a ser exploraras. Ser desafiante ou incumbente muda muito no tênis. É um processo pelo qual o João está passando e começando a administrar melhor agora.