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Nova York (EUA) – Atual número 1 do mundo, o espanhol Carlos Alcaraz teve férias um pouco reduzidas neste final de ano por conta de algumas exibições das quais participou. Para o experiente jornalista esportivo e historiador norte-americano Steve Flink, essa decisão pode custar caro no Australian Open
“Alcaraz nunca mostrou seu melhor tênis na Austrália e acho que (Juan Carlos) Ferrero e sua equipe não ficaram muito entusiasmados com a ideia de ele passar a pré-temporada nos Estados Unidos jogando partidas de exibição”, começou Flink, que foi colunista e editor de revistas como World Tennis Magazine, Tennis Week e Tennis Channel.
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“Ele tem todo o direito do mundo, mas tem a vida inteira para ganhar dinheiro. Ele tem tanto tempo. Acho que o mais sensato teria sido pular esses eventos para se preparar ao máximo para o primeiro Grand Slam da temporada”, disse o jornalista eleito para o Hall da Fama do Tênis Internacional na categoria Colaborador em 2017.
Flink também lembrou a derrota de Carlos na edição anterior do Australian Open contra Novak Djokovic e explicou que o espanhol estava abaixo do seu nível habitual. “Nunca saberemos se esse foi um fator determinante na derrota contra Novak, porque o sérvio jogou uma ótima partida, mas Carlos não estava no seu melhor”, finalizou.
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Cabe a ele decidir o que fazer com o tempo disponível e convites. É muito pitaco desnecessário.
Mas esse ultimo torneio exibição, não foi porque o ITAÚ patrocinou o jogo, e como patrocina o Carlitos, ele foi obrigado a jogar?
Depois ficam reclamando do circuito, que para os grandes torneios são obrigatórios.
Esse jornalista ta de sacanagem kkkkkkk deve manjar nada de tênis, lacrador.
Um jovem, vai ganhar $$ e nao atrapalha em absolutamente nada sua preparação. Nada!!
Ja esta com seu time treinando e focado.
Ta certo ele, evento descontraído, exige 50% do esforço de um jogo valendo e enche o rabo de $$$ …. certíssimo…
Mirar no longo prazo é mais saudável mas custa caro em termos de dinheiro, além do que nenhum tenista sabe quanto tempo a carreira vai durar. Olha só o DelPotro e o Guga, pararam no auge. Acho que se for para pensar no curto prazo é melhor escolher exibições menos exigentes e levar elas mais como um treino.
Claro que o ideal é descansar mas, apesar de já estar rico, o Alcaraz não nasceu em berço de ouro e tem muitas bocas para alimentar.
Evento deste cansa zero para um garoto como o Alcaraz. Curtindo as férias dele antes da pré temporada…. ta muito certo
Um fanfarrão, um caça-níquel, um número 1 mais fake da História.
Nunca será.
Pode ser a depender do ponto de vista, concordo nesse caso, mas a terceira parte é só dor de cotovelo mesmo.
Caro Julio, já tivemos várias vezes esse debate para você saber que — embora vc não concorde — tenho motivos de ordem objetiva, matemática, estatística e racional para fundamentar esse posicionamento. Portanto, está longe de ser dor de cotovelo, rs.
Não havendo ausência prolongada de Jannik Sinner e ele conseguindo manter ou alcançar o número 1, vou ter de parar de considerá-lo ilegítimo, rs. Aí será só “número 1 mais jovem da História fake”, mas não “número 1 mais fake da História”, rsrs. Abs!
Kkkkkkkkkkkkkk senhor José Afonso é engraçado
Kkkkkkk, tmj, amigo!
O ano dele não foi bom pra ser número 1?
Bom foi.
Ano passado também foi bom (dois Grand Slams, Masters 1000, vice olímpico) e ainda assim ficou em 3º no ranking. Terceiro.
Um bom ano não é suficiente, caro João Borin. Precisa ser melhor que todos os outros. No caso, ele ficou apenas 550 pontos a frente de Sinner, o qual foi impedido de jogar 3 torneios Masters 1000 e outros ATP 500.
Detalhe: Sinner chegou à final de todos os torneios que participou no ano (exceto um, que eu me lembre). Somente um único vice de Sinner num desses três Masters 1000 já lhe tirava o número 1.
Por isso número 1 fake e ilegítimo. O que acha? Abs!
Em qualquer decisão que se tomar, haverá gente para criticar. E ainda mais considerando que os críticos se utilizam de fatos já ocorridos e que já produziram consequência. Se o Alcaraz ganhar o AO 2026, tenho grandes dúvidas de que esse jornalista irá elogiar o espanhol e reconhecer o erro do seu comentário. E seguindo o raciocínio do jornalista, a Aryna Sabalenka, Jessica Pegula, Amanda Anisimova, Naomi Osaka, Frances Tiafoe e João Fonseca também podem ter atrapalhado as suas pré-temporadas porque igualmente disputaram torneios festivos.
Justas as críticas. Sou totalmente contra essas farofadas. Convenhamos que dinheiro é o que não falta na conta dos top-10 da ATP.
Realmente justas. No fim, em um cara já rico como ele e você se pergunta: pra quê? Não é como se fosse fácil ganhar do Sinner. No caso dos embates entre os dois, tudo é detalhe. Ele perdeu set point no primeiro set da final do finals. Uma leitura melhor se saque, uma bola melhor e tudo muda. Em RG, ao contrário. É muito parelho para desperdiçar em caça níquel.