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Elena Rybakina fez muito mais do que dar show em Riad. A cazaque completou volta por cima numa temporada que começou toda conflituosa, com seu treinador Stefano Vukov suspenso e afastado pela WTA, e mostrou nos últimos quatro meses que ainda pode competir por grandes títulos e pela ponta do ranking quando a cabeça e o físico se alinham.
Curiosamente, essa arrancada começou com a decisão em Cincinnati, quando superou Aryna Sabalenka antes de cair diante de Iga Swiatek, dizendo-se estar muito feliz com a volta do polêmico técnico, acusado de assédio moral em cima da pupila. Depois de bons jogos no US Open, Rybakina foi para a fase asiática, ganhou Ningbo e conseguiu a vaga de última hora em Riad.
Então jogou um tênis soberbo quase o tempo todo. Atropelou Amanda Anisimova antes de uma virada história em cima de Iga, superou uma semi muito dura frente a Jessica Pegula e dominou Sabalenka neste sábado com saque afiado: 13 aces e 72% de pontos com o primeiro serviço.
A diferença mesmo foram a frieza e coragem para salvar todos os cinco break-points que encarou, dois deles essenciais, que dariam o segundo set à número 1. Para completar, não perdeu lance no tiebreak, um placar esmagador e muito pouco comum para quem enfrenta o poder de fogo de Sabalenka.
Rybakina está de volta ao top 5 do ranking e abre perspectiva de briga acirrada contra as quatro que estão a sua frente – Sabalenka, Swiatek, Gauff e Anisimova – se conseguir se manter atlética e mentalmente forte na próxima temporada.
Djokovic fecha o ano por cima
Numa partida de intensos altos e baixos, onde não faltaram emoção e tropeços, Novak Djokovic completou sua temporada com o 101º título da carreira, tornando-se o mais velho tenista a ganhar um troféu de primeira linha em quase meio século – a marca ainda pertence a Ken Rosewall, 43 anos, em 1977 – e ao mesmo tempo se torna o profissional com mais conquistas sobre a quadra dura, agora com 72.
É um excepcional resultado para o sérvio, de 38 anos e 5 meses, capaz de segurar na categoria e nas pernas outro jovem e talentoso top 10. Lorenzo Musetti tinha motivos para a tremedeira que o acometeu na reta final do terceiro set: afinal, é ‘freguês’ de Nole, agora com 9 a 1; não vence um torneio desde 2022 e ainda precisava do troféu para entrar no Finals.
Djokovic anunciou pouco depois que, mais uma vez, não jogará Turim, cedendo a vaga ao próprio Musetti por alegada contusão no ombro. Não chegou a me surpreender, porque era previsível que o esforço da semana em Atenas iria prejudicar sua presença no Finals. Por essas e por outras, a ATP agiu acerto ao determinar que a classificação para Turim fechará sempre em Paris a partir de 2026.
Vice digno para Luísa
Depois de um primeiro set equilibrado, onde Luísa Stefani e Timea Babos sempre estiveram em apuros contra Veronika Kudermetova e Elise Mertens, a dupla da brasileira não sustentou a intensidade e caiu na decisão do Finals de Riad. A russa e a belga chegaram assim ao segundo título na quinta maior competição.
A ótima campanha em Riad mostra que Stefani ainda tem espaço para evoluir. Além do bom saque, seu desempenho junto à rede é magnífico, onde se destacam a velocidade e precisão para cruzar na hora certa. O fundo de quadra tem falhas, especialmente a devolução de forehand, e por isso é fundamental uma parceira sólida e de golpes pesados, como é o caso de Babos, ainda que eu ache que a formação ao lado de Gabriela Dabrowski tenha sido superior.
Com mais uma temporada pela frente, agora mais entrosadas e confiantes, dá para acreditar em campanhas ainda mais relevantes do dueto. Ambas se adaptam muito bem ao piso duro e Luísa tem um histórico positivo em Melbourne, o primeiro desafio de 2026. O problema é que Babos não parece motivada a um calendário completo e assim deixa em dúvida se permanecerá ao lado da brasileira.
Turim dá largada de olho nos líderes
Com dois troféus de Grand Slam para cada lado, Carlos Alcaraz e Jannik Sinner vão agora para uma espécie de tira-teima em Turim, na disputa do quinto mais importante título do circuito masculino. De quebra, ainda há luta pelo número 1 do mundo, embora a vantagem do espanhol seja expressiva. Ele precisa de três vitórias na fase de grupos, em que enfrentará agora Musetti, Alex de Minaur e Taylor Fritz, ou ganhar dois jogos e também vencer a semifinal. São adversários com estilos totalmente diferentes, um teste para a versatilidade de Carlitos, que ainda não fez finais em duas outras participações em Turim.
Sinner é o atual campeão e só mesmo o segundo título invicto lhe dá chances de retomar a liderança, perdida neste domingo quando a ATP tradicionalmente atualiza a lista com a retirada antecipada dos pontos do Finals da temporada anterior. O italiano terá agora Alexander Zverev, Ben Shelton e Félix Auger-Aliassime como adversários da primeira fase. O italiano vem embalado com as conquistas de Viena e Paris, onde voltou a sentir desconforto no quadril, mas nada nos seus treinos desta semana indicam alguma limitação atlética.
Com a saída de Djokovic, Zverev e Fritz são os candidatos naturais às outras duas vagas na semi. A rodada de abertura tem Alcaraz x De Minaur e Zverev x Shelton neste domingo e Sinner x Aliassime e Musetti x Fritz na segunda-feira. São jogos bem importantes para se avaliar o destino de cada grupo.
E mais
– Learner Tien ganhou seu primeiro ATP em Metz, ao superar Cameron Norrie num torneio consideravelmente fraco. Vai virar 28º do ranking e possível cabeça no Australian Open.
– O canhoto norte-americano ajudou ao mesmo tempo João Fonseca, que irá terminar o ranking oficial como 24º, uma marca espetacular.
– João Lucas Reis é finalista em Lima, entra para o top 200 e garantiu presença em seu segundo qualificatório de Slam, em Melbourne.
– Para completar o bom dia nacional, Marcelo Demoliner e Orlando Luz faturaram Lima. Tomara que sigam juntos.
P.S.: O troféu de duplas no WTA Finals deste ano foi homenagem a Martina Navratilova, que ganhou o Finals 13 vezes em duplas, oito em simples e cinco tanto em simples como em duplas.










Mais jovem N 1 da Era Profissional aos 19 , jovem
Tenista Espanhol, atinge aos 22 , sua segunda Temporada terminada como N 1. Dos 8 Torneios vencidos em 2025 , 2 Slam e 3 Masters 1000 . Sendo RG , USOPEN, Masters de Madrid e Cincinnati, pra cima de Jannik Sinner, ampliando para 10 x 5 , o retrospecto. Ficou fora de 3 Masters ( lesões) e Sinner de 4 ( suspensão) . O ” Inconsciente” Tenista , e maior N 1 ” Fake ” ( segundo sumidades rs ) , atingiu em 338 partidas, incríveis 275 Vitórias, com aproveitamento de 81, 3 % . A Torcida Italiana agradeceu com justiça , outra bela apresentação do Fenomenal jovem jogador. Abs !
Excelente descrição deste fenomenal tenista Sérgio. Alcaraz tem um tênis que encanta.
Ninguém em sã consciência discorda que Alcaraz é um fenomenal tenista Ronildo.
Do momento.
E esse momento dura 3 anos. Muito pouco ainda.
Dalcim, a Naná vai jogar na BJK Cup? Penso que ela tem golpes melhores que todas as outras jogadoras de simples.
Eu acredito que o Peniza a coloque como número 2, Paulo, exatamente por conta de sua melhor adaptação ao piso duro.
Musetti no tudo ou nada contra Carlos Alcaraz, e com a fanática Torcida Italiana o empurrando. Carlitos vai dar chilique ou tentar leva-los no bico com grandes jogadas ? Vale o N 1 . A derrota em Sets diretos de Fritz para Alex de Minaur, além de inesperada , pos fogo na grupo. Fritz deu adeus as Finals perdendo para o jogador com mais vitórias nas duras na Temporada. Isso tudo sendo ” Di Menor”rsrs. Abs !
Fritz vacilou feio.
Mestre Dalcim,
Cadê os textos sobre o Finals?
Abraços!
Olá, Emílio. Quais textos, Emílio?
Dalcim, parabéns pelo comentário, muito preciso e amplo e correto!
A disputa pela luta ao título da temporada (da corrida) se intensifica.
Os Superbigs lutam palmo a palmo e Alcaraz segue favoritíssimo, pois basta uma vitória para ele nâo poder mais ser ultrapassado pelo Sinner.
Por outro lado, também bastaria uma simples derrota na fase de grupos e uma eliminação precoce na semi para o título ficar na mão do Sinner, já que este é favoritíssimo a repetir o título de 2024.
Sensacional o espetáculo proporcionado por estes dois Superbigs!
Verdade, estes dois elevaram o tênis a um nível absurdo.
Mais um disfarce rs
OK, Carlo VW.
Sinner venceu o Zé Verev, que…surpresa, nunca imaginei isso!!! Acho mais surpreendente só se a final for entre o italiano e o Alcaraz…
Olá Dalcim. Gostaria de saber sua opinião, se possível, sobre dois temas meio polêmicos.
Primeiramente, o treinador de Rybakina : parece que foi afastado temporariamente por fazer ameaças psicológicas com a pupila, como o que já li que ele dizia a ela “você estaria colhendo batatas no seu país se não fosse por mim”… entretanto, parece que ela tem superado sua fase complicada e tem defendido o treinador em que possui supostamente dependência emocional… algo que vemos às vezes com mulheres tidas como fortes. Minha opinião: somente ela e sua psicóloga, que espero que tenha, sabem de todo o caso, mas parece certo que emocionalmente existe uma relação bem esquisita entre eles, como disse Goran Ivanisevic
Em segundo lugar, vejo alguns sempre falando que obter o nº 01 por desclassificação do maior rival, ou seja, mediante pontuação, e não por vencer um torneio, por ex. Isso indicaria menos merecimento que arrancar o nº 01 a unha, como fez o próprio Alcaraz ao vencer seu maior rival no US Open25 ou Guga em Lisboa 2000. Andy Roddick em vídeo recente falando algo interessante sobre isso, quando fechou o ano como nº 01 no final de 2003 e tinha como concorrentes Federer (22 anos) e Ferreiro (tecnico de Alcaraz).
E parabéns pela constância nas ótimas analises
É difícil fazer um comentário sobre a Rybakina sem conhecer profundamente os detalhes do caso. Imagino que a WTA tentou protegê-la, o que me pareceu correto, mas talvez tenha faltado diálogo direto. Essa foi uma falha grave, se realmente aconteceu. Quanto ao número 1 do Alcaraz, é completo desconhecimento de quem contesta. Claro que pode haver casos em que isso acontece por situações muito ímpares, mas nem de longe ocorre isso com o espanhol, ainda mais nesta temporada, em que ganhou mais títulos e mais jogos, alguns de enorme expressão.
Perfeito, mestre. Obrigado!
Se ele falou isso pra Rybakina certamente é um ser desprezível, comparável aos homens que falam para as mulheres: “Se você não for minha, não será de ninguém mais.”
Se ela está psicologicamente presa ao treinador, com certeza isso se concretiza em enorme perda. Isso falando apenas no aspecto da carreira pois dificilmente ela poderá explorar suas totais potencialidades.
Pois é, Ronildo. Por isso um acompanhamento de psicólogo (bom) na equipe ou com frequência para ter mais auto conhecimento é cada vez mais importante. De todo modo, ela é adulta e precisa arcar com suas decisões. Bons resultados recentes na carreira podem mascarar , por um tempo, esses problemas na relação técnico – pupila, para o bem ou para o mal.
O pior de tudo é que a dependência psicológica é na verdade um tipo de escravidão.
Dalcim , a Ons Jabeur já ganhou 3 grand slams ? Pelo menos é o que está escrito na notícia dela sobre a gravidez
Três vezes vice-campeã.
Boa noite, Dalcim.
Uma outra pergunta: encerrado o Finals, já começa a contagem de pontos pro ano que vem, ou vai ser só depois de 31 de dezembro? Porque ainda estão em andamento alguns torneios…
Os torneios em andamento são pequenos challengers, Maurício, que dificilmente farão diferença para o Finals de 2026.
Muito obrigado.
A disputa pelo N 1 para mim depende de amanhã. Alcaraz caso bata Fritz , difícilmente não acaba a missão contra um extenuado Musetti. Sinner difícilmente não vence as 3 da fase de grupos. Depois é somente confirmar que em Indoor, no momento, é o grande favorito a levar ATP Finals 2025 . A conferir. Abs !
Olha, concordo, acho que dificilmente o titulo foge das mãos do italiano…
Aliassime jogou bem e com agressividade o set 1. Alias, se alguém disser q não jogou muito bem estará sendo injusto. E isso não foi suficiente p vencer a parcial. E com games com o dobro da duração dos do italiano, pra vermos o esforço do cara! Tanto que já teve dois atendimentos médicos!
Isso apenas ilustra a disparidade entre o Big2 e os demais. Grosseiramente, vejo Alcaraz com mais habilidade, variação de jogo e movimentação; vejo o italiano com mais foco, regularidade e potência. Em resumo, com um outro outra, o adversário sai da panela e cai na frigideira…
Você diria que o Alcaraz reúne características do Federer (habilidade, variação) e do Nadal (atleticismo) enquanto o Sinner é um espelho do Djokovic (regularidade, precisão dos golpes de fundo, footwork)?
Não seria uma comparação absurda…
Poderíamos esperar então que tal como Djokovic, o Sinner venha a conquistar mais títulos grandes na carreira. Porém, o seu espelho sérvio enfrentava os dois maiores rivais separadamente.
Já o Sinner enfrenta um combo. Exagerando, é como se o Djokovic tivesse tido que jogar contra Federer e Nadal ao mesmo tempo, como numa “australiana” (2 contra 1).
Daí que a tendência é vermos o Carlitos abiscoitar os principais recordes.
Vamos ter q esperar pra ver quem vai ganhar mais, não se esqueça que primeiro as federetes comemoravam os títulos do cara, tripudiando dos demais, e no final ele se tornou o terceiro em conquistas de GS e M1000. Tudo pode acontecer…
Babos e Luisa tem que continuar, essa dupla vai ganhar Slam juntas
Djokovic fecha um ano muito bom para qualquer mortal e ainda impressionante mesmo para ele, considerando todas as dificuldades físicas sofridas ao longo do ano.
Enquanto isso, Wawrinka dá declarações de que segue jogando por prazer mesmo que muitos queiram aposentá-lo. Gostaria de entender qual a ânsia das pessoas em querer que esses grandes ícones do esporte parem. Foi dolorido ver Federer parar por conta das contusões, depois foi igualmente sofrido chorar junto com Rafa o seu adeus. Delpo já tinha nos deixado pela mesma razão, e Sir Andy, depois de ainda lutar contra todas as limitações, também pendurou a raquete.
Sigo pensando que é um enorme prazer ver o sérvio em quadra. Sua habilidade com a raquete e seu mental afiado seguem desafiando o tempo. É um adversário temível, ao ponto de Carlitos afirmar que prefere não enfrentá-lo. Não é medo, é respeito. Se o número 1 do mundo tem esse sentimento em relação ao Nole, estimo que ele o faz por merecer.
Não ir ao Finals era de certa forma uma decisão esperada a medida que ele avançou no torneio. Agora é se preparar para mais uma temporada.
Que seja eterno enquanto dure.
Djokovic é, de longe, o melhor tenista de todos os tempos, superado apenas por Rafael Nadal em quadras de saibro, onde o espanhol reinará absoluto para sempre. É claro que se deve fazer menção honrosa a Roger Federer, o mais talentoso dos três. O suíço conseguiu unir um talento extraordinário com físico e consistência, algo muito difícil de fazer. Em geral, os tenistas de muito talento são pouco consistentes.
Djalminha e Denilson também são muito talentosos no futebol
Ariel Ortega também era muito talentoso.
Altamente talentoso , e levando 20 Slam com direito a 103 ATPs , é para poucos , certo Paulinho?? . Abs !
24 slam e levou 101 atp’s também é muito talento.
Pelé, Messi, Romário, Zico, Maradona, Rivelino, Cristiano Ronaldo, Ronaldinho, Ronaldo Fenômeno. Todos estes foram mais talentosos que Djalminha e Denilson.
Pelé = Djoko
Messi = Nadal
Maradona = Federer
Messi, Maradona = Federer
Pelé, Cristiano Ronaldo = Nadal
Simeone, Dunga = Djokovic
Simeone e Dunga não tem os principais recordes do futebol e nem foram protagonistas em suas equipes. Pelé com 3 Copas = Djoko com 24 majors
Sim, mas as qualidades defensivas e de contra-ataque de Djokovic se assemelham, no futebol, às características destes citados. A diferença de carreiras e títulos se dá porque no tênis ser defensivo e contra-atacante torna o atleta mais eficiente, em média. Já no futebol, craques como Pelé, Messi, Maradona etc, venceram as defesas.
Times com craques só vencem campeonatos com defesas fortes. As seleções de 1958, 1962 e 1970 tinham belos sistemas defensivos e eram recheadas de lendas. A seleção de 1982 é um belo exemplo, pois era recheada de craques e com problemas defensivos. Paulo Sérgio afirmou recentemente que a seleção de 1982 era desequilibrada.
Em suma, ocorre o mesmo no mundo do tênis, pois tenistas sem boa cobertura de quadra não vencem nada.
A começar pelo goleiro!
Opa, Dunga sempre foi protagonista onde jogou, inclusive na seleção brasileira.
1994 – Romário e Bebeto
1994
Romário – Djoko
Bebeto – Nadal
Roberto Baggio – Federer
Kkkk
Qualquer homenagem é pouco para Navratilova, esta a única e verdadeira GOAT do Tênis feminino.
Outros tempos. Excelente jogadora.
Na atualidade seria praticamente impossível conseguir repetir sua trajetória, pois a concorrência é extremamente mais desafiadora.
Comparo que naquela época as garotas estavam escalando o pico de Jaraguá, enquanto as meninas de hoje, estão tentando escalar o monte Everest.
No final quase rimou com Chris Evert rs. Tínhamos Todos os tipos de Piso , e estas duas não escolhiam. Com Saque-Voleio, Martina Navratilova saia de RG com Título, para a Grama rapidíssima de Wimbledon. Carpete nem se fala . Com a padronização, temos jogadoras bem menos talentosas que as duas , se virando no Circuito , caro Samuca. PS : Com seu espetacular Backhand de duas mãos, Evert levou 7 Roland Garros. Abs !
Grande conquista do Sérvio. Ainda dá gosto vê-lo jogar. E decisão sábia dele, afinal de contas, com Alacaraz e Sinner na disputa, a chance de titulo é muito pequena. Então, pra quê se desgastar? Já em relação a temporada que vem, Grand Slam é muito dificil pra ele, até mesmo passar pelos perebas do top 10. Acredito que dá pro Nole beliscar mais algum atp 500 ou 250 e quem sabe com sorte levar um Master 1000.
Havendo combinações improváveis, ainda é possível para ele levar mais um Slam.
Isso é verdade.
Ótimo final de semana esportivo.
A final de Atenas teve um nível altíssimo, bem acima do que eu esperava. Achei que o Musetti fosse começar o jogo nervoso, mas entrou surpreendentemente solto e, já no primeiro set, houve pelo menos umas dez trocas dignas de replay. Foi uma partida realmente muito boa de assistir. No fim, mais um título para o Nole, que logo depois anunciou que iria saltar o Finals, decisão que me parece acertada. A essa altura, é muito melhor sentar, revisar o ano e planejar o próximo com calma, com o Australian Open na mira. Quanto ao italiano, não me lembro de tê-lo visto tão bem em quadra dura; tomara que consiga levar esse nível para o Finals.
Por sua vez, a vitória da Rybakina no WTA Finals também encerrou muito bem a temporada feminina. Acho que é uma jogadora que agrega tanto em jogo como nessa personalidade mais discreta. Sobre o jogo, do que consegui ver, achei que além do saque, as devoluções estavam super calibradas. Espero que leve esse jogo para as próximas temporadas. Aliás, vale um elogio ao fisioterapeuta e preparador físico dela, que pareceu mais forte e com menos lesões. Espero que o Stefan Duelle consiga fazer um milagre no Korda.
Pra completar o fim de semana, ainda teve a vitória do Learner Tien, que tem um jogo muito agradável de assistir. Com esse saque e a falta de potência natural, não acho bem difícil chegar ao número 01, mas pela inteligência tática e pela facilidade de trocar direções, dá para imaginar um top 5. De qualquer forma, é um prazer ver esse garoto jogar.
Dois pangarés medindo “forças”. Ambos perdendo saques um para o outro, no 3° set.
De um lado, um moço inexpressivo que em pouco tempo cairá no ranking, e depois, no esquecimento completo.
De outro, um quase ex-tenista em atividade que simplesmente se recusa a aceitar que o seu fim chegou (rs)
No fim, e já vimos esse filme antes, prevaleceu o jogo chatinho, porém eficaz, de Novak.
Como diz o Chaves: “acho que era bem melhor ter ido ver o filme do Pelé” kkkkk
Rodrigo, lendo seu comentário, fiquei apenas com uma curiosidade sincera: o que exatamente você espera de uma resposta minha? Eu adoro tênis e venho a este espaço para conversar sobre o esporte, não para buscar discussões gratuitas. Nesta mesma postagem há quem pense como você e também quem aqueles que não pensam, mas que gostam de render esse tipo de discussão, então, honestamente, não vejo muito futuro nessa conversa.
Sua resposta foi um bálsamo, eu tenho evitado comentar devido a pessoas que em nada agregam, sendo incapazes sequer de entender tecnicamente seu perfeito. Ainda há esperança nesse espaço, mesmo sendo minoria.
Parabéns e obrigado.
Obrigada pelas palavras, Marcelo. O blog não é meu, mas deixo o convite para você vir comentar mais vezes
Ótimo, sinta-se a vontade em não comentar então.
Pois quando a ala nolista escreve qualquer bobagem aqui, vc não fala nada.
Indignação seletiva não é algo que eu respeite também.
Rodrigo:
– Tomou, foi?
Apanhou.. Mas foi com delicadeza, com respeito, com educação, na sutileza. Ainda assim, uma surra… rs!
kkkkk
Marcus Alcino, fake do Paulinho Sergio detected. rs
A vergonha é no crédito, débito ou pix?
Essa aí já está na tirada top 5 do ano, no blog tênis brasil.
Top 5 da história
Te respondo com prazer, se vc me responder antes:
O Djokovic passou qual dos três quando organizou torneio no meio de uma pandemia?
E vc usa qual dos três quando passa pano para ele?
Galvão?
Fala Tino.
Sentiu!
Nossa, cara, verdade viu.
Olha, nem dormi…rs
Senti, senti sim.
Mas e aí, vc vai responder as perguntas, ou vai arregar, como sempre?
Kkkkkkkkkk..é muito !!!
Ele errou na pandemia e ponto final. E daí?
O único “problema” com seu texto, Helena é que aqui como em muitos lugares é impossível agradar simultaneamento a gregos e troianos simultaneamente.
Outro erro foi ser isenta:
– Seu texto está conciso, foi escrito de forma isenta sem exageros (em resumo está irretocável) e o fato de ser isento de fanatismo imediatamente desagrada a gregos e troianos simultaneamente.
Em resumo: não pare de escrever, mas deixe de prestar arenção aos que os outros acham. pois eles nâo acham nada de útil na grande maioria das vezes!
Obrigada pela força, Tarcisio
Tua participação é muito boa por aqui, Helena.
Não deixe que o fel de um vitimista amargurado, por ver seu ídolo ser desbancado, afaste-a daqui.
Um abraço.
Obrigada, Paulo!
Calma meu povo. De tantos recordes absurdos e extraordinários que o monstro Sérvio já detém há bastante tempo no tênis, esses prováveis 104 ou até mesmo 110 títulos, na minha opinião, seria bastante secundário. Eu acho que nessa jornada, ainda que não vença mais nenhum torneio, outros recordes de muito maior impacto deverão ser alcançados e assim como, por exemplo as 428 semanas no topo do ranking, imortalizados.
Monstro Sérvio??? Vixiiii… isso é caso de CREAS (E não de CRAS)!
E nossas meninss seguem dando show – como bem tem pontuado o Editor – alternanfo entre Bia no top10 da WTA e Luisa fazendo final de “Finals”.
É preciso valorizar o tênis feminino, pois enquanto valoriza-se um “goat” da ATP que beira a mais completa imbecilidade em temas extra quadra, a wta conta com pessoas como Billie Jean King engajadíssima em temas ligados a diversidade e emancipação feminina, e outras como Martina Navratilova, que fugida da cortina de ferro alcançou o topo do Olimpo no tênis feminino, venceu até mesmo a tripla coroa na edição fo uSOpen de 1987,’ feito inédito e único até hoje entre homens e mulheres, e que colocaria o famigerado fato de homens disputarem GS em 5 sets no mais absoluto ostracismo, além de ter venciso simples e duplas no mesmo torneio por 84 vezes. (Equivaleria a jogar 5 sets semana sim a outra rambém, feito que não é enxergado pelos “machinhos de plantâo” no meio da torcida tenística.
Blá blá blá blá.. só isso