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São dois universos totalmente diferentes, porém cada um com sua importância.
Lá no topo, num Masters 1000 milionário, o monegasco Valentin Vacherot causou uma daquelas enormes surpresas, que acontecem de tempos em tempos. Entrou de última hora no qualificatório e saiu com o título, nove vitórias incríveis – seis delas de virada -, incluindo uma muito especial sobre Novak Djokovic.
E no interior de São Paulo, na acolhedora São João da Boa Vista, no menor de todos os torneios possíveis do calendário profissional, a estrela ascendente de Nauhany Silva voltou a brilhar, com seu primeiro troféu de simples aos 15 anos, uma façanha rara para o tênis nacional.
Me darei ao direito de começar por Naná. A paulistana de golpes pesados, sorriso largo e enorme coração, se tornou apenas a terceira brasileira de 15 anos a ganhar um torneio profissional. A história começou com Andrea ‘Dadá’ Vieira, em 1986, então com 15 anos e 5 meses, e incluiu também Beatriz Haddad Maia, em 2011, poucos dias mais jovem. Nauhany tem 15 anos e 7 meses.
As últimas semanas têm sido empolgantes para Naná e sua equipe da Rede Tênis. Começou com a vitória no WTA 250 do Parque Villa-Lobos, que lhe deu ainda mais visibilidade, o que poderia ser um problema. Que nada. Ela voltou a jogar bem no W35 do clube Paineiras e, apesar de levar virada em simples da mesma Carol Meligeni que havia vencido no SP Open, chegou ao título de duplas com Ana Candiotto.
Aí veio um desafio físico e emocional em São João. Logo na estreia, virou 1/4 no terceiro set diante da quarta favorita. Dois dias depois, perdeu o primeiro set e se viu 0/2 na série decisiva contra Luiza Fullana. Na semi, a cabeça 7 disparou com 4/0 e aí Naná ganhou 12 dos 14 games seguintes. E por fim dominou na final outra chilena com poucas oscilações para quem fazia sua primeira final profissional.
Levou o troféu principal apenas em seu oitavo torneio adulto, lembrando que a WTA impõe restrições de participação para sua faixa etária, a ponto de Naná ter de abrir mão do 125 do Rio da próxima semana e disputar apenas o de Florianópolis. “Para a idade dela, jogar torneios profissionais é fundamental. Enfrentar adversárias mais velhas e experientes traz vivências muito importantes”, destaca o treinador Danilo Ferraz. “Feliz pelo crescimento técnico e mental que ela vem demonstrando. Agora é manter os pés no chão”, afirma o coordenador Leo Azevedo. Pés no chão são muito bem-vindos.
E Vacherot acreditou
Uma semana antes de se arriscar em Xangai, Vacherot não passou da estreia num challenger francês diante do 317º do mundo. Não desanimou e foi corajoso, ao viajar para a China sem sequer ter vaga garantida no quali do Masters 1000. Entrou de última hora, ganhou os dois jogos de virada e no segundo deles chegou a ficar a dois pontos da derrota.
Começou então sua notável trajetória. Reagiu contra Alexander Bublik, Tallon Griekspoor e Holger Rune. Contra o experiente holandês, salvou seis break-points num único game, cuja quebra determinaria vantagem de 6/5 e saque ao adversário para fechar o jogo ainda no segundo set. Diante do dinamarquês, precisou sacar com 3-4 no tiebreak de segundo set que poderia encerrar sua campanha.
Ou seja, pressão atrás de pressão. E mesmo sem um golpe espetacular, o monegasco achou caminhos. Claro que a sorte também o ajudou ao ver Novak Djokovic sentir a perna esquerda ainda na metade do primeiro set. Ficou totalmente emocionado ao ver o primo Arthur Rinderknech também se classificar para a final em cima de Daniil Medvedev e veio um abraço fraternal entre eles, uma das cenas do ano.
E na final em família, coisa rara no tênis profissional, não houve corpo mole. Muito pelo contrário, Vacherot jogou um tremendo terceiro set, trocando firmemente bolas e usando bem o primeiro saque. Completou a semana com um salto de 164 posições no ranking, que o leva ao 40º posto, e quase US$ 1,2 milhão no bolso, mais do dobro de tudo que o tenista de 26 anos somou em sua carreira.
O que mais me chama a atenção? Primeiro, o fato de Vacherot não ser um tenista espetacular, ainda que seja dono de um tênis sólido e de boa movimentação. Depois, a história que contou: “Passei o verão (europeu) com este torneio em mente, achei que teria uma chance de entrar e quem sabe terminar o ano no top 100”.
Arriscar, acreditar, lutar. Ótimas lições.










Sinner: 12 milhões de petrodólares em 2 anos por um torneio de exibição. Tá se abanando com nota de 200.
Surreal!
Ganhou em 2 Riad mais do que qualquer outro brasileiro na carreira inteira, exceto o Guga.
Talvez, exceto o Guga, o que todos os outros brasileiros juntos, ganharam na carreira.
” Ele parece jogar Ping Pong” , Carlos Alcaraz depois da surra. Em Indoor, jovem Italiano mostrou ainda mais evolução. Saiu de Nova York em vez de cabisbaixo, apresentando agora , um Serviço que destruiu Djokovic e Alcaraz. Daí que o farotismo nesta superfície poderia sim ser discutido. N 1 e N 2 estão longe ainda de seu auge , mostram apenas superioridade sobre Big 3 na mesma idade. Inacreditáveis os Árabes. Jannik Sinner é agora o “homem da Raquete de Ouro” . Até Carlitos olhou espantado na hora da premiação. Vai ter que ralar muito pra levar , em CNTP , o sonhado ATP Finals 2025 Indoor , em Turin, na casa do Italiano …Abs !
Eu vou torcer contra ambos, mas se a final do atp finals seguir a lógica minha torcida é do espanhol.
Boa tarde, Dalcim. Pergunta: além dos 1,5 milhões de petrodólares desse torneio das arábias, o vice e o terceiro recebem mais alguns “níqueis”, ou só o campeão fica com os 6 milhõezinhos?
Pelo que foi divulgado, cada participante recebe 1,5 milhão e o campeão, 6 mi.
Grato! Tadinho do Alcaraz… Vai ficar com “só” 1 milhão e meio de dólares. Ô dó…
Vamos promover uma ‘vaquinha’ para ajudar.
Pois é… Ticket refeição também vale pra vaquinha?
Acima dos 40 reais, está valendo.
Sinner venceu sem sustos, praticamente sem erros. Merecido!!!
Novak Djokovic defendia os Títulos do Masters 1000 de Paris e ATP Finals 2023 . Perdeu a Final de Shangai 2024 para Sinner, e não apareceu para jogar em Paris e no Finals 2024 . No Insta alegou lesão, e fotos comprovaram Sérvio de férias nas Maldivas. Terminou a Temporada 2024 como N 7. Já declarou que vai ao ATP 250 da Grécia. Não deve aparecer novamente no Finals 2025 , e terminar como N 5 . A conferir. Abs !
Uma grande posição para o atleta mais longevo do Big 3.
E tome paulada no Alcaraz! Míseros 6 games contra o italiano! Rsrs, abs!
O mais longevo meteu 94 Winners pra cima do Sérvio em Final de SLAM , eliminou o cara no ATP Finals na sequência, em Sets diretos, e terminou como N 3 em 2019 brilhantemente , ou seja , aos 38 anos . Djokovic mostrou que não se aproxima. Jogou 8 Slam em sequência sem nenhuma Final , e neste período a nível ATP , somente o 250 de Genebra. Agora vai no de Atenas.. . rs. Tadinho do ” goat” de todos os esportes… Rsrsrs, Abs !
3 semifinais de Slam aos 38 anos, terceiro no ranking do ano. Federer perdeu pro Dimitrov nas quartas e conseguiu só uma semifinal depois de batalhas épicas contra os poderosos Millman e Sandgren. GOAT dos esportes chegou nas semifinais sem maiores problemas e derrotando Zverev, Cobolli e Fritz.
Rsrsrs, abs!
Fez final de Wimbledon (se esqueceu de novo) e ganhou o ouro, além de paulada no espanhol na Austrália.
Rsrsrs, abs!
E tudo leva a crer que Djokovic não jogará o Finals. Jogador mais eficiente da história do tênis, não tem mais condições de enfrentar os melhores do mundo na sua principal e talvez única característica distinta: rendimento físico.
Super físico até os 36 anos de idade? Ouro olímpico com 37 anos devido ao super físico? O sérvio é um mutante mesmo rs.
Djokovic: ” Eu adoraria que alguém mais jovem trocasse o corpo pelo meu.”
Ah, sim… E eu adoraria trocar com ele não de corpo, mas de conta bancária.
Nole, seus problemas acabaram!!
Tome agora mesmo o super rejuvenescimentor Tabajara. Só não exagere na dose, que senão vira um bebezinho e a mamãe já não pode mais amamentá-lo.
Com sinceridade :” Não é legal quando alguém chuta sua bunda assim em quadra . Ele parecia um trem a todo vapor ” . Djokovic ( bem humorado) sobre a derrota em apenas 1 hora e 2 min , para Sinner no Six Kings. Com o mesmo placar ( 6 x 4 , 6 x 2 ) , Alcaraz despachou Fritz , dando aula em Indoor . Quem se deu o trabalho de assistir, viu que de exibição não teve nada. Os dois garotos pareciam ávidos para brigar novamente pelos 6 milhões de dólares . Quadra com excelente público , com os Árabes mostrando que um Masters 1000 é questão de tempo. Favorito ? . Jovem Italiano está com Carlitos engasgado, mas terá um Alcaraz já bem mais adaptado a quadra Indoor. Fritz não teve chances contra um arsenal completo do também jovem Espanhol. 50 a 50 % me parece mais próximo da realidade do momento. Abs !
Nossa, equilíbrio, 50% para cada um, que comentário brilhante, será q alguém imaginou isso? Parabéns kkkk!!!
Ninguém imaginou , somente nos teus devaneios de L F 1 . Sinner já demonstrou ao longo da carreira ( 24 anos ) , domínio total sobre quadras Indoor, como ainda não tinha em 2023 , quando apanhou de Djokovic no ATP Finals 2023. Carlos Alcaraz ainda aos 22 , agora está se mostrando mais adaptado. 50 a 50 % pode ser discutido sim senhor . O que esperar de um comentarista alienado, para o que acontece no Esporte, debaixo do seu nariz ????. Daí ser o eterno ” diversão garantida” kkkkkkkkkkk. Abs !
Vc achou interessante o João Fonseca jogar duplas em Basiléia ? Tomara que acrescente alguma coisa nomjogone na confiança dele !! Queria tanto que o Djokovic ganhasse mais alguma coisa , mas ta difícil , acho querele gosta da adrenalina do circuito, de repente parar com isso deve ser difícil
Um reclama dos pisos, outros das bolas e enquanto isso o Big2 que foca apenas em jogar e não nas desculpas esfarrapadas vai fazer outra final.
A qualidade ímpar sempre vence a mediocridade…
Caro Luiz FErnando,
É por essas e outras que ambos Sinner e Alcaraz começaram a ser chamados pela mídia internacional de ‘Superbigs’.
Lupin?
Alcaraz me lembra um pouco o Guga na agressividade e no senso de antecipação. Claro que o Alcaraz (ou Superbig) é uma versão melhorada e possui outras armas.
Mas não passou batido, pois poder de antecipação não é uma característica que todos os TOPs possuem e fica destinada aoenss aos Superbigs mesmo.
Mesmo assim não deixa de ser um elogio a ambos.
Lupin apareceu.
O GOAT de todos os esportes indiscutível Djoko joga o terceiro lugar, depois Atenas e enfim descansa para o Australian Open, onde tentará as 400 vitórias em Slam.
Depois é necessário pensar em se retirar em grande estilo, ainda com um ranking bem elevado.
Será mesmo que ele não vai ao Finals? Porque esta pode ser sua última chance.
E quanto ao “Goat de todos os esportes indiscutível…”, eu discordo e acho beeem discutível isso. Boa noite.
Pra apanhar de novo? Já deu e ele sabe disso. Ele é o recordista e não precisa jogar pra manter a posição.
Pode discordar à vontade, rs.
Se a ideia é priorizar os M1000, porque não o Finals que é disputado em 3 sets e garante bons pontos para continuar encontrando Sinner e Alcaraz só nas semis dos slams?
Abs
Por causa do $$$$ meu camarada. Tops negociam cachês e provavelmente o Finals não permite qualquer negociação ou cachê além da premiação original.
Mas ele vai ao six Kings Slams. Afinal de contas lá a grana é pra lá de boa e ele iria até mesmo com uma perna só atrás do $$$.
Mas eu entendo a dificuldade da danátixantorcida em entender isso e arrumar as mais mirabolantes explicações. FaZ parte…
Rapaz… mas Djokovic, um dos atletas mais ricos do mundo iria se importar com grana a essa altura do campeonato? Acho que ele tem outros objetivos.
O Six Kings já é outra história, ignorar USD 1,5 mi por uma partida não oficial já seria muita burrice.
Abs
Uma avaliação bem feita, Yoh. Concordo e muito com ela.
Porque ele não vai ganhar e ainda vai acumular mais derrotas pro Sinnaraz. Pode ganhar 400 pontos no máximo e ainda vai jogar um torneio uma semana antes.
Concordo.
Ele não é GOAT dos esportes coisíssima nenhuma rs
Faz sentido comparar esportes diferentes? Ou mesmo comparar masculino, feminino, coletivo, individual?
Estamos falanfo de esportes completamente diferentes entre si, cujas realidades e modelos de campeonatos distinguem a tal ponto que quando vejo uma simplificação desta monta me assusto com o desconhecimento alheio.
Misturam numa simples frase qualquer groselha, adiciona-se um acrônimo tantas vezes repetido aqui no blog, uma pitada do desportisra do qual sou fã e ignoro as presepadas e ‘voila!’:
– Taí mais um comentário non-sense postado.
Carlo, você está passando dos limites. Só nessa pasta foram 6 nicks diferentes!
Dalcim porque o Sinner entrou jogando as quartas e não já na semi se ele e o segundo do ranking? Para ganhar mais rssss?
Usaram o critério de número de títulos de Slam entre ele e o Sinner.
Zverev perdeu, nossa q pena, essa padronização dos pisos, q absurdo, prejudica grandes vencedores de GS como ele…
Hahahahahahahaha!!!
O Paulo F. é tão puxa-saco que solta um “kkkk” pra agradar os amigos dele, até mesmo quando ele próprio não acha graça nenhuma!
O ‘status quo’ é mesmo tão importante assim?
Recordes que só importam se forem contados no sistema da ATP???? Hummm
Números contados e defendidos por hordas mundo afora, que se degladiam por alguém que não lhes conhedem e nem lhes dá a mínima. E se quiça conhecessem, dariam menos ainda. Matemáticas de nível “Fundamental I” são disseminadas para mantér a vizualização dos torneios de sua associação em alta.
Talvez a nova geração esteja cansada de ouvir gente de 50 anos ou mais discutirem que A é maior ou melhor que B ou Ce queiram ver outros tipos de espetáculos.
Neste contexto, vem sendo notada um crescimento muito grande de torneios e exibições paralelas:
– Six kings slams e Laver Cups devem ser apenas o começo de uma tendência e de uma mudança, pois elas agregam mais visibilidade a marca do atleta e mais dinheiro imediato, levando também o público a ter acesso imediato àquilo que mais deseja – que são as partidas dentre qyem o torcedor efetivamente quer ver, ao invés de chaves complicados e semanas esperando a fio por chaves que não se concretizam e partidas muitss vezes medíocres ao invés de belos espetáculos proporcionados pelos preferidos.
Recordes e temas ultrapassados como goat deverão rapidamente sair de pauta e ficarem relegados a conversas de nichos, entre idosos saudosistas.
E ‘Salve’ o Six Kings Slam. Salve a Laver Cup!
Sim verdade. Há muitas possibilidades para o tênis virar um espetáculo mais divertido para o público. De início poderiam testar um torneio com quadra de gelo e os tenistas usariam patins. Já imaginei a possibilidade de um estádio fechado com as luzes apagadas e as linhas, as bolas e as raquetes florescentes; o tênis poderia ser florescente também para se acompanhar o jogo de pernas do atleta. Mas não que todo circuito seria assim, só um torneio para não ser cansativo. Poder-se-i-a mudar completamente o conceito de tênis e preparar as próximas gerações para serem bailarinos, que ao passo que fazem um show, também disputam a partida. Neste caso poderia haver a contagem dos pontos mas principalmente receberem uma nota pela complexidade dos movimentos, que teria maior peso para decidir quem venceu. Há ainda a possibilidade de mudarem a quadra para ser uma espécie de cama elástica e os tenistas fariam lindas acrobacias enquanto disputariam os pontos. Seria fantástico ver o atleta recuperar um lob lá no alto. O melhor desta variedade tenística seria o Monfins, com certeza. Outra variação, mais simples, mas que combinaria com os vídeo games, seria os tenistas competirem para ver quem acerta mais o outro com a bolinha, somente isso. Cada game poderia ser quem fizesse 10 boladas antes. Claro, os tenistas estariam vestidos à caráter, talvez com capacetes e gradil para o rosto.
São muitas as possibilidades. Mas os dirigentes tem que ter boa vontade. Essa acomodação que já dura mais de 100 anos tem que acabar!
Boa! :-)
Sim Homero. De todas estas sugestões, minha preferida foi a quadra tipo cama elástica. Acho que fui injusto com o Dimitrov, ele seria juntamente com o Monfins outro grande tenista desta modalidade. Backhand de uma mão e outro de duas mãos. Já Nadal não agradaria o público com seu semblante de raiva e receberia notas baixas. Ficaria fora do top 100. Outro que não agradaria tanto seria o Federer com sua expressão blasé durante o jogo. Djokovic se sairia bem também. Mas dificilmente seria páreo para Monfins e Dimitrov!
Parei de ler em “vizualização”, Carlo.
Ainda bem que matemática de primário já é suficiente para entender quem foi maior do que outro. Já pensou se fosse preciso Cálculo Diferencial e Integral? Tá doido.
Lupin, o mestre dos disfarces. Pierre Alfredo, Sonny, Paulo Shemo, Homero Britto, entre outros.
Sim, o mestre/GOAT inconteste.
Essa premiação estratosférica do Six Kings das arábias é coisa de virar a cabeça de qualquer tenista. Surreal.
E acho que este termo “Goat” é uma invenção subjetiva e esquisita.
Todo Reino tem o bobo da Corte. O que Grego estava fazendo no Six Kings Slam???. Muito mal na Temporada ( pior que Sasha ) e nem membro do TOP 20 e’. Apanhou feio de um Jannik Sinner inteiro, inclusive sem a proteção no braço. Levou 1 milhão e meio de dólares de um jeito lamentável. Por mais que Djokovic seja um dos poucos que tira Indoor de letra , vai me surpreender que a Zebra não seja Fritz . Carlos Alcaraz ainda não domina totalmente este tipo de superfície. Jovem Italiano já levou o Finals 2024. Abs !
Dalcim , no comeco achava que o João Fonseca não deveria jogar tanto para evitar contusões, mas agora fiquei na dúvida, será mesmo ? Pois não jogando ele não pega ritmo de jogo, o que vc acha ? Eu acho que ele tem medo de se machucar.
Não acho que ele tenha medo de se machucar, Sandra. Ele está no final de sua fase de crescimento e isso exige cuidados.
João Fonseca fez uma bela exibição. Perdeu nos detalhes. Normal para quem passou algumas semanas sem competir.
JF começou bem o set1, inclusive com paciência, se defendendo bem. Mas depois o VDS jogou com agressividade, equilibrou a partida e venceu em 2 tiebreaks. Mais uma derrota do brazuca na primeira rodada…
Perdeu para alguém que já bateu Djokovic e Alcaraz, e esteve no TOP 28. Mesmo numa quadra Indoor muito rápida , teve suas chances. Lembrando que Nadal somente obteve 2 Títulos em toda a carreira neste tipo de quadra , e Alcaraz apenas 1 , por enquanto. Abs !
Nadal conquistou apenas 1 título em quadra dura coberta, a saber, o Masters de Madrid 2005, então disputado nesse tipo de superfície.
Esquecestes do ATP 250 de São Paulo 2006 , no Ibirapuera , caro André. Alcaraz resolveu fazer preparação especial para Paris e ATP Finaks. Esta exibição de U$ 6000000, 00 de dólares ao vencedor faz parte , prêmio maior que os 5 do USOPEN. Sem dúvidas os 6 jogarão a vera. Aguardemos. Abs !
Correção : ATP 250 de São Paulo ( Brasil OPEN ) 2013 , apesar de Saibro , também Indoor, caro André. Abs !
Mas quando o assunto é quadra, o fator superfície é muito mais determinante do que o fato de ser coberta ou descoberta. E você há de convir que no saibro o maiorquino ganhava em quadra coberta, descoberta, subterrânea, subaquática, alpina, extraterrena e onde mais fosse…rsrs. Abs!
Meu caro e sempre confuso comentarista, onde está escrito q ele perdeu p um jogador fraco? Vc fica com devaneios sempre distantes da realidade, mas ele perdeu p um cara q na atualidade é 182 do mundo, ou seja, não deve estar num bom momento, na rodada inicial de um 250. E isso não é legal para nenhum jogador, ou será q é? E pare de fazer essas analogias com este ou com aquele, pq elas são descabidas, em especial com o Big3. Todos torcemos pelo JF, mas não podemos deixar que a cegueira nos impeça de comentar, e neste ano ele perdeu algumas vezes nas rodadas iniciais, o que nunca é bom. Cai na real…
Já que não assistes jogo algum , ao menos não seja preguiçoso e entre no Live Ranking ATP. Sem essa de 182 . É 81 do Mundo e muito mais experiente em Indoor. Sabes nada do Esporte, só falas em ” goats” e Big 3 . Procure descobrir o quanto os citados perderam em primeira rodada com 19 anos recém completados. Caia na real , e aprenda que ninguém sai de N 145 para N 42 sem vencer . Isto somente de Janeiro para cá . É melhor ser cego que ler teus confusos devaneios Sr LF 1. Abs !
Tem assistido todos os jogos do Fonseca e uma coisa preocupa e vou dar a minha (humilde) opinião, mas respeito as demais… Toda vez que o João tira essas férias de 20 a 25 dias ele volta sem ritmo de jogo, saque descalibrado, o forhand cai de potência.. Ele volta nervoso com o jogo, então acho que ele tem(e equipe) que rever isso se ele querem ser top10 ate mesmo top20 . Nesse meio de tênis para ser jogador dessa categoria tem que ter muita luta e pouco descanso.. Basta ele ver o ritmo dos top 30 e comparar.. a logo dese temo ele não tem evoluído
Pois é.
Quando noticiaram que o calendário dele pós-US Open era o grande evento Laver Cup, falei aqui e disseram que seria bom. Só não sei em qual sentido.
Fritz detonou Alcaraz lá e uma semana depois, onde realmente conta, foi detonado de volta.
Não tenho nada contra exibições, desde que não a valorizem mais que jogos oficiais do calendário.
E continua não sabendo que a Laver Cup ( disputada a vera ) é realizada numa quadra Indoor, e uma semana depois passaram para uma hard na China. Alcaraz pulou Shangai para somente jogar neste tipo de quadra até o Finals. JF vai jogar mais 3 Torneios neste tipo de quadra . Nadal apenas 2 Títulos em Indoor e Zero ATP Finals. Alcaraz por enquanto, 1 Título e também Zero Finals. Procure saber o piso da exibição milionária, e se Espanhol não perdeu para Sinner na primeira edição , estudiosissimo LF 2 . Abs !
Até chatice tem limites cara.
O Luiz Fernando falou acima sobre Fonseca. Você não se contém em rivalizar com o comentarista ou apenas reforçar o que já havia escrito. Por acaso Fonseca não perdeu de novo em primeira rodada?
E falando desse assunto aqui, segundo você, Alcaraz é o melhor tenista da história na idade dele.
Somente por isso, jamais deveria perder para Taylor Fritz, mesmo que fosse no piso de vidro da milionária Federer Cup.
E só para reforçar, Federer é sócio da On, que veste Fonseca, Shelton, Iga e mais alguns.
Outra coisa, se Fonseca continuar jogando a milionária Cup, cumprindo ordens do patrão, ficará milionário mesmo. Só não sabemos se vai confirmar sua esperada subida no ranking.
Mais acima está a resposta que cabe pra ti também. Leia e veja como teu xará é mais um alienado LF . Teu ciúme da Laver Cup, é o sucesso Mundial e ter sido idéia do Embaixador do Esporte. Bem diferente do ridículo Adria Tour da Pandemia, contribuição do Ex- ” guerreiro de Mônaco” e Ex-PTPA . Quem sabe ” goat ” não deixe um legado, com este ” magistral” ATP 250 de Atenas …rs. Abs!
Ciúmes?
Nem quando Djokovic jogou lá, fui ver. Não vejo nenhum sentido naquilo.
Mas, enquanto houver teclados, há esperança.