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E lá vamos de novo discutir o calendário do tênis, assunto quase tão batido e insolúvel como a arbitragem no futebol brasileiro. A série de abandonos de quadra e encerramento precoce de temporada de jogadores de diferentes níveis colocam outra vez o tema em debate. Será que existe solução?
O tênis tem uma programação contínua desde o primeiro minuto da temporada, com o aquecimento para o Australian Open, e termina em novembro. Os melhores estarão nos Finals ou eventualmente na decisão da Copa Davis, outros ainda vão peregrinar por challengers que se estendem no limite autorizado. Férias mesmo só de 15 dias, porque os outros 15 serão ocupados com a preparação para o novo ano.
Todos sabemos que aqueles que terminam no top 30 da temporada anterior têm a obrigação de disputar os 12 principais torneios do ano seguinte, ou seja, os quatro Grand Slam e oito dos nove Masters. A exceção são tenistas de maior idade e currículo extenso, caso atual de Novak Djokovic.
O formato atual permite que os top 100 moderem seu começo de temporada. Até março, disputarão o Australian Open e algum aquecimento, depois poderão optar por um torneio médio na Europa ou Oriente Médio e por fim se dedicar a Indian Wells e Miami, dois Masters que hoje ocupam o mês inteiro de março.
O problema para os homens começa em abril. A temporada de saibro é esmagadora, com três Masters e um Slam num período de dois meses, embora Monte Carlo seja opcional. Mas todo mundo anda jogando lá. A troca de piso em si já exige uma adaptação especial e o encerramento com cinco sets em Roland Garros leva a um esgotamento bem natural.
Não há espaço. Poucos conseguem saltar os preparatórios da grama antes de encarar Wimbledon, embora Djokovic tenha ensinado que isso é totalmente possível. Os promotores no entanto não economizam em gordos cachês para levar estrelas a seus 500, caso de Barcelona lá no saibro e de Queen´s e Halle na grama. A primeira parte da temporada termina e a demanda física e mental geralmente terá sido bem grande.
Existe um espaço de descanso e recuperação até recomeçar a fase de quadra dura, mas o normal é que apenas os grandes nomes se deem ao luxo de pular tantas semanas. Quem precisa de ranking e encher os bolsos, encara uma sequência dura, com um 250 ou o 500 de Washington antes dos Masters do Canadá e Cincinnati, que foram enfim estendidos a 10 dias e assim ficam menos próximos ao US Open. Tem sido raro ver os grandes nomes fazerem a sequência inteira, geralmente penalizando o torneio canadense. Isso tudo já sob o forte verão do Hemisfério Norte.
Por fim, a temporada dá um passeio pela Ásia, onde estamos agora com um clima estafante, e finaliza no piso coberto europeu, mudança drástica de temperatura, quando então já está a pleno vapor a corrida pelo Finals e pelo top 10. Todo jogador de ponta recebe bônus de seus patrocinadores se terminar entre os 10 primeiros e daí a pressão por resultados continua.
Ainda assim, se olharmos os ponteiros do ranking, raramente alguém disputa mais do que 25 torneios numa temporada. O “recorde” de momento são 24 nos últimos 12 meses de Alexander Zverev, Alex de Minaur e Karen Khachanov. O único a chegar perto de 30 torneios entre os 20 mais bem colocados é Andrey Rublev, com 29, seguido pelos 28 de Alexander Bublik. Observemos que Holger Rune, Daniil Medvedev ou Casper Ruud mal chegam a 23. Na faixa dos 30 primeiros, o único exagero cabe a Luciano Darderi e seus 35.
Ou seja, existe um equilíbrio estabelecido há algum tempo que é preciso conter o calendário e os que mais jogam geralmente são os que perdem mais precocemente, ou seja, fizeram menor número de partidas. Darderi, no exemplo citado, tem 50 jogos de ATP feitos.
Toda essa contabilidade, no entanto, não considera os dias de treino, na quadra e na academia, ou o deslocamento constante. São fatores que pesam consideravelmente. Ao esticar os Masters para 10 dias e dar maior intervalo entre os jogos, a ATP talvez não tenha pensado que cada dia de “folga” é na verdade um dia de trabalho, de rotina. A soma de todos esses esforços leva ao esgotamento. Começam a faltar pernas e cabeça.
Mas perguntem para algum tenista fora do top 30 se eles querem uma redução do calendário. Na distribuição financeira de hoje, eles querem mais chances de jogar e faturar. Foi um dos fatores que levou a ATP a aumentar as chaves de quase todos os Masters e assim premiar mais gente com o direito de competir nos grandes eventos. Os menos afortunados também viram um inchaço de challengers e ITFs, o que aumenta oportunidades mas reforça o desgaste. Vejam o caso do nosso João Lucas Reis: 53 partidas já feitas em 23 torneios.
A primeira solução, a meu ver, estaria num aumento substancial de premiação, que permitisse reduzir a quantidade de jogos e torneios feitos. Isso no entanto pressionaria ainda mais os jogadores pelo ranking, já que haveria menor espaço para manobras. Então a outra mudança seria recuperar o antigo “ranking por média”, em que se divide a pontuação pelos campeonatos. Quanto a ATP criou o sistema atual de 18 torneios válidos, o intuito era justamente fazer os tenistas jogarem mais e mais, uma vez que podem descartar os desempenhos mais negativos. Por último, embora mais complicado, seria criar um espaço de algumas semanas no meio da temporada para recuperação, como faz a Fórmula 1.
Uma certeza: nada vai mudar em 2026, que já tem calendário determinado com mínimas alterações. Resta aos jogadores se unirem, sentarem à mesa e discutirem com a ATP, que afinal é seu sindicato, e com os promotores uma fórmula mais humana e digna. Dessa maneira, ficaremos livres do retrato triste das últimas semanas, com tantos abandonos e, mais grave ainda, de jogadores importantes cedendo a estafa emocional.










Semana super-atípica com o título de Masters 1000 desse tal de Vacherot.
Mas algo que se manteve típico (pois certas coisas nunca mudam mesmo) foi a encenação costumeira de Novak, na semifinal kkkkk
Ninguém é capaz de ganhar do sérvio. Isso é impossível, afinal como pode um ser perfeito, perder?
Portanto, se um novato vem e ganha dele, é porque Novak estava bichado, claro. Alguém aqui já viu esse filme antes? (rs).
O curioso é que mesmo após as encenações e fingimentos, ele continuou correndo muito, e chegando em bolas dificílimas, quase perdidas.
Alguém pode me explicar isso? Não, né.
Novak “Teatrovic” rs
Acho que a explicação é: fisioterapeuta, analgésico e vontade de ganhar. Mas de fato é muito difícil continuar assim. Por muito menos já desisti de partida.
Parece que não acompanhou nada do torneio. Contra o Munar, já sentiu lesão no quarto game de partida, quando inclusive vencia por 3-1 e tomou analgésico.
Na verdade, ele desistiu de várias bolas enquanto estava com dor e o remédio não fazia efeito e mesmo depois (meados do segundo set) continuou muito longe do ideal. Só correu muito e chegou em bolas dificílimas na sua visão hate mesmo. Nada de novo no front.
O físico do GOAT tem ido pro espaço cada vez mais cedo. Foi vencido pela idade, simples assim.
No quesito algo se manteve típico, está a tua presença somente depois da derrota.
Não deve ser fácil hein Rodrigo?
Com a Serena aposentada e a Venus já não é mais a mesma, adotei a menina Gauff.
E puxa… Sonhei que tinha apostado uma grana preta no Valentin Vacherot, Fiquei rico, no meu iate em Mônaco, tomando minha champanhe francesa e meu caviar e lagosta do ladinho. E o mordomo, de luvas brancas e bandeja de prata, a servir o almoço.
Pena que na hora que eu ia embora do iate pra entrar na minha BMW zero bala, ouço a voz da patroa: ” – Acooordaa! O gás acabou, o gato quer mais ração, a água da chuva entrou na lavanderia e passou da hora de levar minha mãe pra rodoviária!! ”
“Muy bien” humorado, falei pra sogra ir pra rodô de vassoura, que assim evita congestionamento…
E os ‘Superbigs’ seguem voando em 2025, 4 e 7 mil pontos à frente do longínquo terceiro colocado da corrida. Nesta semana curtem seu merecido descanso, aguardando por Paris e/ou Vienna.
O Superbig Alcaraz leva extensa vantagem para faturar a corrida da temporada 25. Mas tendo como adversário o outro Superbig Sinner, nada está garantido e o título da temporada só será decidido quando o juíz apitar o final do jogo.
Vitoria merecida do V, como também o seria se fosse o R. Fica uma lição para caras que se “acham” e que ainda não venceram nada relevante como o Shapovalov e para caras q poderiam ter vencido muito mais não fossem os chiliques acumulados, como o Rublev. No esporte ninguém vence na véspera, tem que lutar e suar sangue…
Título justo para o primo V, ele ganhou do GOAT nas semis.
Acordei ha pouco e fui ver o duelo dos primos, que como previa está equilibrado, porem com o R vencendo set1. Ele tem um serviço superior ao V, que tem um jogo da base superior ao R. Set2 3×3 no momento…
Nessa maré de lesões, sei não se o sérvio vai querer dar o ar da graça no Finals…
Eu acho difícil também, Maurício.
A idade chegou e obviamente para ele chegar inteiro para a Austrália é prioridade máxima.
Jogando ou não o Finals, acho que Djoko chegaria inteiro no AO, mas o problema dele tem sido chegar inteiro às rodadas finais dos torneios, em particular dos grandes.
Dalcin, voce conhece meu projeto de calendário, tenis durante 12 meses, non stop, o tenista tira férias quando quiser. Os direitos de transmissão agradecem. Haverá um intervalo padronizado entre cada categoria de torneio, permitindo ao tenista um descanso medio maior que hoje.
Todos os torneios são exclusivos, evita 2 torneios 500 na mesma semana, 7 vezes por ano como hoje.
Os 4 gran slam tem intervalo igual de 90 dias entre eles. Os 10 torneios 1000 tem intervalo igual de 36 dias. Os 14 torneios 500 tem intervalo igual de 26 dias. As estafas e contusoes graves vão desaparecer, porque o tenista pode desistir 14 dias de 2 torneios 250 e 500 sempre seguidos, que não lhe interessam fisica e comercialmente.
Essa eterna nextgen permite tudo, até uma inimaginável final familiar em Shangai, e que legal ver os chiliques do Medvedev…
Medvedev me parece, como se diz, ter se perdido no personagem. Por conta disso, passei a torcer contra ele com gosto. Cheguei a achar que quebraria a cara nesse 1000 de Xangai, mas no fim venceu minha torcida. Rsrs!!
E de fato esse desconhecido de Mônaco jogou de forma magistral. Levei um susto quando vi o cara, achei q era o Karlovic, mas esse tem um bom jogo de fundo, além de sacar bem. Vê-se como o tênis é difícil, pois esse rapaz era 204 do mundo antes do evento.
Djoko não tem mais físico pra muitas partidas seguidas no calor, além de em alguns momentos parecer querer enrolar a partida. A idade chega pra todos, mas ele ainda é competitivo…
Pra quem somente diz que resultado é o que importa, tu se contradiz cada vez que postas neste espaço. Desde Novembro de 2023 , a nível ATP , Djokovic somente venceu o preparatório para RG 2025 ( abriu mão de Roma ) , o magistral ATP 250 de Genebra. Todos os 8 Slam de lá pra cá, ficaram com SInner e Alcaraz. Nenhum ATP 500 e Masters 1000 levou . Com direito a mais de 20 derrotas e pra jogadores alguns de baixíssimo ranking. Se arrastando vergonhosamente pelas quadras , com atendimento na grande maioria dos jogos ,digamos , mais disputados
Ganhou o ouro olímpico, um Big Title, e é o recordista de tudo importante no tênis profissional
O resultado é o que conta, quem será q vai fazer a final, o Djoko? Mas quem tem os principais recordes? O Djoko. Resultados ninguém questiona, estão la, ja o subjetivo cada um pensa de uma forma, mas pedir que vc raciocine é algo bem complicado, principalmente num raciocino complexo como esse kkkkk. Aqui é diversão garantida kkkkk…
Engraçado que no último ano do Federer tu não fez críticas para ele estar se “arrastando vergonhosamente” também….
Federer fez a segunda cirurgia no joelho e em 2020 fez apenas 6 partidas. Em 2021 fechou a carreira em Wimbledon, com 13 partidas em toda a temporada. Sérvio não diz a lesão, e fez 43 partidas em 2024 , e as mesmas 43 por enquanto em 2025 . Suíço longe de pedir atendimentos durante 90% das partidas. Nem no Pneu na última contra Hurcakz. Abs !
Eu acho muito engraçado falar de calendário e não falar da diminuição do valor dos bônus dos jogadores. É a mesma coisa com o futebol: querem jogar menos e arrecadarem o mesmo valor (ou até mais).
Como eu sempre falo: ninguém é obrigado a nada! Não quer se sujeitar ao calendário? Ganhe menos, jogue menos e perca ranking! Quer se manter entre as cabeças? Vai ter de jogar mais e, consequentemente, de acordo com seu desempenho, ganhar mais prestígio e dinheiro. É assim que o sistema funciona e quem quiser que se encaixe nele! E não reclame! Tenho certeza de que Alcaraz, Sinner, Zverev e tantos outros estavam sonhando com o dia em que seriam TOP 10. Agora que chegaram, ficam reclamando do calendário! Faça-me o favor!
Mas o espírito da coisa é ajudar os profissionais a encontrarem melhores condições para continuarem dando show toda vez que participarem de um torneio. Eu particularmente acho que melhores condições melhoram o show. Por exemplo nos últimos anos do Federer no circuito, depois que ele já havia ganhado muita coisa, colocaram ele para jogar contra o Andreas Seppi no AO umas 14 horas da tarde debaixo dum sol de rachar. Não deu outra, (como vingança contra os organizadores) Federer (que arrastava multidões) perdeu o jogo para Seppi ( que tinha uns dois ou 3 torcedores no país) e assim todos perderam junto com Federer, especialmente os organizadores, patrocinadores e as redes de televisão.
Puxa, mais uma do Mr. Federer: perder por retaliação.
Quanta nobreza.
Dalcim,vamos ser sinceros,sabe o que acontece se diminuir os torneios ,os tops vão fazer exibições milionárias e a ralé vai ficar chupando dedo .pergunta pra qualquer um se eles querem por exemplo deixar de disputar o tal the six grand slams lá da Arábia ?
Aí não tem lesão ,calor ou qualquer outra coisa .
Medvedev trocou todo seu Staff , e num curtíssimo prazo, com Thomas Johanson, já está jogando como um TOP 10 novamente. Sasha que aprenda . A derrota de Aliassime para um dos Primos Franceses , fora do TOP 30 , não comento pois não acreditei pela manhã. ” goat ” vai pegar o outro primo e possivelmente Danill Medvedev na Final. Agora vai … rs. Abs !
Diz aí, Medvedev voltou a jogar como um top10 por conta do novo Staff?
Tu acredita piamente nisso?
Ou o simples fato de mandar todo mundo embora já não seria o suficiente para ele mudar seu “mindset” e resolver jogar novamente, mesmo só?
Lógico, que depois de ser #1, ganhar GS, Finals e vários eventos menores, ninguém desaprende a jogar.
E como ele é, de personalidade firme, ao se acostumar com o novo staff, talvez o nível caia também.
Assista antes de postar. Este é o teu problema de sempre. Tua vida é somente ” goat ” e nada mais . Danill está entrando mais na quadra, tentando surpreender na rede , e com a confiança em alta , abusando das paralelas ( aqui surpreendeu muito o rapidíssimo De Minaur ) . Procure saber quem é Thomas Johanson e veja sua postura no box. É óbvio que ninguém desaprende , mas a teimosia retarda o cara a se reinventar. Já sei que está muito ” confuso” para o grande observador LF 2 . Vida que segue. Abs !
Eu te fiz uma pergunta, simples e sobre técnica.
Não precisa vir cheio de pedras na mão. Para variar, não sabes conversar além de querer enfiar goela abaixo sua opinião, que de agora em diante, de nada vale.
Por isso, me arrependo de te-la feito.
Ahh, tudo que é novo, é perfeito.
Já foi em 72 Big Titles.
Porém Sérgio, pelo histórico de sorte de Djokovic, há grande chance dele fazer final contra Arthur Rinderknech. Djokovic é a única pessoa que conheço que desafia a maldição da lei de Murphy e sempre se dá bem. Para ele é: “Se algo pode dar certo, vai dar certo!”. Como você disse, Medvedev é o mais qualificado para enfrentar Djokovic numa final. Neste caso tudo pode acontecer com ele de agora em diante: contusão do punho, cotovelo, joelho, tornozelo, abdômen etc; forte resfriado, infecção alimentar, choque com algum objeto no estádio ou hotel, bala perdida, ataque de pânico, crise existencial repentina e aguda, ou qualquer afetação mental, etc, etc.
Boa caro Ronildo. Kkkkkkkkk, Abs !
Perdeu, Djokovic não é mais o mesmo. Não tem como competir fisicamente com os mais jovens.
Uai, e a sorte?
Azar o seu porque ele não deu sorte, rsssss.
Grande Ronildo!
Pelo que entendi do texto, 12 são os torneios obrigatórios (na pior das hipóteses).
A carreira de jogador profissional de tênis é dificílima e remunera absurdamente bem.
Cabe a cada jogador com sua equipe determinar o que é melhor pra si. Estão aí, há mais de 100 anos. Tem os que aguentam, os que se arrebentam (infelizmente, nosso Guga foi muito rápido) e vida que segue.
Remunera “absurdamente bem” somente os tops…
É lógico que não remunera como no futebol, mas qual a linha que separa os tops (bem remunerados) dos demais?
Quando achamos q o Aliassime finalmente despertou e vai engrenar ele…perde nas quartas, desperdiçando uma ótima chance de chegar a uma final de M1000. Uma pena…
O torneio acaba segunda ?
Não sei… Mas como diria o Chacrinha, ” Só acaba quando termina”.
Excelente a análise feita pelo Dalcim, realmente os tenistas precisam ser mais solidários e buscarem soluções conjuntas
Ainda bem que não se comenta ainda sobre uma eventual mudança dos Grand Slam para melhor de três sets. Para os homens, óbvio…
Isso estragaria o Grand Slam e é precisamente a razão pela qual o feminino não tem muita graça.
As espertas querem igualdade na premiação, mas não em jogo. Assim é fácil.
Não tem muita graça, caro José Afonso ? . Na boa , pesquisastes a audiência das meninas neste último USOPEN. Como estava a quadra Central na Final ? . Parece que este Papinho do Site pega em todo mundo, exceto nos Árabes. Procure saber onde vai acontecer o WTA Finals … Abs !
Não sei se Vossa Senhoria está sabendo, mas há algumas diferenças entre homens e mulheres. Por isso que elas jogam melhor de 3.
A premiação é igual nos ‘Slams’ porque a Billie Jean King batalhou por anos pra provar que sim, o tênis feminino tem graça. Pode não ter pra Vossa Senhoria, mas aí é questão de opinião pessoal.
Portanto… fico com as meninas, e quem quiser, que fique com os marmanjos grandalhões e faça muito bom proveito.
Dizer que tênis feminino é melhor que o masculino não, né feministo?
Não exagera.
Paulo, diversas vezes escrevi que não é melhor nem pior. É diferente. Eu gosto + do tênis feminino, opinião minha, mas onde está escrito aí em cima que é melhor que o masculino? Abr.
Foi mal.
E preferência é pessoal.
Mas tem o momento também
Eu preferiria assistir a Justine Henin do que 90% dos jogos masculinos no tempo dela.
No post anterior, o Sergio Ribeiro comentou que o Alcaraz já pratica aos 22 anos o que o Federer praticou a partir dos 30 anos, isto é, jogar no máximo 17 torneios por ano. Curioso que sou, fui pesquisar no site da ATP.
Ao invés da quantidade de torneios, optei por contabilizar o total de partidas jogadas anualmente, o que na prática dá a mesma medida da atividade de cada tenista.
De fato, tanto o Alcaraz como o Sinner têm jogado menos que o Big 3 jogou na mesma idade. Razão para isso? O fato do tênis ter se tornado mais físico? Provavelmente sim.
Seguem os números que apurei.
Média de partidas jogadas por temporada e por faixa de idade, desconsiderando o ano de 2020, o da pandemia:
Dos 20 aos 24 anos:
Djokovic: 84
Federer: 82
Nadal: 82
Sinner: 73 (20 a 23 anos)
Alcaraz: 72 (20 a 21 anos)
25 a 29 anos:
Djokovic: 80
Federer: 81
Nadal: 71
30 a 34 anos:
Djokovic: 59
Federer: 76
Nadal: 62
Acima dos 35 anos:
Djokovic: 53
Federer: 53
Nadal: 38
Curiosamente o Federer foi quem em média mais jogou, sobretudo entre os 30 e 34 anos. Certamente porque, dos três, foi quem menos sofreu com lesões até os joelhos começarem a apitar a partir de 2016, aos 34/35 anos.
Excelente. Acima dos 30 me surpreende, pois quem chega mais longe nos Torneios, joga mais partidas . Deveria haver uma maior diferença, pois Djokovic chegou mais longe a nível de Finais . De todo modo , o Big 3 obteve uma longevidade espetacular. Ainda aos 25 , a maioria não apostava um tostão em Rafa Nadal ir tão longe . Abs !
Djokovic reduziu a sua atividade a partir de meados de 2016, aos 29 anos, quando começou a sentir dores no cotovelo. Temendo a cirurgia, tentou métodos alternativos de cura. Foi a fase do guru Pepe Imaz com o seu lema “Amor e Paz” e dos abraços em árvores. Finalmente rendido, submeteu-se à cirurgia em fevereiro de 2018. Pouco a pouco foi recuperando a forma, culminando com o título de Wimbledon daquele ano. Porém jamais voltou a jogar mais do que 70 partidas por ano.
Federer jogou mais depois dos 30 provavelmente porque tinha mais bocas para sustentar e a situação não está mole para ninguém. Nadal jogou menos devido as contusões.
Já Djokovic jogou apenas para ganhar.dinheiro msm
O problema do Federer no joelho em 2016 foi diferente do de 2020. Se não me engano, um foi no esquerdo e outro no direito, sendo que a primeira lesão não o impediu de jogar em alto nível de 2017 a 2019, ou seja, já estava curada.
Foi isso mesmo. Na primeira lesão, ocorrida logo após o AO 2016 e na qual rompeu o menisco do joelho esquerdo, ele voltou dois meses depois de ser submetido a uma artroscopia. Jogou cinco torneios de forma meio claudicante e parou de novo, encerrando a temporada após ser eliminado pelo Raonic na SF de Wimbledon. Para nossa frustração teve que desistir de jogar nos JO do Rio.
Essa segunda parada fez um efeito para lá de benéfico, já que no novo retorno mostrou-se totalmente recuperado ao sagrar-se campeão do AO 2017, além de abiscoitar mais 2 Slams e outros 12 títulos até 2019.
Já a segunda lesão, no joelho direito, surgida no início de 2020, foi mais grave e determinante para o encerramento de sua carreira em 2022, tendo disputado a sua última partida oficial em Wimbledon no ano anterior, quando perdeu nas QF para o Hurkacz em sets diretos.
Excelente matéria e no timing certo!
Quanto aos jogadores, De boa: quem está no topo dos circuitos de qualquer modalidade, é porque curte a adrenalina competição e joga para vencer.
Se quem está abaixo recebe mais recursos para participar, vão investir em mais preparação para poder subir e pressionam os de cima.
E é este exatamente meu ponto: o Top100 (e mesmo o Top200) de hoje é muito mais competitivo do que era a 5 ou 10 anos atrás. Se até há 5 anos atrás alguns jogadores Top passavam pelas primeiras rodadas de um torneio e pela primeira semana de um GS passeando, hoje quase nunca. Há mais zebras e menos diferença técnica ou física.
E assim foi na era dos Bigs.
Mas a era dos bigs já passou e hoje, adentramos a era dos SuperBigs, do qual fazem parte Alcaraz e Sinner apenas: jogadores com preparação extraordinária, que cresceram com os equipamentos mais modernos e sabem extrair destes todo o seu potencial, bem como tiram todo o proveito de um modelo de preparação mais atual, mais intenso e mais focado nas necessidades do tênis de competição.
2023 são apenas 2 anos atrás e não 5, com o sérvio dominando o circuito com 35/36 anos; Sinner e Alcaraz não são GOAT’s e nem Super Bigs; Djokovic foi número 1 do mundo até junho de 2024 com 37 anos e 2 semanas; nenhuma IA vai te ajudar nem condicionando as perguntas. Aliás, contrariaram toda sua teoria citando só nomes do passado em qualquer esporte.
Abs.
Sim, concordo. Os ‘Superbigs’ sofreram essas derrotas que você menciona quando ainda eram adolescentes.
Eu havia me esquecido delas. Vc tem razão.
Adolescentes de 20,5/22+ anos foram surrados por um veterano de 36,5 no ATP Finals 2023.
Depois, o adolescente com 21 anos perdeu a final olímpica em sets diretos para um veterano de 37 e foi engolido no Australian Open por 3×1 com quase 22 pelo GOAT dos esportes sérvio com quase 38.
Somente a idade avançadíssima e várias lesões colocaram freio no maior e melhor de todos.
Sem chorumelas.
Aí e Carlos VW, Pierre Alfredo e Sonny. Tem o mesmo talento em disfarces do Lupin rs.
Que bom que é sempre receber comentários e respostas acaloradas e nom sense de Jim e Jeff…
❤️ ❤️ ❤️
Nao houve também uma ocasião onde ele jogou com um tremendo rasgo da perna durante alguns torneios???
Foi na vitória sobre o “Superbig” Alcaraz no Australian Open desse ano, pra valorizar mais ainda o feito: show em quadra mesmo lesionado ainda no primeiro set.
Depois só aguentou um set contra o Zverev na semifinal. Matou, mas morreu junto.
Sim, morreu junto. Vdd, eu havia me esquecido.
Por essas – e outras – que não podemos colocá-lo no mesmo patamar dos ‘Superbigs’.
Sendo que esses já abandonaram não sei quantos jogos e torneios ainda bem jovens, rsrs.
Quero ver alguém ganhar 3 Slams, 6 Masters e o Finals com 27/28 anos ou obter a maior pontuação da história da ATP com 29 (16950).
Sim, abandonaram para preservar o físico.
E esses títulos que vocé cobra dos Superbigs virão com o tempo. Se preservando desta forma, jogarão até os 40, quebrando a maioria dos principais recordes.
Sonhar não custa nada. Enquanto isso, fico com os fatos do presente.
Eu também fico com os fatos do presente, onde os Superbigs são uma realidade e estão um.degrau acima da concorrência e dos Bigs.
O restante sem dúvida que são conjecturas apenas. Mas são conjecturas que fortemente se desenham quando analisamos o presente e olhamos para o futuro:
– Jogadores mais bem preparados, melhor orientados, e que na mesma idade dos bigs ja possuem mais títulos que os bigs possuiam.
Basta somar dois mais dois…
;- )
Os fatos a que me referi são os recordes do Djokovic. São todos dele e não mudarão no curto/médio prazo. É o único GOAT e o maior do Big 3. Não há “Super Bigs”, apenas um único trio histórico até o momento.
Ninguém sabe o futuro, se eles vão sofrer mais lesões, se terão longevidade ou se vão aparecer novos concorrentes. Enfim, continuam só conjecturas. Essa parte você acertou.
Mas esses “fatos” que vc menciona ocorreram no passado, o que o contradiz.
Ou como uma vez disse jordan a Bird e Magic johnson:
– Há novos xerifes na cidade.
E esses (acima) são efetivamente fatos do presente… rs
Tudo vira fato e passado instantaneamente, mas eu vou tentar ser mais claro.
Os recordes nesse exato momento continuam com o Djokovic. Ele conquistou no passado, mas continuam com ele e continuarão por tempo indeterminado no futuro. Compreendeu? Espero que sim.
Tá bom, Carlo VW.
Falaram os dois Paulos ou. Jim e Jeff!
Na verdade são 3 Paulos que postam com mais frequência.
Você querer nos comparar a Jim Carrey e Jeff Daniels no filme D & L depois de passar constantes vergonhas no Blog (está passando de novo) e ficar trocando de nick mais do que de roupa deve ser uma das maiores projeções de Freud que já vi, isso tendo mais de 50 anos.
Que tal se olhar no espelho antes, Carlo VW?
Não, não e não (ou errou, errou e errou de novo): Jim e Jeff apenas representa a perfeita sintonia que há entre vocês dois. Rola uma química onde ambos se refezam de forma sincronizada para argumentar. Achei bastante interessante apenas e nada mais
Se ambos interagissem com Djokovic creio ele notaria e chamaria essa química de Bromance, mas esse é um termo que não me convém usar.
Não faço idéia que. Seja esse terceiro que vc menciona.
Como disse, são três. Preste atenção nos sobrenomes Almeida, F. e Sérgio.
Aham, acredito bastante. Eu nem comentei o cunho homofóbico, pois é no mínimo paradoxal para quem pagou de defensor dos direitos das mulheres há pouco tempo. Falando nisso, a suposta GOAT Navratilova também não veria a cor da bolinha nos tempos da Serena, quiçá hoje.
Sabalenka é a “GOAT” ou “Super Big”, segundo seus critérios.
Desculpe, mas porqie você está comparando tênis feminino com masculino??????
Não entendi sua opinião, mas tenis feminino e masculino tratam-se de esportes completamente diferente e não a comparação entre os esportes que você está fazendo, na minha opinião. Quanto a Navratilova, é uma jogadora de uma época praticamente amadora e seu tênis talvez não encontrasse lugar no tênis atual da WTA.
Obrigado por esclarecer que são três.
Vou ficar atento. Saúde e fiquem em paz!
Ora, mas isso os participantes do Blog disseram quando você insistiu que a Navratilova era mais GOAT do que qualquer um do masculino porque era recordista de Slams somando simples, duplas femininas e duplas mistas.
Agora não faz mais sentido. Entendi. Passe bem também.
Tens alguma insegurança para ter que projetar homossexualidade em outréns, Carlo VW?
Lupin está chateado e partiu para ataques pessoais?
Se valesse o ranking por média obtida nos torneios jogados, Zverev (e Rune?) certamente não teria vindo para a América do Sul este ano, onde ficou claro que veio apenas pelo dinheiro, e não se esforçou para ir bem. Exemplo que mostra que essa é a melhor solução.
Verdade, ninguém vai querer somar um 0 para ser dividido com o total depois. Só iriam jogar os obrigatórios e aqueles 500 e 250 em que saberiam que teriam boas condições de jogo e garra para enfrentar o torneio.