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Melbourne (Austrália) – Assim como fez nas duas últimas temporadas, o espanhol Carlos Alcaraz mais uma vez se classificou para as quartas de final do Australian Open. Neste domingo, ele manteve sua campanha impecável no torneio e venceu mais uma sem perder set, batendo o norte-americano Tommy Paul por 7/6 (8-6), 6/4 e 7/5.
Embora vá disputar pela terceira vez as quartas em Melbourne, o atual número 1 do mundo tenta pela primeira vez chegar na semi. Ele espera pelo vencedor do duelo entre o cazaque Alexander Bublik, contra quem nunca cruzou no circuito, e o tenista da casa Alex de Minaur, contra quem tem cinco vitórias em cinco confrontos.
Único Grand Slam que falta no currículo de Alcaraz, o Australian Open é justamente aquele em que ele tem menos vitórias, chegando agora apenas à 15ª, sendo que em Wimbledon e no US Open ele já soma 24 triunfos e em Roland Garros 25.
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Alcaraz chega nas quartas de um Slam pela 14ª vez na carreira, o que o coloca já como o terceiro melhor espanhol nesta estatística. O tenista de 22 anos fica atrás apenas de Rafael Nadal, que alcançou a antepenúltima rodada nos quatro principais torneios do circuito em 47 oportunidades, e de David Ferrer, que fez o mesmo 17 vezes.
Começo duro e controle a partir do 2º set
O jogo não começou tão favorável para o espanhol, que perdeu o saque logo no primeiro game e viu Paul abrir 2/0 de cara. No quarto game, Alcaraz teve seus dois primeiros break-points, mas ele só conseguiu devolver a quebra no oitavo, salvando novo break-point em seguida.
No tiebreak, houve uma longa pausa quando o placar apontava 3-3 por causa de um espectador que passou mal nas arquibancadas. Na volta, Paul até chegou a abrir 5-4, mas então perdeu dois pontos seguidos com o saque e cedeu o primeiro set-point. Alcaraz não aproveitou, mas fechou na segunda oportunidade que teve.
Serviço firme do espanhol na reta final
Depois de passar aperto na parcial inicial, o líder do ranking controlou melhor o placar na segunda e já no terceiro game conseguiu sua quebra de vantagem, que ele administrou muito bem até o final para marcar 2 a 0 e se aproximar de sua sexta vitória em outro duelos contra o rival norte-americano.
Paul não esmoreceu e seguiu firme no terceiro set, dando trabalho para o espanhol. Porém, ele não chegou a ameaçar Alcaraz em momento algum, não conseguindo um break-point sequer. Do outro lado, o número 1 do mundo teve três chances no terceiro game e conseguiu uma quebra decisiva no 11º e penúltimo.
O desempenho de Alcaraz com o segundo serviço foi um pouco o termômetro da partida, já que no primeiro set, em que ele teve mais dificuldade, seu aproveitamento foi de apenas 50%. Nas parciais seguintes ele elevou para 82% na segunda e 71% na terceira, o que o ajudou a não enfrentar mais break-points.














Que prevaleça a freguesia do Dimenor.
Bela vitoria. Sem perder sets. O tie break do 1° set foi crucial. Paul tinha 5/4 e dois saques pra fechar o tie break, e cometeu dois erros não forçados no backhand, levando Alcaraz pra 6/5. Depois ainda fez dupla falta pra perder o 1° set. Alcaraz não tem nada a ver com isso e aproveitou. Será sua 14° quartas de final em Slam, a 3° no AO, onde nunca passou dessa fase.
Ganhou de modo honesto, ou seja, não precisou de ajuda da organização do torneio.
Será que já tô sentindo o cheirinho do Career Grand Slam no ar?
Com Sinner capenga, dá pra sonhar, rs.
Cuidado que o velhinho ainda está vivo.
Depois do que o Carlos fez com o Djoko e com o Sinner no US Open, não tô nem um pouco preocupada, meu querido kkkk.
Cuidado, minha amiga, pra não confiar demais com base em um torneio só, rs.
Em Wimbledon, a torcida de Carlos Tevez Jr. já estava se sentindo com a mão na taça e… deu no que deu, com direito a desespero de Carlitos, kkk.
No ATP Finals, a Laranja Mecânica confirmou que a vitória na grama sagrada não foi um ponto fora da curva. E vamos lembrar que o Cenourão tem treinado golpes diferentes para aumentar o arsenal, justamente com a finalidade de fazer melhor frente a seu algoz.
Não é baseado em um torneio só, meu querido. É baseado no H2H entre eles e em tudo o que o Carlos fez no ano passado. Em Wimbledon, eu mesma não estava muito confiante kkkkk, simplesmente porque ele já tinha perdido o único confronto entre eles na grama. Ter mais títulos na grama não significa, automaticamente, ser melhor quando os dois se enfrentam nessa superfície. Djoko x Roger tá aí pra provar isso.
O ATP Finals eu enxergo de outra forma. Vi o Carlos, na pior superfície dele, dar um trabalhão ao ruivinho na melhor superfície dele. Mais cedo ou mais tarde, esse título vem. E vale lembrar que, em quadra dura outdoor, o Carlos tem ótimos resultados contra o Sinner.
Paul ganhou do Alcaraz quando tinha que ganhar porque agora não ganha mais. Só na próxima encarnação.
Alcaraz está firme. Na torcida aqui pelo career slam.